Autor: Renzy Snape

Beta: CELEBRIDADE Minha beta é a mesma Angela que verão na Fic...

Disclaimer: Harry Potter (e personagens associados) pertencem a J.K. Rowling, Bloomsbury Publishing, Scholastic, Inc. AOL/Time Warner, Inc., entre outros. Não fazemos nenhum tipo de reclamação de posse, escrita ou implícita, sobre Harry potter. Nada referente a dinheiro está sendo produzido e não pretendemos infringir nem desrespeitar os criadores e os donos dos direitos autorais.

Nota do Autor : REVIEW ME!!! Pronto dei o recado. Segundo capítulo, mais engraçadinho um pouco, mais legal... mais inspirado... mas acho que no final vao querer me bater!!! Não pega nada, sempre quis ver uma situação dessas acontecendo... não vou dizer mais nada aki... só lá em baixo... bom Capítulo!!!!

O Refúgio dos Náufragos

Draco permaneceu em silêncio e fez seu caminho em direção ao pequeno grupo que conversava. Os dois adolescentes se encararam por alguns instantes e faíscas pareciam saltar dos olhos dos dois.

- Você não me respondeu Malfoy, - cuspiu Harry – o que você está fazendo aqui!?

- Na verdade queria só ver se você ficaria mais bonito ou não com sua nova medalhinha no peito, mas foi apenas a arrogância que aumentou pelo que percebo. – retrucou o loiro.

- Garotos, por favor, acalmem-se! – interveio Kingsley – Harry, fui eu quem chamou o Sr. Malfoy para que se juntasse a nós. Depois da sua declaração hoje, pode ser que algumas coisas tentem atingir Draco. Mas alguns pontos me perturbam nessa história, Harry. Porque você não nos disse nada antes do julgamento do casal Malfoy e de repente uma manifestação pública? Isso por algum acaso tem a ver com o fato de que Narcisa Malfoy não apresentava nenhum sinal da marca negra no julgamento?

Nesse ponto da conversa Ron e Hermione já haviam se unido ao grupo e ouviam atentos ao que o ministro dizia. Harry considerou por alguns instantes e depois disse:

- Nunca ouvi dizer que a marca negra poderia ser removida. Nenhum outro comensal apresentou o mesmo quadro?

- Nenhum! – respondeu Kingsley, continuou – Para o interrogatório dos comensais da morte, usamos Veritasserum. Apesar de em todos, a marca negra estar muito fraca, em nenhum deles ela desapareceu completamente, nenhum exceto Narcisa Malfoy, a qual, sob efeito da poção confirmou que assim como seu marido ela havia recebido a marca de Voldemort, mas não sabia o porquê da sua completa desaparição.

Harry trocava olhares simultâneos com Ron e Hermione, como se eles pudessem ler os pensamentos uns dos outros. Os restantes em volta somente observavam atentamente como se em algum instante um dos três fosse dizer algo. Mas o silêncio predominou até que Minerva se manifestou.

- Tenho certeza de que o Ministério poderá apurar o que realmente aconteceu na Floresta de Hogwarts e até onde sei, Rúbeos Hagrid poderá depor sobre o caso, pois estava presente também no local. Acho melhor por ora, Kingsley, você dizer a eles sobre a viagem.

- Viagem? – perguntaram juntos Ron, Hermione, Draco e Harry.

- Ah sim! A viagem! – considerou o ministro – Quero apresentar a vocês, garotos, o Sr. Carlos Souza, Ministro da Magia brasileiro. Ele me havia feito uma proposta em uma conversa anterior, porém agora me sinto na obrigação de estendê-la ao Sr. Draco. Vocês três – disse olhando para os três amigos – e agora juntamente com o senhor – disse olhando e se referindo a Draco – a convite do Ministro da Magia do Brasil, passarão um mês no país até que toda essa poeira se assente e que todos os casos sejam apurados.

- Viajar? Com esses três? Nem em sonho! – protestou Draco. – O ministério pode pedir a mim o que quiser, menos que eu viaje para a selva com esses três.

- Eu também concordo com Malfoy, Kingsley – disse rapidamente Harry – ele não saberia cuidar de si mesmo e teríamos que salvar sua vida a cada cinco minutos. Se bem que pensando por esse lado até que seria divertido, não seria Malfoy?

