Ousada Conquista
Capítulo 2 – Que Comece a Guerra!
Segunda-feira
"O amor se parece muito com a guerra. Este livro será seu guia para uma estratégia vencedora. Comece por abalar o equilíbrio e a tranqüilidade dele. Faça algo inesperado." Fisgue seu Homem
- Publicidade e Marketing, Ginevra Weasley. – disse automaticamente ao atender o telefone.
- Bom dia, Gina. – ouvi a voz sexy de Harry do outro lado da linha.
- Bom dia, Harry. – respondi no meu melhor tom profissional, tentando disfarçar a satisfação de ouvir a voz dele logo pela manhã. – O que posso fazer por você?
- Não fale assim, Gin. – repreendeu. – Faz parecer que eu só te procuro para pedir favores.
Eu sorri.
- Oh, me desculpe. Vai dizer que ligou só para ouvir a minha voz?
- E existe uma maneira melhor de começar o dia? – disse num tom divertido.
Eu reprimi um suspiro. Por mais que eu quisesse sabia que não era verdade.
- E então, não vai me dizer por que ligou?
- Sexta é aniversário de Molly.
Abafei um gemido. Como eu pude esquecer o aniversário da minha própria mãe?
- Eu sei. – disfarcei, apesar de perceber que ele estava rindo, provavelmente por adivinhar que eu havia esquecido. – E daí...?
- Achei que você poderia me ajudar a escolher o presente.
- Claro. – Levei a mão à testa. Com tantas coisas para resolver, como arrumaria tempo para ir fazer compras com ele?
- A propósito, Mione ficou responsável pela decoração da festa e estava querendo falar com você.
- Festa?! Que festa?
- Da sua mãe, Gin. – explicou pacientemente. - Seus irmãos resolveram fazer uma festa surpresa.
Por que eu tinha a impressão de que era a última a saber? T.T
- O QUÊ?! VOCÊS ESTÃO ORGANIZANDO UMA FESTA SURPRESA PARA MINHA MÃE E NÃO ME FALAM NADA? - Luna e Simas, que ocupavam a mesma sala que eu, me olharam espantados. Eu girei a cadeira ficando de frente para a parede e de costas para eles. Me forcei a baixar a voz. – Eu tinha o direito de saber!
- Estou te falando, não é? – Ele riu e depois completou, sério: – Além disso, todos sabem o quanto você está atarefada essa semana. Mione só precisa que você lhe dê algumas dicas sobre as preferências de Molly. Tenho certeza que isso não vai tomar muito do seu tempo.
- Não estou preocupada com o meu tempo, Potter! Só acho que tenho direito de fazer parte dos planos!
- Ow, não precisa ficar zangada, ruivinha! Eles não pretendiam te deixar de fora, só não queriam te sobrecarregar.
Respirei fundo. Eu sabia que eles não haviam feito por mal, mas com toda a pressão do trabalho eu andava estressada. A partir de quinta-feira participaríamos de uma feira de exposição comercial, onde a Corporação Black lançaria uma nova pasta dental antibacteriana, Fresh All Day. E eu estava encarregada da organização, o que não era nada fácil.
- Desculpe, Harry, eu...
- Não precisa se desculpar, Gin. Eu sei que está nervosa por causa da exposição.
- É, tenho medo de que alguma coisa dê errado. Se eu me sair bem dessa, talvez eu consiga a promoção que tanto quero, mas se não...
- Pare de se preocupar e concentre-se em fazer as coisas funcionarem. – Ao mesmo tempo que sua voz soara firme, era também confortadora. – Lembre-se que estamos juntos nessa.
- Farei o possível.
- Podemos comprar o presente da sua mãe na hora do almoço?
- Tudo bem.
