Chapter Two

Anzu estava caminhando pelos corredores sem fim da mansão, tentando achar a cozinha. No entanto, haviam tantas portas, por todos os lados, que ela estava realmente muito confusa.

"Ai, e agora! Desse jeito, nunca vou conseguir fazer as panquecas!", ela disse para si mesma.

"É por aqui.", uma voz surgiu detrás dela. Anzu se virou e deu de cara com Alister, que sorria para ela.

Ele a conduziu até o fim do corredor, e eles dobraram a esquerda. No fim desse outro corredor, haviam duas portas unidas de cor branca, com as maçanetas prateadas.

"Aqui é a cozinha.", Alister disse, abrindo uma das portas e deixando Anzu passar. Ela soltou um breve "Wow!", enquanto observava deslumbrada aquele cômodo enorme e impecavelmente branco. As bancadas eram de mármore, assim como o piso. Os armários eram de ferro e vidro, um contraste interessante e bastante peculiar.

"Bom.. acho melhor eu começar a preparar o café-da-manhã!", ela disse e olhou para o relógio, que marcava sete e quarenta e cinco da manhã. Ela então começou a abrir os armários, procurando os ingredientes.

"Eu sinto muito por você ter que cozinhar, mas é apenas temporário... o nosso cozinheiro está de folga, e só volta daqui três dias...", Alister disse.

"Ah, sem problemas! Eu sei me virar razoavelmente bem na cozinha... embora meu forte seja outro...", ela disse.

"E qual seria?", Alister perguntou, ajudando a pegar os ingredientes.

"Digamos que eu seja boa com o corpo!", ela respondeu. Um estalo alto foi ouvido, e Anzu se virou, para ver que Alister havia derrubado duas fôrmas de metal, e parecia atrapalhado.

"Senhor Amelda! Está tudo bem?", ela perguntou, ao notar que a face de Alister estava avermelhada.

"Ah! Sim.. err.. está tudo bem! Mas... o que foi que você disse mesmo?", ele perguntou, se levantando e colocando a frigideira de panquecas sobre a bancada.

"Ah! Bom, o meu forte é a dança! Eu sempre quis ser uma dançarina!", Anzu respondeu, sorrindo. Alister respirou aliviado e se repreendeu mentalmente.

"Idiota! Como pude pensar em algo do tipo? Argh! A convivência com os outros está me afetando! Especialmente o Valon, o Wheeler e o Devlin!" , Alister pensou.

"Acho que está tudo aqui!", Anzu disse, e checou mentalmente os ingredientes necessários.

"Oba! Eu tô morrendo de fome!", uma voz disse, e Anzu se virou para ver Mokuba e Noa sentados sobre o balcão.

"Um pouquinho de paciência, eu já estou começando a preparar as panquecas."

Anzu então arregaçou as mangas e começou a preparar a massa da panqueca, em uma panela enorme, levando em conta que todos os quinze rapazes iriam comer.

Alister e a dupla ficaram impressionados com a rapidez com que Anzu fazia as coisas. Ela preparou a massa da panqueca, a cobertura, fez suco e chá, separou o leite e o cereal. Ela então começou a fritar as panquecas na frigideira grande. Na hora em que ela jogou a primeira panqueca no ar, Noa e Mokuba deram gritos de felicidade. Anzu sorriu, e pegou a panqueca de volta graciosamente.

Eram oito e dez da manhã, e ela havia fritado metade da massa de panquecas. No entanto, uma pequena multidão havia se formado para assisti-la. Anzu tinha ligado o rádio da cozinha, e jogava as panquecas conforme o ritmo da música.

Alister, Noa, Mokuba, Yugi, Ryou, Valon, Joey e Duke estavam observando, admirados. O cozinheiro deles, Odion, não costumava brincar com a comida daquele jeito. Noa e Mokuba aplaudiam toda vez que ela pegava as panquecas.

