Chapter Two: Brave new World
Todos ficaram mudos. No interior da caixa, jazia apenas uma pequena figura encolhida, coberta totalmente em bandanas. Vestia trapos amarelados compridos, que escondiam sua forma. E ela não se movia.
- Que merda é essa? - Joseph disse, olhando para a "criatura".
- Por acaso será uma múmia? - Tristan perguntou. Yami arqueou uma sobrancelha. Aquilo não o agradava.
- Cutuque para ver se reaje.. - Joseph disse para Tristan.
- Eu não! Pela aparência, se a gente encostar um dedinho, ela desmonta! - Tristan respondeu.
- Deixe-me ver. - Seto disse. Ele era um especialista em criaturas de modo geral, e poderia identificar a criatura.
- E então? É uma múmia? - Marik questionou.
- Não... são bandagens comuns, apenas trapos. Talvez ela esteja inconsciente.. - Seto disse, e cutucou o ombro da criatura com seu cajado.
A criatura então se moveu. Todos ficaram olhando-a, enquanto ela vagarosamente se arrastava para fora da caixa.
- Hey! Você aí! Identifique-se! - Marik disse. A criatura tentou erguer a cabeça, mas estava enfraquecida e logo desmaiou novamente.
- Hunf! Pelo jeito sua encomenda veio com defeito! - Tristan disse.
- Não importa. Levem-na até um dos quartos, e peçam para os elfos cuidarem dela. - Yami disse. Todos o fitaram com incredulidade.
- Vai ficar com isso? - Seto perguntou.
- Por enquanto sim. Agora, obedeçam! - ele disse, e subiu para seus aposentos. Todos que permaneceram se entreolharam.
- Bem, preciso levar isso para a cozinha. - Tristan disse, e saiu carregando um saco.
- É! Eu também! - Joseph disse, e os dois sumiram no corredor escuro.
Marik e Seto se entreolharam. Depois seus olhares se voltaram para a criatura largada no chão.
- Ãnh... bem, eu... preciso ler... coisas... você pode cuidar disso, certo, Seto! - Marik disse, e levantou os olhos para fitar o mago. Que, não estava mais lá.
- ... merda! - Marik grunhiu, ao notar que Seto também havia ido, deixando a ingrata tarefa de cuidar da criatura para ele. Resmugando maldições, Marik aproximou-se do corpo, e o ergueu. Essa foi uma tarefa fácil, já que a criatura era bastante leve. Ele então a levou para o andar superior, e logo achou um quarto menor, porém confortável, e a deitou na cama. Cinco elfos-domésticos foram chamados para cuidar dela, e Marik se retirou para seu próprio quarto.
Sua mente estava um caos. Imagens e mais imagens passavam como flashes, e ela se recordava lentamente do que havia acontecido.
Após ser surrada até desmaiar, Anzu foi envolta em bandagens, e no dia seguinte, foi acordada pela voz odiosa de Lady Valentine.
"Ora, eu havia mandado você descansar! Tsk tsk tsk! Garotinha teimosa!", a mulher disse, e riu logo em seguida. Anzu foi obrigada a caminhar atrás da carruagem, até o Mercado de Escravos que ficava na cidade. Logo, uma velha a comprou por uma quantia pobre, mas Mai não se importou.
Anzu então foi posta numa gaiola, onde recebia comida uma vez por dia, e nenhum tratamento para suas feridas, que agora a incomodavam bastante.
"Os malditos devem ter me quebrado uma costela... ou umas três!", ela pensava, enquanto mastigava um pedaço de pão velho e duro.
Dois dias após ter sido colocada na gaiola de ferro, Anzu foi nocauteada e acordou dentro de uma caixa de madeira. Ela gritou e gritou, e bateu e bateu, mas ninguém abriu a caixa, nem a escutou. Ela então desmaiou novamente devido a fome e ao cansaço e dor.
Ao ouvir vozes, e sentir uma luz clara e forte em seus olhos enfaixados, Anzu tentou pedir ajuda, mas logo capotou novamente.
