Capítulo Dois
"Como um fantasma eu vou ser
Um pesadelo pra você
Não da pra fugir nem se esconder!
Eu sempre vou achar você!
Nos sonhos vou te perseguir
Em cada sombra vou surgir
Agora eu peguei você"
Andou apressadamente em direção aos pais e logo foi abraçada por Arthur e Molly, depois, olhando para o pacotinho que a mãe segurava, viu Lorenzo dormindo calmamente.
"O que aconteceu?" – perguntou aos pais, mas ainda de olho no filho.
"Arthur, pegue a mala dela, sim?" – Molly disse – "Em casa nós conversaremos, querida. Vamos."
A garota optou por não insistir, afinal alguém poderia vê-los ali com o bebê e a notícia logo se espalharia. Atravessaram juntos a barreira e pegaram um táxi, uma vez que aparatar com uma criança de colo não era aconselhável. Cerca de uma hora depois, chegaram à Toca e assim que entraram na casa, Ginny pegou o filho dos braços da mãe e o examinou, ele estava bem, então o problema não era com ele...
"O que houve?" – quis saber assim que os pais entraram na cozinha.
Molly e Arthur se olharam e a mulher foi a primeira a falar:
"Bem, querida, logo depois que você voltou para Hogwarts, Muriel adoeceu."
"É, ela já não era tão saudável assim." – Arthur disse – "E nem tão novinha..." – completou.
"E então, convidamos Muriel para passar um tempo conosco, mas ela não aceitou e bem..." – Molly fez uma pausa, mas Ginny já imaginava o que viria a seguir – "Na semana passada, ela... ela faleceu, querida."
Ginny sentiu um peso no estômago. Muriel era chata e esnobe à primeira vista, mas um pouco de convivência era suficiente para gostar dela e achá-la até simpática. Ela gostava da tia no final das contas, e sabia que a tia amava Lorenzo.
"Mas o que foi?" – Ginny perguntou enquanto sentia os olhos arderem.
"Ela dormiu e não acordou mais..." – Arthur respondeu.
"É querida, mas isso não é o pior de tudo..." – Molly disse, cautelosa.
"Não? E o que pode ser pior do que isso?" – a garota perguntou, preocupada.
"Bem... seus irmãos, eles descobriram sobre o pequeno... Rony veio aqui, de surpresa, antes do enterro de Muriel e acabou vendo o garoto, então tivemos que contar a verdade." – respondeu Molly.
"E então seu irmão fez o grande favor de espalhar para os outros, e em segundos todos os seus irmãos ficaram sabendo da notícia. Até quiseram ir a Hogwarts, mas eu os impedi, não tinha cabimento... Mas, para acalmá-los, marquei uma reunião de família, amanhã, na hora do almoço." – disse Arthur.
É, realmente era pior do que a morte, porque depois desse dia, ela estaria morta para os irmãos, com toda certeza eles nem iam mais falar com ela. Tentou sorrir, mas só conseguiu mostrar uma careta de dor, e disse:
"Tudo bem, amanhã, então..." – falou e se levantou, mas antes de sair da sala, disse – "Desculpem por tudo isso, sinto muito mesmo, vocês não mereciam passar por isso." – e logo sentiu que ia começar a chorar – "Mas agora que terminei a Escola vou arranjar um emprego e logo, eu e Lorenzo iremos embora, só peço um pouco mais de tempo..." – e agora chorava sem conseguir esconder as lágrimas.
Molly foi a primeira a se adiantar e abraçar a filha:
"Querida, não se preocupe, e você e Lorenzo sempre poderão ficar aqui, Ginny. Nós somos uma família e todos os problemas serão resolvidos."
A garota apenas balançou a cabeça em sinal afirmativo e depois subiu para seu quarto, ela queria acreditar que tudo ia se resolver, mas estava achando isso um pouco difícil...
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O Preço do Amor
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O almoço de domingo chegou depressa, e Ginny nunca sentiu tanta vontade de sumir. Por volta do meio-dia, banhou e arrumou o filho, depois tomou banho e se vestiu. Respirou fundo várias vezes, mas isso não adiantou muito e, por volta de uma hora da tarde, ela desceu as escadas, e logo ouviu as conversas cessarem quando adentrou a sala de visitas.