"Oito e quinze! Ai, meu deus!", Anzu disse, se assustando com o horário, e olhou para os rapazes. "Eles devem estar morrendo de fome e por isso estão aqui! Ai, Anzu! Apresse-se!" , ela pensou.

Anzu então começou a preparar mais de uma panqueca. Ela colocou três panquecas na frigideira, e todos observaram ela atentamente. Na hora de jogar as massas no ar, todos ficaram estáticos, duvidando que ela conseguiria pegá-las.

Cada uma das massas subiu alturas distintas no ar, e Anzu pegou a primeira, sem tirar a frigideira do lugar. A segunda, foi mais para o lado, e a terceira para o lado oposto. Anzu rapidamente puxou a frigideira pegando a segunda panqueca e empurrou-a novamente para pegar a terceira. Ela então sorriu orgulhosa, pois na família dela, ela era a única que conseguia fazer isso.

Noa e Mokuba deram mais gritos de felicidade e aplaudiram. Anzu se virou para eles e viu que todos os outros também estavam aplaudindo. Ela sentiu um rubor lhe subir a face, e tornou a fazer as panquecas.

Oito e vinte e sete. Anzu tinha arrumado a mesa do lado de fora, no jardim, por sugestão de Noa e Mokuba. Ela havia estendido uma toalha de mesa branca e verde, colocando os pratos nos locais respectivos, junto com uma xícara, mais uma taça de vidro, os talheres e os guardanapos de linho. As panquecas foram distribuídas em três pratos diferentes, assim como a calda e o suco.

Mokuba havia contado a Anzu que Pegasus não tomava café-da-manhã com eles, e ela então decidiu levar uma bandeja para ele, em seu escritório. Quando ela estava de saída, os outros rapazes chegaram.

Eles olharam para a mesa posta e já foram se sentando. Anzu estava saindo apressada do jardim, carregando dois pratos vazio, quando ela trombou com alguém, e os pratos voaram para cima. Os olhos azuis de Anzu se abriram em susto e ela saltou para pegar os pratos de porcelana antes que eles se espatifassem no chão.

Ela saltou, abrindo as pernas no ar, e graças aos anos de ballet, ela fez isso com a maior graça possível, pegando os dois pratos simultaneamente no ar. Ela então caiu no chão, as pernas ainda abertas, formando um espacate perfeito.

"Uff!", ela suspirou aliviada, segurando os pratos de porcelana firmemente. Mais aplausos.

"Wow, Anzu! Isso foi muito legal!", Mokuba disse, ajoelhado em sua cadeira, olhando para ela, com Noa ao lado, sorrindo da mesma maneira animada. Anzu sorriu um pouco constrangida.

"Deixe-me ajudá-la a se levantar, senhorita Anzu!", Ryou disse, extendendo uma mão a jovem moça.

"Muito obrigada, senhor Ryou!", Anzu disse, sorrindo para ele.

"Ora, por favor, apenas Ryou!", ele disse, erguendo-a. Anzu sorriu e se retirou para a cozinha.

"Sem querer ser rude ou algo do gênero, mas... que flexibilidade!", Valon disse, soltando um assovio logo em seguida. Todos olharam para ele.

"Não façam essas caras pra mim, vocês pensaram isso também!", Valon disse, um sorrisinho em sua face.

Todos ficaram em silêncio.

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"Com licença, Lord Pegasus.", Anzu disse, batendo na porta e abrindo-a em seguida.

"Ah! Anzu!", Pegasus disse, e Anzu reparou que havia um homem sentado na poltrona de frente para Pegasus.

"Esse é meu amigo, o tutor Dartz. Dartz, essa é Anzu Mazaki, a minha mais nova Maid.", Pegasus disse, e Anzu se aproximou, depositando a bandeja na mesa.

"Vamos precisar de mais uma xícara, Anzu querida.", Pegasus disse, e Anzu retirou uma xícara extra de seu bolso. Pegasus sorriu.

"É para o caso... de algum acidente...", ela explicou, e serviu o chá que estava no bule para os dois homens.

