Um – Exaustão

Chovia.

E claro que chovia, aquela era Forks.

Enquanto as gotas monótonas cruzavam o céu cinza, em algum lugar da cidade uma Mercedes preta cortava o asfalto com fúria, os pneus desafiando a camada fina de água com cada quilômetro a mais que o ponteiro mostrava no painel. Mas não havia tempo.

A parte boa de estar sozinho no carro era que ele podia correr sem ser incomodado. Ninguém para chamá-lo de imprudente, ninguém para lhe lembrar dos acidentes de transito que ele mesmo já cansara de ver e de todas as vítimas que, por algum milagre, haviam sobrevivido nas mãos dele. Ou para lembrá-lo das que não tinham tido tanta sorte assim.

O rapaz pisou ainda mais fundo no acelerador quando as imagens começaram a se formar em sua mente, fazendo o motor roncar alto. Ele puxou o biper do banco do passageiro vazio ao seu lado e olhou para a mensagem mais uma vez. Tudo que ele sabia era que precisava correr.

Nervoso, ele jogou o biper de volta para o banco e correu os dedos pelos cabelos absurdamente loiros que lhe caíam sobre a testa, molhados de suor. Depois, lançou um olhar ao painel. O ar condicionado estava ligado apesar da temperatura baixa lá fora, mas talvez não frio o suficiente. Não fazia diferença.

A vegetação foi se tornando menos densa, a cidade começando a aparecer entre as árvores altas. Era isso que dava querer morar no meio do mato. Vinte minutos só para conseguir chegar até o hospital.

Então o celular tocou.

O rapaz enfiou a mão no bolso da calça branca, puxando o aparelho com pressa enquanto ele piscava e vibrava incessantemente. Ele não precisou olhar quem chamava, só podia ser de um lugar.

-Alô.

-Carlisle? – a voz familiar do outro lado perguntou, parecendo esperançosa, e um suspiro de alívio escapou quando o homem concordou.

-Eu mesmo.

A conversa foi breve. Só o tempo necessário de ele explicar que chegaria em cinco minutos.

E assim ele o fez.

Carlisle passou a mão no biper e no jaleco jogado sobre o banco, vestindo-o com pressa enquanto corria para a entrada do pronto socorro. Ninguém ousou perguntar nada quando ele passou apressado pela recepção, sem dirigir nenhuma palavra ou olhar a ninguém. Concentrado, ele não percebeu quando a mulher com os mesmos cabelos loiros e olhos azuis que ele veio em sua direção e o abraçou com os olhos cobertos em lágrimas.

-Até que enfim você chegou! – ela falou com a voz abafada, entre soluços. Carlisle afagou os cabelos cacheados da irmã, depois a afastou com as mãos ainda firme em seus braços.

-Onde está o Edward?

-Já foi para a anestesia. Por favor, Carl...

-Deixe comigo.

De alguma forma, aquilo estava errado. Ele não devia cuidar de parentes, não devia se envolver emocionalmente com os pacientes. Seria mais fácil se fosse um estranho, uma pessoa que ele nunca tivesse visto na vida ao invés do sobrinho de oito anos deitado na mesa de cirurgia com um coágulo no cérebro.

Lembrar do rosto inchado da irmã, dos olhos cheios d'água e do pedido de ajuda desesperado no telefone mais cedo naquela tarde só tornava tudo mais difícil. As noites sem dormir também começariam a cobrar seu preço em breve.

O cirurgião arriscou olhar para o próprio reflexo enquanto lavava as mãos com rapidez e foi quase impossível de reconhecer o rosto que olhava cansado para ele. As olheiras estavam começando a marcar embaixo dos olhos azuis, o cabelo estava bagunçado, a barba começando a ficar por fazer. Mais um pouco e ninguém mais perguntaria com quantos anos ele havia entrado na escola de medicina, nem questionariam seus vinte e dois anos e muito menos se ele estaria disponível para sair qualquer noite dessas. De qualquer forma, ele nunca estava.

