Titulo- Os três fantasmas
Capitulos 2 de 4
Sinopse- Kai não quer comemorar o natal, mas por que? E três pessoas querem ajudar ele a entrar para o lado natalino da força- Resposta ao Desafio de Anamatéia.
Notas da autora:
"blabla"-Pensamentos dos personagens
(blabla)-Notas da outora
blabla-texto, flash back,sonhos,entre outras coisa
blabla- Forma fantasama ou interação fantasma (nem eu entedi, mas lendo da para sacar ;D)
30 minutos com o passado
Kai despertava lentamente, tudo rodava, quando deu por si viu que estava em um quarto familiar, mas seus pensamentos não estavam organizados para pensar em algo coerente, fechou os olhos e devegar se sentou na cama com a cabeça, passou a mão pelo rosto, parecia que um caminhão havia passado por cima dele.
Antes de desmaiar a ultima coisa que viu foi uma parede e logo em seguida um vulto negro lhe tomando a visão e depois a consiencia. Olhou ao redor, agora estava mais coerente seus pessamentos então reconheceu o quarto.
Kai- Como? - Kai não conseguia entender, como é que foi parar naquele quarto onde passara sua traumatica infancia.
???- Kaaaaiiiii - Kai olha assustado ao redor e da parede surge Haku com seus 10 centimentros de altura, vestia uma tunica branca que lhe cobriam os pés e as mãos, parecia um fantasma e além de possuir um par de asas brancas.
Kai- Cara... O que é você?
Haku- Sou seu fantasma do passado.
Kai- Tem certeza? - perguntou o olhando de cima a baixo. - Se for assim sou um serial killer.
Haku- Pior que parece um mesmo. - falou sorrindo.
Kai- E o que você quer, anão de jardim?
Haku- Fazer você cair na real, Senhor 171.
Kai- Hn... isso é um sonho, vou voltar a dormir e vejo se acordo, vivo pelo menos.
Haku- Acordar morto que não dá, né filho?
Kai- Boa noite, anão de jardim imaginario. - ignorando o retornando para cama.
Haku- SAIA DESSA CAMA AGORA!- e com um estalar de dedos que Haku fez Kai caiu no chão.
Kai- Seu idiota! Não ta vendo que não quero saber nada vindo de você!
Haku- Agora cala boca e me deixa fazer meu trabalho, se não ... - Haku é interrompido por alguém abrindo a porta
Um menino de apenas 6 anos entrava no quarto com os olhos cheios de água e assim que fecha a porta corre até a cama pulando em cima dela, ele apertava o travesseiro contra seu rosto molhando-o com suas lagrimas.
Kai ficou antonito com a cena. Era ele ali, se lembrava vagamente do que havia ocorrido. Ele olha com furia para Haku.
Kai- Não quero saber o por que de estar aqui! - De repente Kai começa a flutuar.
Haku- Você não tem querer garoto.- Suspirou. - Venha comigo.
Haku puxou Kai direto para o chão, eles a atravessaram e se encontravam na sala de estar onde era toda decorada com enfeites natalidos e proximo a janela havia uma imensa árvore cheia de presentes
Kai- ME PÕE NO CHÃO! - Mandou ele.
E Haku o fez o soltando no ar, fazendo ele cair no chão duro.
Kai- SEU IDIOTA! POR QUE FEZ ISSO? - Perguntou, se levantando com muita raiva dele.
Haku- Ora você não pediu...
Kai- Mas não podia me soltar no ar.
Haku não estava muito se importando com ele, seu olhar estava caido para uma mulher de cabelo preto lisos até os ombros com as pontas picotadas e franja de lado, pele clata e sua mão cobria seus olhos, ela estava sentada no sofá.
Haku- Sabe onde estamos?
Kai- Sim... - Kai ficou observando a- Ela... Ela não pode nos ver?
Haku- Não.
Kai andou até ela, se sentou ao lado dela e ficou a observando.
Haku- Se lembra dela?
Kai- Nunca me esqueceria dela... - Falou - como poderia esquecer de minha mãe?
Haku- Sabe em que dia estamos?
Kai- Você faz perguntas obivias por que esta se fazendo de retardado? ou por que é um?
Haku- É o oficio, garoto, meu trabalho exige fazer perguntas mesmo você gostando delas ou não.
Kai- Eu não gosto... É bom parar, se quer saber tudo pergunte direto no ponto, não fica fazendo pergunatas obivias que eu não sou obrigado a responder-las do jeito que você quer.
Haku- Então responda do seu jeito -Sorriu.
A mulher se levantou, secou as lagrimas, os dois só a observaram, assim que tirou a mão de seus olhos, revelou seus olhos cor vinho.