- Já bastam vocês dois! Será que já pensaram em algum dia crescerem? – Kingsley bradou, e logo após abaixou-se entre as cabeças de Draco e Harry para falar somente a eles – você irá sim Sr. Malfoy, pois sua mãe, talvez consiga se livrar de Askaban, mas tenho certeza que diferentemente dela, a sua marca negra não desapareceu e isso pode causar perguntas indesejáveis da parte do Ministério para com o senhor. Portanto sugiro que não questione minhas ordens e faça como eu disser.

Kingsley ergueu-se novamente para então continuar: "E pelo contrário do que disse o Sr. Malfoy, o Brasil não é uma selva! Bem, o Sr. Carlos, tem uma chave de portal preparada para partir amanhã às sete horas da noite o que fará vocês chegarem ao Brasil às quatro horas da tarde. Ele esperará vocês no Caldeirão Furado, agora se quiserem perguntar algo mais ao Ministro sobre sua viagem, sugiro que perguntem amanhã quando se encontrarem. Sem mais por hoje! Garotos, aproveitem o final da festa." – E sem esperar resposta alguma, Kingsley, Carlos e Minerva deram as costas ao quatro jovens e se dirigiram novamente para o salão de festas. Porém quando pensavam que iriam abrir a porta, essa se escancarou deixando passar Giny, Neville e Luna, sem os respectivos disfarces, que pararam frente a frente com os outros três. Considerando-se por alguns instantes a diretora disse:

- Acho melhor que o próximo chefe da casa dos Aurores consiga deter ao menos alunos quinto-anistas, Kingsley, senão estaremos todos perdidos. – E sem dizerem mais nada continuaram seu caminho deixando o caminho livre para osbicões da festa.

Ao mesmo tempo em que os três se aproximavam curiosos com o que havia acontecido durante a conversa, Arthur e Molly também o faziam pois todos queriam saber o resultado final da conversa.

- Brasil? Será que o carnaval é agora Harry? Imagina se for... várias gostosas!!! – Ron foi o primeiro a falar, porém seu comentário foi seguido por um gemido de dor causado pela cotovelada de Hermione. – Hunf... ok, ok... esquece elas.

- Brasil? Como assim Brasil? – perguntou Giny.

- Kingsley quer que passemos um mês no Brasil, para que possamos... ah... descansar. – concluiu Hermione desconfiada.

- Hum, bem que poderíamos pedir a Kingsley para irmos junto! – Giny disse olhando para Luna e Neville, logo em seguida olhou para Harry que deu um leve sorriso, mas o garoto não teve tempo nem de pensar em retribuir pois Arthur rapidamente discordou.

- Não, não, nada disso garotos. Não vão pensando vocês que...

BOOM!

A porta da sala que estavam se abriu de forma tão violenta que não se sabe como não se partiu em pedaços. E por ela veio Minerva.

- Arthur! Molly! – chamou em tom de urgência - Tirem todos daqui... rápido. Está havendo um grande tumulto lá dentro do salão e Kingsley não quer que vocês fiquem aqui, vão! – e novamente passou pela porta de volta ao salão.

- Vamos garotos por aqui. E você também Draco, venha – chamou Arthur.

- Ir com vocês? Um Malfoy na casa dos Weasley? Só se estivesse sob a maldição imperius. – retrucou o loiro, que não percebeu a troca de olhares rápidos entre Arthur e Harry.

- Imperio! – e Harry sentiu a conhecida sensação de leve calor partindo de seu braço e mentalmente ordenou ao garoto siga-nos. – Já que ele pediu... vamos? – todos concordaram com um leve aceno de cabeça e seguiram o Sr. Weasley para fora do salão, de volta a Toca.

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- Garotos acordem! Vamos almoçar, já está na mesa! – chamou batendo na porta do quarto de Ron, os três garotos que ainda dormiam.

- Bom dia Harry! – disse o ruivo no meio de um bocejo e obteve a resposta do amigo no mesmo tom.

- Bom dia... Ron, será que nosso convidado especial ainda está sob a maldição? – perguntou o moreno, pois Draco parecia não ter se mexido durante a noite toda.

- Não sei cara, pode ser que sim. Por que você não tenta?

Harry pegou sua varinha e sem apontá-la ou dizer uma só palavra de ordem para o loiro, ele se descobriu, sentou-se na cama de olhos abertos e espreguiçou-se. O controlador olhou para seu amigo com um ar sério e o ruivo ficou esperando alguma resposta que não veio. Foi então que Draco se levantou e foi em direção ao ruivo sentado em sua cama. Ron não sabia se olhava para Harry ou para o loiro parado a sua frente, e depois de alguns segundos, em um movimento rápido, Draco se abaixou com as mãos nas pernas nuas do ruivo de olhos fechados e com lábios de alguém que esperava um beijo.