Gui, Fleur e Victoire (uma garotinha loira, com três anos de idade); Carlinhos, Vanessa e Alanis (uma garotinha de cabelos pretos e com mais ou menos um ano de idade); Percy e Penélope; Fred e Emmanuela; Jorge e Carolina; Rony e Hermione; Harry e Luna. Certo, tinha ido MUITA gente...
Respirou fundo e encarou todos, não ia abaixar a cabeça, afinal, seu filho não era motivo de vergonha.
"Boa tarde." – falou educadamente.
"BOA TARDE?" – Rony foi o primeiro a se recuperar – "O QUE VOCÊ FEZ, GINNY? O QUE VOCÊ FEZ?"
"Bem," – ela sentou no sofá e tentou acalmar o filho que tinha se assustado com o grito do tio – "Suponho que você saiba de onde os bebês vêm, não, Ronald? Não é da cegonha, sabe..."
Luna riu, mas Rony bufou alto e disse:
"E AINDA VEM COM SARCASMO!" – ele levantou e se desvencilhou da mão de Hermione que tentava, a todo custo, contê-lo – "QUEM FOI O SAFADO? QUEM É O PAI DESSE... DESSE..."
A garota olhou o irmão com tanta raiva que ele se calou, mas quando falou sua voz não saiu alterada, saiu gélida, sem nenhuma emoção:
"Pense muito bem antes de falar do meu filho. E ele não tem pai, ele só tem uma mãe." – pausa – "Muito engraçado vocês me recriminarem como se ter um bebê, ou fazer um bebê e, não me faça essa cara de inocente," – acrescentou quando viu a cara de Rony – "Fosse uma coisa de outro mundo, como se vocês fossem virgens, não é? Sim, acredito muito. Eu engravidei e tive o filho, me orgulho disso e queria muito contar com o apoio dos meus irmãos, mas se eles não são capazes de me compreender, então, sinto muito, mas não posso fazer nada." – levantou e completou – "Agora, com licença. Uma boa tarde e bom almoço de família para vocês." – e subiu para o quarto.
Bateu a porta e colocou Lorenzo no berço, depois disso sentou na cama e chorou, todo o seu medo enfim se confirmara. Eles iam odiá-la pelo resto da vida e tudo isso era culpa de Draco Malfoy, mas ele ia ver, ele ia sofrer lenta e dolorosamente...
Toc-Toc.
Ao ouvir as batidas na porta, limpou as lágrimas rapidamente e disse:
"Se for o Ronald, não pode entrar." – foi até o berço e ficou olhando o filho dormir.
"Somos nós, Ginny." – ela olhou para a porta e viu Fleur, Vanessa, Emmanuela, Carolina, Hermione, Harry e Luna.
"Ah, entrem."
Eles entraram e foram até o berço.
"Ele é tão lindo." – Vanessa foi a primeira a dizer alguma coisa.
Olhou para o rosto delas e viu que todas sorriam para o garoto que agora estava acordado e sorria, como se soubesse que estava sendo observado; olhou para Harry e ele olhava para ela, mas, diferentemente de Rony, ele não tinha uma expressão acusadora, parecia preocupado.
"Você está bem?" – perguntou quando as garotas resolveram pegar o bebê.
"Sim, ótima." – tentou sorrir, e mais uma vez falhou, parecia que tinha perdido a capacidade de dar um sorriso.
"Não ligue para o Rony." – Harry falava enquanto observavam Hermione embalar o menino – "Ele vai aceitar, só está assustado..."
"E isso é porque ele nem teve um bebê saindo dele no último ano." – comentou sarcástica, ao que Harry riu.
"Ele é lindo... qual o nome?" – Harry perguntou enquanto Carolina e Emmanuela faziam caretas para o garoto.
"Lorenzo Arthur..." – respondeu enquanto, com apreensão, via Fleur dar pulinhos com o bebê no colo.
"Bonito nome..." – Harry comentou e viram Luna tentar pegar o bebê, mas logo Ginny interveio e pegou o filho.
