Capítulo II

Behind my broken heart

Ariana foi enterrada ao anoitecer. O cortejo seguiu pelas ruas até o cemitério de Godric's Hollow, Albus e Aberforth carregando o caixão lado a lado. O nariz de Albus estava roxo e torto, porém já não sangrava mais. Mas eu tinha certeza que jamais voltaria a ser o mesmo. Pouco importava. Ele continuava tão bonito quanto antes diante de meus olhos apaixonados. E eu temia por isso.

Eu seguia logo atrás do caixão, de braços dados com Bathilda, mas com a mente bem longe dali. As dúvidas assaltavam meus pensamentos e provocavam estranhas reviravoltas dentro de mim. Não tive coragem de confrontar Albus sobre o que, de fato, acontecera com Ariana. O momento já era tão delicado, e eu simplesmente não me sentia no direito de aumentar sua dor. Mesmo assim as palavras confusas de Aberforth, entreouvidas por detrás da porta e guardadas em meu coração, faziam com que o ciúme montasse as mais incríveis histórias em relação à figura misteriosa de Grindelwald. Quem era aquele bruxo que havia tomado Albus de mim?

Imaginava-o alto, forte, belo como nenhum outro. Diante dele, sentia-me pequeno e frágil, o corpo marcado pelas cicatrizes da infância. O completo oposto de mim. Tudo o que eu gostaria de ser e não era.

O desespero da dúvida, somado à dor da quase certeza de ter perdido Albus para sempre, não me davam espaço para prestar atenção ao cortejo e subseqüente enterro da jovem Ariana. Um orador proferia palavras acalentadoras, as quais eu só entreouvia em meio ao turbilhão que me assaltava por dentro:

- Jovem... bonita... com uma vida inteira pela frente, mas agora está num lugar melhor. Os anjos vem à Terra hoje para levar Ariana Dumbledore ao mais altíssimo céu, com toda a pureza de uma jovem sem pecados...

Pecado... era pecado amá-lo tanto assim? Era pecado tentar destrancar as portas que encerravam a vida de Albus? Eu estava errado em tentar descobrir seus segredos, tão bem guardados do mundo e de mim?

A única recordação que trago do enterro é de algo que não aconteceu. Os olhos de Albus permaneceram secos, opacos, sem o brilho molhado das lágrimas. Ele não chorou em nenhum momento, nem mesmo quando tomou a pá para si e jogou terra sobre o caixão lacrado da irmã.

Albus, Aberforth e eu fomos os últimos a deixar o cemitério. Os moradores do povoado se despediam com falsas condolências e seguiam para seus afazeres enquanto eu permanecia com os dois irmãos, em silêncio. Então, quando todos os curiosos se dispersaram, segui-os para casa. Sentia-me um intruso, um estranho que compartilha uma dor e um drama que não são seus. Sentia-me desolado ao saber que não era mais aquele com quem Albus dividia seus segredos. Talvez nunca fora. Fatalmente havia alguém em meu lugar, e tudo o que sabia era seu nome: Grindelwald.

Aberforth se dirigiu imediatamente para o quarto sem dizer nada. Vi-me sozinho com Albus pela primeira vez desde que havia retornado de viagem. Aproximei-me e tomei seu rosto em minhas mãos, num gesto carinhoso. Ele se defendeu, virando as costas para mim e encarando o fogo que ardia magicamente na lareira.

- Acho melhor nos recolhermos... – disse ele, e sua voz soou distante, infinitamente cansada, e fria.

Assenti e subimos os degraus de madeira da escada até o segundo andar, no qual ficavam os quartos. Esperançoso, desejei de todo o coração que Albus me chamasse ao seu quarto, compartilhasse comigo sua cama e sua dor. Queria confortá-lo, oferecer-lhe o ombro para que se deitasse, cobri-lo de beijos, carinhos, e engolfá-lo com o meu amor, como se meu toque fosse capaz de retirar toda aquela desgraça que se abatera sobre sua vida.

- Boa noite, Dodgy.

