Capítulo 2: Confusões Amorosas
A Natalina entrou na sala.
Natalina: Ah, você deve ser a Marina dos Santos. – disse ela, olhando para a Estrelícia da cabeça aos pés.
Estrelícia: Sou sim. - mentiu ela.
Natalina: Olhe lá, você é muito nova para ser freira...
Estrelícia: Ainda sou só noviça. - explicou ela.
Natalina: Ai sim? Não gosto disso! - declarou ela. - Ainda se pode arrepender de ir para freira e ainda se atira a um dos meus sobrinhos.
Estrelícia: Claro que não!
Natalina: Pois, isso diz você, mas nós somos uma família muito rica... quer dizer, agora estamos a passar por algumas dificuldades, mas ainda temos muito dinheiro. - disse ela, com orgulho. - E oportunistas são o que não faltam por aí.
Estrelícia: Pois sim, mas eu não sou assim.
Natalina: Está bem. Porque é que você não foi para a fábrica com os meus sobrinhos?
Estrelícia: Ah, hoje fico por aqui a descansar...
Natalina: Ai que isto vai mesmo mal! Quer dizer, logo no primeiro dia, não vai trabalhar. - disse ela, zangada. - Olhe que eu vou ficar de olho em si.
A Natalina afastou-se, subindo as escadas para o primeiro andar.
Estrelícia (pensando): Credo, que mulher chata. E nem me mostrou a casa! Para onde vou agora? Aquela empregada que me abriu a porta deve estar por aqui...
A Estrelícia andou pela casa e acabou por entrar na cozinha. Estavam lá a empregada Dulcie e o motorista Clóvis a conversar.
Estrelícia: Peço desculpa, mas eu precisava de ajuda para saber onde será o meu quarto e conhecer a casa. – pediu ela, sorrindo-lhes.
A Dulcie o Clóvis pararam de conversar.
Dulcie: A dona Natalina não lhe mostrou a casa?
Estrelícia: Não. Começou a falar sobre a família e oportunistas e foi-se embora...
Clóvis: Aquela mulher só sabe é ralhar e dar ordens. – comentou ele. - Não se preocupe que eu mostro-lhe a casa.
Dulcie: Pois, é melhor. Eu vou já pensando no que vou fazer para o almoço.
Estrelícia: Mas ainda é de manhã. – disse ela, olhando para o relógio da cozinha.
Dulcie: Pois, mas é que eu não sei cozinhar muito bem. A cozinheira desta casa, a Glóriana, teve um ataque de coração e morreu e agora não querem contratar outra cozinheira e eu tenho de fazer a minha parte e a parte dela. Sou quase uma escrava! - queixou-se ela.
Clóvis: Bom, venha comigo dona... como é que se chama?
Estrelícia: Sou a Estrelí... quer dizer, a irmã Marina dos Santos.
Clóvis: Ok. Venha comigo. – disse ele.
No café do pai da Estrelícia...
O André tinha ido falar com o Chicão, afastando-se rapidamente da Slayra. Enquanto isso, a própria Slayra tinha chamado a Daphne à parte.
Slayra: Preciso de conselhos.
Daphne: Sobre o quê?
Slayra: Conselhos amorosos. – disse ela, soltando um risinho.
Daphne: Ah, estou a ver.
Slayra: É assim. Eu gosto de um rapaz, mas acho que ele não gosta de mim. Mas eu não quero desistir dele... o que achas que devo fazer?
Daphne: Bom... quer dizer... se ele não gosta mesmo de ti...
Slayra: Bom, acho que ele não me detesta, mas também não me ama. Mas eu gosto muito dele. – explicou ela.
Daphne: Bom, se tu gostas realmente dele, deves ir à luta.
Slayra: Ah, ok, obrigada pelo teu conselho.
Daphne: De nada. Já agora, eu conheço o rapaz de quem gostas? – perguntou ela, curiosa para saber.
Slayra: Conheces, mas não te vou dizer quem ele é. Bom, tenho de ir trabalhar.
A Slayra levantou-se.
Slayra (pensando): Pois bem, vou mesmo à luta, Daphne. E claro que conheces o rapaz de quem eu gosto... até conheces muito bem. Mas ele vai ser meu!
