Um Lugar pra se chamar de Lar

Capitulo 2 – Um anjo e um demônio

.¸¸.•´¯'¤ 13 Anos Depois ¤'´¯•.¸¸.

# Quando eu fecho os olhos ainda ouço a risada dela. # Relembra Kikyo, olhando para um antigo e quebrado balanço que seu pai Tanaka havia feito para Kagome assim que ela aprendeu a andar, mais ele fica na outra margem do lago que cortava toda a propriedade não havendo modo de chegar ao outro lado a não ser a nada, então um pequeno pedalinho foi comprado pra que a menina pudesse ir até lá brinca sempre que quisesse.

Mais depois de seu seqüestro ninguém mais quis ir até lá. As cordas presas a arvore já estavam apodrecidas e o acento pendia de um lado quebrado.

O pedalinho nem mais existia.

Tudo que restará foram lembranças. Somente isso.

# Faz 13 anos hoje, a mãe passou o dia chorando no quarto da imotto-san. # Diz Mirok. (Olha eu não entendo nadinha de Japonês na realidade acho até confuso, mais eu gostei do som dessa palavra que pelo que eu vi, significa irmã mais nova)

# Você não senti mais ela Kikyo? Nada mesmo? # pergunta Sesshoumaru.

# Não, nada. Eu perdi totalmente a nossa ligação à mãe disse que e por causa da distância, se tivéssemos crescido juntos seriamos que nem a mamãe e a tia Iza. # Responde a única garota dos quatro jovens ali presente.

# Será que se agente a visse na rua hoje, nos a reconheceríamos? # Pergunta o Hanyou se ajeitando melhor no sofá.

Sim havia um sofá no meio do jardim dos fundos, cansado de ver a cunhada ali sentada no chão todos os dias absorta por lembranças da filha desaparecida, Sho mandou fazer um sofá que não mofasse por ficar na chuva, o colou virado para o balanço, pois as lembranças de Kagome ali brincando eram as únicas coisas que ainda mantinham Izara viva.

Os jovens deram ao sofá o nome de Sofá das lembranças.

Era exatamente ali onde os 4 brincavam no dia do seqüestro e depois de treze anos, ali estavam novamente, agora já adultos e nem um pouco maduros...

# E pouco provável que a reconhecêssemos, ela pode ser loira, gorda, ruiva, anorexa, cabelos curtos, longos, vai saber, capaz que nem olhos azuis ela tem mais. # respondeu Sesshoumaru.

# Duvido que ela esteja gorda, aposto que tem os cabelos cumpridos e ainda tem aqueles cachos lindos. Ela era a coisa mais linda que eu já vi na vida, e só tinha quatro anos imagina agora com 17. # Retruca InuYasha sacudindo um pouco as orelhas incomodado com a leve risadinha de Kikyo soltou.

# Você e meio suspeito pra dizer como ela é agora, né InuYasha? Você que sempre foi fascinado por ela. Lembro-me que você a seguia o dia inteiro, pegava flores no jardim e colocava nos cachinhos dela. Alias quem nessa casa não era fascinado pela doçura dela. # Falou Kikyo por sua vez. Os quatros conversavam olhando intensamente para o balanço como se pudessem a ver ali brincando.

# Mas Sesshoumaru, você não a reconheceria pelo cheiro? # Pergunta Mirok.

# Não, o cheiro das mulheres muda depois que ficam menstruadas. Não perdi o próprio cheiro por completo mais se modifica, se tornando mais maduro, deixa de ter aquele cheiro de criança e se transforma em cheiro de mulher. # Responde Sesshoumaru.

Os quatros estão tão absortos pela conversa que nem notam a porta de correr de vidro da sala que se abre e Bankotsu saindo dela. Eles só notam a presença dele quando este se senta ao braço do sofá.