Próximo à hora combinada, fui até o banheiro disposta a dar um jeito na minha aparência. Passei um pouco de rimel e batom e soltei meus longos cabelos ruivos. Eu usava um tailleur rosa-claro com uma blusa branca por baixo. Retirei o casaquinho, ficando só com a blusa decotada e a saia que modelava meus quadris e terminava quase um palmo acima do joelho.
Encontrei Harry no átrio me esperando. Ele estava lindo como sempre, de roupa social e o cabelo levemente desalinhado. Os óculos lhe davam um ar intelectual que o deixava ainda mais charmoso. Quando me viu, me olhou fixamente, com a boca ligeiramente aberta.
- Você está... diferente. – disse num sussurro quando o alcancei. Sorri internamente. Um ponto para mim!
- Isso é bom ou ruim? – perguntei divertida, erguendo uma sobrancelha. Os olhos dele desceram do meu rosto, passando pelo decote e se fixando por alguns segundos nas minhas pernas. Ele estava acostumado a me ver em casa usando roupas largas e confortáveis ou com terninhos bem-comportados no trabalho. Não pude evitar que um leve rubor tingisse meu rosto.
- É... estranho. – ele murmurou tão baixo que eu quase não pude ouvir. Em seguida sacudiu a cabeça, como que para espantar pensamentos indesejáveis. Colocando uma mão nas minhas costas, me guiou para a porta que levava ao estacionamento.
- O que quis dizer com estranho? – Agora eu estava confusa. Será que não tinha gostado da minha aparência? Mas eu jurava ter visto um brilho de apreciação naqueles encantadores olhos verdes! "Talvez tenha sido somente um reflexo na lente dos óculos."
- Nada, esquece.
Andamos até o carro dele em silêncio. Dois rapazes passaram por nós e um deles ficou me encarando com um sorriso sedutor e deu um leve aceno. Isso não passou despercebido ao Harry, que lançou a ele um olhar ameaçador. "Não se empolgue, queridinha! É exatamente assim que o Rony reagiria numa situação dessa! Atitude típica de irmão mais velho!"
- Tem certeza que essa sua roupa é apropriada para vir trabalhar? – ele perguntou quando entramos no carro.
- O que tem de errado com a minha roupa? – Cruzei os braços e franzi a testa, contendo um sorriso. Eu sabia que não tinha nada de errado com a roupa, o problema era que pela primeira vez ele estava me vendo como mulher. E parecia confuso com isso.
Ele me deu uma longa olhada e deixou escapar um sorriso antes de responder.
- Absolutamente nada. – E deu partida no carro. O silêncio se estendeu por alguns minutos até que Harry o rompeu. - Pensei em irmos ao shopping e comermos numa lanchonete fast-food. O que acha?
- Por mim, está ótimo.
Após lancharmos saímos caminhando pelo shopping observando as vitrines.
- Tivemos um pequeno problema com os panfletos. – comentei. Por ser o manda-chuva do setor de vendas, Harry participaria diretamente do lançamento.
- O quê? – ele ficou preocupado.
- Calma, já está resolvido. – tranqüilizei. – A gráfica nos mandou a primeira centena de amostra, mas o nome da pasta estava errado. Falei com eles, e o gerente garantiu que estará tudo corrigido e pronto até quarta de manhã.
- Ótimo.
- Olhe aquela roupa! – apontei um elegante conjunto que estava no manequim de uma das lojas. Harry soltou um pequeno gemido.
- Não estamos aqui para você fazer compras, Gin.
- E quem disse que é para mim? – me pus a andar em direção a loja, animada. – Se vai haver uma festa, então mamãe precisa estar vestida à altura.
Entramos na loja e uma simpática senhora veio nos atender.
- Pois não?
- Eu gostaria de dar uma olhada naquele conjunto azul que está na vitrine.
- Excelente escolha. É para você?
- Não, é para a mãe dela. Presente de aniversário. – Harry apressou-se em responder, como se temesse que eu resolvesse comprar para mim. O sorriso da mulher se alargou enquanto ia pegar a roupa.