Ele me beijou a testa e se despediu à porta do quarto de hóspedes, deixando para trás o meu coração despedaçado. "Sou um egoísta", pensei. Como podia reclamar de algo em relação a Albus quando sabia que sua dor era muito maior que a minha?

Deitei-me sem sequer retirar a colcha da cama, ainda vestido com as roupas formais do funeral. Não conseguia conciliar o sono. De olhos abertos, encarava o teto do quarto, parcialmente iluminado pelo feitiço que eu conservava na varinha. Em pensamento, revivia cada momento de minha relação com Albus. Demorava-me em cada carinho, cada beijo trocado por detrás de portas trancadas, escondidas, cada sussurro de prazer contido através das cortinas vermelhas do dormitório de Gryffindor em Hogwarts. Sempre escondido, aprendi a ter com Albus um amor de portas fechadas. Simplesmente porque a sociedade do início do século XX era incapaz de aceitar que dois homens pudessem se amar verdadeiramente. Era luxúria. Pecado. Jamais amor.

Um ruído que parecia vir do andar de baixo da casa me fez ficar alerta. Uma porta se abriu, e alguém entrou com passos determinados, o barulho provocado pela sola do sapato ecoando nas paredes altas. Depois, o som continuou, pés duros caminhando de um lado para o outro. Apurei os ouvidos e percebi vozes murmurando coisas ininteligíveis. Começaram próximas à escada, e depois se afastaram. Imaginei mais uma briga entre Albus e Aberforth.

Saltei da cama sem nem me dar ao trabalho de calçar os sapatos. Seria mais silencioso sem eles. Sabia que estava errado ao abrir lentamente a porta do quarto de hóspedes e rumar, pé ante pé, para as escadas, varinha em punho. Quando me aproximei da sala onde antes flutuava o caixão de Ariana, uma voz calma, fria, calculada, irrompeu em meus ouvidos e me fez arrepiar:

- Você precisa decidir, Albus.

A porta estava apenas encostada, mas a fresta era suficiente para enxergar grande parte do aposento naquele ângulo em que eu estava. Conseguia ver perfeitamente a poltrona de veludo vermelho, na qual Albus estava sentado, mas não era possível divisar o outro homem da voz de gelo.

- Você não compreende, Gellert – disse Albus, o tom carregado de angústia e dúvida. – É da minha irmã que estamos falando, não posso simplesmente ignorar o fato de que um feitiço da sua varinha pode tê-la matado!

- Ou da sua. Ou da de Aberforth – ele fez uma pausa, tempo que eu tentei usar para processar as informações que ouvia. Como assim? Ariana fora atingida por um feitiço que poderia ter partido da varinha de um de seus próprios irmãos? Aproximei-me mais da fresta aberta e consegui visualizar parte de uma figura esguia, alta, com uma longa capa escura. Ele continuava. – Foi uma fatalidade, meu caro. Algo que não pode barrar nossos planos! Pelo Bem Maior, Albus, lembra-se?

Ele se aproximou de Albus, os dedos longos pousados sobre seus ombros enquanto ele se deixava escorar na poltrona. O homem tirou o capuz e os cabelos enrolados na altura dos ombros, muito claros, espalharam-se sobre seus ombros largos. Seu rosto era dotado de traços extremamente belos, as linhas quadradas formando ângulos masculinos, que faziam emanar dele uma força capaz de arrastar multidões. Era como se, mesmo de longe, eu pudesse sentir o magnetismo daquele homem, como se seu poder transbordasse em cada gesto, cada movimento, cada olhar. Minhas dúvidas foram, enfim, respondidas: aquele era Gellert Grindelwald. E tive certeza que havia perdido Albus para sempre.