De volta à mansão, o Clóvis tinha mostrado todas as divisões à Estrelícia.
Estrelícia: Muito obrigado...
Clóvis: Clóvis, chamo-me Clóvis. A empregada é a Dulcie. – disse ele.
Estrelícia: Ah, pronto, obrigada Clóvis.
O Clóvis afastou-se e a Estrelícia entrou no seu novo quarto.
Estrelícia (pensando): Bom, por hoje estou salva. Tenho de ver se leio alguma coisa sobre os perfumes para me conseguir safar na tal fábrica. Espero que a polícia não tenha pistas para chegar até mim.
No dia seguinte, a Estrelícia desceu para tomar o pequeno-almoço. O Leandro, o Miguel e a Natalina estavam à mesa.
Natalina: Ah, finalmente desceu. Devia ter-se levantado mais cedo para ir logo trabalhar. Aqui não há lugar para moleza!
Estrelícia: Peço desculpa.
Natalina: As desculpas não se pedem, evitam-se. - disse ela, friamente.
Miguel: Tia, não seja má para a irmã Marina dos Santos. - pediu ele.
Leandro: Vá, menos conversa. Temos de nos despachar para ir para a fábrica.
Eles acabaram de comer o pequeno-almoço rapidamente e levantaram-se da mesa, menos a Natalina.
Estrelícia: Então, não vem connosco?
Natalina: Eu? Eu não trabalho! Eu sou a presidente da fábrica e isso já chega. O trabalho é para os outros.
Estrelícia: ¬¬
E lá foram eles para a fábrica. Chegados à fábrica, o Miguel decidiu mostrar tudo à Estrelícia.
Miguel: Só vim hoje para a fábrica para lhe mostrar tudo. – disse ele, sorrindo-lhe.
Estrelícia: Não costuma trabalhar aqui?
Miguel: Não. Ainda... bom, ainda não comecei a trabalhar, se quer que lhe diga. Prefiro fazer outras coisas.
Estrelícia: Parece-me que segue a filosofia da sua tia.
Miguel: Não é isso... mas é complicado. Não gosto de trabalhar na fábrica. Preferia trabalhar num espaço amplo e não fechado aqui dentro.
Estrelícia: Pois, estou a ver. – disse ela, abanando a cabeça.
Miguel: Bom, vamos lá ver o resto da fábrica.
Enquanto isso, a Slayra e o Chicão tinham aberto o café.
Chicão: Ai, ainda não há notícias da tua prima.
Slayra: Se a policia não a encontrou, quer dizer que ela está bem e conseguiu fugir.
Chicão: Ai minha pobre filhinha... aí perdida no mundo...
Nesse momento, o Xander entrou no café.
Xander: Bom dia.
Chicão: Olá Xander.
Xander: Então, alguma novidade sobre a Estrelícia?
Chicão: Nenhuma. – respondeu ele, desanimado com a situação.
Xander: Estou a ver...
Algumas horas depois, a Daphne e o André foram almoçar ao café. A Slayra é que os atendeu e piscou o olho ao André sem a Daphne ver.
Daphne: Bom, hoje às oito da noite vou ter uma reunião do clube de leitura.
André: Está bem.
Daphne: Só devo voltar lá pelas onze, penso eu.
A Slayra ouviu aquilo e sorriu. O André iria ficar sozinho em casa. Depois de almoçarem, a Daphne levantou-se para ir à casa de banho e o André ficou sozinho na mesa. A Slayra aproximou-se.
Slayra: Então André, gostaste de almoço?
André: Estava bom... e-eu vou falar com o Chicão. - disse ele e afastou-se rapidamente dali.
A Slayra sorriu. A mala da Daphne estava ali perto. Ela pôs a mão dentro da mala, procurou e achou a chave de casa da Daphne.
Slayra (pensando): Com um pouco de sorte, ela não vai dar pela falta da chave. E depois, quando ela sair... eu vou atacar e conquistar o André!
De volta à fábrica, a Estrelícia tinha lá ficado a almoçar com o Miguel e o Leandro.
Leandro: Então, o que achou da fábrica?