# Definitivamente esse dia, nunca será um bom dia pra essa família.# diz ele olhando para o balanço também.

# Conseguiu tirar a mãe do quarto da imotto-san, Bankotsu? # Pergunta a garota olhando para o detetive.

# O que e que você acha? # Pergunta ele calmo a olhando também.

# Que não. #

# Então por que perguntou se já sabia. # Seu tom não foi de ironia mais sim de cansaço, havia prometido a Izara que encontraria sua filha, mais depois de treze anos nem ele mais acreditava que conseguiria isso.

# Fica assim não Bankotsu, a mãe ainda confia que você vai achar a imotto. # Diz Kikyo tentando aliviar o pesar que havia nos olhos do homem.

# Eu sei, e isso que me deixa ainda mais frustrado. A ultima pista que tivemos delas foi a 9 anos atrás quando estavam em Coppermine no Canadá, de lá nos perdemos as duas de vez, podem estar em qualquer lugar agora. # Diz ele deprimido.

# E mais agente sabe que você sempre fez o possível e o impossível pra encontrar a mana. E você e único que consegui dar esperança pra mãe e também levantar o astral dela, você se dedica inteiramente ao caso da Kagome, prova maior disso e que até se casou com a nossa mãe. # Diz Mirok divertido, recebendo um cascudo na cabeça de Bankotsu, que lhe sorriu de volta.

# Vocês vão ficar em casa hoje? Deviam se animar são jovens ainda, não podem ficar aqui se lamentando e entristecendo mais ainda o dia.# Sugeri Bankotsu.

# Eu acho uma boa idéia. # Concorda Inuyasha, que continuava olhando balanço, apesar de ter tentado suas palavras soaram desanimada.

# Eu ouvi falar de uma festa numa mansão em Coaxial, aquele bairro rico, agente nunca foi pra aquelas bandas. # Opinou Mirok por sua vez.

# Por uma boa razão, Coaxial e do outro lado da cidade, leva quase duas horas pra se chegar lá, não tem um lugar mais longe, não? Agente podia ir à boate ali d... #Falou à garota que foi cortada por Sesshoumaru.

# To cansado de ir aquela boate cheia de patricinhas que você freqüenta, ficam todas alvoroçadas quando agente chega. # Completa o Yokai.

# Correção, quando você chega! # Concluiu Mirok. # E melhor mesmo agente ir a um lugar onde não conheçam a minha "boa fama". # Esse comentário fez os primos e a irmã caírem na gargalhada, até Bankotsu riu. # Ninguém me compreende. #

# Tudo bem vai, vamos pra Coaxial, realmente vai ser bom mudar de ares, conhecer gente nova, carne fresca pros predadores. # Aceita Kikyo por fim.

# Carne fresca? Isso significa que você não vai dar pra mim hoje? # Perguntou o hanyou deixando de olhar o balanço pela primeira vez pra olhar a prima que sorria debochada e apertou as bochechas dele que nem aquelas tias chatas fazem, achando que os sobrinhos são elásticos pr se ficar puxando.

# E exatamente isso que significa, meu cachorrinho. # Ela solta as bochechas dele ao se dar conta que o Hanyou já quase explodia de raiva pela brincadeira dela. # Pra sua infelicidade, hoje eu sinto a necessidade de "algo"... Um pouco maior do que você pode me oferecer. # Diz ela olhando para o centro das calças do hanyou arqueando uma sobrancelha em sinal de desgosto. # Se é que me entendi... #

Sesshoumaru e Mirok gargalhavam e o Hanyou somente sorriu maliciosamente para a prima.

# Cuidado crianças! Deixem as mães de vocês ouvirem o que dizem. # Avisou Bankotsu, se retirando do jardim e voltando pra casa.

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Os quatro foram pra seus devidos quartos se arrumarem para a festa, a noite já surgia.

Após um relaxante banho quente, InuYasha enxugava os longos cabelos prateados, agora com 18 anos ele havia adquirido o mesmo porte másculo e majestoso do pai que a propósito também foi herdado por Sesshoumaru, seu corpo era bem malhado e haviam poucos pêlos somente alguns abaixo do umbigo (esses pelo se chamam o Caminho da Felicidade) que desciam fazendo em uma linha vertical até o cós da calça jeans preta que ele trajava, calçou um sapato social, foi até o armário em busca de uma blusa, pegou uma vermelha escura também social.