- Pare com isso, Harry! – gritou Ron, empurrando de lado o loiro e saindo para o outro lado do quarto – que nojo, já percebi suas habilidade com a maldição imperius, mas não precisa ficar fazendo gracinhas também, né. – apesar de do susto o ruivo acompanhou o amigo em uma longa seqüência de gargalhadas, até que já recuperado e com novo fôlego, Harry disse.

- Vou soltá-lo então Ron. – deixou então a mente do loiro livre da maldição, que se levantou do chão batendo nas vestes como se estivessem sujas e disse com a maior naturalidade, a qual não parecia ser forçada.

- Divertiram-se bastante? Espero que sim. – disse sarcasticamente como só ele sabia ser.

- Vamos, Malfoy, o almoço está servido. – disse seco Harry e desceram as escadas sem trocar palavras.

Luna, Giny, e Neville já estavam de um lado da mesa, e do outro Molly e Hermione. Harry sentou-se ao lado de Hermione e Ron de frente para ela.

- Sente-se Draco, sinta-se a vontade. – disse a Sra. Weasley sem falsidade na voz, e então ele sentou-se ao lado de Harry, o único lugar que havia sobrado na mesa. – Arthur foi a Londres resolver os detalhes da viagem, por isso acho que não o verão antes da hora de partir, garotos.

- Mãe – chamou Giny – ele vai falar com Kingsley para que possamos ir também?

- Temo que não querida. – responde Molly – Seu pai e eu concordamos que seria melhor nem comentarmos sobre isso, já que o ministro deixou bem claro que o convite era somente para que os quatro fossem.

- Merda! – sussurrou Giny para Neville e Luna, o que fez a Sra. Weasley questionar.

- Que disse Giny?

- Merlin! – respondeu a garota. – Merlin, Merlin, Merlin!!! - e os dois do seu lado tiveram que morder as línguas para não se deixarem levar pela gargalhada que insistia em saltar para fora do peito.

Enquanto almoçavam e conversavam sobre a noite anterior, Draco não se manifestou uma vez sequer. Permaneceu de cabeça baixa, durante e depois que havia comido. Quando finalmente todos haviam acabado e apenas conversavam sentados à mesa, Molly os interrompeu.

- Já que estão aqui, Neville e Luna podem ajudar Giny a organizar o quintal. Ron e Draco lavam a louça, e Harry e Hermione, queridos, arrumem os dois quartos, por favor. Enquanto vocês arrumam a casa vou até o Beco Diagonal comprar algumas coisas que acho que vocês precisarão na viagem os encontro no Caldeirão Furado, uma hora antes do combinado, está bem? Quanto a vocês três – disse olhando especialmente a Giny – não destruam a casa!

A Sra. Weasley então saiu para o quintal e desaparatou. Depois de uma rápida resistência de Draco em querer lavar a louça (Malfoy's não lavam louça), Harry novamente o ameaçou com a maldiçãoimperius e ele se rendeu a ajudar Ron. Enquanto eles faziam seu serviço, Harry e Hermione subiram as escadas para arrumar os quartos, o que foi visto como um "finalmente podemos conversar".

- Harry, você tem idéia do que aconteceu com Narcisa? E eu estive pensando também: a marca negra não desapareceu na primeira vez, ela também não desapareceu agora. Será que...

- Não há como, Hermione... – interrompeu o garoto – Não sei por que apenas a marca de Narcisa desapareceu, mas não há como Voldemort voltar de alguma forma. Mortos não vivem novamente e dessa vez Tom Riddle está morto, e sem horcruxes para trazê-lo. Acho que nem mesmo ele sabia como remover a marca negra, mesmo porque nunca precisou. Mas Narcisa conseguiu. Eu... – considerou ele – estava pensando Hermione... – o garoto parou de falar e ao mesmo tempo ficou imóvel, pensativo antes de dizer.

- Amor? – indagou a menina.

- Sim, - respondeu – ela se sacrificou, ou, poderia ter se sacrificado pela vida do filho, e isso ela fez por amor a Draco. A marca negra pode ter desaparecido de seu braço antes mesmo de Voldemort morrido.