Grindelwald deixou que suas mãos passeassem pelos cabelos lisos de Albus, como as minhas haviam feito um dia, em momentos que me pareciam ter acontecido há séculos. Os olhos azuis permaneciam fixos num ponto qualquer, como se interiormente ele travasse uma batalha para resistir ao evidente fascínio que o loiro provocava. As mãos desceram pelo peito de Albus, abrindo-lhe os primeiros botões da camisa de linho claro. Os lábios de Grindelwald, carnudos, vermelhos como sangue, aproximaram-se do pescoço do outro, onde uma veia saltou, latente, evidenciando a aceleração do pulso. Ele fechou os olhos com força e mordeu o lábio inferior, contendo um gemido. O loiro sorriu. Parecia saber exatamente onde tocá-lo para produzir os efeitos desejados.

Eu quis sair dali. Meu coração ordenava que corresse de volta para o quarto de hóspedes, arrumasse minhas coisas e partisse para sempre da vida de Albus. Magoado, mergulhado em um ciúme doentio, só queria fugir o mais depressa possível, mas não conseguia. A mesma espécie de estranho magnetismo que Albus exercia sobre mim eu sentia naquele momento em relação à cena que se desenrolava diante de meus olhos, pela fresta da porta. Como um bicho acuado e faminto, espreitava a presa que já era de outro e lamentava silenciosamente por isso.

Num movimento rápido, Grindelwald girou o corpo, abriu as longas pernas e se sentou sobre Albus. Abriu o que restava dos botões de sua camisa e, com uma certa brutalidade carnal, arrancou-a do corpo delicado diante de si. Em seguida, fez com que a boca percorresse toda a extensão do peito de Albus, lambendo, sugando, mordiscando, enquanto suas mãos passeavam pelas costas nuas. Por um momento, o meu Albus pareceu contrariado, e achei que ele poderia desprezar o ímpeto de Grindelwald. Porém, no segundo seguinte, agarrou com sofreguidão a nuca do companheiro, deixando escapar um gemido de puro prazer quando este lhe sugou o mamilo com mais força.

Começava a me sentir enjoado. Não queria vê-lo dividir aquelas intimidades com o homem que eu amava. Albus sempre fora delicado na cama, mas parecia absolutamente selvagem com Grindelwald, como se a raiva que nutria pelo bruxo fosse capaz de se transformar em desejo com apenas um toque mais ousado das línguas.

Meus olhos focalizaram mais uma vez a cena, diante dos protestos de meu estômago. Albus puxou com força os cabelos de Grindelwald, obrigando-o a olhá-lo. O bruxo sorriu maliciosamente e colou seus lábios sobre os do parceiro com avidez, enquanto deslizava uma das mãos por sobre a calça preta. Sem se preocupar com o estrago, arrancou-lhe os botões pequenos, que saltaram para longe, e agarrou o membro já excitado de Albus, colocando-o para fora do cós e massageando em movimentos contínuos de vai-e-vem, cada vez mais rápidos, intensos, prazerosos.

Sem largá-lo, Grindelwald interrompeu o contado das bocas para descer com a língua pelo corpo de Albus, que pendeu a cabeça para trás e fechou novamente os olhos, totalmente entregue. Os lábios desceram rápidos até chegar ao umbigo, onde permaneceram brincando por um tempo, provocativos.

Fechei os olhos quando a boca vermelha fatalmente se fechou sobre o membro de Albus, molhada, sugando, chupando com vigor e vontade. Ouvia os gemidos abafados e era quase como se pudesse me imaginar ali, no lugar de Grindelwald, acariciando o corpo que já fora meu. E que eu não soube como conservar apenas para mim.

Quando abri os olhos novamente, as mãos de Albus deslizavam pelas costas do companheiro enquanto ele o enchia de prazer. Com um movimento ágil, Albus empurrou-o para o chão, e ambos deitaram por sobre o tapete fino que recobria o piso de madeira da sala. Forcei a visão para enxergar Albus retirar com urgência as vestes que ainda recobriam o corpo de Grindelwald, quase como se sua vida dependesse disso. Ambos se tocavam com uma fúria quase animal, enquanto as bocas permaneciam coladas num beijo que os fazia quase unos.