A vestiu-a sobre os ombros mais a deixou aberta. Saiu de seu quarto e rumou para o da prima.

A casa era bem dividida, ao se entrar na casa se deparava com uma imensa sala, e atrás uma escada que se dividia em duas, uma pro lado esquerdo onde ficavam os quartos dos casais, os escritórios de Bankotsu e de Sho e também o ateliê de Izara e a Izayo, as duas eram estilistas, mais não eram de desfilar seus modelos, apenas costuravam por diversão de vez em quanto uma amiga ou outra pedia um vestido o que as duas faziam com maior amor.

Do lado direito ficava os quartos dos jovens, um longo corredor levava aos seus quartos, o primeiro do corredor era o de Sesshoumaru, depois vinha o de Mirok e por ultimo o de Kikyo, o seu próprio quarto ficava de frente ao quarto do primo Mirok e o que era de Kagome de frente para o de Sesshoumaru, na porá de cd quarto havia um plaquinhas de madeira com seus nomes entalhados, o que era bastante infantil na opinião de Sesshoumaru mais as mães faziam questão.

Ele entrou vagarosamente no quarto da prima que se maquiava diante do espelho.

Ela havia se tornado uma bela mulher, com seus 19 anos, longas pernas que se mostravam audaciosos pelo curto vestido preto de cetim que ela usava, seios fartos que se insinuavam no decote em V.

Ele a surpreendeu por trás agarrando sua cintura, está toma um susto que deixa o batom cair no chão.

InuYasha a joga com força em cima da cama, Kikyo nada diz adorava quando o primo agia assim, este segura os braços dela em cima da cabeça com um mão só e com a outra ergue o vestido até a cintura, mostrando a minúscula calcinha de renda preta dela, ele puxa uma perna dela pra cima a deixando dobrada, e deita seu corpo em cima do da prima se encaixando ali.

Enfia com força a língua dentro da boca da garota, a fazendo soltar um gemido sufocado. Empurra seu quadril contra o dela para que ela sentisse sua dura excitação.

# Consegui sentir. Não e suficiente pra você? #

Ele desliza a mão que segurava a sua perna, afastando um pouco sua calcinha introduzindo dois dedos dentro dela, e os movimentando com força.

# Você quer? # Ela nada responde, estava zonza de prazer, apesar da força com que ele a tocava os movimentos de seus dedos eram lentos, na intenção de torturá-la, e conseguia. Ela gemia alto e se viu obrigada a se movimentar contra os dedos dele na tentativa de o incentivar a ir mais rápido e dar por fim aquela tortura prazerosa. O que ele percebeu, soltou os braços dela e prendeu a sua cintura pra que não se movesse. Desceu a boca até o decote do vestido dela, dando fortes chupões na curvinha de seus seios.

# Você ainda não me respondeu! Quero ouvir você dizer que quer. Diz! # disse autoritário, passando a mover os dedos mais rápidos dentro da garota, que se agarrava aos lençóis da cama com fúria. Ela adorava destratar o hanyou, pois depois ele sempre agia assim desse modo selvagem que a enlouquecia, tinha que admitir InuYasha a satisfazia de uma maneira que nenhum outro rapaz conseguia.

# Eu...quero! # finalmente ela diz em meio a gemidos sufocados.

O faro de InuYasha nunca o abandonava, a garota estava quase atingindo o orgasmo, movimentou ainda mais rápido os dedos, o que aumentou os seus gemidos.

Quebrando totalmente o clima ele retira os dedos de dentro dela e se levanta num pulo, sorrindo malicioso para os dois dedos que ele mantinha esticados e que estavam molhados pela excitação dela. Ela ergue a cabeça da cama o olhando interrogativa.