E agora, após recordar-se de tudo isso, ela novamente abriu os olhos. E após alguns minutos, conseguiu focar a visão. Ela se espantou ao notar onde estava. Era um quarto, muitas vezes maior que o quarto de Lady Valentine, e ela estava deitada em uma cama de lençóis claros, ao lado de sua cama havia uma bandeja, com uma variedade de frutas que Anzu jamais havia visto.
- Será um sonho... - ela disse para si mesma.
- Não ser sonho, senhorita! - uma voz aguda disse. Anzu então se virou rapidamente e viu um elfo-doméstico ao lado de sua cama. Ele tinha uma barba fina e branca, e vestia pequenas roupas de couro.
- Quem..? O quê..? Onde eu...? - Anzu tentou perguntar, estava confusa.
- Muita calma! Senhorita esteve dormindo por dois dias. Deve comer agora, se limpar e depois terá suas perguntas respondidas. - o elfo disse, e indicou a bandeja com frutas.
Anzu suspirou e então pegou uma maçã. Ela começou a pensar. Ela continuava sendo uma escrava, pois estava sendo servida de frutas. Sim, ela raramente comia frutas quando era escrava de Lady Valentine, mas mesmo assim, ela estava ciente de que frutas eram alimento de escravos. No entanto, ela não pode deixar de apreciar com felicidade o sabor fresco e adocicado da maçã.
Após comer mais uma maçã, uma banana e uma fatia de melão, Anzu se levantou da cama com uma certa dificuldade. O elfo ficou o tempo todo a observá-la, e indicou o banheiro para ela, onde uma grande bacia de madeira estava cheia de água quente. Anzu entrou no local e ficou maravilhada com o aroma delicado de flores.
Ela ouviu a porta se fechando atrás de si, e foi tomar o banho. Ela agora estava apenas com algumas bandagens, que cobriam os ferimentos mais profundos, mas que haviam sido tratados também, e agora se cicatrizavam. Após tomar o banho, Anzu se enxugou, e vestiu um traje de cor branca, como um vestido, preso com um fio na cintura. Ela então colocou bandagens novas nos ferimentos do braço e das pernas. Ela viu que tinha um espelho na lateral do espaço, e foi se olhar.
Ela notou que estava bastante magra, e pálida. Ela então se fixou em seus olhos azuis, e as lembranças dos problemas que eles haviam lhe causado retornaram. Anzu então pegou as bandagens novamente e encobriu seu rosto o máximo que pôde.
Ela então abriu a porta e saiu para o quarto. O elfo a olhou com curiosidade, mas nada questionou. Ele então saiu caminhando pelos corredores, Anzu o seguindo, enquanto olhava admirada para tudo que podia.
Eles então chegaram em um local que Anzu deduziu ser a cozinha.
- Sua função designada pelos mestres é a de organizar os ingrediente que serão utilizados para o almoço de hoje. Teremos ensopado de lebre, portanto, lave e descasque alguns legumes, e corte as lebres em cubos. - o elfo disse. Anzu assentiu com a cabeça.
- Mas.. onde é aqui? E qual seu nome? Quem eu sirvo agora? - Anzu perguntou.
- Perguntas serão respondidas mais tarde. Mas eu me chamar Mariutti. - o elfo apenas disse, e foi tratar de seus próprios afazeres.
Anzu passou a manhã cuidando do que lhe fora confiado, e logo seis elfos vestindo branco e com chapéus de chef entraram na cozinha e começaram a preparar a comida. Anzu notou que eles estava colocando uma raiz para temperar, mas que a cor estava estranha. Antes do elfo colocá-la na panela, junto com a carne de lebre, Anzu pegou o pote. O elfo a olhou estranhamente.
- Hey.. isso está com uma cor estranha.. - Anzu disse, abriu o pote e cheirou o conteúdo - Argh! Está estragado! - ela disse.
Os elfos se entreolharam.
- Olha... que tal pôr um pouco disso... e isso também! - Anzu disse, e começou a misturar a comida. Os elfos ficaram a olhá-la. Logo, um aroma suave e saboroso preencheu a cozinha. Os elfos inspiravam com prazer aquele aroma delicioso.