Haku- Qual era o nome dela?
Kai- Akito... Akito Hiwatari...
Akito- Kai...
Os passos apressados eram escutados pelos três, ele descia as escadas rapidamente quase caindo, assim que chegou olhou para sua mãe:
Kai/criança- Sim mãe?
Sua mãe sorriu, foi até seu filho beijo-lhe a testa e abriu outro sorriso mais grande:
Akito- Feliz natal.
Kai/criança- Feliz natal mamãe. - seus olhos estavam umidos. - Então papai não vai poder vir hoje no natal.
Akito- Não meu filho o emprego dele não deu a ele o feriado. - sorriu triste
Kai- Ela sempre foi forte, não queria que o natal fosse triste para mim.
Haku- Ela se preocupava bastante.- Haku sorriu de leve.
Kai- É! não puxei isso dela.
Haku- é o que você acha... - Murmurou.
Kai- O que disse?
Haku- Nada... "Isso quem tem que te dizer é o presente!"
Akito- Então vamos abrir os presentes e depois comer o jantar que preparei. - Sorriu gentil.
Kai/criança-Sim.- Kai correu para a árvore abrindo os presentes, enquanto sua mãe sorria.
Kai abria um a um, parou de procurar quando teve certeza de que acabara seus presente, mas Akito riu divertida.
Akito- Tá faltando um. - Kai procurou por dentro dos galhos da árvore, achando um pacote pequeno com um embrulho vermelho.- Foi o que seu pai lhe deu, para se lembrar dele em qualquer lugar.- Kai abriu o presente e seus olhos brilharam.
Kai- Ele, esta me dando a Dranzer? Mas ele nãp ia me dar só quando eu completasse meus 10 anos?
Akito- Sim, ele ja te acha bastante grande.
Kai/criança- Vou agradece-lo depois.- sorriu feliz - Me tornei um dos homens da casa. - disse fazendo pose de super heroi.
Akito- Kai! Só você mesmo. - Riu - Agora vamos jantar.
Akito se levantou indo, puxou uma parte da cortina, para visualizar a rua coberta pela neve, vazia. Akito estreita os olhos.
Kai- Ela sabia que alguma coisa ia acontecer.
Haku- Mulheres são assim... Elas sabem quando as coisas acontecem.
Kai- Olha...- Kai fechou o punho- Me tira daqui não quero ver o resto.
Haku- É nescessario garoto.
Kai/criança- Mãe! Mãe! Me lembrei!- o pequeno correu para tras da árvore, fazendo Akito o olhar divertida.
Akito- Calma, Kai! O que foi? - o garoto saiu de tras da arvore segurando uma caixinha pequena com o embrulho azul e uma faixa branca o segurando.
Kai/criança- Papai e eu que compramos para te dar. - Sorriu, estendendo o presente para ela.
Akito- Oh! Kai. Não precisava. - pegou o presente e o abriu- Oh! Meu Deus! - Akito retirava a corrente de ouro com um pigente em forma de coração que ao abri-lo tinha uma foto da familia inteira. - Que lindo.
Kai- Meu pai e eu, compramos um dia antes de eu te-lo entregado, ele era muito desorganizado, compramos muito apressados, queriamos dar algo melhor. -sorriu triste.
Haku observou Kai, e depois seu olhar voltou para a cena onde Akito pedia para o menor colocar no seu pescoço, assim que foi colocado o pigente eles, Akito o segurou no colo o levando para a sala de jantar.
Kai/criança- Mãe, ja sou bem grandinho para ser carregado e também sou pesado não é bom para a senhora ficar me carregando, vai ficar com dor nas costas.
Akito- Kai Hiwatari, não me trate como se eu fosse uma velha idosa.
Kai/criança- Desculpa mãe- finguiu choro- Se bem que você esta quase lá. - Sorriu brincalhão.
Akito- Aaaah! Então é isso que você pensa de sua mãe! - disse fingindo estar brava e magoda- Agora você vai ver a ira dessa idosa aqui.
Akito começou a fazer cocegas em Kai, que ainda estava em seu colo, e esse ria descontroladamente.
Kai- Não, mãe. Para... Para... Você é a melhor mãe jovem que já vi. Você vai ser sempre jovem para mim.
Akito- Oh! Kai! Você sempre sera meu filho que ilumina minhas manhãs e o predileto- sorria.
Kai/criança- Mãe, sou seu filho unico.
Akito- Aé! - riu. - Bom vamos jantar.