# Ta vendo. Só os meus dedos já são mais do que suficientes pra você. # diz por fim se dirigindo a porta e a abrindo.

# Onde você pensa que vai? Volta aqui e termina o que começou! # Ordena ela irritada e aos berros, sentando-se beirada da cama.

# Não. # respondeu com descaso dando uma leve cheirada em seus dedos que ainda continuavam erguidos. # Hoje eu sinto a necessidade de algo mais... Doce. E que não tenha cheiro de outros. Se e que me entendi. # ele sai do quarto e chega ao corredor e para ao ver Mirok e Sesshoumaru cada um na porta de seus quartos já devidamente prontos, Mirok usava uma blusa social roxa escura e Sesshoumaru usava uma azul clara com 5 botões abertos e uma correntinha de prata no pescoço que descia até o peito onde havia uma medalhinha pendurada.

# Meu deus! # exclama Mirok ao ver a elevação nas calças de InuYasha.

# Já vai com a barraca armada maninho? # Pergunta Sesshoumaru.

# E assim fica mais fácil. Pula as preliminares e já vai direto ao ato. # Diz dirigindo-se ao seu quarto ainda com dedos que usará na prima erguidos.

# Você se esqueceu que a mãe tava no quarto da Kagome, InuYasha? A casa toda ouviu os gemidos da Kikyo. A mãe saiu de lá de dentro bufando de raiva. # diz Mirok recriminando o primo.

# Eu esqueci que ela tava lá. Só queria dar uma lição na Kikyo e ela nem gemeu tão alto assim. # diz o hanyou parado a porta do quarto. Nessa hora Sho aparece no corredor aparentava estar aborrecido e observou os dedos erguidos de InuYasha.

# Ah... Então era Kikyo quem gemia. # ele se aproxima do filho e da um tapa ao pé da nuca do rapaz. # Não dava pra ser mais discreto, tinha que fazer isso justo hoje, InuYasha? # Pergunta o pai contrariado, mas o filho não tenta se desculpa simplesmente entra no quarto rapidamente fechando a porta do quarto onde uma bailarina de porcelana se choca, se despedaçando.

Sho olha para o quarto de Kikyo e a vê na porta bufando de raiva. Ergue uma sobrancelha em sinal de reprovação.

# Sua mãe não gostou nada disso, mocinha! # disse se retirando do corredor, ela olha pra Mirok e Sesshoumaru, parados a observndo.

# Que foi, hein? # Pergunta aborrecida.

# Sabe vai ser muito divertido quando o InuYasha achar "aquela garota especial", sabe qual? Doce, atraente, que queira mais do que uma boa trepada. Completamente oposta a você. Você vai ser posta pra escanteio! Isso e pior do que ficar no banco de reserva, o que é exatamente o que você faz com ele. E inevitável, cedo ou tarde você vai perder o seu Personal Fucker. # diz Sesshoumaru.

InuYasha abriu a porta do quarto já com a blusa devidamente fechada e com a "barraca" já desfeita.

# Então vambora? # Pergunta ele.

# Eu não vou mais. # Diz Kikyo cruzando os braços na frente do corpo emburrada.

# Por mim tudo bem. # diz já saindo do corredor, seguido de Mirok e Sesshoumaru.

Eles descem a garagem e entram no carro, Mirok e InuYasha nos bancos de trás e Sesshoumaru no volante que os toca mais não dá a partida, ele bate o polegar no volante como se estivesse contando, na terceira vez Kikyo abre a porta do carona e senta.

# Isso vai ter volta, InuYasha, ah se vai! # Diz a garota brotando um sorriso debochado no rosto dele.

# Muito divertido. # murmura Sesshoumaru para si. Ligando o carro e partindo para a festa.

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# Como ele faz isso? # Pergunta Mirok a InuYasha observando Sesshoumaru rodeado de quatro garotas que pareciam super modelos.