- Impressionante! - um dos elfos disse, enquanto fitava Anzu.
- O que? - ela perguntou.
- Eu achar que humanos eram todos burros demais para saber a diferença entre gostoso e ruim, mas você ser estranha... - ele disse.
- E eu achava que elfos-domésticos eram mais corteses! - Anzu disse e riu, sem se ofender com o comentário.
- Você ser muito estranha, humana... - outro elfo disse.
- Bem... ao invés de me chamarem de "humana", chamem-me pelo meu nome: sou Anzu. - ela disse, e sorriu. Os elfos se entreolharam, surpresos.
- Anzu tem bom gosto para temperos... - um elfo mais jovem disse. Anzu sorriu para ele, e o elfo esbugalhou os grandes olhos. Mesmo por trás das bandagens, ele pode notar os contornos suaves da garota.
- Muito obrigado. Vocês também tem um bom senso de culinária, mas precisam de mais atenção... acho que o que é gostoso para elfos, também é para humanos e outras criaturas, certo! - ela disse, e tornou a misturar a comida.
Logo, o almoço estava pronto, e os elfos foram levando os pratos, talheres e a comida. Anzu observou que os elfos separaram seis conjuntos, e que a sala de jantar era toda escura, iluminada apenas por velas em castiçais.
Ela permaneceu na cozinha, degustando sua própria receita, na companhia de alguns outros elfos.
- Eu juro que se a comida estiver azeda novamente, cabeças de elfos irão rolar! - Bakura disse, mau-humorado como sempre.
- Bem, pois eu acho que o aroma está delicioso... falta provar! - Joseph disse, e colocou uma grande colherada na boca.
- Tenha modos, cão! - Seto disse.
- E aí, Joe? Tá ruim ou tá muito ruim? - Tristan perguntou. Joseph estava em silêncio. Todos na mesa o fitaram.
- Joseph? - Yami o chamou.
- Será que tinha veneno na comida? Porque se tinha, eu faço questão de cumprimentar o cozinheiro! - Marik disse.
- Hey, Joe! A comida tá tão ruim assim? - Tristan perguntou.
- A comida está... DELICIOSA! - Joseph disse, e começou a comer vorazmente a refeição.
- Quê! Deixa eu provar! - Tristan disse, e ele também começou a devorar a comida. Todos então olharam para seus pratos e comeram.
- Minha nossa... - Seto comentou, enquanto se servia de mais. Todos devoraram a refeição em questão de segundos. Os elfos ficaram espantados, pois geralmente eles comiam pouco e vagarosamente.
- Dessa vez a comida tava muito boa! - Joseph disse, afastando a cadeira e relaxando.
- Bem, Marik, a comida não estava envenenada, mas ainda assim você gostaria de cumprimentar o cozinheiro? - Yami perguntou, também satisfeito.
- Com certeza! - Marik disse.
- Digam, quem de vocês preparou a comida dessa vez? - Bakura questionou. Os elfos se entreolharam.
- E então? - Seto perguntou.
- Nenhum de nós, elfos, preparou a refeição, senhores. - um dos elfos respondeu. Todos se entreolharam.
- Então quem foi? - Tristan perguntou.
- A escrava nova, senhor. - Mariutti respondeu.
- A... escrava? Ela finalmente despertou? Pois traga-a aqui! - Yami disse. Mariutti se curvou e foi para a cozinha. Segundos depois, uma figura esguia e de branco entrou na sala de jantar. Todos ficaram a observá-la.
Ela se curvou a eles.
- Hum... vejo que se recuperou. - Yami disse. A garota continuou curvada.
- Então, foi você quem preparou nossa refeição? - Joseph perguntou. Ela balançou a cabeça afirmativamente.
- Você é muda, ou algo do tipo? - Bakura perguntou. Ela balançou a cabeça negativamente.
- Então diga algo! - o meio-vampiro esbravejou. A garota tremeu levemente. Ela lentamente levantou a cabeça e fitou ele diretamente.
- A refeição foi de seu agrado, senhor? - ela perguntou a ele. Bakura arqueou uma sobrancelha.