Carlisle sacudiu a cabeça algumas vezes, depois piscou forte. Se tivesse sorte, conseguiria tirar o resto da noite de folga para descansar antes do plantão do dia seguinte. Do dia seguinte.

Naquele momento, a vida do sobrinho estava em suas mãos.

A sala de espera estava ligeiramente vazia quando Carlisle entrou, ainda tirando a mascara de proteção do rosto, quando a mulher loura de cabelos cacheados no canto do sofá se levantou com um salto ao vislumbrá-lo passar pela porta. Antes de dizer qualquer palavra, ela correu na direção de Carlisle e o abraçou entre soluços.

-Por favor... me diz... que você conseguiu... – ela se forçou a falar, as palavras meio cortadas por causa do choro. O médico abraçou a irmã de volta, depois a afastou de si para olhá-la nos olhos.

Então ele sorriu.

-Ele está bem, Liz. – Carlisle se limitou a dizer com calma e o rosto da mulher se iluminou. As lágrimas voltaram a cair-lhes dos olhos, mas daquela vez ele sabia que eram de alegria. – Você vai poder visitá-lo logo.

Ela o puxou para um abraço mais uma vez, depois ficou na ponta dos pés para dar-lhe um beijo demorado no rosto.

-Eu te devo a minha vida, Carl... Não sei nem como te agradecer...

-Não precisa agradecer. – ele a interrompeu. – O Edward é parte da minha vida também. Eu não ia deixar que nada acontecesse com ele.

Liz passou as mangas da blusa nos olhos e depois olhou para o irmão.

-Acho que você devia descansar. – ela falou correndo os olhos por Carlisle – Você está péssimo. Um trapo.

Ele riu.

-Não precisa exagerar também...

-Não estou exagerando. Daqui a pouco vão achar que você é que tem trinta anos. – ele balançou a cabeça, depois levou as mãos aos cabelos, bagunçando-os ainda mais. – Vai, Carl, você precisa de um banho, de uma cama... e precisa fazer a barba também.

-E se eu quiser deixar crescer?

-Eu te deserdo. – ela respondeu séria, depois abriu um sorriso – Você foi maravilhoso hoje. Merece dormir um pouco.

Carlisle sentiu o sangue esquentar suas bochechas quando elas coraram. Ele não gostava muito de receber elogios, simplesmente não conseguia se acostumar.

-Eu vou. – ele respondeu sorrindo para ela e bocejou assim que terminou a frase. – Mas antes eu vou comer alguma cosa aqui na lanchonete porque não tem nada em casa. Estou vivendo à base de biscoito.

Liz riu.

-Então eu prometo que faço comida para você no fim de semana. Assim posso aproveitar e levar uma amiga que eu quero te apresentar. Não, não adianta fazer essa cara. – ela acrescentou quando ele revirou os olhos. – Você precisa se alimentar direito e precisa conhecer pessoas novas. Tenho certeza de que vocês vão se dar bem.

Carlisle arfou uma vez, ele sentiu a insinuação no tom que a irmã usou. Então ele se rendeu.

-Tudo bem. No fim de semana. – ele concordou e se aproximou de Liz para dar-lhe outro abraço e um beijo na testa. – O Ed vai ficar em observação, estável. Se alguma coisa, qualquer coisa, acontecer, me ligue. Não importa a hora. Entendeu?

Ela assentiu com a cabeça.

-Obrigada mais uma vez, Carl... eu amo você.

-Também amo você, Liz. Pode dormir mais sossegada agora.

Com um último sorriso, ele deixou a sala de espera e atravessou o corredor principal, descendo um lance de escadas antes de chegar ao andar da lanchonete.

-Parabéns, doutor. – uma voz feminina soou logo atrás dele e Carlisle se virou quase imediatamente, mais por reflexo do que por curiosidade. Ele já sabia quem era.