# Quem me dera saber. # Responde o Hanyou intrigado, pois viu que o irmão nem ao menos ouvia o que as garotas ao seu redor tagarelavam sem parar e sim olhava incessantemente para a pista de dança. # O que será que ele tanto olha? #

Havia uma parede impedindo os dois de verem a pista de dança. Eles chegam mais para frente e quase não acreditam no que vêem, o grande Sesshoumaru observava fascinado, uma delicada e simples humana.

Que era simplesmente bela.

Cabelos negros e compridos até a cintura cheios de trancinhas onde havia delicados enfeites de flores rosas e brancas, usava uma saia rosa de seda bastante rodada que ia até metade da coxa.

Uma blusinha branca de alças grossas com um decote quadrado o que deixava seus pequenos seios ainda mais adoráveis.

# Nossa! # exclamaram os dois em uníssonos.

Mais não era exatamente para ela que Mirok olhava e sim para garota ao seu lado, provavelmente eram amigas.

Lindos cabelos castanhos que graciosamente balançavam em um rabo de cavalo alto, rosto bem maquiado. Grossas pernas que dançavam em uma saia preta também rodada. Seios fartos que agitavam-se no top rosa.

#Caro primo, se me da licença, acabo de focalizar a minha presa. # Diz o rapaz maliciosamente olhando a garota dançar.

# E areia demais pra você transportar, não acha não? # Zuou o Hanyou.

# É, falou o hanyou que come a própria prima. # Rebate Mirok na mesma moeda.

De longe ele vê o primo se aproximar da tal da garota, que sorri generosamente para ele. Suspira resolvendo dar uma volta pela festa da qual eles entraram de penetras já que não conheciam os donos da mansão onde ela rolava.

Iria agora em busca de sua presa.

Chegando ao bar ele foi abordado por uma loira peituda que mal conseguia ficar de pé de tão bêbada.

Obviamente que ele tirou proveito disso, a garota não parecia mesmo do tipo honrada já que se esfregava nele sem nenhum pudor. InuYasha não gostava muito da idéia de cada dia ter uma mulher diferente na sua cama. Por mais prazeroso que fosse. Ele sempre quis encontrar aquela em que teria prazer de ter todos os dias, e acordar com ela na manha seguinte, embriagado pelo seu perfume.

Por isso sempre preferiu ficar mais com a prima Kikyo. Eles até tentaram namorar serio quando mais novos, mas suas mães foram contra, sabiam que era só fogo de adolescente. Ele também tinha suas duvidas em relação a Kikyo, não acreditava que ela fosse "aquela" e nem que ele fosse "aquele" pra ela.

Mesmo com a proibição das mães, se agarravam escondidos pela casa, somente por desejo.

Puro prazer.

E Kikyo também não era do tipo que se contentava com um só, o maximo que havia ficado com um mesmo rapaz foi por duas semanas, não que fosse uma vagabunda apenas queria aproveitar os prazeres da vida, assim com os primos e os irmãos.

Mais o mundo, apesar de tudo que as mulheres conquistaram ainda continua machista.

Um homem que tinha varias em sua cama era considerado um garanhão, mais quando a situação era contraria a mulher sempre seria visto como uma qualquer, que passa de mão em mão. Sem valor.

Ninguém em casa se importava com a vida sexual que a garota levava. Izayo e Izara achavam até interessante e gostavam que ela contasse suas experiências pra elas.

# Co... mo... Como... é mes..mo o seu nome? # pergunta a loira depois de ser prensada na parede e receber um beijo devorador de InuYasha.

# Faz diferença? # Diz ele, fazendo a garota sorrir atacando sua boca novamente. Sem perceber a presença feminina que os observava. Ela chegou perto e tocou no ombro da loira, fazendo os dois se separarem.

# Eu não faria isso se fosse você. # Diz Kikyo a loira que, recebendo um olhar mortal de InuYasha. # Ele não passa de um Hanyou, que baixo nível, querida. # A loira olha pra InuYasha com uma sobrancelha arqueada arrancando as mãos dele de sua cintura e saindo de perto dos dois trocando as pernas.