Eu me despedaçava ao ouvir os gemidos, sentir o cheiro de suor masculino, ver as bocas grudadas com sofreguidão, os corpos tremendo em êxtase. Cada parte de mim doía, e levei a mão à têmpora, como se pudesse parar de ver aquilo, interromper aquela traição, a sensação de impotência por ter perdido Albus para aquele homem que parecia tão melhor que eu. Que Albus amava muito mais que a mim.

Arregalei os olhos, incrédulo, quando Grindelwald virou o corpo de Albus com brutalidade, fazendo com que ele ficasse de costas e segurando-lhe os braços com firmeza. Com o movimento, os candelabros, apenas com tocos de velas apagadas, rolaram pelo chão, caindo com um baque surdo sobre o tapete. Eles sequer se deram conta do barulho produzido pela queda. Tudo o que importava era a força com que Grindelwald penetrou Albus em seguida, fazendo com que todo o seu corpo vibrasse com ondas de prazer inimagináveis para mim. Os cabelos compridos de ambos se embaralhavam, loiro e ruivo se tocando, fundindo-se numa mistura de suor e paixão. Grindelwald os agarrou de repente, puxando-os para si e forçando Albus a unir as costas a seu peito. Intensificando assim a penetração ao máximo. As cabeças estavam próximas e Grindelwald falou em seu ouvido, em meio aos gemidos e respirações entrecortadas pelo ritmo intenso da movimentação:

- Você... gosta... disso, Albus... sei que gosta. Seremos grandes juntos. Esqueça... todas as coisas menores... e seja meu. Somente... meu.

Minha dignidade continuava insistindo para que eu me retirasse. Porém, os olhos até então fechados de Albus, completamente entregues ao prazer do momento, abriram-se de repente. Ele moveu o corpo com força, de forma a se livrar do peso exercido sobre suas costas, obrigando Grindelwald a interromper a relação. Foi como se algo dentro dele se acendesse, a razão maior que a emoção, como se percebesse a loucura que fazia logo após a morte de sua própria irmã. A tragédia desceu sobre a alma de Albus naquele instante no qual ele fixou o rosto de Grindelwald, desafiador. O outro parecia absolutamente indignado com a interrupção, mas não falou nenhuma palavra enquanto se levantava e vestia as roupas novamente. Albus se moveu com dificuldade até a poltrona, onde se sentou e passou a observar o fogo quase extinto da lareira. Por fim, Grindelwald falou, e sua voz estava ainda mais dura, gelada, num tom que parecia ausente de qualquer tipo de sentimento:

- Essa é a sua decisão, Albus? Vai desistir de mostrar aos trouxas os seus devidos lugares no mundo? Vai deixar de vencer a morte por aqueles que já se foram?

- Há coisas muito piores do que a morte – a voz de Albus soou distante, quase como se ele não estivesse mais ali. – Para uma mente bem estruturada, a morte é apenas a próxima viagem. O problema está em perder aqueles que amamos, Gellert. Porém, há três tipos de pessoas no mundo: aquelas que conseguem ver isso sozinhas, as que vêem quando lhes é mostrado, e as que não vêem jamais.

- Não me venha com teorias sentimentais, Albus, estou farto delas! – disse Grindelwald enquanto atava o laço da capa ao redor do pescoço. – O que importa realmente é o poder, Albus, a imortalidade. E eu estou muito próximo de alcançá-la!

- Não precisa dizer nada. Eu sei que você partirá para conquistar a Varinha Anciã – Albus respondeu com pesar na voz, enquanto eu tentava em vão acompanhar o raciocínio de ambos. - E, a partir de agora, somos ambos inimigos na mesma Cruzada.

- Você é patético, Albus!

Grindelwald falou, virando as costas para Albus e caminhando exatamente em minha direção. Não tive tempo para me esconder quando ele escancarou a porta pela qual eu espreitava, a varinha em punho. Por um breve momento achei que fosse me azarar, mas ele apenas me olhou de cima a baixo com desdém. Talvez tenha percebido que não valia a pena perder tempo com alguém no estado miserável em que eu me encontrava depois de presenciar a cena entre eles. O bruxo continuou caminhando até a porta da rua, aparatando com um característico estalo assim que a cruzou.

