-Disclaimer Inuyasha pertence a Rumiko-sense, faço essa fic apenas por diversão.
-Disclaimer Um Golpe de Cupido pertence a Jo leigh , eu fiz uma pequena adaptação apenas por diversão e por que gostei da historia.
Um Golpe de Cupido
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Capítulo II – Um belo golpe de Cupido!
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No dia em que o anúncio iria sair, Rin levantou-se ao nascer do sol. Seus sonhos haviam sido deliciosos, povoados com a imagem de Sesshoumaru e com cenas de ternura e paixão.
Apressada, jogou para o lado seus cobertores e se sentou na beirada da cama, procurando, com os pés, a proteção dos chinelinhos acolchoados. O chão do cubículo que Rin chamava de apartamento costumava ser terrivelmente frio de manhã, mas ela não podia se dar ao luxo de deixar o aquecimento ligado durante a noite. Manhattan era cheia de magia, porém o custo de vida naquela cidade era bastante alto.
Envolveu-se as pressas em seu roupão e foi para o banheiro com os dentes batendo de frio, aquele era o pior cômodo do apartamento, o mais gelado. Em seguida correu para a sala, ansiosa para ver sua árvore de Natal a luz da manhã. Contemplou com ternura a arvorezinha, a sua árvore, que pendia um pouco para um lado e que perdera um ou outro galinho, mas que ela enfeitara com todo amor e carinho. Rin fizera pequenos laços de fita e costurara cestinhas de pano, que enchera de pirulitos. E fizera também graciosos enfeites de pano em forma de moldura, colocando em cada um a fotografia de alguém de quem gostava.
Desnecessário dizer que a fotografia de Sesshoumaru ocupava o lugar de honra.
Eram enfeites feitos em casa, não chegavam sequer aos pés das lindas decorações vendidas nas lojas, porém para Rin, tinham um significado todo especial. E daí se as outras pessoas não conseguiam ver as coisas como ela via? E daí se achassem que Rin tinha um parafuso solto? Seus olhos eram capazes de enxergar maravilhas, e era isso que lhe dava forças para se levantar da cama a cada manhã.
Aproximando-se do balcão da pia, Rin ligou a cafeteira, depois debruçou-se sobre a mesa minúscula e ligou o chuveiro. Na verdade, era bastante conveniente ter a banheira na cozinha, assim podia preparar o café e tomar banho ao mesmo tempo.
Livrando-se das roupas, pulou para dentro da banheira e entrou embaixo do jato morno do chuveiro, fechando a cortina plástica circular.
No meio do banho, porém, esqueceu-se de que era apenas Rin. Na realidade, estava tomando uma ducha com ele. Sesshoumaru lavava-lhe os cabelos com movimentos suaves dos dedos longos e fortes, e ela se inclinou ligeiramente para trás a fim de sentir o corpo quente e molhado dele de encontro as suas costas...
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Sesshoumaru ajustou sua gravata de seda cinzenta. O viva-voz do telefone, instalado no banheiro, chiava com o ruído de estática enquanto ele esperava que Hakudoushi retornasse de outra ligação.
- Ainda está aí, Sesshoumaru?
- Estou – respondeu ele. – Mas vou sair daqui a dois segundos.
- Sei que não gosta de ser interrompido de manhã – disse Hakudoushi -, mas preciso saber onde pretende passar a véspera de Natal.
- Ah, Hakudoushi, sei lá. Ainda falta uma semana.
- Sara quer que você venha cear conosco, e não vai me deixar em paz enquanto eu não confirmar a sua presença.
- Por que não diz a sua irmã que ela precisa sair e se distrair um pouco mais? – perguntou Sesshoumaru.
- Olhe só quem fala! Logo você, cujo último encontro com uma garota deve ter sido há mais de um ano!
- Desculpe-me, Hakudoushi. Mas vou ter de desligar.
- Espere, espere, não é hoje que sai aquele seu anúncio na revista?
- Sim, é hoje.
- E o que vai fazer se ela ligar? – insistiu Hakudoushi.