-Ah, oi Tanya. – ele respondeu tentando fingir estar surpreso. – Obrigado. E não precisa me chamar de doutor, você sabe meu nome. Nós estudamos juntos por quatro anos, caso você tenha se esquecido.

-Eu nunca ia me esquecer, Carl.

Carlisle parou, tentando se concentrar em não corar. Ele já estava acostumado com as investidas de Tanya e ela já deveria estar acostumada com as evasões dele.

-O que você vai fazer no fim de semana? – ela insistiu. – Eu sei que você não tem plantão.

-Vou passar o dia com a minha irmã. – ele respondeu com calma. Aquele era um programa incontestável. – Ela precisa de companhia com toda essa história do Edward.

Tanya assentiu desanimada e voltou a subir o lance de escadas, enquanto Carlisle continuou andando pelo corredor até a lanchonete. Quando ele viu quem estava ali, desejou que pudesse desaparecer.

-Ei, Carl! – o homem maior acenou da mesinha com um copo de café nas mãos. – Fiquei sabendo da cirurgia, vem aqui!

Sem muitas opções, o médico foi andando a passos lentos até a mesa, depois puxou uma cadeira e se sentou.

-Oi, Felix. – ele cumprimentou sem muita animação. – Oi, Caius.

-Nossa, que cara é essa? – o outro perguntou, empurrando o copo de café para ele. – Toma, bebe isso aqui. Parece que você vai desmontar a qualquer momento.

-E eu me sinto como se fosse. – Carlisle respondeu tomando um gole do café. – Só vim buscar alguma coisa para comer e vou para a casa.

-Hum... voltar para a casa e ficar sozinho lá. De novo.

Carlisle franziu as sobrancelhas para Felix e estendeu o café de volta para Caius.

-O que você quer dizer com isso?

-Quero dizer que você está se tornando um velho antisocial, Carl. – Felix respondeu encolhendo os ombros. – Você não sai mais com a gente, não dá bola para a Tanya que baba por você desde sempre, vai do hospital pra casa, da casa pro hospital.

Carlisle revirou os olhos. Lá vinham as conversinhas outra vez.

-Eu já cansei de explicar que eu trabalho. E o meu trabalho, para mim, é mais importante que isso.

-Nós também trabalhamos, e... –

-É diferente. – Carlisle interrompeu Felix e se levantou da mesa arrastando a cadeira. – Um milkshake de chocolate. – ele pediu para a atendente da lanchonete, sem se virar para a mesa outra vez.

Aquele tipo de conversa costumava o tirar do sério. Ele não era antisocial, muito menos velho. Ele só tinha outras prioridades, já tinha saído da fase adolescente que parecia persistir nos outros dois. Será que era tão difícil assim dos outros entenderem?

-Obrigado. – ele agradeceu à moça da lanchonete depois de pegar o milkshake e voltou a subir as escadas para o andar principal do hospital. Tudo o que ele precisava era ir para a casa.

A chuva ainda caía fina quando Carlisle alcançou o estacionamento e fazia bastante frio. Uma combinação que não costumava o agradar muito. Ele destravou o alarme da Mercedes e ocupou o banco do motorista, ligando o ar quente em seguida. Arrancou com o carro pela estrada que cruzava Forks, uma mão no volante, a outra segurando o copo de plástico. Olhou para o painel do carro, eram mais de três da manhã.

Enquanto avançava para a porção "menos civilizada" da cidade, como ele mesmo costumava se referir, Carlisle se lembrou de que não tinha absolutamente nada para comer no outro dia, a não ser o milkshake que estava em suas mãos e a sobra de biscoito do dia anterior. Talvez fosse melhor passar em alguma mercearia e levar alguma coisa, só por precaução. Seria melhor do que ter de tomar café na lanchonete do hospital e trombar com Felix e Caius outra vez.