Alguém bate na porta, Akito olha de relançe para porta, com Kai ainda no seu anda calmamente até a janela, puxando a curtina para ver quem batia. Ela fecha rapidamente. Mais uma vez batem na porta, mas dessa vez com mais força, coloca Kai no chão e passando reto pela porta.
Kai/criança- Mãe não vai atender, mamãe? Pode ser o papai!
Akito- Não é seu pai. - pega os casacos, colocando no Kai um casaco preto e vestindo um marron.
Kai/criança- Como sabe? - Nisso a pessoa que estava lá fora parecia que queria derrubar a porta.
Akito- Somente sei. - Ela pega as chaves do carro. - Temos que sair daqui.
Akito segura na mão de Kai o puxando para as portas do fundo, assim que abriu uma pessoa os aguardava lá:
Voltaire- Indo a algum lugar Akito?- Akito para e fica encarando seu sogro.
Akito- Sim, para longe de você. - Disse ja erguendo Kai, que ficou se segurando no pescoço de sua mãe.
Voltaire- Então deixe seu filho e vá.
Akito- Nunca. - falou ela correndo com Kai em seu colo até a entrada de tras da garagem, abrindo a rapidamente e a trancando, enquanto a porta era esmurrada.
Kai/criança- Mãe o que ta acontecendo? Por que o vovô ta aqui?
Akito ficou queita colocou seu filho no banco de tras colocando o cinto nele e corre até a porta do motorista coloca o cinto e liga o carro, respira fundo:
Akito- Filho tranca a porta e se segura.
Kai nem pensou duas vezes fez exatamente o que sua mãe havia pedido. Akito trancou sua porta e começou a acelerar ainda com o pé no freio e apertou para o portão da garagem se abrir, assim que se abriu ela viu varios homens em frente com um monte de armas e ela soltou o freio indo em direção desses homens.
Voltaire- Nem pensem em atirar meu neto esta lá dentro.
Assim que o carro saiu da garagem indo em direção dos homens todos deram passagem para ela. Ela passou, mas mesmo assim não estava feliz tinham que sair da Russia o mais rapido possivel.
Kai e Haku seguiam o carro, voando. Kai não queria terminar de ver o que aconteceria, mas estava sendo obrigado a ver, ja tentou fechar os olhos e figir que nada estava acontecendo, mas não funcionava.
Kai/criança- Mãe... - chamou.
Akito- Calma querido, vai dar tudo certo.
Akito ia para o aeroporto rapidamente, assim que chegou puxou pegou Kai no colo, este ja estava quase dormindo, então ela andou apressadamente, entrando no aeroporto. Quando estava chegando proximo as bancadas das passagens de avião ela havista Boris:
Akito- Droga...! - Assim que ela se virou alguém a segura. - Me solta.
Kai olhou para o homem forte que segurava a sua mãe e meteu dois dedos no olhos do gigante:
Kai/criança- Deixa minha mãe em paz.
Akito assim que se viu livre daquele homem sai correndo com Kai em seus braços, mas para rapidamente ao ver Boris na sua frente.
Boris- Kai vem com o tio Boris...
Kai/criança- Nãoooo!
Akito- Saia Boris, eu te pago para nos deixar livre.
Boris- Com que dinheiro?
Akito- ...
Kai/criança- Mãe, não quero ir, cadê o papai? - Kai chorou.
Boris- Você ainda não contou... mas que mãe hein!- ele se aproximou dos dois, Akito dava alguns passos para trás. - Adeus Akito.
E um disparo é ouvido, aconteceu tudo rapidamente Akito caiu com Kai em seu colo, Kai olhava para ela desesperado, via o sangue caindo jorrando do abdomen de sua mãe. Todos começaram a gritar.
Akito- Filho... Não se esquece que seu pai e eu te amamos. Seja forte... - Ela segurou a mão do menino, lhe entregando o colar que havia ganhado- Guarde isso... -seus olhos foram se fechando... - Seja forte... Nós dois estaremos... sempre...com.. vo...
Akito fechou os olhos sem terminar de falar. Kai já chorava desesperado.
Kai- Mãe...Mãe... - Kai sacudia os ombros de sua mãe, tentando em vão acorda-la- Não mãe, não me deixe... MÃEEEEE....
De repente tudo fica escuro.
Kai sentiu um aperto no peito, sim aquilo tudo vivia em sua mente, aquele dia nunca foi o mesmo para ele, depois da morte de seu pai e sua mãe começou a odiar o natal, além de outros motivos.
Haku- Sua mãe queria que você fosse forte...
Kai- Uma coisa que achava que era mais na verdade não era... - Kai abaixou a cabeça.
