Paixão incorrigível
Como Harry se apaixonou por um homem que supostamente deveria detestar? Um sonserino sombrio, sem coração, que não é dos mais bonitos nem em personalidade, nem em aparência? Mesmo ele não sabe, mas se apaixonou. Harry/Marcus Flint
1.)
I'm coming out of my cage
(Estou saindo de minha gaiola)
And I've been doing just fine
(E estava me dando bem)
Gotta gotta be down
(Devo, devo estar caindo)
Because I want it all
(Porque quero tudo isso)
It started out with a kiss
(Começou com um beijo)
How did it end up like this?
(Como terminou desse jeito?)
XxX
Um grito errático saiu de seus lábios inchados e seu corpo pegou fogo. Seu cabelo negro e suado caía contra seus ombros e seus olhos esmeralda brilhavam em pura e inalterada luxúria. Sua pele pálida avermelhou-se e seu corpo delgado estava coberto por um musculoso garoto de dezoito anos.
Ele, Harry Potter, tinha apenas catorze anos. Porém quem realmente se importaria com isso quando se estava em um maldito e perigoso torneio? Além do mais, o garoto em cima dele não era alguém esperado na rede de relacionamentos do grifinório.
E honestamente, aquilo era um completo acidente. O outro não era um garoto que chamava a atenção, mas seu corpo era firme e ele era bem dotado. Harry era virgem até mais ou menos uma hora atrás e agora estava deitado entre suor e esperma. O outro tinha olhos negros e misteriosos, olhos enganadores ao extremo.
Harry também não achava que havia muita personalidade ali. O garoto era sombrio, frio e a única vez em que os dois se encontraram cara a cara foi no Campo de Quadribol. Seu cabelo negro era menor do que o de Harry, mas o topo caía sobre os seus olhos. A face não era linda, nem mesmo bonita. Ele era alguém a ser considerado feio ou apenas sinistro.
Harry não se importava. Estava deitado embaixo dele, respirando fundo e tentando rever os acontecimentos das últimas horas. Naquele momento o menino estava dormente, mas sabia que pagaria por aquilo no dia seguinte.
Ele fez uma leve careta ao perceber que estava deitado em cima de uma capa, no chão frio de pedra de uma sala de aula abandonada. 'Que ótimo jeito de perder a virgindade!' o menino pensou ao fechar os olhos. Harry conseguia sentir o hálito quente do outro garoto em sua orelha, conseguia até mesmo sentir os lábios dele passando pelo mesmo local, como se ele também tentasse compreender o que havia acontecido.
Não havia amor entre eles. Nunca houvera. Eles nem mesmo se conheciam, porém já eram instantâneos rivais devido à situação das casas de Hogwarts.
Harry gemeu baixinho e recebeu uma risadinha em troca, um tom sombrio, como whisky sóbrio, se é que existia tal coisa.
Seu estranho amante foi atrás de sua varinha e retirou seu corpo muscular de cima do corpo delgado de Harry.
O moreno de olhos esmeralda, sentiu mais do que viu, o outro passando os olhos por seu corpo e então lamber os lábios.
"Perfeito."
Harry abriu um olho e encarou a face do odiado sonserino. Ele sentiu feitiços o limpando e o refrescando. O esperma que saía de dentro dele e passava por suas costas desapareceu também. Quando sentou sentiu uma dor desconfortável. Harry vestiu-se silenciosamente, tentando não hesitar a cada movimento.
O silêncio era relativamente estranho. O menino puxou seu cabelo para fora de sua camiseta de manga comprida nova. Remus e Bill haviam meio que jogado fora todas as roupas de segunda mão dos Dursleys, no verão anterior, e arrumaram seu guarda-roupa com roupas trouxas e bruxas.
"Boa sorte amanhã." Marcus Flint murmurou, enquanto colocava suas calças.
"Hm."
"Alguma idéia sobre o que você estará enfrentando?" Ele perguntou casualmente.
