Descrevendo uma história:

Cap.2.-Encontro...

A dor se misturou com o prazer de tomar aquele café gelado, estava acabado... Ele não queria gastar tanto. Tirando que como cavalheiro que fingia ser... Resolveu pagar tudo o que ela gastasse. E quando ela pediu seu segundo café e seu segundo pão com manteiga, sentia as lágrimas brotarem nos seus olhos. Engoliu o seco e continuou a beber o café.

-Então, - ele começou, já que, há um bom tempo ninguém falava nada. -você vive sozinha?

Ela deu uma mordida no pão e tomou um gole do seu café. -Não.

-Entendo. -ele disse já saturado de estar ali, olha onde ele foi se meter!Olha onde!

-E você?-ela perguntou só por educação.

-Moro só, mesmo. -ele bebeu mais um gole do seu café gelado, e foi como se mais uma lágrima entristecida rolasse por seu rosto. -Mora com a família, então...?

-Sim, meu avô, minha mãe, meu irmão mais novo e minha irmã mais velha. -ela disse calmamente, mas, ele percebeu que ela enfatizou irmã. -Acredito até que tenha ouvido falar nela, senão, for... -ela parou um pouco, suspirou. -Já ouviu falar em Kikyou H. Makoto?-ela perguntou entristecida e de supetão.

Logo Inuyasha se lembrou da escritora. Que tinha sua idade, 25 anos, com os cabelos longos e negros amarrados em um rabo de cavalo frouxo, com aqueles olhos castanhos tão atraentes. Com aquele rosto firme e sério, e ao mesmo tempo... Tão interessante. E além, de suas vestes serem na moda.Sempre com um vestido discreto, porém, provocante.Que seja, completamente, diferente da figura que estava na sua frente.Sem tirar o fato de seus livros maravilhosos, ele era fã de carteirinha.Fazia até parte de um fã-clube.Podia até dizer que era a mulher dos seus sonhos...

-Conheço. -ele falou sem pensar muito.

-Então, eu a conheço pessoalmente. -ela falou dando mais uma mordida no pão, não parecia estar assim, feliz naquela conversa que ela mesma estava criando. E mesmo assim, fazia pose de chantagista.

Inuyasha encheu seu pulmão de ar... –MESMO?-perguntou quase gritando o que trouxe olhares desagradáveis para si. Porém, ele deu um sorriso amarelo e um olhar de "cuidem de suas vidas" e todos voltaram a fazer o que antes faziam, seja lá o que forem que faziam antes.

-Sim, quer conhecê-la?-ela perguntou terminando seu segundo café e seu pão.-Quer?-perguntou meio que corada, meio que com raiva, estava meio um monte de coisas, que ele nem sabia o que dizer.

-Quero!-ele exclamou com os olhos brilhando de emoção.

Ela encostou as costas na cadeira, e de repente, começou a rir.

Pronto!

Ele achou uma louca!Primeiro fala sobre a irmã, e depois, sobre a sua "heroína"... O que há com essa menina?

-Desculpe. -ela falou tampando a boca. -Sabe... É que... Meu nome inteiro é Kagome H. Makoto. Isso lhe lembra alguém?

Calma... O sobrenome dela era igual ao... Não pode ser... Eram parentes.

-Ela é minha irmã. -ela confessou. -Desculpe, é que as pessoas se aproximam de mim só para conseguir falar com ela, pensei que era mais um. Porém, vejo que não sabia disso.

-Não... Eu não estava me aproximando de você só para falar com a sua irmã, não, não. -ele negou o que era a verdade. Mas, se ele contasse o porquê de estar perto daquela menina, ela ficaria muito mais triste, do que se fosse pelo que ela temia.

Porém, saber que a sua escritora predileta era irmã mais velha da dita cuja que era a sua nova cobaia... Era maravilhoso!Mas, não ia dar tanta bandeira. Iria esperar sua vez e quando está chegasse ele ia fisgá-la!

Como nos velhos tempos que tentava pescar algo junto com seu pai, ainda quando menino, uma pesca em vão. Porém, não seria desta vez!

Ah, que seja... Agora, ele devia se concentrar no seu LIVRO.

