Observação de witowsmp: Caso vocês estejam confusos, deixem-me esclarecer a questão. Eu não sou J. K. Rowling e Harry Potter não me pertence, e eu certamente não estou fazendo dinheiro algum com isso. Estou escrevendo isso puramente porque eu gosto disso.

Observação do tradutor: Também não estou levando dinheiro algum nisso. Estou traduzindo por puro prazer.

Uma Questão Sirius

Capítulo 2 – Alô Hermione

Harry acordou na manhã seguinte para descobrir que Edwiges ainda não havia retornado. Ele prestou atenção na casa por um minuto, e foi capaz de determinar baseado nos roncos que ele era a única pessoa acordada na casa. Ele pegou algumas de suas roupas que foram do Duda e tomou sua ducha de dez minutos (e nem um segundo a mais, garoto!). Ele então desceu a escada como de costume para começar a preparar o café da manhã. Desta vez, ele pensou, vão reclamar que o café está frio em vez de atrasado.

Ele estava pondo os pratos na mesa quando Petúnia Dursley chegou à cozinha.

"O que está fazendo, aberração?" Berrou Tia Petúnia.

Harry respondeu calmamente, "Preparando o café da manhã, Tia Petúnia, como faço toda manhã."

"Bem, aberração, você não mais estará fazendo isso. A enfermeira da escola do Duda alega que ele precisa de uma dieta, então agora o café da manhã consistirá de quartos de grapefruit."

"Ok," disse Harry, se certificando de que ele não sorriu ouvindo isso. "Vou levar o prato dele."

"Vai levar todos!" disse Petúnia de estalo. "Todos nós entraremos na dieta!"

"O quê?" disse Harry. "Nem a senhora nem eu precisamos de dieta! Somos ambos magrelos!"

"Não tenho nada em comum com você, aberração!" ela gritou, "Todos nós estaremos de dieta! Agora jogue fora toda essa comida que você desperdiçou, e não pense que não terá que pagar por isso com tarefas extras!"

No momento, a campainha tocou, e Tia Petúnia foi atendê-la em quanto Duda e Válter desceram a escada. Harry estava carregando os pratos de volta para a cozinha tentando um jeito de contrabandear a comida para seu quarto.

"Alô," disse Tia Petúnia educadamente quando ela abriu a porta.

"Alô," disse uma voz com a qual Harry era muito familiar. Ele começou a andar até a porta enquanto os homens Dursley estavam fazendo o mesmo. "Você é a Sra. Dursley?"

"Sim. Posso te ajudar em alguma coisa?"

Harry agora podia ver Hermione, embora ela não estivesse olhando pra ele. Ela estendeu a mão para Petúnia, que a apertou enquanto a adolescente morena disse educadamente, "Sou Hermione Granger." Ela esperou alguns segundos para efeito antes de dizer, "Estou aqui para ver meu amigo Harry Potter."

"O quê!" Gritaram Petúnia, Válter e Duda ao mesmo tempo.

Tio Válter gritou na porta Petúnia havia começado a fechar, "Você quer ver a aberração! VOCÊ É UM DESSES ESQUISITOS DAQUELA MALDITA ESCOLA DELE, NÃO É! CAIA FORA!"

"NÃO SE ATREVA A FALAR COM HERMIONE DESSA MANEIRA!" gritaram duas vozes diferentes ao mesmo tempo. Uma era do Harry, que parecia, Válter viu com trepidação, muito do jeito que parecia antes de inflar a Tia Guida no ano passado. O outro era um homem de meia idade de cabelo marrom que acabara de aparecer, encarando Válter.

"Minha filha nos contou que vocês tratam Harry como aberração por causa de suas habilidades, mas não acreditei nisso! Nós íamos apenas pegá-lo para passar o dia conosco. Agora acho que vamos ficar com ele pelo verão!"

O rosto de Harry brilhou "Obrigado, Sr. Granger." Ele disse educadamente, chamando atenção para si pela primeira vez.

