Introdução: Segundo capítulo! Obrigado pelos reviews todo o mundo n.n E falando da outra fic (Uchiha Sasuke não pode casar) eu deletei porque non estava tendo muita popularidade enton deletei porque a fic ia acabar com uns 5 capítulos e praticamente ninguém a ler... n.n'


- - DE ONDE VÊM OS BEBÊS? - -

Capítulo 2 – Pessoas de seis anos não querem honestidade

Mikyo estava sentado na beira do lago, chapinhando a água com os pés e tentando, pelo menos, organziar as palavras que o seu padrinho tinha falado.

- Eu odeio isso! – atira pedra no lago. – Odeio ter seis anos … - ativa sharingan. – Odeio ser um génio …

- Quer um bolinho? – Kyo nem se virou, mas sorriu.

- Oi, Chouji-san. – Ele deu espaço para o homem se sentar e pegou o bolinho.

- Aconteceu alguma coisa, Kyo? – O menino encolheu os braços.

- Nem por isso… - Chouji riu.

- Como é que a vida o tem tratado?

- Como se eu tivesse acabado de atropelar o cão dela. – O homem riu de novo.

- Haha, tal pai tal filho. – Kyo olhou-o, curioso. Chouji pensou por momentos. – Tirando que você é mais sociável do que ele era quando tinha a sua idade. – O outro murmurou qualquer coisa. – Algum problema na vida do génio?

- Acabou de mencionar o problema. – Chouji sorriu, mordendo o seu bolinho.

- Haha. Os génios nunca têm vida fácil. Mas você tem sorte: muitos amigos, boa família e boa força. – O outro suspirou.

- Acho que até tem razão.

- E porquê que você não está brincando com eles? – Ele sorriu.

- Eles me chatearam muito para ir no parque mas eu fugi porque tenho uma pergunta que me irrita constantemente. – O menino falou, honestamente.

- Sério? Me diga.

- De onde vêm os bebês? – Silêncio. - Se eu morrer inculto vai ser por sua culpa! - se levanta. – Vemo-nos mais tarde! - Chouji se levantou devagar, falando para si mesmo.

- Claro que vai ser minha culpa. Isso e o aquecimento global, a mudança de tempo e a fome no mundo. - suspira. - Porquê que nunca ninguém ouve quando eu digo uma coisa tão inteligente?


- Há religiões que acreditam que a qualidade da sua vida agora depende das más acções que você fez na sua outra vida. Quanto pior você era, pior a sua vida é agora. – Gai falou, muito culto.

- Gai-sensei, você devia ser um anjo! – Lee falou, com os olhos brilhantes.

- Lee!

- Gai-sensei!

- Lee!

- Gai-sensei!

- Lee! – Uma veia quase saltou na cabeça de Neji.

- OKAY! Chega! – suspira. – Maldito dia … Eu sou um ANBU, não uma ama! – Lee e Gay ignoraram-no.

- O quê que você acha, Neji-kun? – Lee falou, dando-lhe uma pancadinha nas costas.

- Eu acho que era um seriall killer. – O outro parecia confuso, repetindo a pergunta de outra forma.

- O quê que você acha da morte?

- Boa demais para você. - As lágrimas formaram-se em Lee mas alguém interrompeu-o.

- Hey! Alguém me pode responder a uma pergunta? – Kyo falou, com a voz adorável de um menino de seis anos.

- Me salve dessa conversa e eu respondo a tudo o que você quiser. – Neji falou, puxando o menino pela mão.

- Combinado! – Ele sabia que o Neji e Tenten tinham uma filha três anos mais velha que ele, era o suficiente para uma boa resposta.

- Hey, esperem! – Lee e Gai seguiram-nos até ao jardim. Neji respirou fundo tentando ignorar a presença dos outros dois e olhou o menino.

- Diga.

- De onde vêm os bebês? – Lee e Gai se entreolharam enquanto Neji permanecia indiferente.

- Na reprodução é necessário que o macho e a fêmea de cada espécie tenham uma interação que ---- HUNF! – Gai e Lee agarram Neji, tampando-lhe a boca e riram, envergonhados, para Kyo que ergueu uma sobrancelha.

- HAHA! Ele está brincando! – Gai falou, buscando ajuda de Lee.

- HAHA! É verdade… err … pura brincadeira. – Neji suspirou.