"Então, vocês não me odeiam?" – perguntou sem rodeios.
"Claro que não." – Vanessa respondeu.
"Obviamant que nam, Gininny!" – Fleur disse indignada.
"Nem os garotos..." – Carolina disse com cautela.
"É, Ginny, eles vão entender... Garanto que Fred vai entender, ou então terei que usar métodos de obrigá-lo a isso..." – Emmanuela disse com cara de quem ia fazer alguma maldade.
"E o Rony, Ginny, ele só estava nervoso... mas ele vai adorar ser tio..." – Mione foi a última a falar.
Sorriu para as cunhadas e para os amigos e então, Harry disse:
"Então, vamos descer?"
"Acho melhor não, Harry... prefiro ficar aqui, depois como outra coisa."
Todos olharam para ela e depois, Harry disse:
"Ok... antes de irmos embora, voltamos, ok?"
Saíram do quarto, mais uma vez mãe e filho ficaram sozinhos. Ginny colocou o garotinho no berço e ficou pensando em como faria para arranjar um emprego se não tinha nenhum curso superior. Antes tinha vontade de se formar em Direito da Magia, mas agora não poderia mais sonhar com isso, teria que arranjar um emprego o mais rápido possível... talvez se fosse ao Beco Diagonal...
Toc-Toc.
"Somos nós, Ginny." – ouviu a voz de Gui do outro lado da porta.
"Não estou!" – gritou do outro lado, enquanto virava as costas para a porta.
"Alorromora." – a voz de Carlinhos foi ouvida.
"Sim, obrigada pela minha privacidade!" – a garota disse, sarcástica, enquanto se levantava e olhava para os irmãos que, lentamente, adentravam o quarto.
"Ginny, vamos conversar." – Gui disse, calmo, enquanto sentava na cama.
Todos sentaram, alguns na cama, outros nas duas cadeiras do quarto, somente Rony continuou em pé, olhando para o garotinho que dormia no berço.
"Primeiro" – Carlinhos falou – "Quem é o pai?"
"Eu já falei... ele não tem pai. E não discutam, não vou falar."
"Ok." – Fred disse – "Por que você não nos disse?"
"É." – Jorge interrompeu o irmão – "Nós somos irmãos, precisávamos saber..."
"Eu sabia que vocês não iam compreender e eu não queria, e ainda não quero, que o pai dele saiba, e vocês iam querer matá-lo assim que soubessem..."
"Íamos mesmo." – Fred disse, sério.
"Ainda queremos matá-lo, mas podemos discutir isso em outra hora." – Jorge disse, pensativo.
A garota sorriu e Gui se levantou. Os dois ficaram se olhando e o irmão a abraçou. Não era necessário ele dizer nada, apenas aquele gesto já era o bastante. Lentamente os outros foram se aproximando e também a abraçaram, claro, todos, exceto, Rony.
Quando o abraço acabou, Ginny viu o porquê de Rony não ter se juntado a eles. O rapaz segurava Lorenzo nos braços e olhava para o bebê como se ele fosse um ser de outro planeta, enquanto o sobrinho apertava o nariz do tio e ria alto.
Ginny se aproximou do irmão e agora os dois se olhavam atentamente, até que a garota, sem agüentar mais, abraçou-o com força, o que fez Lorenzo rir mais ainda.
"Desculpa..." – ouviu Rony murmurar.
"Deixa para lá..." – ela disse e os dois sorriram.
Lorenzo riu também e então eles lembraram que estavam fazendo um sanduíche do garoto, Rony entregou o sobrinho à irmã e juntos desceram para o almoço.
A refeição foi feita sem mencionar mais a briga, ou qualquer outra coisa relacionada a isso, Ginny colocou todos a par do que tinha acontecido no último ano, em como fez para ninguém suspeitar e sobre sua estadia na casa de Muriel. Depois do almoço, os "convidados" foram embora aos poucos, cada um prometendo que voltaria em breve para visitar o novo sobrinho. Enfim, Ginny sentia-se em paz.