"Bonita e cautelosa... ela não é simplesmente perfeita, Dartz, meu caro?", Pegasus disse.

Dartz sorriu a Anzu, que ruborizou levemente. Dartz tinha longos cabelos verde-água, olhos claros e uma pele alva.

"É muita sorte sua ter achado uma jóia como essa.", Dartz apenas disse, e Pegasus riu.

"Ah... Lord Pegasus, deseja mais alguma coisa?", Anzu perguntou.

"Não, obrigada. Pode ir.", Pegasus disse, e Anzu se retirou.

Ela retornou para o jardim, onde os rapazes ainda estavam, e conversavam animadamente.

Anzu observou eles e notou que um dos lugares estava vazio.

"O jovem senhor Kaiba não vem para o café-da-manhã?", ela perguntou. Mokuba e Noa olharam para ela.

"O Seto deve estar lendo algum daqueles livros dele e deve ter esquecido...", Mokuba disse, e voltou a comer suas panquecas.

"Mas não faz bem passar a manhã sem tomar o café-da-manhã! É a refeição mais importante!", Anzu respondeu, e foi para a cozinha. Ela pegou uma bandeja, e preparou mais um pequeno bule de chá, depositou uma xícara e pegou algumas panquecas, colocando-as em um prato. Separou também a calda em um pequeno recipiente e saiu no jardim.

"Senhor Noa, poderia me dizer onde posso encontrar o senhor Kaiba?", ela disse. O garoto olhou para ela e piscou algumas vezes.

"No quarto dele... segundo andar, última porta do corredor.", ele respondeu. Anzu agradeceu e saiu, carregando a bandeja.

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"TOC TOC"

Kaiba abaixou o livro que estava lendo e olhou para a porta. Geralmente ninguém o interrompia durante sua sessão de leitura, então ele estranhou. Tirou os pés de cima da mesinha, e disse:

"O que foi?"

Uma cabeça cheia de fios castanhos entrou por uma pequena fresta da porta, e um par de olhos azuis fitou o quarto e a figura de Seto Kaiba, que deu um pulo em sua poltrona de veludo vermelha.

"Senhor... Kaiba! Eu posso?", Anzu perguntou.

"Entre...", Kaiba apenas respondeu. Anzu então adentrou o quarto, carregando a bandeja. Seto a fitou curiosamente.

"Eu reparei na ausência do senhor durante o café-da-manhã, e o jovem senhor Noa me informou a localização de seu quarto, então eu resolvi lhe trazer algo, para que não fique sem se alimentar corretamente.", ela explicou, depositando a bandeja na mesinha, e servindo o chá.

Seto ficou em silêncio por alguns instantes, perplexo com a atitude da garota.

"Obri..gado..", ele disse, um pouco desconcertado.

"É meu dever cuidar da saúde de qualquer um nessa casa, principalmente dos descuidados!", ela disse, sorrindo.

"Ela acabou de me chamar de descuidado?" , Kaiba pensou, arqueando uma sombrancelha.

"Se o senhor desejar mais alguma coisa, não hesite em me chamar. Estou a disposição de qualquer desejo que o senhor possa ter.", ela disse, se referindo as necessidades ligadas a alimentação, limpeza, etc. No entanto, Seto ruborizou fortemente ao ouvir as palavras dela, tomando-as de maneira completamente equivocada.

"Eu... eu.. não me sinto a vontade com isso!", ele respondeu a ela.

"Não se sente a vontade? Mas é meu dever...", Anzu disse, se aproximando.

"Eu.. bem, eu sei disso, mas não acho certo...", ele disse, o rubor ainda em sua face.

i "Ah! O senhor Kaiba está vermelho! Será que está com febre?" /i , Anzu pensou e sem avisar, esticou os braços para poder tocar sua testa, apressando-se para se aproximar.

"Senhorita Mazaki!", ele alertou ao ver que ela havia tropeçado em uma dobra do tapete e estava caindo sobre ele.

