Olá de novo :D Então sem muita demora trago o segundo capítulo o.o' Espero que não me matem por ele xx O título ao contrário do outro está um pouco... forte? O.õ Então xD Mudamos agora drasticamente o estilo da história o.o E alongamos bastante ela xDD Ok ok.. podem ler

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2. Do beijo à Morte

Hinamori acordou. Alguma coisa chamava por seu nome. Olhou pela janela em busca de sua localização no tempo. Era noite... Aos poucos foi lembrando. Estava fazendo suco após o almoço quando seus machucados começaram a reclamar do esforço em forma de dor, e o cansaço, aproveitando a brecha, dominou sua mente fazendo-a apagar.

Parou por um instante para pensar. Foi quando sentiu o cheiro leve e suave, quase como um perfume, de melancia vindo de seus cabelos. Desesperada olhou ao seu redor, o garoto gênio estava ali, deitado e rodeado de livros muito avançados. Livros que até mesmo ela estava tendo dificuldades para entender.

Com um sorriso no rosto a garota levantou com a intenção de arrumar os livros que o próprio amigo arrumara com tanto empenho. Ao fixar o pé no chão parou intuitivamente para sentir a dor de suas feridas na perna, esperar a dor passar e arranjar forças para continuar andando. Mas não aconteceu, o pé fixou-se ao chão como se ele estivesse novo. Arriscou levantar o corpo todo, então o joelho não tremia.

Assustada, levou a mão à boca, foi quando percebeu que seus braços não mais possuíam tala. E ele estava novinho, como se nunca tivesse feito sequer algum arranhão...

Olhou então um de seus livros na qual Hitsugaya havia dormido lendo. Era o livro da aula de Kidous de cura. Livros que pegara na biblioteca do yonbantai justamente para curar seus próprios ferimentos. Infelizmente ainda não tinha tido tempo para praticá-los. E então, o garoto prodígio consegue realizar aquilo em... Que horas eram?

"Vamos Rukia, ela já deve ter ido, assim vamos nos atrasar!" Ouviu-se do lado de fora uma voz conhecida.

"Calado! Eu sinto a reiatsu dela!" Falou outra voz menos conhecida.

Hinamori saltou para a janela, os dois haviam vindo buscá-la, ela conseguiria chegar a tempo no treinamento!

"Abarai-kun! Kuchiki-san!" Berrou ela pela janela "Já estou indo!".

Rapidamente colocou seu uniforme escolar, colocou sua katana nas costas e rumou a saída do quarto. Parou antes de sair. Voltou até a metade, onde se encontrava Hitsugaya. Deu um beijo de agradecimento em sua testa e saiu correndo.

"Desculpe a demora!" Dizia ela fechando a porta da casa "a quanto tempo estão aqui?"

"Estou a dez minutos ouvindo esta gritona berrar por você" disse Renji em tom de provocação à Rukia.

"Quem é a gritona?! Bom, eu estava certa, ela ainda estava em casa. Consigo sentir reiatsus melhor que você" Falou Rukia em tom de ameaça.

"Err... me desculpem por fazê-los esperarem tanto..." Inclinou-se Hinamori.

"Não se preocupe com isso Hinamori-san" Respondeu Rukia de forma amigável, revelando uma face completamente inversa ao que mostrava a milésimos atrás à Renji.

Começaram a andar em direção a Seretei. Ao se aproximarem da academia perceberam que o local estava bastante movimentado. Havia realmente muitas pessoas para aquela hora da noite.

"Agora pensando nisso..." iniciou Renji "o que você está fazendo aqui?" Apontou para Rukia "Não era apenas a classe especial que iria para a barreira?".

"Idiota! Você não prestou atenção no que o professor disse? Todas as turmas no nosso ano vão para a barreira!" Respondeu Rukia em seu tom habitual mandão.

"Aliás, amanhã receberemos reforços de outros anos" comentou Hinamori.

Renji já havia perdido as contas de quantas vezes havia se sentido idiota no caminho de sua casa até a academia. Como poderia elas saberem mais que ele?

"Atenção! Turma que entrará na barreira organizem seus grupos! Vamos entrar em alguns segundos!" Ecoou a voz de Hisagi Shuuhei diante os alunos.

"Onde está o..."

"Hinamori-kun! Abarai-san! Kuchiki-san! Me esperem!" Disse Kira vindo ao longe, abanando e suando, com medo de perder seu grupo.

"Todos prontos?" Ecoou novamente a voz de Hisagi.

"Sim!" Disse em coro todos os alunos ali presentes.

Então apareceu à frente de todos um portal que até então não estava ali. Ninguém sabia se estava preparado para enfrentar o que estaria por vir depois da porta, que se abria lentamente, revelando torres escuras e permitindo aos grupos de estudantes passarem, e, assim que o último entrou, rapidamente as portas se fecharam e o portal enorme sumira novamente, tão misteriosamente quanto quando apareceu.