InuYasha por sua vez, abaixa os olhos, em sinal de irritação, coloca uma das mãos na cintura e a outra apóia o próprio corpo a parede onde a loira estava, onde Kikyo se encostou com as mãos atrás do corpo e olhava cinicamente.

# Há o doce sabor da vingança.# ela quase não conseguiu completar a frase, pois teve a boca tapada pela do Hanyou com uma violência assustadora.

# Não adianta priminha. Você não vai usufruir de mim hoje. # Depois de dito ele a solta e sai pela porta dos fundos da mansão. Bufando de raiva, pois apesar da brincadeira da prima não pode deixar de se afetar quando a loira o olhou com repulsa por ele ser um hanyou.

Não havia ninguém na parte de trás da casa. Alias olhando a dos fundos nem parecia que dentro havia uma festa. Deu graças a Deus por isso já que suas orelhas latejavam pelo barulho alto da musica.

Havia uma grande fonte no jardim, havia pelo menos uns oito jatos de água caindo das aberturas que havia na escultura do centro, era iluminado no fundo por uma luz rosa.

Ele se aproximou da beirada colocou as mãos nos bolsos da calça e fechou os olhos tentando aproveitar mais daquela paz que ali jazia, somente o barulho da água, o sobro do vento, o cheiro da noite. Era bom. Calmo. Era...doce?

"Que cheiro e esse?" Pensou ainda de olhos fechados, inspirou o ar novamente.

"Jasmim, que gostoso, de onde vem?". Abriu os olhos.

"Vem da fonte." Pensou puxando ainda mais o ar.

"E uma garota! Doce...Mas não tem ninguém aqui." Ele olhou a escultura percebendo que era ela quem o impedia de ver a garota.

"E uma humana. Mas como pode exalar algo tão entorpecente assim." Sem consciência suas pernas o fizeram circundar a fonte até ele ver. Ela.

"Que linda!" Pensou ele. Ela estava dentro da fonte, à água batia em suas canelas e molhava as mãos em um dos jatos que saia da escultura.

Ela sorria.

Tão serena.

Tão apaixonante.

Ela notou sua presença e virou-se para fitá-lo naquelas penetrantes olhos dourados.

Acompanhou com os olhos o rapaz circundar todo a fonte e para diante de si. Ela ainda sorria.

"Eu não me lembro de ter bebido tanto a ponto de alucinar, mas ela, ela não é real, como poderia ser. Ela e tão... perfeita!" Usando um vestido branco, era uma batinha com alças grossas e decote em V, descia até a metade de suas coxas, balançavam vagarosamente pela brisa noturna, mais o melhor era a luz rosa que vinha do fundo da fonte iluminava o corpo da jovem mostrando os contornos de suas pernas, através do vestido.

Olhou cada detalhe daquele ser perfeito a sua frente e subiu ate os seios.

"Aposto que eles nem balançam enquanto ela faz amor."

Uma cascata negra de cabelos, lisos na raiz, bem tratados e brilhosos, seguia cacheado a partir dos ombros até a sua cintura.

"Não pode existir nada mais delicioso do que fazer amor com essa garota, à noite toda, pra depois acordar com ela na manhã seguinte afogado nesses cachos." Eles continuavam a se fitarem de longe até que ela resolveu se aproximar da margem da fonte ele estava.

"Azuis, os olhos dela são... Linda! Como ela e linda! Como será a voz dela?"

# Você não é real. Não pode existir algo assim tão perfeito como você. # Diz ele sem conseguia deixar de sorrir fazendo seus caninos aparecerem. # É isso, você é um anjo! #

# É você e um demônio. # Falou finalmente a garota.

"A voz dela também e doce como seu cheiro." Pensou ele.

# Ou melhor, dizendo. Um meio demônio. # Diz ela sorrindo ainda mais, olhando para as pequenas e felpudas orelhinhas do rapaz.

Ela elevou as mãos até elas e as tocou com suavidade.

InuYasha apenas fechou os olhos e sentiu a corrente elétrica que seu corpo descarregou por ser tocado por aquele anjo...