De noite, quando Ginny olhava Lorenzo dormir e já se preparava para fazer o mesmo ouviu umas batidinhas na janela. Olhou para o local e viu uma coruja cinza batendo o bico no vidro. Ela abriu a janela e deixou que o pássaro entrasse no quarto, uma carta caiu e o animal saiu sem esperar resposta.
Ela olhou para o envelope e o abriu.
"Ginevra Weasley,
Solicitamos sua presença numa audiência privada, amanhã, às 09hs, no Ministério da Magia, para a leitura do testamento de sua tia-avó Muriel Weasley.
Boa Noite,
Mafalda Jonhson
Advogada"
Estranho, afinal, por que ela teria que estar presente?
Colocou a carta em cima da mesinha de cabeceira e se deitou, no dia seguinte resolveria se ia ou não a tal audiência.
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O Preço do Amor
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Acordou bem cedo no dia seguinte, decidida a ir a tal audiência, se isso era vontade de Muriel, então ela ia comparecer. Depois de tomar um banho e se vestir, deu um beijo no filho e desceu para falar com a mãe.
"Mamãe, recebi uma carta solicitando minha presença na leitura do testamento da tia Muriel. A senhora pode ficar com o Lorenzo? Acho que não vou demorar muito."
"Tudo bem, querida... mas o que será isso?" – Molly perguntou preocupada.
"Não sei... bem, já vou, senão posso me atrasar." – e dando um último beijo na mãe, entrou na lareira e partiu para o Ministério.
Assim que aterrissou no átrio, ouviu uma voz chamando-a.
"Ginevra Weasley?" – uma mulher alta, magra e idosa perguntou.
"Sim, eu. E a sra. é Malfada Jonhson?"
"Eu mesma, querida. Vamos." – e as duas partiram para o Departamento de Registro.
A advogada falou com um homem alto e de cara rabugenta sobre o assunto e minutos depois os três entraram em uma sala pequena onde havia uma mesa e três cadeiras. O homem rabugento sentou à frente das duas mulheres e olhando para a ruiva, perguntou:
"Ginevra Molly Weasley?"
"Sim, eu mesma."
Ele acenou a cabeça positivamente e começou:
"Então vamos à leitura do testamento de Muriel Weasley..." – pausa enquanto abria um envelope e tirava de lá uma única folha de pergaminho, então o homem disse:
"Eu, Muriel Mary Weasley, cento e sete anos, bruxa, solteira, escrevo esse documento de próprio punho e o atesto como sendo a minha última vontade.
Todos os meus bens, sem nenhuma exceção, assim como todo o ouro que está depositado no Banco Gringotes, deverá ser dado à Ginevra Molly Weasley, minha sobrinha-neta e, também, para seu filho, Lorenzo Arthur Weasley, meu sobrinho-bisneto.
As únicas exigências que faço são as seguintes: Ginevra deverá ser a tutora do garoto e da herança, podendo usar a parte do menino para assuntos mais urgentes. A segunda exigência, que é mais um pedido, é que Ginny curse Direito da Magia, assim como tanto deseja. E, por último, peço que faça bom uso de todo esse dinheiro, use-o da melhor maneira possível."
O homem terminou de falar, mas Ginny continuou sentada, olhando para o rosto dele, como se não estivesse acreditando no que tinha ouvido.
"?" – a advogada perguntou.
"Ahm?" – a garota disse, um pouco lesada.
"Vamos." – a mulher puxou o braço da garota e, juntas, saíram da sala.
Sentaram em uma das cadeiras do átrio enquanto Ginny tentava voltar à realidade, mas tudo o que conseguia pensar é que agora era rica, muito rica, e poderia viver muito bem com Lorenzo... e enfim poderia fazer o que ansiava há muito tempo: vingar-se.
De repente um sorriso iluminou seu rosto como se, finalmente, a ficha tivesse caído. A advogada disse:
"Você está bem?"
"Ótima." – e sorriu para a mulher – "Então, tudo é meu e do meu filho?"
"Sim, querida, nós só precisamos assinar alguns papéis aqui mesmo no Departamento de Registro e tudo será de vocês. Muriel me falou muito bem de você e do bebê."