Ou estaria ferrado, sem grana, esperando a morte.

-Bem... -ela corou e olhou pela janela do estabelecimento. -Obrigada, acho que fazia um tempo que ninguém me chamava para sair... Assim, sem esse interesse. -ela disse toda encabulada, algumas mechas do cabelo dela caíram sobre sua face. E ele podia jurar que uma lágrima escorreu por sua face, mas, o sol refletiu naquele instante no rosto dela, e seus óculos brilhando por causa do sol, fizeram os olhos dele arderem.

Naquele momento, ele sentiu pena dela... Porém, ao ver a gargantilha com o escrito Kagome, que lembrava Princesa... Esse pensamento fugiu de sua mente em um piscar de olhos.

Entretanto, ele teria que fazer algo para que ela gostasse dele... Teria que sei lá. Correr contra o tempo, e aprender o significado da palavra amor.

Saco!Por que sempre pediam o impossível?Ele só conhecia o amor de seus pais, nada mais do que isso.

E para ele, até hoje não foi importante. Aliás, o amor só trouxe dor de cabeça, por isso, ele o odiava com todas as forças.

Ele perguntou se ela iria querer mais alguma coisa, e ela negou, então, chamou a garçonete e pediu a conta.

-E você?No que trabalha?-ela perguntou ainda encarando as pessoas que passavam por ali, de um lado para o outro. E alguns carros que também passavam.

Ele olhou de relance e viu um cachorro dormindo na sarjeta junto com um mendigo, depois, voltou seu olhar para ela. -Eu sou escritor, também. -ele comentou. Não queria entrar em detalhes, não... Vai que ela resolve ler seu livro.

-Legal algum projeto novo?

-Sim, em andamento. Tenho que entregá-lo em seis meses. -ele acrescentou apenas por acrescentar.Se tivesse pensando direito não iria dizer isso.Mas, agora já era.

-Eu posso ler?-ela perguntou. -Minha irmã costuma me fazer ler tudo o que ela escreve, sou como uma "cobaia". -essa palavra fez o café rodopiar dentro do estômago de Inuyasha.-Chega ser até engraçado, gosto das coisas que ela escreve.

-É, eu também. -ele falou sem pensar, mas, logo se amaldiçoou. Vai que ela pensa que aquele treco de se aproximar era verdade...

-Eu percebi, pelo seu tom de voz. -ela comentou, finalmente, voltando a encarar. O sol ainda batia sobre ela, e a fazia parecer mais estranha. Principalmente, com aqueles óculos gigantes. -Então, posso ler?

Ele engoliu o seco. -Sabe, eu sou diferente... Não gosto que leiam o que estou escrevendo. -ele mentiu, ele até que gostava quando recebia críticas boas sobre o que mudar ou não. Ajudava e bastante.

-Tudo bem. -ela falou, porém, parecia desapontada. -Olha, o papo está bom, mas, eu preciso ir... –ela se mexeu e pôs a mão no bolso, tirando uma carteira marrom.

Ele segurou a mão dela com as suas. E a viu corar novamente. -Não precisava, eu pago.

-Mas... Deixe me pagar o que eu consumi, já estou de saída, hoje eu prometi também me encontrar com a minha irmã em outro lugar. -ela disse envergonhada. -Não quero... Fazer você pagar nada, que eu tenha consumido. Ou queira.Nós nos conhecemos agora, senhor...

-Inuyasha Arisugawa. -ele sorriu.

-Senhor Arisugawa. -ela terminou.

-Tudo bem, vá encontrar a sua irmã. Eu sei onde encontrar você, por isso, não se preocupe. -ele forçou mais ainda o sorriso.

Ela o olhou cheia de preocupação, deu um meio sorriso e se levantou da cadeira.

Ele a encarou por alguns segundos, mas, o sol que ainda refletia nela deu lhe uma face fantasmagórica, o que só fez achá-la mais feia.

Porém, tudo bem, melhor esquecer esse detalhe. Ela não era alguém chato, pelo contrário.

-Então, eu já vou indo. Obrigada e desculpe.