- Eu tenho que ir trabalhar. – Kyo tentou segui-lo.

- Neji-san! – Os outros dois pararam-no.

- Os bebês vêm da juventude! – pensam melhor. – Não da juventude … da meia idade! Sim, é isso! – Kyo respirou fundo (A/n: eles fazem muito isso nas minhas fics o.0).

- De que cor é o céu no vosso mundo?


Pouco tempo depois de ter conseguido se livrar dos 'proclamadores da juventude' de uma maneira que ele preferia esquecer, Kyo passeava pela rua perto da pensão, quando encontrou o seu ídolo preferido... com exepção do seu pai.

- Ah, Gaara-sama! – o menino sorriu e deu um abraço rápido ao ruivo que ele tanto admirava. – O que está fazendo aqui? – o outro manteve-se imóvel.

- Reunião. – Kyo largou-o.

- Oww … O to-san disse que eu podia fazer um estágio de um ano em Suna com você quando fosse mais velho! Não é ótimo? – puxa a mão de Gaara. – Eu vou ser seu aluno! – pausa. - Você não é muito conversador, pois não? – encolhe os ombros. – Eu gosto de você de qualquer forma. Pelo menos é honesto, não como todo o mundo que se recusa a responder à minha pergunta.

- Se eu responder a essa pergunta você se cala? – Kyo assentiu freneticamente.

- De onde vêm os bebês? – Gaara nem se mexeu mas por dentro estava muito desconfortável com o tópico.

- Da união de um homem e de uma mulher. – Ele respondeu, naturalmente.

- Sério? – Os olhos de Kyo brilhavam.

- Sim. – O menino pensou por momentos.

- Mas as mulheres são tão … tão … tão perigosas.

- As mulheres não mordem... - pausa. - muito … - silêncio. – Pergunte isso para a Temari. Ela percebe mais do assunto. – Ele falou rapidamente, antes que se enterrasse mais ainda.

- Onde que ela está? – Gaara apontou para a pensão na frente deles. – Obrigada Gaara-san! – Abraça-o e sai correndo… secretamente, Gaara sorriu.


Mikyo corria pela pensão e bateu no quarto de Temari, Kankuro abriu, esfregou o cabelo dele e passou sempre.

- Temari-san! Temari-san! Temari-sannnnnnn! – Temari se virou e encarou-o, parando de desfazer as malas dos irmãos e dela, abraçando-o.

- Ow, coisinha fofa! O quê que você está fazendo aqui? – Continua a desfazer malas.

- Tentando obter uma resposta. – Ele falou, se sentando numa das camas, do lado dela.

- Acerca do quê? – Ela sorriu.

- Bebês. – Temari parou por momentos e depois continuou.

- Okay. – Sasuke cruzou os braços.

- Mas ninguém me responde. Eu gostava de ter uma resposta no meu tempo de vida.

- Okay. Quando é que você vai morrer? – Ela riu e se sentou do lado dele.

- Não tem piada.

- Tudo bem, desculpe. – pensa por momentos. – Os bebês vêm do puro amor, quando duas pessoas se amam muito Deus lhes dá uma criança.

- Eu não acredito. – Temari sorriu, entusiasmada.

- Eu sei! Não é bestial? – Kyo ergueu uma sobrancelha.

- Não. Sério, eu não acredito.

- Parte de uma relação e ficamos por aí … - Kankuro falou, expulsando-o do quarto.

- Kankuro! – Kankuro pensou por momentos.

- Relações? Nem deviam ter esse nome deviam ser chamadas qualquer coisa como ... Dôr ... lações.

- Mas…! – a porta fechou na cara dele. – Odeio quando fazem isso.


E o pobre (mais milionário ... a ironia ...) pequeno Uchiha caminhav pelas ruas de novo ... achando que ia morrer sem saber a resposta. Ou que teria que chantagear alguém para consegui-la ...

- Hey, vejam só se não é o pequeno Uchiha! – Kyo se virou e encontrou Akamaru, olhando-o.

- AKAMARU! – Ele gritou, abraçando o enorme cão. Olha Kiba.

- Oi Kiba!

- Errr … oi, Shino-sama. – Kyo quase tremeu, o homem lhe dava arrepios. O outro assentiu enquanto Kiba se aproximava dele.

- Você parecia tristinho. Aconteceu alguma coisa? – Ele olhou o chão, cabisbaixo.