Seto perdeu o equilíbrio, e ambos foram para o chão, caindo com um baque surdo.

Anzu levantou a cabeça, e se viu cara a cara com Kaiba. Ela estava sobre ele, as mãos estáticas ao lado da cabeça dele. Anzu então sentiu algo apertar-lhe o peito e se levantou um pouco. Na queda, Seto havia tentado segurá-la, mas foi tarde demais e por isso, agora ele tinha ambas as mãos sobre os seios dela.

Anzu sentiu o rubor preencher-lhe a face de maneira extrema, enquanto ainda fitava o jovem rapaz sob si.

A porta então se abriu repentinamente, e lá estavam Alister Amelda e Valon Varon, olhando para a cena a sua frente. Anzu estava deitada sobre Seto Kaiba, a saia levantada revelando sua calcinha branca, as coxas bem torneadas completamente expostas, e as mãos de Kaiba em seu busto. E ambos ainda estavam muito vermelhos.

"Ka..i..ba... o que você pensa que está fazendo!", Alister perguntou, ruborizando levemente por ter se pegado olhando fixamente para a calcinha da jovem.

"KAIBA, SEU SAFADO! JÁ SE APROVEITANDO DELA? SEU FOMINHA!", Valon berrou, o que atraiu a atenção dos outros, que surgiram correndo.

Anzu então se levantou desajeitadamente, e percebeu o constrangimento enorme pelo qual Seto estava passando. Todos os outros garotos estavam berrando com o rapaz, que parecia pensar desesperadamente em algo para responder. Anzu sabia que havia sido um acidente, então ela achou que era sua obrigação ajudá-lo a se esclarecer.

"Senhor Kaiba... perdão!", Anzu disse, sua voz levemente alta. Todos voltaram suas atenções para ela.

Anzu não pôde conter a vermelhidão que tomou conta de sua face, ao notar todos focados nela. Ela gaguejou um pouco, e finalmente disse:

"Eu... peço perdão por ter sido tão atrevida... eu não devia ter tentado forçá-lo...", ela disse, a cabeça baixa, a franja castanha cobrindo a face. Anzu estava se referindo a ter tentado forçá-lo a tomar o café-da-manhã, mas é óbvio que todos entenderam errado.

Valon soltou o colarinho da camisa de Kaiba, que por sua vez estava estático com as palavras da maid. Alister, Yugi e Ryou estavam ruborizados devido aos pensamentos impróprios, e Malik e Bakura se entreolhavam com sorrisinhos maliciosos nos lábios. Joey, Tristan e Duke tinham as bocas escancaradas, e olhares de bobo.

"O que está acontecendo aqui?", Yami perguntou, ao ver todos parados em frente ao quarto de Kaiba, com expressões estranhas. Ele e Marik tinham as sobrancelhas arqueadas, e olhavam para todos eles.

"Valon e Kaiba estavam brigando...", Alister disse.

"E qual o motivo de toda essa comoção, se os dois sempre brigam..?", Marik disse, nem um pouco surpreso com a informação.

"Eles estavam brigando porque Kaiba e Anzu estavam deitados no chão do quarto dele, ela sobre ele, ele sob ela, mãos em locais indevidos, enfim...", Duke respondeu. Yami e Marik olharam para Kaiba com expressões de surpresa, já que o jovem CEO era sempre muito recatado, e aquilo não combinava com sua personalidade tão frígida e insensível.

"Não aconteceu nada, seus idiotas! Agora saiam da minha frente e do meu quarto, eu tenho mais o que fazer!", Kaiba disse, tirando todos de seu quarto e fechando a porta com força.

"Ai, eu não queria ter aborrecido o Senhor Kaiba... quanta estupidez a minha!", Anzu disse, olhando desoladamente para a porta fechada. Os rapazes olharam para ela.