- Vou atender o telefone, ora. E, agora até logo, vou desligar.
Hakudoushi, antigo companheiro de dormitório e melhor amigo de Sesshoumaru, tinha diversas manias irritantes, uma delas era a de lhe telefonar de manhã, quando ele precisava da linha livre para seus corretores da Bolsa. O mercado asiático pouco estava se importando com seus planos para o Natal e, para dizer a verdade, Sesshoumaru se importava menos ainda. As pessoas pareciam supervalorizar aquelas inconvenientes festas de fim de ano, que só serviam para atrapalhar os negócios. O que Sesshoumaru não contara ao amigo era que pretendia aproveitar aquele intervalo para se casar. Isso se Kagura ligasse... Se ela já tivesse se casado. Se...
Um resquício de dúvida, porém, ainda permanecia na mente de Sesshoumaru. Se a reconciliação com Kagura não desse certo, ele teria de recomeçar a sair com outras mulheres, e essa era a última coisa que desejava no mundo. Só de pensar nisso sentia um arrepio de angústia, pois não gostava de fazer coisas para as quais era desajeitado.
Na cozinha, Sesshoumaru encontrou a mesa posta com seu café da manhã: um ovo cozido, uma torrada sem manteiga e uma xícara de café, Kaede, sua governanta, também não se esquecera de deixar o New York Times aberto sobre a toalha.
- Bom dia, sr. Warren – saudou-o, ocupada com a máquina de lavar louça.
Ele se limitou a responder com um movimento de cabeça e se sentou, já distraído com as manchetes do jornal.
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Descendo os seis lances de escada que conduziam a rua, Rin perguntou-se pela enésima vez se deveria ter mandado publicar o anúncio que redigira, em vez do de Sesshoumaru. Era verdade que ele nem ficaria sabendo que ela preparara um texto alternativo, mas Rin sentia um pouco de remorso. Quando a gente ama uma pessoa, deseja que ela seja feliz, não é verdade? É por isso que deveria ter mandado publicar o anúncio carinhoso que redigira, o texto seco e frio que Sesshoumaru lhe ditara com certeza não atingiria os objetivos dele.
Até a banca de jornais estava encantadora, com os enfeites de Natal.
- Bom dia, srta. Rin.
- Olá, sr. Totousai, como vai?
- Em que posso servi-la hoje? – perguntou o velhinho.
- Preciso da revista Atitudes.
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Sesshoumaru abriu a porta de sua sala e acendeu a luz, gostava de ser o primeiro a chegar ao escritório.
Como sempre, um dia cheio estendia-se diante do jovem executivo. As nove, Sesshoumaru teria uma longa reunião com Narak Onigumo e sua equipe, o almoço, como de costume, seria no Restaurante Shikon no Tama. A tarde receberia seus advogados, e a noite acompanharia Hakudoushi a um leilão de antiguidades.
- Sesshoumaru Warren – disse para o viva-voz, tomando um gole de café.
- Sr. Warren, é Miroku. Já tenho os cálculos que o senhor pediu.
Eram exatamente sete e quinze, Miroku era um sujeito pontual. Sesshoumaru gostava de gente pontual.
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Rin estava atrasa, o metrô enguiçara e ficara mais de dez minutos parado a quilômetros da estação de Wall Street, onde ela deveria desembarcar. Passara o tempo lendo a revista, retornando vezes sem conta a seção de classificados pessoais. Lá estava o anúncio frio e impessoal: "Kagura Baskin, ex-aluna da Vassar, ligar para S.W."
Kagura. Devia ser linda, alta e elegante, sofisticada e dona de impecável bom gosto. Devia ser o complemento perfeito para a personalidade de Sesshoumaru. Só que...
Só que não o amaria como Rin o amava. Se amasse, jamais o teria abandonado, uma mulher teria de ser loca para se afastar de um homem como aquele.
Com um tranco, o metrô recomeçou a se movimentar, e Rin logo chegou a Pearl Street. Apressou-se a desembarcar, semi-esmagada por um mar de passageiros tão atrasados quanto ela.