Carlisle sabia que naquela estrada existia um posto com uma loja de conveniências 24h. Talvez fosse a única da região e era em algum lugar por ali. A chuva começou a cair mais forte e ele precisou apertar os olhos e dirigir toda a concentração já exausta para conseguir enxergar o outdoor do posto, um pouco mais à frente. A Mercedes embicou no estacionamento e Carlisle olhou pela janela. Estava vazia, mas decididamente aberta.

Ele deixou o copo pela metade sobre o painel e desceu apressado, correndo para a loja. O sino sobre a porta tocou quando ele a abriu e o caixa lhe lançou um olhar indiferente por trás da revista quando ele entrou. Sem se preocupar com aquilo exatamente, ele se dirigiu para a parte de congelados. Qualquer coisa que requeresse apenas um microondas era perfeitamente aceitável. Carlisle vasculhou pelas portas dos freezers e puxou duas caixas de lasanha prontas, depois foi até a geladeira de refrigerantes.

-Boa noite.

Carlisle quase deixou as caixas caírem. Ele respirou fundo uma vez e recuperou o controle do corpo antes de procurar pelo dono da voz.

-Boa noite. – ele respondeu mais calmo, levantando os olhos para o homem.

-Então você é o doutor Carlisle de que todos falam nessa cidade?

Carlisle ponderou por um segundo. Por que aquele homem estava falando com ele? Por que havia alguém acordado àquela hora da madrugada, em uma loja de conveniências sem parecer interessado em comprar nada? O homem não desviava os olhos de Carlisle enquanto falava e eles eram... diferentes.

-Meu nome é Carlisle, sim. – ele respondeu. – Mas não sei se sou tudo isso que falam de mim.

-Ora, mas eu tenho certeza de que é.

O homem falava de um jeito estranho. De um jeito que não se usa mais, com palavras antigas e com um sotaque estrangeiro. Parecia espanhol, mas não dava para ter certeza. Desconfiado, Carlisle correu os olhos pelo homem, procurando por algum sinal que pudesse revelar quem ele era. Um ladrão? Mas um ladrão não o abordaria daquela maneira, nem usaria palavras delicadas. A pele do homem era absurdamente alva, talvez a pessoa mais branca que Carlisle já tivesse visto na vida, incluindo a ele próprio – o que era bastante. O cabelo preto que caía na altura do nariz era liso e contrastava de um jeito absurdo com o resto do rosto dele. Era quase como se não devesse estar ali, como se tudo devesse ser branco, pálido.

Abaixo dos olhos de uma cor que era difícil de identificar, – um tom diferente de castanho, talvez – estavam profundas olheiras, ainda mais fortes que as dele. Pelo jeito o homem também devia estar há umas boas noites sem dormir. As roupas, apesar de comuns, também não se encaixavam. Aquele homem era o tipo de pessoa que você imaginaria em um filme medieval, dono daqueles castelos enormes e não de calças jeans e uma regata branca.

Regata.

Fazia frio demais para que alguém conseguisse andar só de regata por aí sem morrer congelado. Apesar do homem realmente parecer meio sem cor...

Carlisle piscou uma vez e se voltou para a geladeira, abrindo-a para pegar uma garrafa de coca-cola.

-E você, quem é? – ele perguntou antes de fechar a porta, olhando para onde homem estava. Ou tinha estado.

Ele virou a cabeça debilmente, tentando colocar aquele homem estranho em seu campo de visão outra vez, mas não havia nada ali. Nem ninguém. Em uma tentativa de afirmar sua sanidade, ele se virou para o caixa. Se o homem tivesse saído, o rapaz teria visto alguma coisa, mas ele parecia realmente interessado na revista, entretido demais.

Carlisle andou até o caixa e colocou as coisas sobre a bancada. O rapaz deixou a revista de lado e começou a passar os produtos, enquanto Carlisle continuava a girar o pescoço, procurando inutilmente por algum sinal de que aquele homem havia estado ali.

-Algum problema? – o caixa perguntou parecendo preocupado, procurando por alguma coisa que ele não sabia o que era, acompanhando os movimentos de Carlisle.