Haku- não Kai... - Kai ergueu a cabeça. - Você é forte aguentou seu avô sozinho, lutou para ser assim como é, mas o passado ainda o assombra sua mãe queria que você supera-se tudo aquilo...
Kai- Eu sou o culpado pela morte dos dois.
Haku- Você era pequeno naquela epoca não podia fazer nada.
Kai- Mas deveria... por minha culpa... tudo aconteceu... eu, meus pais, beyblade, tudo. Até mesmo minha avó... Meus dias nunca mais foram quentes, minhas dores nunca passaram, minha culpa e remorso sempre estiveram comigo...
Haku- Você não é o culpado por nada que aconteceu.
Kai- hunp... você fala que nem minha avó....
Haku estrala os dedos, e o local se ilumina mostrando que estavam numa sala de estar acolchegante, era natal tudo estava iluminado pelos pisca pisca e a lareira acesa para esquentar o comodo, encontrava-se uma senhora sentada na cadeira de balanço lendo um livro para o garoto que estava no chão prestando atenção
Kai- Você não cansa de me ver assim,não é?
Haku- é...
Kai- Já sei, Já sei! É seu trabalho, não tem um trabalhor melhor para fazer não- cortou Kai.
Haku- Não, é legal ver o passado dos outros. - Sorriu.
Kai- Que seja.- Kai deu de ombros sabia que se descutisse nunca sairia dali.
Haku- Sabe quem são?
Kai- É a mamãe noel e o doende da fabrica de brinquedos do papai noel- respondeu ironico.
Haku- tsc, tsc não é você e sua avó.-Disse apontando
Kai- Jura nem tinha reconhecido.
Haku- Ta na hora de usar oculos, não filho?
Kai- Você não é meu pai, para me chamar de filho.
Haku- Que seja.
Kai- Fecha o bico.
Haku- Ficou interessado agora?
Kai- Calado. - falou com raiva.
Haku- tá! Só não morde.
Avó- pronto terminei Kai. - havia se passado um ano desde a morte dos pais de Kai...
Kai/criança- já? Mas foi assim? os dois morreram...
Avó- sim, Romeu e Julieta morreram por amor...- disse a senhora com olhos brilhantes.
Kai/criança- Que chato...
Avó- Olha o amor não é chato! É tão romantico.
Kai/criança- Eca!
Avó- hahahaha um dia vai achar um amor e vai ser feliz meu filho.
Kai/criança- Assim como o dos meus pais? - perguntou olhando para a arvore de natal que estava proxima a lareira, fazendo a sennhora o olhar triste.
Avó- Pode ser até maior.- Falou tentando anima-lo
Kai/criança- Maior que o deles não existe.
Avó- Já procurou para saber?
Kai/criança-...
Avó- Aha! Te peguei... Não tem uma resposta. - Kai ficou vermelho- Geralmente é por que achou ou esta procurando...
Kai/criança- aah! é que... Ela não é daqui da Russia, só ta morando aqui por causa do pai dela.
Avó- Sabia... hahahaha quem é menina?
Kai/criança- er... ela é a... - Kai foi interrompido quando Voltaire aparece, com os olhos cheios de odio.
Avó- Voltaire...
Voltaire- Foi você que comeu os doces, pirralho!
Avó- Ah! isso...- falou aliviada pegou seu trico e ficou mechendo nele.- Eu dei para ele, se quer brigar com alguém brique comigo.- Falou sem se importar muito com a reação do outro.
Voltaire- já não disse que não é para mima-lo.
Avó- Uns docinhos não significam que eu o esteje mimando e também não matam niguém - Falou, sem encarar o marido, tricotando.
Voltaire- Arg! que seja. -Saiu.
Kai/criança- Vovó.
Vó- Não se preocupe, querido. Eu me entendo com seu avô
Kai olhou ao redor da sala ainda preocupado com sua avó, sabia que Voltaire não é flor que se cheire, se ele fosse sua vó já teria saido pela porta da frente e nunca mais voltasse:
Kai/criança- Vó por que você não sai daqui, digo fugir?
Avó- Não saio daqui por causa de uma pessoa. - Sorriu sincera.
Kai/criança- E quem seria essa pessoa?
Avó- Você, meu querido. - Sorriu.
Os olhos de Kai se iluminaram, por um momento, até ouvir alguém batendo na porta de leve:
Avó- Pode entrar.
O mordomo entra com uma bandeja com chá, o mordomo deixou a bandeja em cima da mesinha que se encontrava do lado da cadeira de balanço.
Avó- Obrigado, Alfred. - ela começou a preparar sua xicara de chá. - vai querer chá, pequeno?
Kai- Não vó! - Kai olhou desconfiano o chá.- Vó bebe outra coisa.