Harry assentiu. "Dragões." O menino colocou as calças do pijama e lutou contra um choramingo.
Marcus parou quando estava colocando sua camiseta verde e olhou para o outro. "É sério?"
"É. Quatro deles. Um para cada um de nós."
O sonserino ficou quieto após isso e Harry não entendeu o porquê. Ele então levantou, com dificuldade, de cima da capa que havia no chão. Suas costas doíam e sua espinha parecia ter sido pisoteada.
Marcus entregou sua varinha e também se levantou. Harry teve que olhar para cima para encará-lo. O sonserino tinha 1.88, enquanto ele estava quase com 1.60. Sem mencionar a massa muscular dele... Até onde o menino viu naquela noite, não havia nada de gordura no corpo do outro.
"Bem, boa noite, Marcus." Harry disse baixo, antes de sair, silenciosamente, em direção ao corredor. Seus olhos se arregalaram quando percebeu o que havia feito.
Por que fizera aquilo? Harry correu pelo enorme castelo que já conhecia tão bem, ficando nas sombras. Ele pegou dois atalhos e se escondeu atrás de uma armadura quando Madame Norris apareceu.
Dez minutos depois, estava na Torre da Grifinória. Seus olhos se arregalaram ao perceber o que fizera. Um: perdera sua virgindade. Dois: a perdera com Marcus Flint e três: (…) Harry não fazia a mínima idéia do porquê.
Ele colocou as mãos no rosto. Se isso não fosse ruim o suficiente, tinha certeza de que no dia seguinte as notícias já estariam por aí.
Sonserino fode o Menino-que-Sobreviveu.
Skeeter adoraria conseguir essa. A primeira coisa que fez ao chegar no dormitório foi tomar um banho. Ele não se importava com os feitiços que Marcus usou para limpá-lo. Precisava de uma ducha!
Na manhã seguinte, Harry continuou no dormitório o máximo que pôde. Seu traseiro doía, estava machucado. Nunca teve ninguém para comparar, mas Marcus Flint era enorme. Ele havia visto apenas alguns caras no chuveiro, mas nunca os havia visto com uma ereção e mesmo assim não imaginava que nenhum deles seria maior do que Marcus.
Ele fez uma careta e sentou na cama, olhando para frente. Para sorte dele, todos acreditariam que era apenas nervos. Seus cabelos caíam pelos seus ombros, perfeitamente penteados, e a palidez de suas bochechas parecia aumentar a cada segundo.
Harry pulou o café da manhã completamente, estava se sentindo meio doente e não devido ao dragão que enfrentaria naquela tarde.
Quando apareceu no Saguão de Entrada, olhou furtivamente a sua volta, imaginando quando as pessoas começariam a murmurar coisas sobre a sua 'promiscuidade'. Na verdade esperava por isso e já estava preparado para revidar. O menino imaginava Hermione correndo em sua direção e lhe virando um tapa na cara e Ron lhe chamando de coisas piores do que promíscuo, por causa da situação entre os dois.
Harry esperava muitas coisas, mas não esperava Hermione vir correndo e gritando sobre o fato de ele não ter comido. Ela estava tão agitada que o Salão Principal inteiro escutou, incluindo todos os sonserinos.
"HARRY JAMES POTTER, COMO VOCÊ SE ATREVE A NÃO COMER ANTES DE ENFRENTAR ISSO? EU VOU CHUTAR O SEU TRASEIRO!"
'Oh, por favor, não!' pensou Harry. Seu traseiro estava dolorido.
"Hum, desculpe?" Ele disse baixinho.
Os olhos castanhos dela ficaram mais calmos e a garota pulou em seus braços.
Ele riu hesitante, ela era mais alta. Harry a abraçou de volta. "Está tudo certo, Hermione. Nós sabemos o que estamos fazendo." Ele sussurrou consolando-a.
"Não me interessa se você está atrasado! Você vai comer!" Ela agarrou sua mão, o levou até o Salão e então encheu seu prato de comida. Harry quase gritou ao sentar no banco de madeira.
