Série: Body of Proof

Ship: Megan Hunt / Tommy Sullivan

Autora: Mamma Corleone (esta que vos fala)

Classificação: M

DISCLAIMER: Esta fanfic foi criada apenas para diversão. Os personagens utilizados não são meus (infelizmente...), bem como nada relacionado á série. A grana é toda da ABC...

Luana SS: Lovinhaa, óh, só porque tu me pressionou tanto, tá aqui o final dessa jornada alcoólico-sexual... Enjoy edepois me diz se: "foi bom pra você"? hsaushausahsau - amotu!

Anny Rodrigues: Pronto, segue a continuação... sem violência, please! heheheh

Gayb's:Continuadaaa! hehehehe - espero que goste! ;)

Angel: ooo sumida, é bom aparecer pq o capítulo saiu! heheheheh - Tomara que goste tanto quanto do primeiro, gataa! beeijo.

CastleLover NFF: minha queridaa, tá aqui o capítulo e, como promessa é dívida, quero um comentário decente! hsuahsauhsausha Tem que colocar número delinhas? Aproveitaa!

Caso não lembrem, paramos naquele beijããããão no táxi... O que será que rolou depois?

Não perca o final deeeeee: (rufar de tambores) Another One Bites the Dust (abrem-se as cortinas)

BOA LEITURA!

_X_X_

Não posso dizer que não apreciei o beijo, seria uma grande mentira, mas intimamente suspirei aliviada quando o táxi parou diante do prédio.

Meio atordoada e sem fôlego abri a porta do carro e, praticamente, me lancei para fora. Na confusão que se seguiu, minha bolsa enroscou- se na porta fazendo com que quase todo seu conteúdo caísse.

- Droga!- murmurei e comecei a recolher meus pertences.

- Calma, Megan.- disse Tommy, entregando-me meu celular.

- Eu... é... obrigada.- agradeci, sem encará-lo, e rumei para a porta do prédio.

"Sua idiota, você parece uma colegial retardada, agindo dessa forma!- me repreendi mentalmente, enquanto vasculhava a bolsa atrás da chave.- Até parece que nunca beijou ninguém... Aliás, até parece que nunca o beijou!"

Tentava me abrigar da garoa fina que caía sob a estreita marquise do prédio, mas encontrar a chave estava se provando uma missão tão difícil, fosse por causa da pressa ou da tontura alcoólica, que logo senti que estava ficando encharcada.

- Procurando por isso, Dra. Hunt?

Olhei para trás e o vi: Tommy Sullivan, com minhas chaves na mão.

- O que... Como ... Me dê isso aqui!- disse, esticando a mão para alcançar as chaves que ele balançava.- Vamos, Sullivan, estou ficando molhada!

- Isso soa tentador, Megan.- ele respondeu, um ar malicioso perpassando seu rosto.

- Eu não estou brincando, Tommy. Dê-me logo isso, anda!- novamente tentei pegar o molho de chaves, mas ele foi mais rápido e se esquivou.

Com o movimento desajeitado que fiz tentando alcançá-lo, meu pé escorregou do degrau e, praticamente, me lançou nos braços dele.

- Tudo isso é pressa, Megan? Será que não podemos nem subir até o seu apartamento?

Ele me segurava firme pela cintura, enquanto eu não tinha como não sentir o cheiro de seu perfume, com a cabeça praticamente deitada em seu ombro.

- Ora essa, quanta pretensão! Me largue e dê-me a maldita chave!- eu disse, tentando me desvencilhar de seu aperto.

Quando o encarei, percebi que sua expressão estava estranha, não lembrava nenhuma que eu tivesse visto em seu rosto durante aquela noite. Ele me olhava intensamente enquanto inclinava seu rosto na direção do meu. Nossos lábios foram ficando cada vez mais próximos até que o inevitável aconteceu, e logo estávamos nos beijando novamente.

Eu sabia que era errado, sabia que não estava pronta, sabia que aquilo poderia trazer mais complicações do que benefícios, mas, que fosse tudo para o inferno. Amanhã estava longe demais, irreal demais.

Além disso, sempre haveria a desculpa da tequila. Com isso em mente, segurei-lhe os cabelos e aprofundei o beijo o máximo que pude, minha mão esquerda segurando, precariamente, a bolsa.