Finalmente na rua, Rin inspirou com prazer o ar frio da manhã. Não tinha tempo, entretanto, de aproveitar a agradável sensação de estar ao ar livre, se quisesse chegar ao trabalho no horário.
Atravessou a rua correndo, junto com outros pedestres, desviando-se de táxis e limusines. Atingindo a outra calçada, passou a caminhar o mais depressa que podia em direção ao imenso edifício empresarial que ficava no centro de Wall Street.
Atravessou mais uma rua e passou embaixo de um andaime, esforçando-se para abrir caminho por entre as dezenas de funcionários bem agasalhados que também queriam entrar no prédio.
Foi quando ouviu o grito.
- Ei, cuidado aí!
Olhou para cima e viu um objeto branco que vinha caindo.
Foi atingida diretamente na cabeça. Algo como uma explosão de luz cintilou diante de seus olhos, e uma dor insuportável transformou-lhe as pernas em geléia. Depois a luz deu lugar a escuridão.
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Ai, como lhe doía a cabeça... Ao abrir os olhos, Rin sentiu que a luz intensificava a dor, e gemeu alto.
- Ah, ótimo, finalmente acordou.
- O quê? – sussurrou ela, piscando repetidas vezes, tentando focalizar a visão. A voz era de um rapaz. Um rapaz vestido de branco.
- Esta é uma sala de emergência, e meu nome é dr. Larson. Você levou uma pancada na cabeça.
- Levei? – perguntou Rin, levando imediatamente a mão a cabeça e tocando as ataduras que a envolviam.
- Tem muita sorte por estar viva – prosseguiu o médico. – Foi um golpe e tanto.
- Mas o que foi que caiu em cima de mim?
- Isso aqui – disse ele, mostrando-lhe uma estatueta de gesso. Rin levou alguns segundos para perceber que se tratava de uma figura de Cupido, com arco e flecha. Faltava-lhe, porém, a asa direita e os pés.
- Quer dizer que a minha cabeça levou um golpe de... Cupido?
- Pois é. Um Cupido de gesso pesando mais de um quilo.
- E como estou, doutor? – quis saber, aflita. – Foi muito grave?
- É isso que vamos descobrir agora, está bem?
A dor era indescritível, Rin sentiu a visão escurecer de novo e por pouco não voltou a perder os sentidos. O olhar preocupado do médico aumentou ainda mais sua angústia, talvez tivesse mesmo se machucado gravemente.
- Ai, que dor, meu Kami... – quando o médico a ajudou a se sentar, ela percebeu que se encontrava sobre uma maca. Tinha a saia encharcada e rasgada, o suéter sujo de lama. Aquele amontoado de tecido escuro em cima da cadeira junto a cortina devia ser o seu casaco.
- Aqui, olhe para o meu dedo. – pediu o médico.
- Está bem. – murmurou Rin, acompanhado o movimento da direita para a esquerda, depois da esquerda para a direita. Em seguida o medico fez brilhar uma luz diante de seus olhos piorando ainda mais a dor.
Quando voltou a enxergar, ela notou que o médico era jovem. Trinta anos? Pouco mais ou menos. E era também um bocado bonito.
O médico bateu delicadamente e seus joelhos com um martelinho de borracha, e, pela expressão do rosto dele, seus reflexos pareciam estar em ordem.
- Agora vamos preencher a ficha. – disse o dr. Larson, apanhando a prancheta. – Qual é o seu nome?
Rin ficou olhando para ele, confusa. Seu nome. Seu nome. Por que motivo não conseguia dizer o próprio nome?
- Engraçado... – disse baixinho.
- O que foi?
- Acho que não me lembro.
- Não se lembra do quê? – perguntou o médico, com uma expressão subitamente alerta.
- Do meu nome – respondeu Rin, com um sorrisinho nervoso.
- Ah, sei...
- Sabe o quê?! – exclamou ela, sentindo o estômago se contrair e começando a ofegar. – O que está acontecendo?
