Oi pessoal…tudo bem? Espero que tenham gostado do outro capitulo. Desculpem lá de aquilo não estar lá mto fixe,mas é que eu ainda não ser mexer muito bem nestas cenas das fic's e tal…mas estou tentando progredir!

Em relação a fini felton ou seja a vera…muito obrigado pela tua review…a seriu foi mto fixe saber que gostaste do primeiro capitulo…e cm verificaste uma certa personagem! Vê s mesmo que és doida por ele…eu tambem acho a personagem um pecado muitoo bom …lol!

Espero que deixem tds mtas reviews e tu tambem menina fini felton!

Bem e aqui vai o 2º capitulo…


O expresso de Hogwarts continua o seu caminho até ao destino.

Hermione mais uma vez era chefe de turma. Encontrava-se no compartimento dos chefes de turma e nem queria acreditar que neste ano o seu parceiro era Harry.

- "Parece que os outros chefes de turma preferiram ficar em outros compartimentos com os seus amigos. Mas não está certo. Eu também queria estar com a Ginny, com a Luna, com o Neville e o … Ron… mas estou aqui." – disse Hermione virando-se para a Harry, que se encontrava ao seu lado no banco.

- "Hermione, estás triste?"

- "Harry, que pergunta é essa? – perguntou Hermione olhando o amigo, admirada.

- "Tipo o Ron agora namora com a Cho e eu sei que tu nutrias ou nutres um sentimento por ele que não é só amizade…estou certo?"

- "Harry…eu não estou triste. É verdade que sentia algo pelo Ron, mas não estou triste. O Ron não é meu e espero que ele seja feliz com a Cho, assim como tu és com a Ginny."

- "É verdade. Eu sou muito feliz com a Ginny. Amo-a profundamente." – Harry encontrava-se com os olhos a brilhar e como Hermione compreendia o que era estar apaixonada.

Mentira a Harry num pequeno detalhe…ela ainda amava Ron e vê-lo com a Cho Chang partia-lhe o coração. Mas estava disposta a esquecer Ron e a dar o seu coração a outra pessoa…só não sabia quem iria se apaixonar por uma intelectual como ela. "Estou destinada a ficar só" – pensava Hermione.

- "Hermione vou ver se os alunos do 1º ano precisam de algo. Vens?" – perguntou Harry dirigindo-se a porta.

- "Já vou. Só queria ficar aqui um pouco. Vai indo…já vou ter contigo Harry" – e Harry saiu sozinho do compartimento.

Hermione sorria para Hedwig que se encontrava na prateleira, mas minutos a seguir o seu sorriso converteu-se em lágrimas.

Não aguentava tanto sofrimento. Ron gostava de outra pessoa e isso magoava-a demasiado. Ela amava-o desde o dia em que os seus olhos azuis foram ao encontro dos seus. Mas ele agora encontrara a pessoa que ele dizia "certa" e Cho amava-o também.

Ao princípio ela sabia que Cho se tinha aproximado de Ron, por ele ser amigo de Harry, mas parece que o feitiço virou-se contra o feiticeiro e ela apaixonou-se pelo jeito parvo de Ron.

Ele mudara demasiado.

Hermione apoiou os seus braços nas pernas e colocou a cabeça entre as mãos. De repente alguém entrou no compartimento. Ela olhou para os pés dessa pessoa e de seguida os seus olhos percorreram todo o corpo estrutural, por sinal, dessa pessoa até parar nos seus olhos cinzas brilhantes.

- "A chorar, Granger? – disse Draco Malfoy, olhando para Hermione com um sorriso irónico nos lábios.

-"Não tens nada a ver com isso!" – disse Hermione, levantando-se do banco e limpando os olhos ao manto – "Deixa-me passar!".

- "Não me digas que estás a chorar pelo Ron Weasley? Ele não se está a importar-se muito com os teus sentimentos. Acabei de me cruzar com ele na "marmelada" com a Chang. Que coisa nojenta!" – disse Draco, pondo-se em frente da porta do compartimento.

- "Deixa-me em paz. Será que nem agora que tudo acabou e o teu amo morreu, não nos deixas em paz?" – e Hermione sentou-se de novo no banco a chorar cada vez mais.

Draco por incrível que pareça sentou-se no banco em frente a Hermione e olhou para ela seriamente.

- "Ele não era meu amo e nunca foi. Simplesmente fazia o que o meu pai mandava e para proteger a minha mãe. Por alguma razão eu vos ajudei. Não acham?"

- "Ajudaste? Como assim? Tu ias matar o Dumbledore!"

- "Dizes bem Granger... ia... é passado. Eu não conseguia matar alguém. Tirando o Potter, claro! Eu também não sou assim tão mau, vocês é que me fazem pior do que já sou. Mas eu até gosto. Porém, vocês na realidade não me conhecem." – disse Draco muito sério.

- "Realmente não te conheço Draco. Mas explica como nos ajudaste? Eu não te vi lá."

- "Claro que não...se nem um feitiço de meia tigela da Bella consegues aguentar. Pelo que me disseram, tiveste à beira da morte. A Bellatrix quase que te matou. Não é?" – perguntou Draco apoiando as suas costas no banco.