- Vocês também não vão responder. – O homem com o cão baixou-se ao nível dele.

- Claro que vamos. Nós não queremos que você fique ignorante! – Ele sorriu assegurando-o enquanto o menino suspirava.

- De onde vêm os bebês? – Kiba e Shino não disseram nada e continuaram o encarando. – Sim…?

- Sabe Mikyo, por vezes a ignorância é uma bênção. – Kiba falou, sorrindo, enquanto desgrenhava o cabelo de Kyo e se colocava de pé de novo.

- Se ignorância é uma bênção, isto daqui é o Eden. – Kyo jogou a mochila no chão. - Isso não é justo!

- Amigo, aprenda: os adultos não estão interessados em justiça, estão interessados em paz e sossego.

- Perguntou para os seus pais? – Shino falou, frio como sempre. Kyo conseguiu não tremer.

- Sim… eles TAMBÉM me ignoraram. – O homem dono do cão quase caiu no chão de rir.

- Eu já estou imaginando o Sasuke a responder a essa pergunta! HAHA! – suspira. – Ai … hey, você já lhe disse que tinha conseguido o sharingan? – Kyo congelou e abanou as mãos freneticamente.

- SHIU! Só vocês é que sabem disso! … Eu não quero que ele saiba ainda. – ele olhou o chão.

- Porquê? – Shino falou, quebrando o transe.

- Porque … bom…- suspira. – Eu não quero ser como o Uchiha Itachi… - Os outros dois estremeceram ao ouvir o nome.

- Como é que você sabe? – Kiba quase entrou em pânico.

- Vocês não me podem proibir de entrar na biblioteca! – Ele cruzou os braços.

- O QUÊ? Eu pensei que o Naruto tinha mandado esconder esses ficheiros para você não saber nada sobre o seu tio! – Todos congelaram e Shino bateu na cabeça de Kiba, murmurando.

- Ele não sabia disso …

- Oh meu Deus… - Kyo murmurou. – ELE É MEU TIO?

- SHIU! Sim! Mas não conte ao seu pai, ele nos mata! (A/n: O Sasuke tem uma vasta lista negra...) Você não leu tudo?

- Eu li que ele tinha deixado o irmão mais novo vivo mas eu pensei que esse irmão mais novo era o meu avô! – Shino respirou fundo e cruzou os braços.

- Você não sabe nada sobre o seu pai, pois não? – Kyo olhou o chão.

- Hey, não precisa ser cruel para o menino! – olha Kyo. – Era para o seu próprio bem.

- Sei … - acorda de repente. – OH NÃO! Ele vai pensar que eu me vou tornar como o Itachi!

- Não vai não … - Shino falou, lentamente.

- Vai sim! – sussurra. – Ele me vai odiar.

- Ow, cale a boca. Nunca vi um pai mais apaixonado quanto ele, você tem sorte se ele não lhe der uma condecoração por ser o Uchiha a conseguir o sharingan mais cedo. – Kyo sorriu e conseguiu que nenhuma lágrima caísse.

- Se cuide. – Shino falou enquanto saía e arrastava Kiba e Akamaru atrás deles. O menino os olhou, se lembrando de repente.

- VOCÊS NÃO RESPONDERAM À MINHA PERGUNTA!


- A vida é injusta … - Kyo falou, cada vez mais irritado e sentado no parque, esperando o seu pai chegar. Na realidade ele já estava mais que farto de dizer que não a todos os convites dos seus amigos, mas ele realmente queria uma resposta.

- Kyo-kun? – Alguém falou por detrás dele. Ele se virou e encontrou Kakashi lendo.

- Ah, oi Kakashi-san! – Ele se levantou e foi ter com o outro que lhe sorriu.

- Porquê que você não está brincando? – Kyo cruzou os braços.

- Porque eu não sei ainda de onde vêm os bebês... - Kakashi não percebeu como aquilo tinha algo a ver com o fato de ele não se estar divertindo, mas sorriu-lhe.

- Eu posso responder a isso. – Um enorme sorriso apareceu na cara do menino.

- Sério?

- Aham. – O homem assentiu e apontou o seu livro. – E isto vai nos ajudar. Quando um homem e uma mulher se juntam, tem que ser assim ou não resulta, eles geralmente vão para além de beijos e depois têm sex---

- Você acaba essa frase e eu juro que vou cortar todas as partes do seu corpo e mandar uma por uma aos seus filhos! – Sasuke falou, chegando com Naruto ao local.