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Hitsugaya abriu os olhos num susto. A sua frente o futon na qual Hinamori estivera momentos atrás estava dobrado e a roupa guardada no armário aberto, revelando a ausência do uniforme da Academia. Na pressa, provavelmente, a garota esquecera de fechar.

Ainda estava escuro o quarto, levantou-se e reparou que os livros na qual estava lendo estavam organizados novamente. Intuitivamente ergueu a mão a testa, não sabia o porquê mas tinha alguma coisa ali que o deixava feliz.

A janela estava aberta, por ela entrava o sereno da madrugada, frio e aconchegante, pelo menos para ele. Mas aquele não era seu quarto, então foi em intenção de fechar a janela. Breve amanheceria, já era visível o laranja ao horizonte. Outra coisa que gostava daquele céu é que de onde morava se podia ver o nascer o pôr-do-sol. Cada dia novas belezas.

Fechou a janela e foi então ao seu próprio quarto. Hoje sua turma teria uma atividade especial, eles iriam ter que chegar antes do sol se revelar completamente. Ele não fazia idéia do que era a tal atividade, mas era necessário levar a katana.

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"Dividam seu grupo em dois" Falava Hisagi para os muitos alunos ali presentes "Dois fiquem de guarda nas portas e dois entrem para explorar!".

"Acho melhor Abarai-kun e Kira-kun ficarem do lado de fora, já que eles têm melhores habilidades com a espada" Dizia Hinamori séria aos companheiros.

"Isso, Hinamori-san e eu somos mais habilidosas em kidous, o que nos dará vantagem lá dentro" Concordava Rukia pensativa "Nossa retaguarda estará melhor protegida assim..."

"Certo!" Falaram os quatro e rumaram cada um a sua posição. Estavam num local em que muitos hollows costumavam aparecer em massa. Era tudo cinza e preto, apenas os aprendizes de shinigami ousavam colorir com seus uniformes.

Um pequeno grupo foi para um dos lados e acharam cavernas espalhadas, suas aberturas rumavam ao subsolo. Precisava-se buscar algo lá dentro, mas os hollows avançavam muito rapidamente, então alguém tinha que ficar de guarda.

Rukia e Hinamori adentraram naquele lugar. Era escuro, úmido, frio. Quanto mais longe iam, mais escuro. Era estranho pois o interior não era natural, era semelhante a uma parede de pedras. O chão era liso, e as poças o deixavam escorregadio. As duas iam submergindo com a respiração presa, cuidando os lados, sem saber o que viria a seguir.

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"A área guardava importantes informações para a Seretei, usamos aquele local pois seria difícil de alguém achar aquelas informações. Mas de alguma forma os Hollows conseguiram invadir aquele local. Temos uma equipe já trabalhando na recuperação dos documentos na área 107B. O nosso trabalho será dar suporte a turma especial 32 que está cuidando deste local" Informou o responsável pela operação na turma especial 13.

Hitsugaya apenas observava. Tinha certeza de que a turma de Hinamori era a Classe especial 32. Então era essa a missão especial... Mas algo ainda não estava bem claro naquela história toda...

"Por que estão mandando os alunos da academia fazer isso ao invés dos shinigamis já formados?" Perguntou o garoto ao responsável.

"Todas as unidades já estão em alguma das áreas. Foi uma invasão em massa pelos Hollows". Explicou o outro.

Algo realmente estava estranho! Definitivamente hollows não eram tão inteligentes a ponto de invadirem um local secreto... E ainda por cima criado através dos mais altos níveis de kidous... Ou teriam eles aprendido a esconder sua presença? "Impossível", pensou dando um suspiro.

O garoto olhou para traz, o sol já estava quase todo visível por trás das árvores do jardim da academia. Daquele local não era possível visualizar o céu todo. E não parecia ser a mesma coisa de sua sacada... Parecia ser outro céu.

Pela incontável vez aquele dia, um portal surgiu diante um grupo tanto de shinigamis, quanto de shinigamis aprendizes. Este revelando um local escuro, sujo, de aparência cavernosa. Era simplesmente medonho. Não parecia haver vida ali, mas bastava adentrar no portal que se deparava com inúmeras lutas, kidous sendo lançados para tudo que é lado, hollows sendo destruídos e ao mesmo tempo surgindo mais. Parecia inacabável!

"Porque mesmo eu resolvi fazer isso?" Pensava Hitsugaya com um ar de desanimo.

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Chegaram as duas num local sem saída. E estava tudo incrivelmente escuro. Mau se podia enxergar o que havia centímetros a frente delas.

"Kuchiki-san? Você está bem?" Perguntou Hinamori apalpando a parede que achara, em busca de apoio e direção.