- É... estava razoável... - Bakura disse, e desviou o olhar.
- Razoável? Tava uma delícia, isso sim! - Joseph disse. A garota olhou para ele, e Joseph a fitou com um certo receio. Ela parecia tão bizarra com a cabeça toda coberta em bandagens brancas, aquele vestido largo e comprido que não tinha uma forma definida piorava a situação. Mas isso mudou quando ele notou que ela... sorriu para ele.
- Fico contente em saber que minha receita o agradou, senhor. - ela disse. Todos a olharam. Ela tinha uma voz que não combinava com a aparência. Era uma voz suave, delicada e agradável. Uma voz feminina.
- Ãh... de nada... - Joseph disse, meio encabulado.
- Bem! Poderia nos dizer seu nome, senhorita...? - Yami disse.
- Me chamo Anzu, senhor. - ela respondeu.
- Anzu... é um belo nome! - Yami disse.
- Para um escrava... - Bakura disse, desdenhosamente.
- Para sua informação, Anzu é o nome de uma antiga Rainha da Fenícia, seu ignorante. - Seto disse.
- Ah! Me desculpe, senhor... - Anzu disse. Seto olhou para ela.
- O que? - ele perguntou.
- Perdão, mas Anzu era Rainha do Egito.. - a garota respondeu. Seto a fitou indignado. Assim como todos na mesa.
- Você está me corrigindo? - Seto disse, ameaçadoramente.
- Bem, senhor... peço desculpas, mas a informação que disse estava errada... Anzu era Rainha do Egito, e foi casada com o Faraó Atemu, ela se casou com ele no período de seca das plantações de milho, quando seu pai, que era um sacerdote a ofereceu como dádiva para que os Deuses abençoassem as plantações, que haviam secado e por causa disso o povo passava muita fome, mas o Faraó Atemu a aceitou como sua esposa, e por causa da bondade do Faraó, os Deuses abençoaram o Egito com uma colheita muito fértil, no entanto... - Anzu estava dizendo, mas parou no momento em que sentiu todos os olhares voltados para ela. - Ah... err... eu... eu.. perdão... - ela disse, e ruborizou profundamente, abaixando a cabeça logo em seguida.
A mesa ficou em silêncio por alguns instantes, sendo quebrado pela risada abafada de Yami.
- Bem, primo! Acho que deve estudar a história Egípcia com mais afinco! - o Vampiro disse, colocando uma das mãos sobre a boca.
- Há! Levou uma lição da escrava! - Marik disse, e riu também.
- Bem feito! - Joseph disse, e ele e Tristan riram juntos.
- Ora, seus... - Seto grunhiu, e logo voltou seu olhar para Anzu, que permanecia com a cabeça abaixada.
- Vai deixar ser humilhado por uma escrava? Ainda por cima uma humana? - Bakura disse, provocando. Os olhos de Seto queimaram em fúria, e ele afastou a cadeira bruscamente, levantando e saindo da sala a passos firmes.
Anzu olhou para ele, seguindo-o com o olhar. "Estúpida! Anzu, sua grande burra! Devia ter aprendido a ficar com a boca fechada!", ela pensou, enquanto se estapeava mentalmente.
- Relaxe. O Seto só ficou envergonhado, ninguém nunca tinha corrigido ele antes! - Joseph disse, olhando para ela. Anzu fitou os olhos castanhos do jovem lobisomen, e sentiu-se enrubescer.
- Bem, senhorita Anzu, vamos para a grande Sala. Lá poderemos terminar nossa conversa. - Yami disse, e todos se levantaram. Anzu estava se preparando para seguí-los, quando um flash brilhou, e ela fechou os olhos. Quando ela os abriu, estava em outro ambiente.
O local era igualmente escuro, com muitos candelabros e castiçais, além de uma grande lareira. Poltronas rodeavam-na, e ela se sentiu deslocada. Todos estavam sentados, olhando-a.
- O que... o que foi que... ? - ela perguntou, confusa.
- Teleporte. Coisas do Yami. - Tristan disse.