Harry andou até o outro balcão onde estavam expostas várias jóias. Eu aproveitei a distração de Harry, para dar uma olhada nos vestidos que estavam pendurados.
- Onde vai ser a festa? – perguntei distraída, pegando um vestido verde tomara-que-caia. Já que estava ali, que mal havia em aproveitar e comprar algo para mim?
- No salão do Hamilton's.
Olhei para ele de queixo caído. O Hamilton's era um dos restaurantes mais elegantes e exclusivos da cidade.
- Como conseguiu?
- Eu tenho meus contatos. – ele sorriu, convencido.
Coloquei o vestido de volta no lugar e andei até o balcão. Examinei as roupas e acabei me decidindo pela conjunto azul que tinha visto primeiro.
- Não gostou do vestido? – Harry perguntou.
- Que vestido? – franzi a testa, confusa.
- Aquele verde que você estava olhando. Por que não experimenta? Acho que ia ficar lindo em você. – ele disse num tom profundo, fazendo com que um arrepio me percorresse.
- Ahn, certo. – foi só o que consegui dizer antes de me virar, pegar o vestido e me dirigir ao provador.
O vestido ficou perfeito. Saí da cabine satisfeita. Me deparei com a vendedora colocando duas caixas aveludadas num saco de papel com o nome da loja e o entregando ao Harry. Fiquei intrigada, possivelmente ele havia comprado uma jóia para minha mãe, mas e a outra? Será que era para a Cho? E se ele tivesse se decidido a aceitar a chantagem dela e tivesse comprado um anel de noivado?
- E então?
A voz dele me tirou dos devaneios e me trouxe de volta para a realidade. Só então eu me dei conta que estava pateticamente parada a alguns passos do provador com o vestido na mão. Sacudi a cabeça para espantar os pensamentos e avancei até onde ele estava, entregando o vestido para a senhora.
- Ficou ótimo. – Olhei para o pacote na mão dele e ensaiei um sorriso. – Já escolheu seu presente?
- Sim, é um par desses pentinhos de prender o cabelo com safiras.
- Safiras?! Uau! – exclamei de olhos arregalados.
- Sua mãe tem sorte de ter um genro como ele. – opinou a vendedora, piscando um olho pra mim. Antes que eu pudesse corrigi-la, Harry disse:
- Eu que tenho sorte! Ela é como se fosse uma mãe para mim.
Sorri para ele, paguei o vestido e o presente e saímos da loja. Novamente me veio à mente a imagem da segunda caixinha de jóia.
- Harry? – chamei, meio incerta. Quando ele me olhou, perguntei: – Já decidiu o que vai fazer em relação a Cho?
- Estou esperando que você me ajude.
- Você gosta muito dela, não é? – Não sei o que me levou a fazer essa pergunta, já que a resposta era óbvia, mas não pude evitar. Afinal, não dizem que a esperança é a última que morre?
- Gosto sim. Se não gostasse não teria ficado todo esse tempo com ela.
Ok, a pobre coitada da minha esperança não a mínima sorte, né? Engoli a decepção que parecia ter ficado entalada na minha garganta.
- Se gosta tanto assim dela, então por que toda essa indecisão? Diz logo sim e pronto!
Ele parou de andar e me fitou, parecendo meio atordoado. Demorou alguns segundos para falar.
- Casamento é um grande passo, não acha? – eu assenti. Ele voltou a andar e eu o acompanhei. – Não sei se estou pronto para isso.
Talvez nem tudo estivesse perdido...
- Não tenho idéia de como eu poderia te ajudar. – dei um suspiro desanimado.
- Por que não faz uma lista com as vantagens do casamento?
Eu sabia que ele não estava falando sério, mas aquilo me deixou furiosa.
"O que quer, seu idiota? Que eu te empurre de uma vez pros braços daquela sua namoradinha 'Cho'rona? Tá achando que eu sou masoquista, é?"