-Tudo bem. -ele acenou. -Não se preocupe, eu não vou te encher em breve.-mentiu, ele precisava ficar na cola daquela menina, por dois motivos, para conseguir um autógrafo da Kikyou-chan como também conhecê-la pessoalmente, sem esquecer de escrever seu livro usando essa menina estranha como sua cobaia.

Ela deu um sorriso, igual àquele quando a viu pela primeira vez, aquele sorriso que te aquece, sorriso cheio de conforto, que te dá uma sensação boa. -Eu sei disso. -ela falou triste. -Mas, eu já estou acostumada a isso... Tchau. -e dizendo isso, foi embora.

Acostumada?Que menina estranha. Concluiu.

Bem, pegou seu laptop que estava num canto até agora e o pôs em cima da mesa.

-Oi. - ele disse segurando o ar dentro dos pulmões. Ela apenas acenou a cabeça e disse um "oi" tão fraco que ele mal ouviu.

-Então, vamos?- Perguntou educadamente. Ela o olhou esperançosa, talvez, quisesse que ele a elogiasse, porém, ele não via o que elogiar nela. -Bem, você está legal, bem legal. - esforçou-se ao máximo, porém, qualquer um perceberia que era mentira o que ele estava falando.

Ela deu um sorriso já mais contente.

E nenhuma palavra foi dita até chegarem à sorveteria mais próxima... E ali se serviram e desfrutaram da boa e deliciosa massa gelada. Que todos gostam, principalmente, em um dia quente. Talvez, não fosse o dia mais quente do ano, entretanto, um sorvete gostoso como aquele, não era indispensável. Pelo contrário.

-Então, você estuda?- Ele perguntou, enquanto, tentava esquecer do porquê de estar ali.

-Sim, como viu e como lhe disse. - ela falou levando a boca um pouco do seu sorvete de baunilha e limão.

-É mesmo... - ele nem se lembrava mais disso. Credo!

Ela olhou para o lado e sorriu, acenou para alguém. Ele bobo que não é... Olhou também, e viu ELA. A garota mais cobiçada, a garota mais bonita, inteligente que alguém pudesse querer. A garota, ele viu a garota.

-Conhece-a?- Ela perguntou assim, inesperadamente.

Ele apenas acenou confuso.

-Todos gostam dela... Todos-. Ele podia sentir certos ciúmes?Não, achou que não... Até que podia ser, era só comparar uma com a outra, com certeza essa menina feia na sua frente sentisse ciúmes da bela lá fora.

-Por que diz isso?- Perguntou cheio de curiosidade.

-Ela é minha irmã.

Aquilo foi uma surpresa, ele não esperava isso nunca, até que elas pareciam, porém, Karina a menina do lado de fora e irmã desta na sua frente, era mil vezes melhor, mais bonita, com aqueles olhos castanhos escuros e misteriosos. Quem não queria descobrir aquele mistério?Com aqueles cabelos longos e escuros e sedosos, além, de lisos, amarrados com um lenço branco, dando um ar de leveza. Ah, ela era perfeita.

Karen, a garota na sua frente, bem, foi esse o nome que ela disse... Que seja. Essa era completamente diferente de Karina. E dava para ver que ela não era perfeita como a irmã.

-Você não está saindo comigo só para conquistá-la, está?- Ela perguntou demonstrando certa raiva.

Ele engoliu o seco e não evitou pensar "Quem me dera se fosse por isso, só por isso", mas, não se manifestou, apenas, a encarou e negou com a cabeça.

A menina o olhou desconfiada, relaxou os ombros e sorriu. -Você a acha bonita?- Perguntou encabulada.

Ele engoliu o seco e comeu um pouco do seu sorvete de morango com pedaços de chocolate... -Sim... - falou bem baixinho.

Ela abaixou a cabeça desanimada. -Senhor, eu preciso ir... Entende? Minha irmã e eu vamos fazer compras.

-Quer que eu te acompanhe?- Ele perguntou encarando aquela faixa branca e manchada, e depois, os óculos rosa-choque.

-Não. - ela disse se levantando, tirou um pouco de dinheiro do bolso.

-Não, eu pago.

Mesmo com ele dizendo isso, ela pôs um pouco de dinheiro na mesa. --Espero que isso ajude, tenho que ir, tchau.