"Sim... E vocIAAAAAUU!" Ouviu-se um barulho. Rukia havia caído no chão liso e frio do local. "Achei uma porta aqui...".

Hinamori tinha acabado de dar uma apalpada em falso também. Assim como a amiga, achara uma porta. Intuitivamente ambas deram passos pata trás até que encontraram suas costas, ergueram suas mãos e apontaram para onde supostamente estariam as portas.

"Kunrinshayo! Hinikunokamen banshou habataki hito no na wo kansu monoyo!" Repetia as duas, concentradas, aos poucos uma bola de reiatsu foi se criando nas palmas de suas mãos "Shounetsu to souran umihedate sakamaki minami e to susume wo susumeyo! Hadou no Sanjuuichi! Shakkahou!".

As bolas de reiatsu flamejantes voaram porta adentro, por alguns poucos instantes, iluminando tudo a volta.

"UAAAAARG!" Ouve-se um rugido vindo do lado de Hinamori. Então naquele escuro indistinguível enxerga-se uma máscara hollow que parecia brilhar na escuridão de tão branca. Hinamori preparou-se para lutar, procurando a suas costas o cabo de sua katana, mas Rukia segurou seu braço, puchou e falou num tom quase de desespero:

"Estamos em desvantagem aqui! O local é estreito e não temos nem 10 de visibilidade!".

Concordando mentalmente que a situação estava desfavorável, deixou ser levada pelo outro caminho, tão escuro quanto o que estavam momentos antes. Agora o chão começava a ficar irregular, e as paredes pouco a pouco perdiam a textura, iam ficando naturais. Atrás delas se ouvia os passos e os rugidos do hollow. Ele estava perto, e estava perseguindo as duas, cada vez mais perto, já se podia ver rastro de sua máscara, e ficava maior.

Então o chão some.

As duas sentiram cair, mas não sabiam onde iriam parar, não viam absolutamente nada ao seu redor. Não sabiam se estavam de olhos abertos ou fechados. A confirmação veio a seguir quando novamente aquela máscara vinha atrás delas, aparentemente ele também não enxergava muito e caiu no mesmo buraco que elas, ou seja, o buraco era grande.

Rukia fechou os olhos e virou para baixo, ergueu as mãos a fim de evitar quebrar a cabeça em qualquer que seja o fundo daquela coisa, "se é que isso vai ter fundo um dia", pensou. Um ruído conhecido quebrou o silêncio, alguma coisa MUITO pesada havia caído na água. Seria o hollow?

Até que sentiu água passar por seus dedos, em seguida seu corpo todo mergulhar em águas escuras e muito, muito frias. Desesperada pois a queda não a permitiu respirar, tentou nadar em direção a superfície. Quando suas narinas sentiram o oxigênio invadir novamente o cérebro, ela experimentou abrir os olhos. Acima de sua cabeça havia, beeeeem lá encima, um céu estrelado, sem nuvens.

Por um momento esqueceu onde estava e o que estava fazendo. Observava as estrelas como se á tempos não visse uma. Alias, a quanto tempo estavam no escuro? O céu daquele lugar era cinza, um pequeno círculo cinza com pontinhos brancos bem ao alto. Pelo tamanho minúsculo do buraco, ela estava muito abaixo da superfície.

Um rugido ecoou naquele lugar, pequenas gotas pingaram no rosto da garota. "Céus! Hollows sabem boiar!" Pensou. De fato, ela não sabia a profundidade da água, mas quando caíra havia mergulhado uma boa profundidade e não achara o chão. E pelo tempo que demorou ao Hollow voltar à superfície, era bem fundo.

Assustada nadou ao lado oposto ao que sentiu as gotas. E mais gotas a perseguiam. Ele estava longe, mas estava confuso, provavelmente se afogando e batendo as mãos, procurando o inimigo que o fizera ficar mergulhado. "Hollows costumam ser mais inteligentes..." Pensou ela, não sabia se com desapontamento ou feliz pela vantagem.

Aos poucos começou a ficar desesperada, não achava nunca a parede daquele lugar. E se estivessem num lençol d'água? Estaria ela nadando para longe? Perplexa com a idéia de se perder eternamente no subsolo parou e começou a entrar em pânico. Como ela sairia dali? Ela certamente não conseguiria subir até o topo do buraco, então lhe restavam três alternativas, morrer pelo Hollow, morrer asfixiada seguindo em direção ao lençol, ou morrer de hipotermia. "Um fim perfeito...". Não veria mais ninguém, não poderia mais fazer nada do que havia feito, não voltaria a escola, não veria mais seus amigos, estaria eternamente no escuro! Ela não conseguiria, era demais para a mente humana, são suportaria isso!

"Hadou no sanjuuichi! Shakkahou!".