Apressei os passos, passando a frente dele. A essa altura já estávamos no estacionamento do shopping. Ele avançou e me segurou pelo braço, fazendo com que eu me voltasse.
- Ei! O que houve?
Eu ergui os olhos e me deparei com aquelas maravilhosas íris verdes me fitando intensamente. No mesmo instante a frustração desapareceu da minha mente. Assim como tudo o mais. Os lábios dele, que estavam a apenas alguns centímetros a minha frente, eram tão tentadores que eu quase não resisti ao impulso de beijá-lo.
"Calma, Gina. Controle-se!" Falou a minha bendita consciência! Nota mental: Mandar minha consciência de férias para o Alasca com passagem só de ida! ¬¬
Pestanejando, forcei minha mente a voltar a funcionar. Não foi muito fácil ter que lembrar de tudo tão rápido: quem eu era... onde eu estava... o que deveria fazer a seguir... o que não poderia fazer de jeito nenhum naquele momento, embora fosse o que eu mais desejasse na vida... Ah, sim ele tinha me perguntado o que houve.
- Na... nada. – gaguejei.
Ele apertou os olhos e por um mísero instante eu tive a impressão de que ele ia fazer exatamente o que eu me neguei há alguns segundos, mas ao invés disso o filho-de-uma-égua (Mil perdões, Lily!) sacudiu a cabeça e se afastou bruscamente.
Todo o caminho de volta à corporação foi acompanhado por um silêncio mortal. Era quase como se eu não estivesse ali.
- Qual o problema? – eu o interceptei, pouco antes de atravessarmos a porta da empresa.
- Problema? Não há problema nenhum! – Com as mãos nos bolsos, ele olhava por sobre meu ombro.
Cruzei os braços, irritada.
- Então porque não está falando comigo?
- Mas eu to falando com você! – protestou.
Ai, meu anjinho-protetor-das-ruivinhas-indefesas, dá-me santa paciência!
- Não estava há um minuto atrás!
Já estávamos chamando a atenção das pessoas que estavam por ali.
- Será que pode falar mais baixo? – ralhou no mesmo tom.
- Quem está falando alto agora, hein, espertinho? – eu também não baixei a voz.
- Qual é o seu problema afinal?
- Ham-ham. – alguém pigarreou às minhas costas. Mas é óbvio que eu ignorei. u.u
- Eu que tenho um problema agora?! Pelo que eu me lembre foi você que me ignorou durante todo o caminho de volta!
- Ham-ham.
- Eu não te ignorei! Eu só... – ele começou a se defender, mas mudou de idéia. – Ah! Esquece!
Okay, okay. Estávamos parecendo duas crianças patéticas discutindo, mas eu estava me sentindo frustrada e precisava descontar em alguém. Mais especificamente, precisava descontar nele, que era o responsável por me sentir assim.
- Ah é, né? Já que é assim, então não venha mais me pedir ajuda!
- Ham-ham!
- Eu não sei onde eu estava com a cabeça quando eu...
- HAM-HAM! – o pigarro dessa vez foi mais alto.
- O QUÊ É? – Harry e eu perguntamos juntos. Eu me virei e dei de cara com o lindo-sexy-e-tudo-de-bom presidente da empresa.
- Black! – Fechei os olhos imaginando o que eu faria da minha vida agora que provavelmente seria despedida. Para minha total surpresa, quando abri os olhos, Sirius nos olhava com um sorriso divertido.
- Crianças, será que vocês se incomodariam de... ahn... conversar num local privado? Sabe como é né... esse tipo de... conversa em público acaba distraindo os outros de seus trabalhos.
Horácio Slugorn, que era diretor do meu departamento e estava logo atrás dele, deu uma risadinha rouca e em seguida tossiu para disfarçar.
- Er... Ele está certo, crianças. – Virou-se para os incautos que assistiam a cena. – Estão olhando o quê? Voltem ao trabalho!