"Não esquenta com ele, Anzu! o Kaiba é nervosinho assim mesmo, e além do mais, não foi você que o irritou.", Valon disse, meneando a cabeça. Anzu olhou para o rapaz e sorriu levemente.

"Tem certeza, senhor Valon? Eu realmente não gostaria de aborrecê-lo.. talvez haja algo que eu possa fazer para compensá-lo...", Anzu disse, ainda olhando para a porta fechada.

"Minha nossa... você é realmente muito dedicada ao seu trabalho, não!", Valon disse.

"Não faço mais que minha obrigação! Tudo que mais desejo é satisfazer a vontade dos jovens senhores, pois é graças a vocês e a bondade do Lord Pegasus que estou aqui! Por isso, não seria correto eu aborrecê-los com minhas tolices...", Anzu disse.

"Bem, se a senhorita deseja tanto assim satisfazer qualquer um de nós, eu tenho um servicinho perfeito!", a voz de Bakura soou. Todos os rapazes olharam para ele desconfiadamente, e o rapaz apenas sorria.

"Por favor, diga-me! Farei de tudo para satisfazê-lo!", Anzu disse, animada.

"Anzu, vai com calma!", Marik disse, tentando alertá-la sobre o tipo de rapaz que era Ryo Bakura. Mas a jovem Maid estava tão animada em poder ajudar alguém, que nem deu ouvidos ao egípcio.

"Venha comigo, e eu te conto os detalhes do que quero.", Bakura disse. Os outros jovens se preparam para avançar contra Bakura, e impedir que ele fizesse algo com a jovem Maid, mas o sorriso dela os segurou.

"Sim senhor! Por favor, peço a licença dos senhores!", ela disse, e logo estava seguindo Bakura. Os rapazes se entreolharam, sem saber direito o que fazer.

"E agora? Seguimos eles?", Yugi perguntou.

"Relaxem... Bakura só vai testar ela.", Malik disse. Todos voltaram suas atenções para ele.

"O que quer dizer com isso?", Alister perguntou.

"Bem.. não acham estranho Pegasus contratar uma Maid tão gostosinha como ela? Ele nunca fez isso antes... o que levou ele a mudar de idéia desse jeito? Ele nos conhece, sabe porque estamos aqui, e era por isso que todas as mulheres que entravam nessa casa eram fisicamente repudiantes... agora, ele põe uma ninfeta de dezoito anos, vestida daquele jeito, com um corpaço daqueles... por quê! Algo não me cheira direito... algo me diz que tem coisa por trás disso tudo!", Malik explicou.

Todos se entreolharam. Bem, aquilo não havia se passado na cabeça deles, mas até que fazia um certo sentido.

"Pff! Eu sabia que nenhum de vocês imbecis havia pensado nisso. E, o que mais me intriga é a personalidade dela! Toda aquela inocência... Bakura vai testá-la. Ver se ela é realmente daquele jeito, ou se está apenas representando.", Malik disse.

"Representando?", Yami questionou.

"Vocês dois são paranóicos!", Duke disse.

"Vocês acharam a mesma coisa quando aquela tal de Mai Valentine veio ser nossa Maid, mas se não fosse nossa paranóia, aquela piranha disfarçada de Maid teria nos ferrado bonito!", Malik os lembrou.

"É... agora que você mencionou aquele caso, até que faz mais sentido... mas a gente só deu corda pra vocês testarem a Valentine, porque percebemos que ela uma piranha de cara... mas a senhorita Anzu parece ser daquele jeito de verdade.", Marik disse.

"Sim... a maneira como ela fica vermelha apenas com elogios...", Valon disse.

"E os olhos dela transmitem uma pureza muito grande!", Yami adicionou.

"E que sorriso mais angelical!", Yugi disse.

"Argh! Estão vendo! Todos vocês já estão babando nela! Esperem pelos resultados para ver se ela realmente é um anjo perfeito, ou se é uma capeta com asas de mentira!", Malik disse, e se retirou. Os rapazes se entreolharam, e nada mais discutiram.