Capítulo 2 - Felizes para sempre?
N/A: Certo, realmente estou viciada em só diálogos, por isso vou até postar outra fic hoje com um narrador ou algo do tipo, porque só diálogos arrasa mas o tempo todo não rola HUADSHUSADU então, aqui está mais um capítulo! Sim, os capítulos são curtos mesmo, eu sei, mas é que eu prefiro postar um capítulo curto mas que passe a mensagem do que um super cumprido que não fale nada com nada. Bem, espero que gooooooooostem e me deixem um review, beeeijo s2
Disclaimer: Tudo da J.K., da Warner ou sei lá mais de quem. Infelizmente nada é meu, nem o Remus.
- Evans.
- Ei, volte para o quarto! Você! Você aí mesmo. E a garota também. Vamos.
- Evans, eu...
- Andem logo, meu Merlin! Se afaste da garota. Estou avisando. É SÉRIO!
- EVANS!
- POTTER!
- Olá.
- Black?
- O que por Merlin vocês estão faz... O que vocês fizeram? Oh, não, vocês não colocaram cola no cabelo de ninguém, não é? Não usaram a mesa da Professora Minerva como... Querem encontrar Severus?
- Evans, dói saber que você acha que somos deliquentes juvenis.
- É, ruivinha. Nós não somos delinquentes coisa nenhuma. E aquele lance da mesa da Minerva não vai acontecer de novo. Eu acho.
- Certo. Olha, Potter, Black, vocês não fizeram nada de errado, não usaram a mesa da Minerva para nada insanamente perigoso e nojento e também não vieram me perguntar aonde encontrar Severus?
- Exato.
- Exato significa que não veio atrás de nenhuma dessas coisas ou que está atrás de alguma delas?
- A primeira opção.
- Mas também não seria má idéia se pudesse nos dizer aonde encontrar Snape.
- Desembucha, Potter.
- Certo, Lily. Posso te chamar de Lily? Ok, então, er... Lily, eu gostaria da sua opinião e ajuda profissional.
- Opinião profissional?
- É.
- É.
- Precisamos de ajuda. Com uma coisinha.
- É, precisamos. Uma coisinha.
- Padfoot, chega de repetições.
- Ok, sem repetições.
- Sobre o que seria essa opinião e essa ajuda?
- Oh, claro, é uma opinião sobre um assunto de importância maior.
- Extrema importância, Evans.
- Anda logo. Eu tenho mais o que fazer.
- Queremos sua opinião, sobre... Queremos uma ajuda com... Bem, contos de fadas.
- CONTOS DE FADAS? AHAHAHAHAHA, IMPORTÂNCIA MAIOR? Potter, as vezes você consegue ser bem engraçado!
- Como assim engraçado?! CONTOS DE FADAS SÃO COISAS SÉRIAS!
- É, EVANS, MUITO SÉRIAS! Afinal são fadas! Fadas são tão... FADAS!
- Espera, estamos falando sobre a mesma coisa? Contos de fadas? Aquelas histórinhas para as crianças?
- Crianças? Vocês trouxas tem a coragem de contar histórias sobre essas criaturas repugnantes para as pobres criancinhas?! OH, MERLIN!
- Não é atoa que vocês nascidos trouxas são assim, bem... Estranhos.
- Cale a boca, Black. Potter, contos de fadas são histórias felizes, onde princesas encontram príncipes e se apaixonam e vivem felizes para sempre!
- Ah. Príncipes e princesas. Claro, eu sabia. Só queria testar seus conhecimentos.
- FELIZES PARA SEMPRE? Caramba, Prongs, consegue só imaginar isso, cara? Ficar com a mesma mulher para SEMPRE! Quero dizer, seria tipo "Olá, sou Prongs e vivo feliz para sempre a 800 -anos!". Seria assustador.
- Oh, Black, um verme cego tem um QI mais alto que o seu.
- Ah, lá vem comparações com vermes cegos de novo. Será que ninguém mais entende o grau de periculosidade daqueles bichos?
- Parem, os dois. Evans, eu e Padfoot precisamos de uma pequena ajuda com... Bem, contos de fadas.
- Er, bem, Potter, acho que você e o Black já estão meio grandinhos para os contos de fadas, se é que me entende.
- Não seja tola, Evans. Temos um trabalho de Estudo dos trouxas para fazer. Precisamos escrever um desses... Contos de fadas.
- Ah, claro. Bem, em que posso ser útil?
- O que acontece numa dessas coisas?
- Certo, quando eu era uma criança, todos os contos de fadas começavam com "Era uma vez..."
- "Era uma vez"?
- "Era uma vez".
- Certo, comece a escrever, Padfoot. "Era uma vez..."
- Eu? Por que eu tenho que escrever?
- Porque eu sou o cérebro da dupla, Padfoot. Eu penso, dito e você escreve.
- Faz sentido.
- E então, Evans, depois do "Era uma vez..." vem o que?
- Bem, aí vem tudo da sua imaginação. Mas lembre-se, são histórias para crianças. Crianças trouxas. E sempre tem finais felizes.
- Finais felizes, certo.
- Continue.
- Ei, Evans, calma aí. Eu não trabalho sobre pressão. Preciso de um tempinho para pensar. E eu penso melhor quando as pessoas não mantém seus olhos extremamente verdes e assustadores em cima de mim.
- Oh, desculpe. Eu acho.
- Certo, então "Era uma vez..."
N/A: FIM! SADHUADH tem só mais um capítulo gente, adoro trilogias comofas