Os curiosos se apressaram em seguir seus caminhos. Slugorn se voltou para mim.
- Vamos até minha sala, Weasley. Temos que discutir alguns detalhes da campanha.
- Sim, senhor. Com licença, sr. Black. – disse formalmente e vi Sirius fazer uma careta por ser chamado de senhor. Ignorando propositalmente a presença de Harry, quase o derrubei ao passar, seguindo Horácio em direção aos elevadores.
- TEMOS UMA REUNIÃO ÀS CINCO E MEIA NA MINHA SALA, GINA! – ouvi Harry me lembrar, instantes antes da porta do elevador fechar.
Mais tarde, na sala de Harry, nos tratamos como se nada tivesse acontecido. De início, eu estava meio sem graça e ele também, mas de acordo com que fomos abordando os últimos detalhes do lançamento, acabamos descontraindo.
- Não falou sério hoje mais cedo, não é? - ele perguntou no final da reunião.
- Sobre...? – indaguei sem tirar os olhos do bloco onde estava escrevendo.
- Você disse para não contar mais com sua ajuda você-sabe-para-quê.
- Hum, não sei...
- Qual é, Gina?! Eu já pedi desculpas! – disse num tom quase de súplica.
- Não se preocupe, Harry. – sorri, finalmente o fitando. - Sabe que pode contar comigo sempre que precisar.
Ele suspirou aliviado.
- Ótimo.
Olhei o relógio, faltavam poucos minutos para às seis.
- Já está na minha hora. – me levantei. – Tenho que ir.
- Eu te dou uma carona, também estou de saída.
Eu passei na minha sala para pegar minhas coisas e então fomos para o estacionamento.
- Até amanhã, Harry. - me despedi quando ele parou o carro em frente ao prédio que eu morava.
Num impulso, me inclinei e dei um beijo no rosto dele. Harry segurou meu pulso, impedindo que eu me afastasse, e me olhou confuso por um instante e naquele momento eu percebi que talvez algo estivesse começando a mudar dentro dele. Ele me soltou de repente, como se tivesse levado um choque, e olhou para frente.
- Boa noite, Gin.
Desci do carro com um leve sorriso pairando em meu rosto e mais decidida do que nunca. Eu ganharia essa batalha, ou eu não me chamava Ginevra Molly Weasley!
§§§ Continua §§§
Eu sei que esse capítulo ficou meio fraquinho, né? Mas calma... é só o início! logo logo as coisas vão ficar mais interessantes! XD
Bom, se tudo correr como o planejado, a fic vai ter 7 capítulos, um representando cada dia da semana. O primeiro se passou no domingo, esse na segunda e assim por diante. Espero que continuem acompanhando! Prometo fazer o possível para postar o próximo capítulo bem rápido, em no máximo dois dias!
Ah, me desculpem pelos erros do capítulo anterior (eu axei pelo menos dois! XD) e tbm se tiver algum nesse aqui pq ñ tive tempo de revisar.
Muito obrigada a quem está acompanhando e a quem deixou reviews. Aqui vão as respostas:
Juli-chan: Obrigada! Fiquei feliz que tenha gostado! XD Espero que goste desse tbm e q continue acompanhando!!
Arthur Cadarn: Tortura? uhauahuauha! Bom, eu precisava saber se tinha pelo menos uma pessoa acompanhando pra poder continuar, não é? rsrsrs Obrigada pelo elogio qnto ao outro capítulo. Sei q esse ñ chegou aos pés daquele, mas momentos melhores virão, eu prometo:D
Ari Duarte: Q bom q adorou!! n.n Capítulo pequenininho? Vou tentar fazer os outros maiores, em homenagem a vc:D Bem, e eu diria q a Mione não dorme no ponto! uahuahua Eu tbm AMO o Harry!! Continua lendo, hein?
Vlw, gnt!! Até o próximo!!!
bjnhux