Estrelícia: É óptima. - disse ela, sorrindo.
Leandro: Ainda bem que gostou.
Nesse momento, o telemóvel do Leandro tocou, ele pediu licença e afastou-se.
Miguel: Deve ser a Aki.
Estrelícia: Quem é a Aki?
Miguel: É a namorada do Leandro. Aliás, eles estão noivos.
Pouco depois, o Leandro aproximou-se.
Leandro: Peço desculpa, mas era a minha noiva. Ela vai jantar lá a casa hoje e poderá conhecê-la, Marina dos Santos.
Estrelícia: Ah, claro.
Passaram-se várias horas. A Daphne não tinha dado pela falta da chave pois ela e o André tinham chegado a casa ao mesmo tempo e ele é que tinha aberto a porta com a sua chave. Quando eram quase oito da noite, a Daphne saiu do seu apartamento. A Slayra estava à espreita e viu-a entrar no elevador.
Slayra (pensando): Perfeito. Ela já saiu, o André está sozinho e eu tenho a chave de casa. Agora não falta mais nada para que eu consiga conquistar o André... ai, que chatice! Eu não devia estar a tentar roubar o namorado à Daphne... ela é boa pessoa e tudo e o André até gosta dela... mas eu amo-o e não posso deixar de lutar por ele, não posso... eu sei que posso ter uma hipótese... no momento em que os meus lábios e os do André se tocarem, sei que ele será meu... se isso não acontecer... talvez desista dele... mas não vou pensar nisso agora. Vou conquistá-lo!
Ela tirou a chave do bolso e caminhou para a porta do apartamento. Cuidadosamente, a Slayra abriu a porta do apartamento e entrou. Acabou por deixar a porta entreaberta, porque já tinha ido ao apartamento da Daphne e do André e sabia que quando se tentava fechar a porta, ela fazia imenso barulho.
A Slayra caminhou cuidadosamente até à sala, onde se ouvia o barulho da televisão. O André estava sentado no sofá, a ver um programa.
Slayra (pensando): Perfeito. Bom, cá vou eu!
Ela entrou na sala, pé ante pé, sem fazer nenhum barulho. Depois, chegou perto do sofá e com as mãos tapou os olhos do André.
André: Daphne? Já voltaste?
Slayra: Não é a Daphne, meu querido.
Ao ouvir a voz da Slayra, o André levantou-se rapidamente do sofá, afastando-se dela.
André: Como é que entraste aqui?
Slayra: Ora, como toda a gente, pela porta.
André: ¬¬ Slayra, vai-te embora. – ordenou ele, zangado.
Slayra: Não. Tu estás aqui tão sozinho. Vim fazer-te companhia. - disse ela, aproximando-se do André.
André: Eu não quero a tua companhia. - disse ele, recuando.
Slayra: Não sejas assim André. Eu amo-te.
Ela saltou para cima dele e ambos caíram no chão. Aproveitando o momento, a Slayra beijou-o. Mas nesse momento, ouviram-se passos e uma voz...
Daphne: André, esqueci-me de uma coisa e tive de voltar. Aliás, não sei onde está a minha chave e a porta da rua estava aberta e... ei! O que se passa aqui?
A Daphne viu o André e a Slayra no chão, a beijar-se.
Daphne: André! Slayra! – gritou ela, surpreendida e zangada ao mesmo tempo.
Nesse momento, na mansão dos Noronha, todos esperavam que chegasse a noiva do Leandro, a Aki.
Natalina: Aquela além de ser psicopata, ainda se atrasa...
Leandro: Não ofenda a minha noiva! - disse ele, zangado.
Natalina: Eu digo o que quiser! A verdade é que ela esteve dois anos internada numa clínica psiquiátrica. Isso não é bom sinal! E além disso, quem no seu perfeito juízo é dona de uma cadeia de peixarias? E o nome dela? Que horror! Aki Peixeira! A mãe não devia mesmo gostar nada dela para lhe pôr esse nome.
Miguel: Tia, não seja chata. – pediu ele.
Estrelícia (pensando): Bom, como será essa Aki? Pior que a Natalina é que não deve ser.