Acompanhei a movimentação de Grindelwald até que ele desaparecesse de vista e, então, voltei meus olhos para Albus. Ele permanecia estático, de olhos fechados, sentado na poltrona e ainda nu. Observei-o em meio a todo aquele luxo e riqueza, pensei no quanto era brilhante, inteligente, esforçado e ambicioso. E pensei no quanto o destino de uma pessoa pode ser cruel, tirando dela tudo aquilo que ela mais almeja manter próximo a si.

Eu poderia ter fugido. Poderia me entregar ao rancor, ao ciúme, e me negar a ajudá-lo. Poderia ter apagado Albus da minha vida, torná-lo apenas uma lembrança difusa de uma adolescência cheia de segredos e portas trancadas.

Não o fiz. Engoli o orgulho e aproximei-me. Recolhi a camisa do chão e envolvi-o com ela, abraçando-o ternamente. Deixei que Albus finalmente chorasse toda a sua dor sobre meus ombros, as lágrimas escorrendo grossas e caindo diretamente em meu colo. Naquele momento, o grande Albus Dumbledore era apenas um menino perdido e magoado.

Em meio aos soluços do choro sincero, ele murmurou próximo ao meu ouvido:

- Eu estraguei tudo, Dodgy... Tudo!

- Não diga isso, Al! – exclamei, o coração quase a ponto de explodir no peito. Eu sabia que ele sentia, tinha certeza que poderia ouvir meu coração mesmo que eu estivesse há quilômetros de distância. Mas eu não estava. Eu estava exatamente ali, segurando-o no colo. E ele sabia que eu estava despedaçado por dentro enquanto continuava:

- Afaste-se de mim, porque todos que amo correm mais risco do que se jamais tivessem me conhecido. Você não merece sofrer. Eu não posso amá-lo como você deseja, e merece.

Eu sabia que não. Sabia que jamais poderia ter o amor de Albus para mim da maneira como foi na nossa adolescência. Seria para o sempre o primeiro, mas jamais o único como havia sonhado. O sonho acabara e não havia nada que eu pudesse fazer para voltar atrás.

- Tenho uma missão – Albus continuou, e havia determinação em sua voz em meio às lágrimas. - Eu irei atrás de Gellert até o inferno, se preciso for, e vou me vingar!

Suspirei e acariciei os cabelos molhados de suor e lágrimas. Albus amaria Grindelwald para sempre. E eu amaria Albus. Dois fatos imutáveis em nossas vidas, que nos fariam caminhar lado a lado na mesma estrada, mas jamais unidos da forma como eu gostaria.

- Eu estou aqui... Não importa que não possamos mais ficar juntos. Eu sou seu amigo, esqueceu? Estarei sempre aqui... com você...

Para sempre.

Mesmo que Albus jamais pudesse dedicar a mim o amor que dedicava a Grindelwald. Mesmo que eu tivesse que trancar as portas do meu coração para o resto da vida e fazer com que esse sentimento se tornasse o meu segredo. Para Albus era só mais um. Para mim, era o único.

Where your treasure is, there will your heart be also

Onde o seu tesouro está, é aí que seu coração estará também


N/A: Sim, o POV é inusitado. Eu diria mesmo que é maluco. E fui eu que fiz a capa (com uma ajuda da minha Gêmula, Fla Malfoy, e de uns tutoriais bacaninhas do photoshop que achei no mestre Google, salve, salve)!

Rapousa, o que você fez com a Mia? morre Tenho certeza que estava sob efeito da Maldição Imperius! rsrsrsrsrs

Quem betou a fic foi a Amandita, e eu agradeço à minha sister de coração pelas dicas valiosas e pelas correções sempre necessárias, além da classificação NC21 da fic. XD Obrigada a Kim, que também leu antes e gostou, o que me fez ficar toda bobinha XD duplo!