Ele não soube o que dizer apenas olhou aquele vestido cinza ridículo, deu uma vontade de rir, mas, não falou nada, acenou um tchau e ela se foi.

Suspirou cansado, levantou-se e foi pagar para o vendedor que os olhava com cara de poucos amigos, talvez, tenha pensado que como a menina Hugo fosse embora sem pagar. Porém, ela pagou, deixando o dinheiro lá. Ah, saco... Aquilo só ia dar dor de cabeça. Ele sabia, ele sentia...

Por que foi aceitar isso?Por quê?

Saco!

Suspirou e para se acalmar, enquanto, voltava para casa imaginava a face tão intrigante e sedutora de Karina.

Mas, ela não seria dele... Ela seria de outro, pois, esse foi o trato que ele fez.

Porém, por que a irmã dela tinha que ser assim... Ridícula?

Saco!

Inuyasha fechou o laptop.

Então, Kagome era irmã de Kikyou... Isso era bom?Ou era ruim?

Bem, ele sabia que o que estava fazendo era péssimo.

Mas, fazer o quê?

Ele estava desesperado.

E senão, saísse nada desse relacionamento...?

Teria que se virar.

Se em seis meses não tivesse um livro praticamente pronto para entregar... Ele não ia saber o que fazer, não ia mesmo.

Estaria acabado... Jogado as traças.

Suspirou.

-Com licença... -era a garçonete.

Ele a olhou com cara de poucos amigos, e pode a ver tremer de medo.

-Aqui... Está... Sua... Conta... -ela falou de um jeito lerdo e pausadamente, que só o irritou mais ainda.

Ele pegou enfim, o papel que a moça segurava tremendo de medo olhar... "Eu posso te matar" de Inuyasha.

E quando, olhou aquilo...

Bem, não vamos dizer o preço, pode ser meio comprometedor...

Inuyasha arregalou os olhos, espantado...

Fumaças saiam de suas narinas e orelhas... Estava vermelho!Não de vergonha e sim de raiva...

Lágrimas nasceram em seus olhos...

-O QUE É ISSO?-ele perguntou aos berros, chamando atenção dos outros...

Que o olharam com um tipo de raiva, já que, era a segunda vez a irritá-los. Porém, seu olhar "eu posso te matar" ajudou mais do que nunca, e todos, encolheram-se e voltaram a fazer o que antes faziam...

Ele respirou fundo e colocou a mão no bolso tirando sua carteira preta desgastada e já meio lascada e ruída. Que sua querida mãe havia lhe dado na adolescência.

E tirou a quantia que precisava... "E, por favor, traga o troco".

Sabia que a garçonete deveria estar pensando que cara miserável.

E ele era mesmo!E daí?

Ele precisava até do último centavo, para comprar o livro de Kikyou H. Makoto e claro... Seu jantar...

Pelo jeito, ou morreria de fome, ou compraria o livro...

Será que precisava mesmo comer?

Será que um dia sem janta ficaria tudo bem?

Sentiu seu estômago rodopiar... Se isso fosse possível, talvez, fosse o café gelado...

É pelo jeito, teria que juntar mais para conseguir o livro. Aliás, seria uma boa idéia passar na livraria e pesquisar o preço, quem sabe, em uma livraria barata conseguisse pechinchar...?E pagasse mais barato do que já estivesse.

Mundo cruel...

A garçonete enfim, voltou e deu-lhe o troco com uma cara "Não tem trocado pra mim...? Raiva engole seu troco também", o que ele tinha quase certeza que ela estava pensando.

Guardou seu dinheirinho com uma cara entristecida, ainda chorava por dentro por estar fazendo essa loucura, que de começo já tinha custado caro, demais... Imagine os próximos encontros?

Já imaginava quantas dores e quantas lágrimas teriam que passar para conseguir seu livro pronto... Ei podia fazer a Kikyou ser sua amante... Mas, como?

Ele precisava conhecê-la primeiro.

Rezava por uma oportunidade.

Foi caminhando até a livraria mais próxima, sendo que ele nem sabia onde a mesma ficava, foi ai que as viu...

Elas...