"Ow." Ele murmurou e suspirou ao ver Hermione passar manteiga em sua torrada. O garoto podia ver as linhas de preocupação em sua face. "Mione?"
"Sim, Harry?" Ela lhe entregou a torrada, que o moreno aceitou.
"Você... não escutou nenhum rumor, escutou?"
Ela pausou por um momento e então lambeu a geléia de seus dedos. "Hmm, não, nenhum que eu deveria me preocupar. Por quê?"
Ele franziu a testa e mordeu fraquinho a sua torrada. O moreno queria olhar a mesa da Sonserina, mas estava incerto. "Me faz um favor?" Ele perguntou por trás da torrada.
"Claro, Harry. Qualquer coisa!" Ela disse, afastando o cabelo dele de seu rosto.
"Olhe para a mesa da Sonserina e me diga se há alguém encarando? Tente ser discreta."
Ela não entendeu, mas assentiu e fez o que foi pedido com perfeição. "Bem... Draco Malfoy está te fuzilando... e, hum... Flint está te encarando."
Harry parou de comer. "Sério?"
"Tipo, realmente encarando…"
Ele não contou? Harry estava espantado. Podia jurar que um sonserino adoraria espalhar essa novidade. O moreno estava quase certo de que o garoto ficaria se gabando de ter tirado sua virgindade.
Harry terminou de comer sua torrada e Hermione lhe entregou o suco de laranja. "Por que ele está encarando?"
"Coisas aconteceram." Sussurrou baixo. "Eu realmente não sei como…"
Os olhos da garota se arregalaram. "O que?" Ela pressionou. O moreno olhou para ela e assentiu imediatamente. Ela arfou e percebeu o que ele estava dizendo. "Oh, meu..."
"Não pergunte por quê ou como… Eu realmente não sei."
"Ande comigo." Ela disse e pegou duas torradas e um cálice de suco.
"Boa sorte, Potter."
Harry parou e olhou para Marcus Flint, que estava ao lado de Adrian Pucey e Hugh Montague. "Certo..." Ele não conseguia dizer obrigado. As pessoas fariam perguntas. O moreno saiu do local com Hermione ao seu lado.
"Estranho." Hermione disse.
"Eu sei."
"Então – o que aconteceu?"
"Acho que eu estava meio em pânico. Saí para dar uma volta e voltei com muito mais do que isso."
"Hm." A garota entrelaçou seu braço no dele. "Bem, você tem apenas catorze anos. Deveria conseguir experiência antes de arranjar alguém seriamente."
Ele ficou supreso e a olhou. "Você não está... enojada? Espantada?"
"Não." Ela balançou a cabeça. "Eu conheço você. Não conheço ele, Merlin, não. Mas conheço você, Harry. Apenas agarre o que a vida te dá. Você se esforçou tanto." Hermione disse calmamente. "Você merece um tempo longe do mundo, longe da moralidade das pessoas. Você merece deixar as coisas fluírem. Você acima de todas as pessoas, merece."
"Sr. Potter!" McGonagall correu até ele. "Aí está você. Precisamos nos apressar, os Campeões já estão todos na tenda."
Harry lamentou interiormente e olhou para a amiga, sentindo-se meio doente. "Vai lá, Harry. Nós falaremos sobre isso depois." A morena beijou sua bochecha e foi embora, enquanto a Professora McGonagall lhes oferecia um raro sorriso.
Todos os observavam, enquanto saíam do castelo. Ele passou por Marcus novamente e os olhos negros dele caíram sobre sua forma. Eles se encontraram, verde com negro, antes que Harry desaparecesse com a Vice Diretora. O garoto usava calças cor de vinho e um sweater vermelho e dourado, com seu nome nas costas. Seu cabelo estava preso na base do pescoço, com algumas mechas caindo em cima de seu olhos, que já não precisavam de óculos.
"Agora, não entre em pânico!"
"Tarde demais."