- Eu também achei que fosse isso, Harry. Mas você acha que o ministério vai considerar a ajuda dela e tirá-la de Askaban? – perguntou a garota.

- Seria o justo. Apesar de todos os Malfoy terem sido comensais da morte, Voldemort os humilhou muito em seus últimos encontros, acho que foi isso que influenciou a atitude de Narcisa, talvez ela não quisesse mais aquela vida e pensasse apenas nas duas pessoas que amava e o como os dois sofriam. Talvez numa última esperança de se ver livre do seu mestre, ela me deu como morto. – disse Harry, já sentado em uma das camas.

- Você tem razão Harry, ela realmente não merecia ser enviada para lá. – concluiu a amiga. E depois de uma breve pausa na conversa, disse. – Acho que está bom? Vamos descer e procurar por aqueles dois, se ainda não se mataram, e acho que podemos ir.

- Vamos! – concordou ele.

Desceram as escadas até a cozinha e viram Ron terminando de organizá-la, enquanto Draco esperava do lado de fora da casa.

- Terminaram com os quartos? – perguntou o ruivo.

- Tudo certo lá por cima. E por aqui? Ele não ajudou você, não é mesmo? Já era de se esperar. – disse desdenhosamente Hermione.

- Por incrível que pareça, ele até tentou – respondeu Ron, - mas suas sensíveis mãos de donzela começaram a ficar tão irritadas com o sabão que eu fiquei com pena dele e o liberei. Nem pra isso um Malfoy serve! É incrível como conseguem ser I-N-Ú-TEIS – disse ele quase gritando para que seu alvo o ouvisse

- Chega Ron, - censurou Hermione – se não precisamos fazer mais nada por aqui, acho que podemos ir então. Mas... onde estão os outros três?

- Foram até a casa de Luna, - comentou Ron – ela insistia em dizer que seu pai tinha alguma coisa parecida com não-sei-o-quê, e essa coisa os levaria para o Brasil também, sei lá, algo do tipo. Giny não fez uma cara muito boa quando Neville concordou, mas no final acabou indo também. Ela queria se despedir de você Harry, mas acabou indo e... – ele parecia meio envergonhado em dizer o que queria, mas depois de uma pausa tomou coragem – Ela te deixou um beijo.

- Hum... – fez Harry sem saber o que dizer. – Obri... obrigado... Ron.

- Podemos ir então, sim? – disse em tom de ordem a menina do grupo – Vamos Malfoy?

Os garotos concordaram com um leve aceno de cabeças e então desaparataram.

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- Aí vêm eles! – disse Arthur, quando viu os três garotos seguidos por uma menina.

- Já era tempo! Já era tempo! – disse Carlos Souza sentado à mesa junto ao casal Weasley e Kingsley.

- Garotos, - disse o seu ministro – sentem-se. Tom, mais oito cervejas amanteigadas, por favor! – pediu ele ao dono do bar.

"Agora que estamos todos aqui, o Ministro Carlos explicará como será o mês que passarão no Brasil. Carlos..." – finalizou Kingsley em tom de continuação para que o colega continuasse.

- Bem, apesar de estarmos no mês de agosto, o que significa que estamos passando pelo nosso inverno, teremos duas semanas de temperaturas muito altas, seguidas de duas semanas de clima ameno. É claro que não estamos aqui para discutirmos nosso clima, mas achei importante saberem disso, pois o roteiro de vocês foi feito em função disso.

"Como a proposta é descansar, levarei vocês direto para a primeira cidade onde ficarão hospedados, a qual fica no litoral um pouco mais ao sul do país e perto de uma série de outras cidades circunvizinhas. A idéia é passarem duas semanas no litoral, já sobre as outras duas semanas, conversaremos com vocês quando já estivermos lá. Alguma pergunta?"

Durante um breve instante, podia-se notar a incontrolável ansiedade que tomava conta dos jovens, e até mesmo os pais de Ron pareciam de certa forma, empolgados com a idéia. Harry por um momento olhou para o rosto de Draco pelo canto dos olhos e pensou tê-lo pego com um leve sorriso no rosto, mas se convenceu de que deveria ser algum tipo de ilusão de ótica. Foi então que a mão de Hermione saltou no ar antes que ela pudesse se conter, corando ao perceber que não havia perdido alguns hábitos escolares e que agora se faziam desnecessários.

- Ministro? – começou ela – Onde ficaremos? Teremos algum tipo de guia? Há alguma loja ou vila de bruxos por perto para que possamos visitá-la caso haja alguma necessidade?