Kikyou e Kagome.

Kikyou estava com uma calça e blusa social, bege, totalmente discreto.

Os cabelos estavam soltos.

E dava um ar de leveza, como se ela fosse um anjo.

Inuyasha, que não era bobo, se escondeu atrás do poste e começou a observá-las.

-Olá, Kagome, atrasada como sempre. -disse Kikyou séria.

Inuyasha quase teve um surto ao ouvir tão de perto e ao mesmo tempo longe demais, a voz de sua heroína, mas, ele ia se conter.

-Desculpe irmã... Eu estava com alguém. -Kagome disse envergonhada.

-Alguém?Algum namorado?-perguntou Kikyou se levantando do banco que estava sentada.

Foi nesse instante, que Inuyasha, que antes, estava perdido... Já estava achado. Inconscientemente tinha vindo parar na praça que viu Kagome.

-Claro que não, pare de brincar comigo... -Kagome disse sem aquele sorriso que tinha antes, aquele sorriso tão confortante.

-Não estava brincando. -Kikyou respondeu pegando uma maleta que estava no chão. -Melhor irmos para casa... E não comece a chorar. -ela tirou uns óculos de sol do bolso e o pôs.

-Se prevenindo contra seus fãs loucos?-Kagome perguntou com a cabeça baixa.

-Como sempre.

Inuyasha a olhou fascinado... Como ela era linda. Mais linda que na tv.

Kikyou se aproximou de Kagome, e tirou os óculos da mesma. -Já pensou em mudar de armação...?

Kagome lutou pelos óculos. -Eu gosto deles.

Inuyasha queria ver o rosto de Kagome sem aqueles óculos gigantescos... Mas, Kikyou estava na frente. Porém, se fosse Kikyou, ele não se importava.

Kagome deveria ter nada demais, além, daqueles olhos azuis que nem eram notados.

-Vamos, você vai ler o começo do meu novo livro. -Kikyou falou com um ar sério, porém, sonhador.

-Hoje eu conheci um escritor. Mas, irmã você vai ser sempre a minha predileta.

-Sim, se eu não for... Eu vou acabar com você. -Kikyou disse em um tom invejoso.

-É sério você é minha escritora predileta.

-Assim, espero... Assim, espero. Ah, vamos logo. -Kikyou reclamou e foi nesse instante que ela saiu da frente de Kagome.

E Inuyasha viu...

Aqueles olhos azuis escuro, como a noite.

E ele podia jurar que viu a coisa mais pura e bonita... Entretanto, algumas mechas, quer dizer mais mechas caíram sobre a face dela... E ela pôs seus óculos...

E acompanhou a irmã.

Inuyasha esfregou os olhos... Era uma ilusão. Só queria acreditar nisso, pois, ela era sua cobaia... Será?

Ele foi andar...

Mas, nem tudo muda tão rápido... E ele tropeçou em um graveto e caiu de bunda no chão.

Ótimo jeito de terminar um encontro, caído num chão de uma praça, com muitas pessoas te olhando, algumas até rindo... E com o pulso torcido.

-. -Continua-. -

Olá pessoal!

Eu demorei muito, não é? Mas, é que eu acabei indo viajar. E só voltei hoje. Aí enquanto eu estou fazendo a limpeza daqui de casa, eu estou também dando umas escapadas para postar mais um capítulo para vocês. Aliás, desculpe a confusão que teve no outro cap. eu postei rápido e não vi que o estava engolindo palavras e modificando toda a minha configuração. Aí está muito difícil postar os arquivos, esse foi difícil, mas, eu consegui. O continua engolindo e mudando a configuração. Mas, acho que desta vez todos poderão entender. Lembrando que a história do Inu e da Kagome é normal o escrito e em itálico é do Hugo e da Karina.

O que estão achando? Hmm... Esse Inu é meio atrapalhado, não é? Mas, saibam que ele continua tendo um bom coração.
E a Kagome! Meu Deus! Ela está cada vez mais fora de moda... Porém, calma... Os olhos dela... Parece que o Inu viu algo bom neles.

Bem, agora vamos para a parte boa!

Qual parte?