Os outros já estavam na tenda quando Harry chegou. Ele entrou ali sem jeito. A professora McGonagall lhe deu uma longa observada e então se abaixou e sussurrou: "Boa sorte, Harry." A mulher se virou e saiu, deixando o adolescente chocado.
Cedric andava de um lado para o outro, Viktor olhava para o chão e Fleur estava sentada em uma das caminhas. Era um clima tenso e quieto.
Harry ficou em um canto, encostado ali com os braços cruzados. Nesse momento a cortina foi aberta, revelando uma figura muscular. O adolescente estava em seu canto, portanto nem viu o que acontecia ali.
"O que você quer, Flint?" Cedric desdenhou, deixando Harry boquiaberto e fazendo-o puxar as cortinas.
O grande sonserino parou quando encarou Harry. Demorou segundos para que ele se aproximasse. O moreno ficou com as costas pressionadas contra a parede e Marcus colocou suas mãos de cada lado dele.
Os Campeões estavam impressionados, mas nenhum deles mais do que Cedric. "O que pensa que está fazendo com ele?"
"Cala a sua maldita boca, bonitinho." O sonserino vociferou violentamente.
"Marcus," Harry repreendeu. "Não seja malvado."
"Eu sou malvado." Ele disse displicentemente.
"Bem, não seja ao menos uma vez." O menino murmurou.
"Me dê um beijo e eu serei bonzinho."
Harry arfou e depois sorriu de leve. "Ok." Aceitou e ficou na ponta dos pés, enquanto Marcus abaixou a cabeça e o beijou vagarosamente, espantando ainda mais os outros.
Por um momento, Harry esqueceu de todos na tenda. Um fogo passou pelo seu corpo e seus braços foram até o pescoço de Marcus. Ele o beijou mais forte e profundamente até que o adolescente mais velho lhe roubou o controle.
Uma de suas largas mãos foram parar no fim das costas de Harry e pressionou o suficiente para ficarem corpo a corpo, quase moldados um ao outro.
O beijo parou devagar, indo de profundo para calmo até parar no selinho. "Boa sorte."
"Peça desculpas!" Harry sibilou baixo.
Marcus sorriu de lado. "Coisas que faço por você." Ele zombou e olhou por cima dos ombros para o estupefato Lufa Lufa. "Desculpa." Ele disse sem se importar.
Quando o sonserino saiu, Harry ficou ali parado e sacudiu a cabeça.
"O que foi isso?" Cedric perguntou horrorizado.
"Hum…" O menino estava se sentindo um pouco fraco, tentando se entender. "Não sei?" Harry perguntou baixo.
Franzindo a testa, Cedric cruzou os braços. "Ele te machucou?"
"Não." O moreno sacudiu a cabeça. "Apenas inesperado."
"Você sabe que aquele era Marcus Flint, certo?"
Harry fez careta. "Eu não sou o loiro aqui."
Viktor riu em seu canto e Fleur olhou de cara feia, enquanto Cedric piscou surpreso.
"Sonserino... Harry... mais cruel do que Malfoy jamais será."
"Eu... sei?" O menino sentou com tudo na cama e gritou quando uma onda de dor perpassou por sua coluna. "Não peça pra eu explicar!"
"Você está sob o efeito de uma poção do amor?"
Harry fez careta de novo ao ouvir a acusação. "Não. Se estivesse, você acha que o repreenderia por ter sido malvado com você?"
Cedric corou ao lembrar disso. "Certo..."
O Diretor e Bagman entraram naquele instante e acabaram com todas as formas de conversa.
O loiro lhe lançou um olhar. "Devo manter isso em silêncio?'
Harry deu de ombros. "Você que sabe sobre o que fala."
"Você prefere que isso fique em silêncio?"
"Sim, preferiria desse jeito." Ele murmurou. "Odeio minha vida escrita no jornal."
Viktor e Fleur trocaram olhares um com o outro, sem realmente entender o que os dois conversavam, mas assentiram simultaneamente. O Búlgaro entendia mais do que qualquer outro o que era ter a vida escrita nos jornais.