Nesse momento tocaram à campainha e a Dulcie foi abrir. Era a Aki.
Aki: Olá. Peço desculpa pela demora, mas estava imenso trânsito.
Natalina: É, você tem sempre desculpas prontas para dar.
A Aki olhou para a Natalina, aborrecida.
Aki: E você tem uma língua venenosa. Veja lá se não a morde e cai para aí morta no chão.
A Estrelícia soltou uma gargalhada e a Natalina olhou friamente para ela.
Leandro: Não discutam, se fazem favor. Aki, quero apresentar-te a irmã Marina dos Santos.
Estrelícia: Olá. - disse ela.
Aki: Olá, prazer em conhecê-la... não sei porquê, mas parece que já vi a sua cara em algum lado. – disse ela, pensativa.
Estrelícia: Ah, deve ser impressão sua. - disse ela, um pouco nervosa. Provavelmente a Aki tinha visto a fotografia da Estrelícia no jornal.
Miguel: Então, vamos jantar.
Aki: Claro. Estou com fome.
Natalina: É você é uma esfomeada. – disse ela, com um olhar venenoso.
Aki: E você é uma velha encalhada e chata!
Natalina: Ah! Sua... sua estúpida! Leandro, ela está a insultar-me!
Leandro: Credo, vocês parecem duas crianças.
Estrelícia: É verdade...
Natalina: Esteja calada, freira maluca! - gritou ela, possessa.
Estrelícia: Maluca é você, mas pronto...
Leandro: Chega! Vamos jantar!
Miguel: Depois do jantar, vou tirar-vos umas fotografias.
Aki: Ai, ai, Miguel adoras fotografias. – disse ela, sorrindo-lhe.
Miguel: É verdade. Aki, quero-te tirar algumas, ok?
Aki: Está bem. - disse ela, sorrindo.
De volta ao apartamento da Daphne e do André...
Daphne: Vocês estão a beijar-se! André, estás a trair-me! - gritou ela.
O André conseguiu soltar-se da Slayra.
André: Daphne, não é o que estás a pensar...
Daphne: Ninguém me contou o que aconteceu André, eu vi!
André: Foi ela é que me beijou, a culpa não é minha!
Slayra: Daphne, lembras-te de me aconselhares a lutar pelo amor da pessoa de quem eu gostava? Pois bem, foi o que eu fiz.
Daphne: Mas eu não te estava a aconselhar a atirares-te ao meu namorado! - gritou ela, furiosa.
Slayra: Pois, mas agora o André é meu!
Daphne: Grrr! Agora vais provar a minha fúria!
A Daphne lançou-se contra a Slayra e ambas caíram no chão. Começaram a lutar furiosamente.
André: Parem com isso! Ainda se vão magoar!
A Slayra conseguiu levantar-se, mas a Daphne empurrou-a e a Slayra caiu em cima do sofá. A Daphne saltou para cima da Slayra e começou a puxar-lhe os cabelos. O sofá virou-se para o lado e as duas caíram no chão novamente.
A Slayra empurrou a Daphne para o lado, levantou-se e pegou numa jarra que estava ali perto, lançando-a à Daphne, que se desviou.
André: Parem! Vocês estão malucas ou quê?
Daphne: Está calado! - gritou ela, pegando num cinzeiro e arremessando-o ao André, que se baixou.
Slayra: Ei! Não tentes magoar o meu André! - gritou ela, pegando no comando da televisão e lançando-o contra a Daphne. A Daphne desviou-se e o comando foi partir-se na parede atrás dela.
Daphne: Seus traidores! - gritou ela. - Andavam a enganar-me!
André: Daphne, não é o que pensas! Estás enganada!
Daphne: Eu... nunca mais vos quero ver! - gritou ela. Pegou numa almofada e lançou-a à Slayra.
Depois, a Daphne saiu a correr e a chorar do apartamento. O André olhou para a Slayra.
André: É tudo culpa tua! - gritou ele, furioso com a situação.
Slayra: Mas eu só fiz isto por amor.
André: Eu não quero o teu amor para nada! Sai já daqui! - gritou ele, furioso. - Nunca mais te quero ver!
Slayra: Mas...