A qual eu respondo os comentários. Obrigada a todos que comentaram. Espero que a fic esteja agradando a todos e mil desculpas pelo transtorno e pela demora. Era para eu ter postado no domingo, mas, eu estava viajando e não foi possível. Mas, agora foi! Espero que tenham gostado e continuem comentando.

Kagome Juju Assis. - Olá! Opa! Sim, o Inu está pobre, ferrado e completamente desesperado. Ele está só se metendo em confusão e levando a pobre e feia Kagome junto! Hm... Será que a Kagome vai ficar linda durante a fic? Hmm... Bem, ela vai mostrar para o Inu que não é só beleza que importa. Mas, até lá vai ter mais confusões. Espero que continue postando e desculpe o transtorno do primeiro cap. Valeu por ter lido ele de novo, eu o consertei assim que soube o erro. Espero que tenha gostado. Inté o próximo cap. Beijos.

Belle Kagome-chan. - Olá! Desculpa o transtorno no primeiro cap. Ele foi consertado já. Você pode lê-lo e vai entender tudo. Espero. Sim, até o final a Kagome vai mostrar the power of girl. Bem, mas, até lá muitas coisas acontecem. Ainda que tá gostando, eu te espero no próximo cap. Ok? Hmm vou fazer Publicidade e Propaganda e você?! Beijão.

Mila Himura. - Oie! Olha, foi consertado. Quando é o Inu é normal e quando é o Hugo é itálico. Antes não dava para entender porque ao postar o comeu as minhas palavras, mas, tudo foi consertado e você pode ler com mais clareza agora. Hmm... Sim, com certeza a Kagome está diferente e meio sofrida. Mas, ela ainda é uma boa menina e pode muito bem mostrar o seu charme do jeito que está. Te espero no próximo cap. Beijão.

Marinapz4. - Oi, Marina! Desculpa o transtorno, realmente, estava tudo confuso. Porém, eu consertei tudo e agora dá para er e entender. Pelo menos, eu acho que dá. Mas, se ainda assim você não compreender, só me dizer o que, eu te explico e também posso muito bem mudar alguma coisa. A história do Inu é escrito em formato normal e a do Hugo em itálico. Espero que você consiga compreender agora. Obrigada por mesmo assim ter comentado. E espero mesmo te encontrar nos próximos capítulos. Beijão.

Manu Higurashi. -Oie! Valeu pela idéia. Eu já estava escrevendo o Inu normal e o Hugo itálico, mas, quando eu postei algumas palavras sumiram e a configuração foi para o saco, porém, agora tá tudo arrumadinho e mais fácil de entender. Espero que você leia e goste e claro comente o que achou. Mais coisas vão acontecer. Pode esperar. Obrigada e até o próximo cap. Beijo.

Mkanry. - Opa! Oi. Desculpa a demora e o transtorno se caso você chegou a ler quando tudo tava bagunçado. Mas, eu arrumei e espero que conforme os capítulos passem você entenda cada vez mais. Estou me esforçando para tornar tudo compreensível. Sim, a Kagome não é nenhuma MISS, pelo contrário. Ela é como diz o Inu, feia. Ou talvez só mau cuidada. Mas, tudo vai se ajeitar. Espero que tenha gostado desse cap. também e espero que continue lendo e dizendo o que acha. Até o próximo cap. Beijo.

Kah Yumi. - Oie! Desculpa a demora, mas, enfim eu postei um cap. novo. Espero que tenha gostado desse também. Espero ainda que comente esse. E que me diga mais uma vez o que achou. Continue lendo e comentando, pois, ainda muita coisa vai acontecer. Certo? Qualquer coisa é só em avisar. Até o próximo capítulo. Beijão.

Sakura-princesa. - Olá! Estou muito feliz que tenha gostado. Foi você que me mandou o email, não é? Obrigada pela idéia. Como eu disse, continue mandando idéias. Sei que nem sempre eu poderei por a idéia em ação, pois, a história está adiantada, mas, futuramente ela pode vir a aparecer. Obrigada mesmo! Espero que tenha gostado deste capítulo também. Até o próximo. Beijos.

Obrigada pessoal!

Até o próximo capítulo. Espero não demorar!

Beijos