Avó- Não seja bobo, Kai!- a senhora colocava o açucar e misturava.- Vá ver seus presentes. - sorriu.
Kai nunca resistia aos sorrisos de sua avó, enquanto ela tomava calmamente o chá ele vasculhava a árvore procurando seus presentes:
Avó- hn!!! Que sono derrepente...- Kai olha para ela e foi até ela.
Kai- Vó fica acordada até eu abrir meus presentes... - Falou.
Avó- Vou ver se consigo querido- Ela fechava os olhos calmante.
Kai- Não...- sua vó acarenciava seus cabelos sorridente.
Avó- Eu te amo, querido! - suspirou cansada, mas ainda contendo o sorriso radiante- Seu avó é um homem em que você não deve confiar, mas eu confiei minha vida nele não siga meu caminho, seja feliz.
Kai- Ela sabia que ia morrer, eu sentia isso. Todos sabiam que iam morrer se estivessem ao meu lado, mas por que? - Kai sentia vontade de chorar, de gritar, colocar toda sua raiva e magoa para fora- Por que continuaram ao meu lado?
Haku- Por amor.
Kai/criança- Vó, não durma.
Avó- Supere suas perdas, meu pequeno. - bocejou, mas voltou a a sorrir- Boa noite para você meu anjo. - fechou os olhos novamente, e sua respiração parava devagar, até não se ouvir nada, além do fogo que ardia da lareira.
Kai/criança- Vó, acorda...-pediu, tocando-lhe a mão que estava fria que nem o corpo de sua mãe. - Vó... Acorda... Vó... -percebeu que ela não acordava, começou a chorar - Vóóóóóó...
E Kai desaba no choro, agora já não bastava no natal a morte levar seus pais, agora tinha que levar a ultima pessoa que realmente se importava com ele. Desse dia em diante nunca mais se envolvera com ninguém, nem mesmo comemorava o natal para ele não era o dia da vida e sim da morte, passou a odiá-lo, agora era ele e Dranzer, sozinhos no mundo...
Para Kai tudo voltara ao escuro...
"Seja forte..."- A voz de sua mãe saia do escuro- "acredito em você"
Kai se pegara chorando, mesmo tendo jurado que não iria chorar mais...
"Meu anjo, sua felicidade esta na sua frente"- Agora a voz de sua avó invadia sua mente...
"E ai garotão, você tem uma vida para viver, esqueça esses fantasmas e vá viver..."- A ultima voz, seu pai, nunca conseguira se despedir do seu pai...
Kai- Mãe... Vó... Pai... - e novamente fecha seus olhos.
A luz aparece em sua frente mas assim que ela estava proxima, novamente a escuridão o puxa.....
O.o.O.o.O.o.O.o.O
Assim que Haku saiu da capsula. Ele respirava rapidamente, se segurou na borda da capsula, para não cair, e andou até Sol que estava trabalhando no computador.
Haku- E ai! quem vai ser o proximo?
Sol- Vou no Jo-Ken-Pô com o Myke... - Disse sem retirar os olhos da tela.
Haku-aaah! - ele notou que Sol estava preocupada- Aconteceu algo?
Uma explosão é ouvida, Myke surge cheio de poligem.
Myke- Ja verifiquei Sol ele é como um fantasma.
Sol- Uhun, parece que ele fugiu do sistema.
Haku- O que houve?
Sol- Invadiram o sistema, estavam querendo acessar a cabeça desse garoto.
Haku- hn.. sabe quem foi?
Sol- Não quando tentamos revidar ele cortou a ligação, assim que ele cortou a ligação Myke foi ver internamente.
Myke- Nenhum fio solto, ou faltando, conectei meu notebooke diretamente a placa mãe do sistema, e nada, nenhum registro de invasão ou conexão de fora, é como se um fantasma tivesse entrado no sistema.
Haku- Um novo virus?
Myke- Ceio que seja, mas não podemos confirmar nada.
Haku- O que foi aquela explosão?
Myke- aah! nada não só uns fios que se soltaram em meio a uma transferencia de arquivos para meu notebook... -falou simplista- e EXPLODIU MEU NOTEBOOK -Joga o notebook queimado no chão com raiva.
Haku- aaah!
Sol- Myke, hora de ver quem é que vai agora...
Myke- tata...tanto faz.
Sol e Myke- Jo-Ken-Pô...
CONTINUA
i.i
chorei ao fazer esse cap...
sempre no natal
3 hehehe isso legal [?]
Mas e agora quem é que vai falar com Kai?
Será que ele digeriu o que o Haku falou?
E quem foi que invadiu o sistema?