-Ahn... não... – Carlisle respondeu se esforçando para não começar a mover a cabeça novamente. – Por acaso... você não viu se tinha outra pessoa aqui na loja, viu?

O rapaz ergueu uma sobrancelha.

-Não...? Quer dizer, só o senhor.

Carlisle assentiu com a cabeça, em choque. Talvez ele estivesse enlouquecendo. Talvez Felix e Caius tivessem razão, vai ver ele realmente precisasse sair para se distrair. Será que trabalhar demais estava começando a afetar seu cérebro? Ou talvez... talvez fosse só o cansaço, ele estava exausto. Era mais plausível que ele tivesse simplesmente imaginado tudo aquilo e ele preferiu aceitar a última alternativa.

-Obrigado. – ele falou para o caixa quando terminou de pagar e pegou a sacola com pressa, saindo para a chuva outra vez. Em uma última tentativa de encontrar o homem misterioso, ele se virou, procurando por qualquer coisa que denunciasse a presença do homem. Nada.

Maluco, Carlisle. Você está ficando maluco.

Ele jogou as coisas no banco de trás do carro e puxou o milkshake para si outra vez antes de dar a partida. A estrada estava escura, a chuva havia apertado ainda mais. E ele estava com sono. Tentando se manter o mais acordado que podia, ele ligou o rádio em uma estação de rock, talvez a música alta o ajudasse a manter os olhos abertos.

A vegetação tornou a ficar densa outra vez, ele sabia que estava chegando. Ainda assim, a única coisa em que ele conseguia pensar era no homem da loja de conveniências. Ele era tão... diferente... e por que havia perguntado por ele? Como ele sabia o seu nome? Tudo bem, ele era um médico conhecido, mas... E ainda tinha o caixa, que não tinha visto nada.

Então o celular tocou.

Pego de surpresa, concentrado no que havia acabado de acontecer, Carlisle deixou o copo de milkshake virar, o leite se espalhou pela sua calça impecavelmente branca.

-Droga! – ele praguejou alto, jogando o copo de milkshake com força pela janela, fazendo-o quicar no asfalto. Ele só queria que aquele dia acabasse logo, estava sendo insano demais.

O celular continuava a vibrar e piscar, tocando alto. Ele enfiou a mão no bolso e então repentinamente se lembrou do que havia dito para a irmã mais cedo. Ele engoliu seco uma vez antes de puxar o celular, desejando não ver no visor o nome que piscava freneticamente em letras grandes.

Elizabeth.

-Merda! – ele grunhiu entre os dentes antes de atender ao telefone. Podia sentir seu coração pulando, batendo rápido contra o peito. – O que foi, Liz? O quê?! Não, eu... –

Mas não houve tempo de terminar a frase.

O celular caiu de suas mãos quando uma luz cegante veio a uma velocidade alucinante ao seu encontro e depois tudo acabou.

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N/A: E, capítulo 1 \o/

Vocês não TEM noção de como esse escrevi esse negócio rápido.

Mas e então, o que vocês acharam?? Não me matem, não me trucidem, não queiram me jogar na fogueira para queimar eternamente.

Eu juro que eu tentei, HE.

Gente! Comenta, ou eu vou ter um troço. .-.

E votem também que é de graça e não engorda.

Não sei mais o que falar, toda a minha imaginação foi sugada do meu cérebro hoje com um aspirador superpotente dos Jetsons.

Ok, parei.

Estou ficando retardada.

Beijos gelados,

JMcCartyC, com sérios problemas neurológicos. (Carlisle, cuida de eu? Tá, chega. .")

N/B: Morri.

Já sei tudo da história e, gente... Ta FODA, é *-*

Olha esse capítulo, mano! =O

Só as virgulas, de novo. Atóron essa betagem, q.

Me mande o outro, ta sabendo?

E comentem, galere, de monte *_*

Quero o final da fic logo (?)

Ta, chega de ladainha, lixa*

Bjsmimligacomentaevota(k)

BL