- Qual é o nome de sua mãe? – insistiu ele, ignorando-lhe as perguntas. Nada. A mente de Rin parecia tomada pelo vácuo.- O nome de seu pai? Tem irmãos ou irmãs?
- Eu... Eu... – ela fechou os olhos, lutando para não perder o controle e começar a gritar.
- Você chegou ao hospital sem bolsa – declarou o dr. Larson.- , e não encontramos nada em seus bolsos. – Rin reabriu os olhos e viu que o médico estava junto a cadeira, remexendo no casaco dela. – E nas mãos você tinha apenas isto – prosseguiu ele, mostrando-lhe uma revista de capa brilhante. Atitudes.
Foi quando tudo ficou claro na mente de Rin.
- Ah, graças a Buda! – murmurou ela com um suspiro de alívio.
- O que foi?
- Eu me lembro. É claro que me lembro. Puxa, que susto levei!
- Ótimo. Qual é o seu nome, então?
- É Kagura. Kagura Baskin.
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Próximas emoções!!
Noivos!!
- Ela é... sua noiva?
- Ela me beijou.
- Nós vamos nos casar.
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E ai pessoalzinho feliz!! como vão todos?? Gostaram do capitulo?! Melhor dizendo, vocês estão gostando da estória??...no começo e bem de vagar mesmo, porém, no próximo capitulo as coisas vão começas a esquentar...
sem mais delongas, vou me despedindo...(to sem tempo) mando um beijo pra todos e espero de coração que curtam esse capitulo!!
Respondendo a reviews: arigatoo pra todas!!
To feliz! vi nominhos que já conheço na outro fic..(leitoras fieis e que adoro) e nominho novo!! espero ver mais gente mandando reviews pra mim! Kissus ja ne!!
Hanari ,Tamara, Pamela cesar, Belinha Chan, Roberta22, Luh.
Luh: Oie!! e um prazer conhecê-la, espero de coração que goste desse capitulo, e desejo sempre poder ver seu nominho junto com um recadinho seu! Bjs
Roberta22: Yo fico feliz de te ver aqui tbm...meu coração ta pulando de alegria... verdade não aconteceu nada de mais nesses capitulo, mas e só vc ter um pouquinho de paciência... e caso venha a acontecer de não gostar da estória...pode falar, esta bem?! Eu realmente não sei se fico tristinha pela Rin ser a ovelha negra da família (como vc mesma disse) ou se eu acho que ela e uma loca completa...rsrsrsrs continua lendo e espero sempre poder contar com os seus recadinhos! –sorri- kissus...
Belinha Chan: Olá!! nossa fico feliz que vc já tenha gostado da estória assim de cara...isso me deixa feliz! como na outra fic...os capitulo serão só colocados de final de semana mesmo, eu realmente não tenho como colocá-las de semana...espero que tenha paciência de esperar todo final de semana por um capitulo novo... espero que tenha gostado desse capitulo, e até aproxima! Beijos!!
Pamela césar: haushauhsuahsua menina, como vai? gostou desse capitulo? se vc ficou com peninha da Rin no primeiro capitulo vc com certeza vai adorar o que vai acontecer com ela daqui em diante... ela tem um parafuso solto, reparou isso?! bem diferente da maioria das Rin do FF..hauashuahsua Beijocas!
Tamara: rsrs será que vc esta surpresa por ver essa capitulo tão rápido?! aposto que sim haushuahsuahsua ... é você minha leitora do coração que me faz muito feliz me mandando reviews, e fico mais contente em saber que você tbm fica feliz lendo as estórias que coloco aqui! – ta todo mundo feliz que mundo lindo- ok to passando dos limites...mas to tão feliz!! ah espero que tenha gostado desse capitulo!! Muitos beijos!
Hanari: To tão feliz que já esteja nessa animação toda logo no primeiro capitulo! me fala o que vc acho desse capitulo?! Hauhsuahsua eu sei qual e o motivo do Sesshy ter contratado a Rin mesmo sem saber o nome dela! haushausa mas acho que nun vou falar por que faz parte da estória, mais tenta adivinhar o que pode ter acontecido! –sorri- mil beijos! ja ne!