- Ah! Sim, sim, minha cara! – respondeu ele – A nossa guia já deve estar nos esperando no "Refúgio dos Náufragos", o melhor hotel bruxo da região, talvez o único, mas enfim, - com essas palavras Ron olhou para Hermione como se pedisse socorro – conheceremos ela quando chegarmos. Falando nisso, vocês demoraram um pouco mais do que esperávamos, e agora faltam apenas cinco minutos para a chave de portal nos levar. Estamos todos prontos?

Molly entregou à Hermione uma mochila extra com o que havia comprado antes no Beco Diagonal para os quatro viajantes. As malas da garota e de Harry haviam sido despachadas diretamente de Hogwarts para o Hotel, bem como as de Draco a mando de Minerva, portanto somente Ron carregava malas.

Quando terminaram as despedidas, o ministro brasileiro chamou-os em tom urgente, "Trinta segundos garotos!". Eles seguraram no que parecia ser um pequeno chaveiro contendo apenas duas chaves, e de repente, a conhecida sensação de serem enganchados pela barriga tomou conta dos cinco que seguravam a chave, e tudo começou a girar. Soltaram...

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Pararam todos em pé, a não ser Draco que fazia sua primeira viagem por chave de portal e ao se levantar resmungava algo que eles não conseguiram ouvir direito. Repararam então que estavam em uma grande sala, que perceberam logo ser a recepção do Hotel, pois logo acima de um largo balcão havia uma grande tora de madeira bruta onde se podia ler entalhado o nome do local (N/A: hum... na verdade não leram coisa nenhuma, pois eles são britânicos e não falam português) [MODIFICANDO. Ron olhou para uma grande tora de madeira bruta que tinha letras enormes entalhadas e perguntou à Hermione num sussurro.

- Que quer dizer?

- Não falo português! – respondeu a garota.

Começaram a ouvir, passos do corredor próximo no qual a figura de duas pessoas se formava, pois o corredor era comprido e pouco iluminado. Logo perceberam um homem que parecia ser alguns anos mais velho que o ministro e uma garota, que aparentava ter apenas um ou dois anos a mais que eles mesmos. Quando adentraram a recepção, a voz do homem cortou o salão como um trovão.

- Sejam muito bem vindos ao Refúgio dos Náufragos! Meu nome é Garcia, dono do estabelecimento e será um grande prazer hospedá-los em meu hotel, senhores, e claro, a senhorita também. – ao mesmo tempo em que falava, cumprimentava todos com fortes apertos de mão. E continuou – A jovem que me acompanha será a guia de vocês durante toda a sua estadia no país, mas deixarei que ela mesma se apresente, sim?!

- O ruivo é Ron Weasley, - começou a guia – você, Hermione Ganger e você só pode ser o Sr. Harry Potter, correto? Desculpe-me mas não me disseram seu nome... – disse ela se dirigindo ao loiro.

Ele por um instante considerou a pessoa que se dirigia a ele. Uma bruxa um pouco mais baixa que Harry, cabelos negros, apenas ondulados, mas não chegavam a ser encaracolados, olhos castanhos e pele quase tão branca quanto a sua.

- Malfoy. Draco Malfoy. – disse secamente.

- Muito prazer Draco, a propósito, bonito nome. – continuou a garota, mas foi interrompida por um grito de dor do ruivo.

- Até o final do ano precisarei de um conjunto de costelas novas, Hermione! – resmungou entre os dentes, e num sussurro a garota respondeu.

- Então pare de comê-la com os olhos! – ela deu um leve sorriso quase ingênuo e depois pediu a guia – Por favor, continue.

- Bom, deixem-me apresentar, me chamo Angela e passarei meu próximo mês com vocês. Antes de resolvermos nosso pequeno problema com os quartos de vocês, afinal de contas esperávamos três e cá estamos em quatro, deixem-me dar as boas vindas em nome da cidade onde passarão as próximas duas semanas... Queridos amigos, sejam bem vindos à CARAGUATATUBA!

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N/A: NÃO ME BATAM!!! DEIXEM REVIEWS... É MAIS INTERESSANTE...

OBRIGADO AÍ PELA GALERINHA QUE ME DEIXOU REVIEW CAP PASSADO... 3!!! DOS 200 HITS QUE TIVE O.o

MALUKACHAN ROSA MALFOY SHADOW MAID!!!

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!

KISU