Por sua vez, Tommy me apertou com mais firmeza contra si e começou a andar na direção da porta do prédio, meio que me carregando, já que meu equilíbrio, antes tão débil, era completamente inexistente agora.

Com força, ele me encostou contra a porta e começou a beijar meu pescoço. Enquanto uma de suas mãos descia até minha bunda, apertando e me pressionando de encontro à sua ereção.

Aquilo estava me deixando maluca. Eu precisava acabar com tudo o que nos separava. Todas aquelas roupas, toda aquela pele, tudo o que nos impedia de nos tornarmos um só.

Logo ouvi um "clique" às minhas costas e senti que a porta contra a qual eu era pressionada se abriu.

Quase me erguendo do chão, Tommy entrou no hall do prédio e empurrou a porta atrás de si com o pé.

- Escadas?- murmurei contra a boca dele, sem conseguir deixar de beijá-lo.

Ele balançou negativamente a cabeça e, de seus lábios, escapou um gemido que interpretei como "não".

- Câmeras...- foi a palavra que saiu da minha boca, enquanto ele se entretia mordiscando meu queixo.

Como não percebi qualquer tipo de resposta ao meu comentário, afastei-o de mim com as mãos empurrando seu peito.

- Sullivan...

Ele me olhou com uma expressão interrogativa, embora de seus olhos saíssem faíscas. O rosto vermelho e afogueado, com marcas do meu batom sujando-o por toda parte, a camisa meio aberta e o corpo trêmulo de tesão. Mesmo por sobre o jeans, era possível ver o quanto ele estava excitado.

- Pelo amor de Deus, mulher, não me faça parar agora...- implorou, com a voz rouca.

Comecei a ajeitar meu vestido e tentar retirar um pouco do reboco em que minha maquiagem se transformara. Então, depois de estar ligeiramente mais recomposta, o encarei.

Um lado muito mau e sádico da minha mente pensou em acabar com aquilo por ali, deixá-lo a ver navios e, simplesmente, virar as costas e subir para meu apartamento, sozinha. Porém, o calor que me consumia e o leve pulsar que descia do meu baixo ventre para entre as minhas pernas, além do gosto dele (ainda tão vivo em minha boca) apoiavam o lado da minha mente que protestava veementemente contra aquela ideia.

- Megan...- ainda a voz rouca e aquele tom desesperado.

- Existem câmeras no elevador, e eu tenho uma imagem a manter.- quando finalizei a frase, a porta do elevador se abriu.- Me acompanha?

Entrei e percebi que fui logo seguida por ele.

Foram os minutos mais longos da minha vida até alcançarmos o andar onde eu morava. O silêncio opressor tornava tudo mais difícil. Havia tantas coisas não ditas ali, tantas possibilidades, tudo aquilo que deveria ser discutido antes do que estávamos prestes a fazer, tudo aquilo que poderia mudar nossas vidas. Mas nenhum de nós conseguiu se se obrigar a falar, então, quando o "bip" anunciou a chegada ao andar desejado e a porta se abriu, foi um imenso alívio.

- Por aqui.- eu disse, ainda sem olhá-lo.

Tommy, novamente, estava atrás de mim. Podia sentir o calor que emanava do corpo dele. Aquele corpo que eu queria desnudo, sobre mim.

Abri a porta do apartamento e parei. Temia que o clima tivesse acabado, que aqueles minutos de tensão houvessem minado qualquer possibilidade de continuarmos o que havíamos parado.

- Quer um...- antes que eu concluísse a frase, senti que era rudemente agarrada e pressionada contra a parede do hall de entrada.

- Quero só uma coisa, e ela já está bem aqui.- disse Tommy, logo tomando meus lábios em um beijo arrebatador.

A partir daí, tudo o que sei é que, num momento estávamos rumando, aos tropeços, para meu quarto e, no momento seguinte, eu já o tinha empurrado sobre a cama.

Mal contendo meus movimentos, sentei-me sobre as pernas dele, enquanto lhe arrancava a camisa e puxava por sobre sua cabeça a regata que ele usava por baixo. As mãos, ávidas, dele, corriam pelas minhas costas, tentando abrir-me o zíper do vestido.

Minha boca colou-se ao pescoço dele, enquanto o beijava e fui descendo por seu tórax, devagar, alternando beijos e arranhões. Quando senti o vestido ser puxado sobre minha cabeça, apenas ergui os braços para que ele saísse com mais facilidade.