André: Fora!
A Slayra saiu do apartamento rapidamente, com lágrimas nos olhos, e o André fechou a porta com toda a força.
Slayra (pensando): Oh não, não era assim que eu tinha imaginado que as coisas iriam terminar...
Enquanto isso, na mansão Noronha, o grupo tinha terminado de jantar.
Aki: O jantar estava muito bom.
Dulcie: Fui eu que eu fiz. - disse ela, que estava em pé, à espera para ver se eles precisavam de alguma coisa.
Natalina: Eu achei que o jantar estava uma porcaria.
Aki: Você é sempre do contra.
Estrelícia: É verdade. - concordou ela.
Natalina: Era só o que me faltava. Já não bastava ter esta psicótica a chatear-me, agora tenho também uma freira...
Leandro: Vá, não comecem com isso. - pediu ele.
Miguel: Bom, já comemos, por isso vou buscar a máquina fotográfica. - disse ele, levantando-se da mesa.
Natalina: Credo, só pensa em fotografias! - disse ela, desagrada. - Dulcie, o que é que você está aqui a fazer ainda? Vá para a cozinha! Se eu precisar de alguma coisa, chamo-a.
Dulcie: Com certeza, minha senhora. - disse ela, indo embora rapidamente.
Estrelícia: Também não precisava de a tratar mal. Ela é boa empregada.
Natalina: Estou na minha casa, por isso faço o que eu quero. - disse ela.
Leandro: Tia, a casa também é minha, por isso não chateie, está bem? Aliás, você tem o seu próprio anexo, onde tem todas as suas coisas. Ainda não percebi porque é que quer ficar aqui em casa.
Aki: Pois, devia era ir para o seu anexo, que é bastante grande e bom e deixar os seus sobrinhos em paz.
Natalina: Mas isto é uma revolução ou quê? Que ultraje! Eu vou-me embora, fiquei irritada. - disse ela, levantando-se. - Vou dormir no meu anexo hoje, na companhia do meu lindo filhinho Fifiu e do mordomo Alfredo. Hunf.
E foi-se embora.
Estrelícia: A dona Natalina tem um filho?
Aki: Não. Ela é maluca. Chama filho ao Fifiu, mas ele é um cão.
Estrelícia: Ah, estou a ver...
Pouco depois, chegou o Miguel com a sua máquina fotográfica e tirou imensas fotos.
Entretanto, na cozinha...
Dulcie: Aquela dona Natalina, é uma víbora do pior. Trata-nos abaixo de cão. Até o cão dela é mais bem tratado do que nós! - queixou-se ela.
Clóvis: Um dia, conseguiremos ficar ricos e ela vai ver.
Dulcie: Pois, mas está difícil. Se ao menos o Miguel olhasse para mim...
Clóvis: Eu vou é pensar num plano para conquistar a Natalina, caso com ela, roubo-lhe o dinheiro todo e fujo daqui. – disse ele, já com tudo delineado.
Dulcie: Olha, esse até é um bom plano.
Clóvis: Pois é. Vou pensar em pô-lo em prática rapidamente.
Duas horas mais tarde, a Aki foi-se embora e o Leandro e o Miguel foram deitar-se. A Estrelícia decidiu ir tomar um banho. Quando saiu do banho e ia a caminho do seu quarto, tropeçou e caiu no chão. A toalha caiu no chão também. Ouvindo um barulho, o Leandro levantou-se e foi até ao corredor, encontrado a Estrelícia nua e caída no chão.
Leandro: Irmã...
A Estrelícia levantou-se rapidamente e puxou a toalha para se cobrir. Ficou extremamente corada.
Estrelícia: Peço desculpa. Sou uma desastrada. Com licença. - e apressou-se a chegar ao seu quarto e fechar-se lá dentro.
No corredor, o Leandro ficou pensativo.
Leandro (pensando): Bem... se ela não fosse freira... não! Não penses nisso Leandro! Tu estás noivo da Aki e gostas dela... mas a verdade é que a irmã Marina dos Santos é muito bonita...
O Leandro ficou confuso com o que aconteceu… e as confusões não vão ficar por aqui. Até ao próximo capítulo!