- Eu não tenho filhos. – Kakashi falou, simplesmente.

- Eu posso esperar. – Sasuke cruzou os braços e chamou Kyo.

- Mas…mas de onde é que eles vêm! – O menino falou, impaciente.

- Dos sapos! – Naruto falou, muito rapidamente. Os outros três se entreolharam.

- Essa é ainda pior que a das cegonhas. – Kyo murmurou enquanto o seu pai erguia uma sobrancelha.

- Você andou perguntando por aí? – Ele encolheu os ombros enquanto o pai suspirava.

- Não me admira nada. – O loiro falou, cruzando os braços.

- Desculpe…? – Sasuke falou, contendo a raiva.

- Você não deu uma resposta decente para a criança!

- Primeiro: CRIANÇA e segundo, não há resposta decente! – O capitão da ANBU e o hokage brigavam como 'adultos' enquanto Kyo puxava a mão de Kakashi.

- Kakashi-san, me conte a história verdadeira por favor! Eu sei que eles tão mentindo … - O outro sorriu e se colocou ao nível do menino, começando a sussurrar.

- Bom, tudo começa quando … - minutos depois. – e assim nascem os bebês! – Kakashi terminou, orgulhoso. O parque ficou incrivelmente silencioso, Naruto e Sasuke se entreolharam e depois encararam Kyo que tinha cruzado os braços.

- Se você não queria dizer simplesmente não dizia. Não tinha que inventar outra história. – Os três homens se entreolharam enquanto Kakashi gaguejava.

- M-mas… mas eu disse a história verdadeira! – O menino respirou fundo.

- Sim, sei. Bom, eu vou na biblioteca consultar a realidade … Ja né! – Eles assistiram a criança a ir embora enquanto Sasuke respirava de alívio.

- Graças a Deus que ele não acreditou em você. – Kakashi encolheu os ombros.

- Ele vai saber mais cedo ou mais tarde.

- ELE TEM SEIS ANOS! Ele nem devia … perguntar! – Sasuke tentou manter a voz estável.

- Você realmente disse que…? – Naruto falou, sem acabar a pergunta. O sensei se levantou frustrado.

- SIM! Eu disse que os bebês vinham do sexo! – todas as crianças do parque pararam e os olharam.

- Uh-oh … - Enquanto estavam a correr das fúria das mães, Naruto olhou Sasuke.

- Ele não disse que ia consultar a biblioteca?

- Oh … não … - Sasuke começou a correr para a biblioteca, seguido dos outros dois.


Algum tempo depois …

- KYO-CHAN! SAIA DAÍ! – Sakura gritava do lado de fora do quarto do seu filho sem entender nada, já que Sasuke ainda não tinha chegado a casa, pensando que o seu filho estava pelas ruas, pensando no 'assunto'.

- NÃO! – Kyo gritava, encostado no seu cantinho no quarto, processando informação e tentando esquecer.

- Eu quero falar uma coisa a você! – A sua ka-san gritava. – Eu estou grávida! – o silêncio instalou-se por momentos. - … Você vai ser aniki! – silêncio de novo. - … Kyo?

- AHHH! VOCÊ TINHA QUE DIZER ISSO? AHHH! IMAGEM … IMAGEM … imagem tão … URGH!


Conclusão:

- O Mikyo teve uma depressão e só falou a Sasuke do sharingan seis meses depois (quando ficou curado) isso valeu-lhe um quarto novo e uma condecoração - Naruto demorou seis horas a explicar a razão da condecoração aos membros do conselho.

- Sakura teve um menino a quem deu o nome de Ryo, que significa excelência.

- Ryo idolatrava o seu irmão mais velho e não, Mikyo não matou toda a sua família nem se juntou a uma organização de assassinos em série que usam esmalte negro.

- Kakashi ainda hoje foge das mães, que organizaram a associação 'mães indignadas em fúria' - conta-se que ele dicidiu se mudar para os Himalaias.

- E o resto é longo demais … sejamos sinceros, ninguém quer saber.

Fim...


Dicionário:

Ja né - até mais tarde ou até à próxima
Aniki - irmão mais velho (carinhoso)

Comentário: Eu tentei fazer um final original e inesperado (tentei ...). Espero que tenham gostado o/ Até à próxima fic n.n Reviews por favor :3