Harry estava quase catatônico ao sentar na cama e colocar as mãos sobre as orelhas e então nos joelhos para se impedir de hiperventilar. Ele se sentia doente e suas mãos não abafavam os urros.
Uma mão tocou o topo de sua cabeça, era uma mão grande. A mesma que desceu para as suas bochechas. Era grossa e com calos, nem um pouco gentil. Dedos grossos ficaram em baixo de seu queixo e levantaram seu rosto.
Harry encarou Marcus, que fez o mesmo. Chamaram seu nome e o adolescente pulou, seus olhos arregalados em horror.
Ele entregou a pequena criatura para Marcus e saiu de lá mecanicamente.
Vinte minutos depois, os pés de Harry encontraram solo. Segurando o ovo firmemente, ele praticamente tombou de sua vassoura em direção à grama fresca. O menino fechou os olhos e ignorou os urros da arquibancada e os bruxos que se aproximavam para acalmar o Rabo-Córneo.
"HARRY!" Hermione esganiçou caindo ao seu lado.
O menino abriu um olho e viu sua amiga de cabelos armados agarrada a ele. "Apenas choque..."
Os minutos seguintes foram um borrão. Ron se desculpou, mas Harry ainda se sentia mal por causa do jeito que o amigo agiu. O adolescente não conseguia se impedir de pensar onde 'ele' estava e escaneou a multidão, ignorando Fred e George que o colocaram nos ombros. Harry então encontrou os olhos negros no mesmo canto em que se escondera antes. Marcus parecia muito mais imponente ali do que ele.
A pontuação do moreno foi quase perfeita. Ele tinha empatado com Viktor. Cedric vinha em segundo e depois Fleur.
Harry estava exausto e saiu dos ombros dos gêmeos, ainda segurando o ovo, vendo Hermione ao lado de um Ron envergonhado. O menino não pôde impedir e olhou acima dos dois, na direção de Marcus.
Hermione arqueou uma sobrancelha e Harry inclinou a cabeça, tentando mostrar que 'ele' estava ali. Ela então se moveu e enquanto abraçava o amigo viu 'o' pessoa no canto.
"Ron! Vamos!" Ela comandou, pegando-o pelo braço.
"O que? Aonde? Harry você não vem?"
"Em um minuto." Disse o moreno, mexendo no ovo.
Hermione arrastou um Ron confuso para fora da tenda. Quando eles foram embora, Marcus saiu das sombras e veio em direção a Harry, fuzilando-o com o olhar.
"Dragões." Ele sibilou.
"Sim." O menino segurou ainda mais o ovo.
A tenda estava deserta, deixando os dois a sós. "Você voou."
"Voei. É a única coisa na qual sou bom."
Marcus fez uma cara feia e lançou seus lábios contra os do outro. Ele agarrou os cabelos do mais novo e forçou sua língua na garganta dele. Uma das mãos de Harry segurava o ovo, enquanto a outra entrou nas vestes negras de seu parceiro, apertando o peitoral definido. O menino ficou completamente sem ar e choramingou em uma mistura de dor e erotismo, quando a outra mão de Marcus tocou sua bunda e apertou.
Harry não sabia o que estava acontecendo ou por que estava acontecendo, mas essa sede era meio assustadora. Quente e excitante? Sim, mas assustadora. Ele estava fazendo coisas que nunca imaginara.
I'm coming out of my cage
(Estou saindo de minha gaiola)
And I've been doing just fine
(E estava me dando bem)
Gotta gotta be down
(Devo, devo estar caindo)
Because I want it all
(Porque quero tudo isso)
It started out with a kiss
(Começou com um beijo)
How did it end up like this?
(Como terminou desse jeito?)
Mr Brightside - The Killers
xXx
N/T: Primeiro de tudo um super Obrigada ao Marco, que betou esse capítulo!
Segundo... Espero que tenham gostado! Até o próximo.
Beijos Brielle