- "Sim...ia mesmo morrendo. Se não fosse uma certa pessoa. Foi como um anjo."

Draco começou a rir à gargalhada. Batia com os pés no chão e ria cada vez mais.

- "Um anjo? Desde quando os anjos ajudam os bruxos nas suas batalhas? Andas a ler demasiadas coisas de muggles sobre isso. Pois esqueci, os teus pais são muggles."

"Começou...vai chamar-me sangue de lama. Como é que eu pude ter uma conversa com este tipo?" – pensou Hermione, contudo enganou-se redondamente.

Draco não disse nada para prejudicar os sentimentos de Hermione e até ficara calado de braços cruzados, a olhar para Hermione.

- "Para tua informação e deixando essa parte do anjo, que não percebo nada do que aconteceu e só percebo que isso afectou-te e muito...enfim...como estava a dizer ajudei-vos sim. Fui eu, a pessoa que avisou Dumbledore que estava a correr perigo de vida e por alguma coisa ele sobreviveu. Foi graças a mim."

- "Por que nos ajudaste? Não te estou a reconhecer Malfoy. Tu só fazes as coisas para te sentires importante...por que fizeste isso?"

- "Hogwarts neste momento vai ser a minha casa e o meu lar. O meu pai..." – Draco ao pronunciar a palavra "pai" engoliu em seco e fechou os olhos. Ficou assim vários segundos, abrindo os olhos de repente e assustando Hermione – "... o meu pai queria que eu fosse devorador da morte, mas sinceramente não é isso que quero da vida. Por isso, para o meu pai perceber isso de uma vez por todas, ajudei o Dumbledore. Ele passou-se completamente e era mesmo isso que eu desejava. Depois de ter acontecido um problema de família o meu pai expulsou-me de casa. Agora vivo num apartamento perto da cabana dos gritos graças a minha mãe. A única pessoa que me prende a este mundo".

Hermione nem queria acreditar. Draco Mlafoy, o rapaz que ela mais odiava, estava diante de si a contar coisas da sua vida. Coisas que só os seus amigos deveriam saber. E Hermione nunca pertencera ao seu grupo. Mas será que Draco era mesmo uma má pessoa?

- "A tua mãe é muito importante para ti, mas e os teus amigos? Não irias sentir saudades da Pansy, do Goyle e do Crabble?"

- "Granger, eles não são meus amigos. Eu não tenho amigos. O Goyle e Crabble são uns fracos, só estão comigo pelo meu dinheiro e nome e a Pansy...bem essa...até que é boa para andar aos beijos, mas também só está comigo pelo dinheiro e claro pela minha beleza. A minha mãe é a única pessoa que gosta de mim. Ninguém se preocupa comigo, a não ser ela."

- "É por isso que és tão arrogante e convencido, não é Draco? É por seres tão sozinho?"

Hermione arrependeu-se de ter dito aquilo. Draco levantou-se e tinha uma cara zangada. A frase de Hermione tinha lhe caído mal.

- "Eu não preciso de ninguém, Granger. Eu vim aqui para te dar algum apoio, não sei bem porquê, mas estava com pena de ti..." – Draco dirigiu-se à porta e virou-se – "...só te queria dizer que não vale a pena estares aí a sofrer pelo Weasley, visto que ele não sente o mesmo por ti, mas já que és tão parva até mereces estar a sofrer".

E saiu do compartimento.

Hermione ficou chocada com as palavras de Draco. Primeiro entrara no compartimento e não sentiu algo repugnante ao vê-la, nem a provocou demasiado. Depois disse-lhe coisas da sua vida e por fim que estava preocupado com os seus sentimentos.

Draco deveria ter tido algum acidente que o afectou psicologicamente, mas não fisicamente. Draco continuava o mais giro de Hogwarts, com aquele corpo de "Deus grego", aqueles olhos cinzas e aquela boca sensual, com lábios carnudos.

- "Hermione acorda para a vida. Ele é e sempre será Draco Malfoy. Um menino mimado que só pensa em si" – disse Hermione a si própria e bateu com a mão na testa.

- "Oh não...estamos a chegar e eu ainda não cumpri a minha função de chefe de turma".

E saiu do compartimento, igualmente.


Bem espero que tenham gostado deste 2º capítulo, que se chama: " A estranha conversa"... já a tinha escrito há muito tempo, mas enfim não tenho tido muito tempo para a colocar aqui...é que tenho mesmo que estudar para os exames de fq e d biologia...aiaiaia vai ser a desgraça total...

Queria dizer mais uma coisa, quer dizer duas...1º queria pedir desculpas se os nomes das personagens e de certos sítios ou feitiços estarem mal escritos ou coisa assim parecida, mas sinceramente eu escrevo conforme pronuncio e nunca sei se estou a pronunciar muito bem! O meu inglês não é assim muito bom...lol!

e a 2ºcoisa é que deixam muito reviews please...pd ser?agradeço imenso a quem colocar!

bjoes