"Sério?" – a garota perguntou impressionada, a tia não era muito de sair elogiando os outros.
"Sim, ela gostava muito do seu filho..." – a mulher disse sorrindo – "Agora vamos, temos que resolver tudo logo."
As duas voltaram para o Departamento e Ginny assinou todos os papéis que agora a tornavam dona de tudo. Depois, saíram do Ministério e foram para a antiga casa de Muriel, a mansão velha e imunda que Ginny tinha vivido meses atrás. A advogada fez questão de passear pela casa inteira, como forma de garantir que todos os móveis e outros pertences estavam ali, nada fora mexido.
Após a visita, Ginny marcou um novo encontro com a advogada para visitarem as outras propriedades no dia seguinte, e também para discutirem o que fariam com elas.
Chegou em casa à tarde e encontrou a mãe preocupada.
"Ginny, por que demorou tanto? Pensei que algo de grave tivesse acontecido..."
"Mamãe, você não vai acreditar!" – e, nos mínimos detalhes, colocou a mãe a par de toda a situação.
"Querida, que bom! Estou tão feliz por vocês!" – e as duas se abraçaram, emocionadas, mas por motivos distintos.
Enquanto Molly estava feliz por saber que a filha e o neto, enfim, teriam alguma estabilidade financeira, Ginny estava feliz por saber que, enfim, Draco ia sofrer.
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O Preço do Amor
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Um ano foi o tempo necessário para reformar todas as propriedades que Ginny herdara. Eram muitos imóveis, quase todos deteriorados pelo tempo. Reformou todos eles, sem exceção, e, quando ficaram prontos, doou uma propriedade para cada irmão. Gui ficou com uma Mansão na França, enquanto Carlinhos recebeu uma propriedade na Itália. Fred, Jorge e Rony ganharam mansões na Inglaterra. Molly e Arthur foram presenteados com uma fazenda também na Inglaterra, além de uma boa quantia em dinheiro.
Ela ficou com a Mansão em que Muriel morava. O lugar era muito mal tratado, mas tudo poderia ser resolvido com uma reforma. As paredes, antes enegrecidas pelo tempo e por falta de higiene, agora estavam brancas, adornadas por retratos de família e por pinturas. O chão, antes imundo, agora estava também, muito limpo e brilhante.
Modifiicou toda a parte da escada, uma vez que esta era tão velha que alguns degraus faltavam e outros se desmaterializavam com um simples toque.
Além disso, comprou móveis novos, já que os outros estavam muito velhos e era impossível utilizá-los.
O jardim, antes parecido com uma selva, agora estava limpo, a grama bem cortada, as árvores podadas, também mandou plantar algumas rosas para deixar o local um pouco mais colorido.
Na parte de trás da casa, o quintal, havia uma piscina enorme que sempre estivera coberta. Alguns reparos foram feitos na piscina e depois de uma boa limpeza, ela já estava pronta para ser usada. Na área ao redor da piscina, colocou várias espreguiçadeiras.
Por fim, a última coisa modificada, foi o portão de entrada, ela não saberia dizer exatamente a cor do objeto, mas tinha a certeza de que parecia algo sombrio, por isso tirou-o e colocou um novo, branco, com um W enorme no meio.
Quando viu toda a casa reformada, pronta para uso, sentiu-se realizada. Seria ali que tudo ia acontecer e ela mal podia esperar...
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O Preço do Amor
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Nota da Beta-Reader: Nhá, eu reclamo, mas não adianta, você continua má!!! Affe!! hahahahahahaha!! Sei que a Gineca mal pode esperar pra começar sua vingança hiper-mega-ultra-super-truper má, mas eu também mal posso esperar, cacilda!!! Não por vingança, pelo menos por enquanto (hehehehehehe), mas pelo próximo capítulo!!! Vamos, eu amei ser a esposa do Carlinhos (GENTE, ERA EU!!!!! UH-HU!!!! HAHAHAHAHAHAHA), mas não posso não reclamar, né??? Senão não seria eu!!! :D E, tipo, quero o capítulo novo pra ontem, ouviu???