Fogo surge em frente aos seus olhos, uma parede de fogo, aparentemente queimando palha. Rukia olha para traz, o fogo contornava toda água. Era enorme o local, era redondo, e agora que tudo estava iluminado, podia ver, um tanto distante, Hinamori com o punho erguido, já fora da água, apontando para o hollow, protegida pela parede de chamas que estava entre eles.

"Kunrinshayo! Hinikunokamen banshou habataki hito no na wo kansu monoyo! Shinri to sessei tsumi shiranu yume no kabe ni tsume wo tateyo! Hadou no sanjuusan!Soukatsui!" Disse Hinamori ao mostro a sua frente, Projeteis azuis saíram da palma de sua mão aberta e atingiram o hollow, causando uma grande explosão e fazendo o hollow afundar na água.

A garota cai no chão, suspirando de alívio, conseguira derrotar um dos hollows mais difíceis de sua vida (até então

Ergueu a cabeça a procura da amiga, ela estava do outro lado da margem, molhando o fogo a sua frente para poder passar ao solo firme. Acima de suas cabeças muitos buracos na parede, uma delas na qual as duas foram parar ali, e uma escada feita na própria terra da caverna que ligava a cada uma das aberturas e acabava no buraco no céu. Ambas encararam os longíquios olhares e rumaram ao início da escadaria.

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Hitsugaya cortou a cabeça de um hollow com sua katana pela enésima vez dês de que entrara naquele maldito portal. "De onde vem tantos hollows?!"

Sozinho ele cortava mais cabeças do que os alunos de níveis superiores ao seu. Mas não ligava a isso, queria saber onde estava Hinamori.

"Hitsugaya-san! O que faz aqui?".

O jovem olhou para seu lado. Conhecia a cabeleira loira e os olhos azuis.

"Minha classe está dando suporte a sua" Disse indiferente voltando sua atenção ao hollow a sua frente. "Aliás, onde está Hinamori?".

"Já faz umas quatro horas ela adentrou na caverna. Ainda não faço idéia do por que a demora..." Respondeu Kira se defendendo de um cero.

"O QUÊ?" Hitsugaya esqueceu completamente os milhares de hollows a sua volta. A amiga estava a quatro horas dentro daquele lugar úmido e frio? Isso era motivo mais do que suficiente para ficar preocupado.

Kira assustou-se com o berro do pequeno garoto, ele expressava fúria no rosto, podia sentir sua reiatsu subindo pouco a pouco. Mas a distração lhe custou caro, o hollow o tocou longe do local onde estava de guarda, levando consigo Renji que estava no caminho do vôo, deixando os hollows passarem pelo portal.

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Comentários Inúteis: Então... Assim encerro o segundo capítulo... Exatamente como o título sugere, chegamos ao fim da calmaria. Achei muito poético chamar "De um beijo à Morte" para o capítulo que começa a aventura, mas não tive coragem de mudar x3

Anyway... Começamos a parte da aventura. Neste capítulo temos algumas ironias com os pensamentos de Rukia. Simplesmente não resisti colocá-los xDD

Ah sim! Antes que me toquem tomates, também sou uma grande admiradora das forças de Rukia, mas tentei fazer o mais fiel possível a época em que narro. Lembro-me que Rukia só conseguiu atingir melhores resultados depois do treinamento com Kaien-dono, e mesmo assim tremia nas primeiras missões. Então ainda na Academia não poderia ela ser corajosa e tal... Não sei se fiz bem com isso xx Talvez... eu tenha deixado a personagem um pouco irreconhecível...

Outro porém é a própria Hinamori e o Hitsugaya. Nunca tive acesso a informações sobre como ele era na academia, e também não sei se ele entrou durante ou depois Hinamori se formar, então é uma parte incógnita isso... E... Ah! Eu tinha que fazê-lo destaque dês de os tempos escolares xD Afinal, se ele tão jovem conseguiu se tornar taichou, na Academia ele deveria continuar a ser o prodígio xD E sobre a Hinamori, eu simplesmente não agüentava mais todos fragilizarem ela xx Não que ela não seja delicada, mas sempre vejo Hinamori ser a indefesa que tem que ser protegida pois não consegue derrotar um mero hollow... Foi bem mostrado, aliás, que ela tinha uma forte personalidade. E temos o exemplo disso na própria parte em que aparece meu trio favorito da Academia. E acho que todo fã de HitsuHina sabe que Hinamori é especialista em kidous, certo? ;D

Bom, vou parando por aqui senão acabo escrevendo outro capítulo só em comentários xD Peço-lhes encarecidamente que deixem uma review aponta a katana por favor -- Preciso saber o que estão achando ou não poderei melhorar para a próxima xx

De novo obrigada a Kisara que agüentou minha burrice e me ajudou a upar (upar 3 vezes mas.. lalala xDD) o primeiro capítulo, e agora vou me esforçar para conseguir o segundo O.Ó

Go go clicar no botãozinho roxo ali embaixo 8D