- Tele.. porte? - ela repetiu, sem acreditar.
- Uma das inúmeras vantagens de ser um Vampiro. - Yami disse, sorrindo.
- Vam.. piro? - ela repetiu, ainda sem acreditar.
- Você é autista, por acaso? - Bakura perguntou agressivamente.
- Au.. tista? - ela disse. Bakura a olhou com raiva. - Desculpe. Essa última foi de sacanagem mesmo.. - ela disse, e riu levemente. Bakura piscou e a fitou com surpresa.
- Bem, bem! Pelo que parece, minha compra foi muito bem sucedida! - Yami disse.
- É... nada mau, por enquanto. Mas, porque você veio pra cá naquele estado? Te cataram em algum buraco, é! - Marik perguntou.
- Ah... bem, na verdade... eu era escrava de outra pessoa, e antes dela me vender, ela... bem... me puniu... - Anzu disse, e tremeu ao se lembrar de sua antiga dona.
- Te puniu? Por quê? - Joseph perguntou. Anzu abaixou a cabeça.
- Por ter chamado mais atenção que ela... - Anzu disse.
- Chamado mais atenção? O que você fez? - Tristan perguntou.
- Nada! Eu apenas estava lá! Ele me viu, e começou a me elogiar... - Anzu disse.
- Te elogiar? Tipo o que! "Oh, que bela faixa branca você tem na sua cabeça?" - Bakura zombou.
- Pra sua informação, eu estava sem bandanas na hora! - Anzu disse. Yami sorriu levemente, pois ela havia soado exatamente como Seto.
- Isso também estava me intrigando... porque você se cobre tanto? - Joseph perguntou.
- Minha aparência me traz problemas e apenas problemas. É algo que deve ser oculto. - Anzu respondeu com sinceridade. Todos se entreolharam.
- Deixe-me vê-la. - Yami disse. Anzu se virou para ele.
- Mas.. senhor, eu... - ela tentou negar, mas ele era o Mestre e ela a escrava.
- Anzu, são ordens. Mostre seu rosto. - Yami disse firmemente.
Anzu cerrou os punhos e respirou pesadamente. Ela então desamarrou o nó, e começou a lentamente desenrolar as faixas, que iam caindo aos seus pés. Todos estavam ansioso para ver o rosto dela. Segundos depois, a cabeça de Anzu estava descoberta, revelando seus cabelos castanhos curtos. Ela cobriu o rosto com as mãos.
- Anzu... - Yami disse. Ela balançou a cabeça.
- Deixe-me vê-la. - Yami sussurrou, colocando uma mão no ombro da garota e fitando-a atentamente.
Lentamente, Anzu retirou as mãos. Os olhos de Yami se abriram em espanto, e sua voz falhou assim que um par de orbes da cor do céu se revelaram para ele.
Os quatro rapazes, estavam sentados nas poltronas, e não conseguiam ver nada, pois Yami tapava-lhes a visão.
- Yami? - Marik chamou.
- Uma jóia... - Yami disse, sua voz rouca. Os outros o olharam com curiosidade.
- Temos uma verdadeira jóia... - o Vampiro disse e desapareceu, e junto com ele, Anzu.
- Hey! Cadê eles? - Joseph disse, se levantando da poltrona e caminhando até o meio da Sala.
- Ah! Eu tava morrendo de curiosidade! - Tristan disse.
- Hunf! Deve ser mais um dos joguinhos do Yami... - Bakura disse.
- Vamos procurá-los? - Joseph perguntou.
- O que! Procurar eles nessa Mansão com mais de cinquenta quartos? Há! Eu te desejo boa sorte, amigo! - Tristan disse.
- É.. melhor esperar aqui mesmo... - Joseph concordou.
Continua...
N/A: Eu achei que tinha postado esse episódio semana passada... mas, parece que acontceu algum engano, e a fic não foi para o ar!
Que coisa...
Segunda-feira eu fui, pronta para postar o terceiro episódio, mas vi que faltava o segundo... Oo
Então, hoje estou postando o episódio dois!
Espero que gostem!
Reviews ou flames, mandem!