Gentem!!! Vocês viram que chique?? Eu tô pegando o filho mais gostoso... Quer dizer, mais lindo e parrudo da família!!!! hihihihihihihi!!! MORRAM DE INVEJA!!! Muahahahahaha!!! Er... Desculpa, gente, foi um surto, muita convivência com essa pessoa má, porém maravilhosa, que é a Manu!!! Por isso, vamos mandar MUITAS REVIEWS pra ela!!! Tudo bem??? Vamos continuar com o motim!!! hahahahaha!!! Vamos reclamar por mais capítulos maravilhosos como esse!!!
AMO TODAS VOCÊS!!! \o/
Bjs!!
ChunLi Weasley Malfoy
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Nota da Autora: Oi gente! Bem, no próximo capítulo as coisas vão começar a esquentar, vocês vão ver o reencontro dos dois e a reação do Draco ao saber que é pai.
Espero, realmente que estejam gostando de tudo, principalmente do Lorenzo, eu estou achando esse garoto um fofo.
Ah, vocês repararam que eu apareci na estória? A Emmanuela, noiva do Fred? Pois é, gente, eu ando com obsessão pelo Fredico. Eu o amava tanto e a J.K Rowling me deixou viúva, como pode isso? Da primeira vez, quando li o último livro, sonhei que ia visitar o túmulo do Fred e chorava tanto... vê se pode! Huahauahauahauahauahaua Eu sou anormal, não liguem.
A música desse capítulo é "Fantasma" do Rouge...
Bem, agradeço MUITO mesmo aos que mandaram reviews, fiquei muito alegre por várias pessoas lerem e gostarem, espero que continuem gostando!
Agradecimentos:
Juh W. Wood: Oi, Ju, muito obrigada por sua review. E muito obrigada por me achar pior do que um comensal, fico muito emocionada com seu elogio! Hahahahahaha! A-d-o-r-o comensais! Que esssooo! Brincadeirinha! Espero que continue lendo e gostando! Beijos.
Esmeralda: Olá, mocinha, obrigada por sua review! Então, espero que não tenha demorado tanto e que você continue gostando! Beijos.
Jaque Weasley: Jaque, obrigada pela review, querida! Então, é complô, você e a ChunLi? Huahauahaua Valeu por ler mais uma fic minha, realmente fico muito feliz por isso, tomara que continue gostando da estória. Beijo.
Misty Weasley Malfoy: Misty, obrigada pela review, moça! Mais uma que compactua com a ChunLi, que ésso, gente, olha o motim! Huahuahauahaua Espero que goste deste capítulo, nem demorei muito, né? Beijo.
Kari Maehara: Oie, obrigada pela review! Então, tomara que continue gostando! Beijos.
Kalinka James: Oie, obrigada pela review. Viu, nem foi nada demais que aconteceu...só a morte da Muriel, mas 107 anos, vamos combinar que já estava na hora. Espero que continue gostando! :) Beijos!
ChunLi Weasley Malfoy: Oi, chefe da rebelião, obrigada pela review! Você fica jogando meus leitores contra mim, sua bambesha má, vou puxar teu cabelo! Hahahahahaha Ameaçando a minha pessoa com uma pedra? Isso é baixaria. Huahauahauahauahauahauaha E violência gratuita, lembre-se que, caso me matem, não tem próximo capítulo! Então, pára com esse negócio de rebelião, motim, essas coisas. Beijos, bambexy.
Caah LisLis: Caaaahhhh,obrigada pela sua review, moça! Malvada? Obrigada pelo elogio, querida! Hahahahahaha Acho que nem demorei muito, né? Quase um mês? O.o hihihihi Espero que continue gostando. Beijos!
Maggie C.M.: Maggie, obrigada pela review! Então, nem demorei muito e espero que tenha gostado deste capítulo! Beijo!
Caramba, vocês me acham mesmo má....de 9 reviews, 6 me acham má! Gente, Eu SOU má mesmo, vocês ainda não sabiam? Huahauahauahauahua Pois estejam avisados agora...hihihihi
Tomara que gostem e até o próximo!
Beijos,
Manu Black