Logo estava de joelhos no chão, diante do zíper do jeans. Abri-o com rapidez. Uma fome me consumia e eu precisava matá-la logo, sem mais rodeios, sem mais enrolações. Naquele momento ele se colocou em pé e me ergueu junto consigo. Assim que nossos corpos se colaram novamente, ele segurou-me pelas nádegas e me girou, para me jogar sobre a cama.

- Puta merda, Megan, você é tão linda!- disse, antes de aproveitar-se que eu estava deitada e começar a me beijar dos pés á cabeça.

Gemi em antecipação quando senti a mão dele correr por entre minhas pernas, infiltrar-se por sob minha lingerie e começar a brincar com meu clitóris. Sua boca não perdia um milímetro sequer de pele e tudo aquilo estava prestes a me enlouquecer.

- Chega Tommy! Chega!- agarrei seus cabelos e o puxei até meus lábios.

Os beijos eram quentes, exigentes. Eu o queria todo, e queria agora!

Minhas mãos começaram a despi-lo de sua cueca, enquanto ele abria, com surpreendente facilidade, os ganchos de meu soutien e descia para minha calcinha. Ali ele não foi tão gentil: com um puxão rude, arrancou-a de meu corpo e jogou longe.

Então senti que ele enfiava dois dedos em meu interior para certificar-se de que eu estava pronta para ele.

- Céus, você está tão molhada...- ele lambeu os dedos.- Tão doce...

Logo ele se posicionou entre minhas pernas e, com um movimento preciso, estava dentro de mim. Minhas unhas se cravaram à suas costas, a boca dele se colou ao meu pescoço e ele começou a se mover devagar. Suas estocadas eram ritmadas, com uma das mãos ele se apoiava à cama enquanto com a outra ele mantinha meus cabelos seguros com força.

Querendo senti-lo cada vez mais dentro de mim, ajeitei-me de forma a colocar um travesseiro sob as nádegas, assim ele poderia escorregar bem para o fundo, cada vez mais para o meu centro.

- Oh, Megan... você-vai-me-enlouquecer...- dizia ele entredentes.

- Mais forte... oh, Deus... Tommy, mais forte!

Ele aumentou o ritmo, segurando meus quadris com ambas as mãos. Sua boca foi de encontro ao meu seio direito, sugando-o com força. Ele passava a língua sobre o mamilo, fazendo com que eu gemesse ainda mais intensamente.

As estocadas tornaram-se mais vigorosas e rápidas conforme ambos nos aproximávamos do orgasmo. Eu sentia como se estivesse prestes a desfalecer.

- Oh... estou... eu-eu... aaah...- o grito foi incontrolável.

Em seguida senti meu corpo estremecer e convulsionar numa sensação tão inebriante, fazendo-me sentir viva como há muito não acontecia. Ele ainda mantinha o ritmo vigoroso, sua cabeça jogada para trás, os olhos fechados com força. Quando meus sentidos começavam a clarear, foi a vez dele perder-se.

Senti seu gozo quente escorrer dentro de mim, ao mesmo tempo em que ele se deitava, exausto, sobre meu corpo.

- Nossa...- foi tudo o que ele disse.

- Uau...- foi a minha resposta.

Assim que voltamos a coordenar nossos pensamentos e corpos, deitamo-nos lado a lado, ambos olhando para o teto do quarto.

- Isso não deveria ter acontecido... A, a bebida... e...- murmurei, ainda sem olhá-lo.

- Eu sei.- foi a resposta dele.

- Como vamos trabalhar juntos depois disso?- perguntei.

Ele apoiou-se no cotovelo e me olhou.

- Calma, Megan, ninguém vai saber. Isso é, se você não quiser.- a voz dele estava estranha.

- Você jura?- perguntei, abrindo os olhos para vê-lo a menos de um palmo do meu rosto.

- Sim. Nada do que aconteceu nesse quarto vai sair daqui.

- Então acho que podemos manter mais um segredo entre estas paredes...- disse eu, por fim.

Então o puxei para um beijo longo e intenso, afinal ainda tínhamos tempo para aproveitar a desculpa da tequila um pouco mais...

FIM

Amaram? Odiaram? Precisam de um banho frio? Querem me matar?

Enfim, seja qual for sua situação após ler, deixa um REVIEW aí embaixo, custa nada não... Além disso é indolor e vai fazer uma ficwriter muito-muito-muito-muito feliz! xD