Ele se virou para o garoto que ele havia encontrado algumas vezes no Beco Diagonal e sorriu. "De nada. Ninguém deveria ter que agüentar pessoas como essas! Apresse-se e faça as malas, e então sairemos para tomar café da manhã."

"Na verdade," disse Harry bravamente, "eu preparei café da manhã hoje, mas Tia Petúnia me mandou jogá-lo fora antes que vocês viessem porque vamos todos entrar numa dieta porque a enfermeira da escola do Duda disse que ele precisa perder peso. Os pratos estão na cozinha."

O Sr. Granger, seguido pela filha, entrou na casa, para o choque dos Dursleys, que estavam olhando a varinha saindo do bolso do Sr. Granger. "Soa perfeito. Comeremos e então te ajudo com a bagagem."

Harry rapidamente pegou a comida e eles comeram enquanto os Dursleys viam horrorizados (na verdade Duda via com inveja). Hermione comentou, "Você é um bom cozinheiro, Harry. Eu nunca soube disso." O Sr. Granger deu um sinal de concordância.

"Bem," disse Harry levemente corando (a culinária dele nunca foi cumprimentada), "Eu estive fazendo isso desde que pude alcançar o fogão. Claro, nunca foi bom o bastante para os Dursleys." O Sr. Granger franziu por causa disso, mas não disse nada.

Quando eles terminaram, eles subiram a escada. O Sr. Granger estava horrorizado quando ele viu os parafusos na porta do Harry. "Eles não os usaram neste ano," disse Harry. "Eles estão com medo que meu padrinho virá se eles fizerem," disse Harry quando ele viu ao que o Sr. Granger estava olhando.

O pai de Hermione disse com um sorriso, "Sim, Hermione me contou a respeito." Não demorou muito para pegar a bagagem do Harry uma vez que ele tinha tão poucas posses. Enquanto eles estavam ajeitando as roupas do Harry, o Sr. Granger disse, "Eles realmente te fazem usar as roupas velhas daquela baleia! Eles não te compram nenhuma roupa?"

Harry fez sinal com a cabeça. "Nunca deram e nunca darão," ele simplesmente disse. "Nunca tive roupas de trouxa que me servissem propriamente."

"E você é uma celebridade no mundo da magia?" perguntou o Sr. Granger.

"Sim senhor," disse Harry, "Acho que todos eles supõem que vivo numa mansão ou coisa assim."

"Bem," disse o Sr. Granger, fechando o baú do Harry, "Vamos."

Assim que eles estavam no carro e longe da Rua dos Alfeneiros, Hermione disse, "Pai, posso ter minha varinha de volta?"

"Claro, querida. Pode pegar," ele disse, tirando-a de seu bolso e entregando-a para sua filha, que estava sentando próxima a ele.

Ela se virou para falar com Harry. "Pensei que seria melhor se os Dursleys pensassem que o Papai era um bruxo que pudesse transformá-los em lesmas, e eu pensei que o melhor jeito de convencê-los seria simplesmente deixá-los ver a varinha dele."

"Isso foi brilhante, Hermione!" Harry disse, olhando o rosto bonito dela.

"Obrigada, Harry" ela disse.

"Obrigado Hermione e Sr. Granger por me deixarem ficar."

"Chame-me de Adam," disse o pai de Hermione.

"Obrigado. Onde está a Sra. Granger? Espero que ela não esteja doente."

"Não," disse Hermione. "Ela só está fazendo compras."

"Oh," disse Harry.

A residência Granger era um adorável lar de dois andares com uma garagem de dois carros que era mesmo usada para guardar carros. Eles estacionaram lá dentro, deixando espaço para outro veículo. O Sr. Granger disse, "Hermione, dê ao Harry um tour enquanto eu vou entrar."

"Certo, Pai," disse Hermione. "Harry," ela disse gesticulando com os braços, "esta é a nossa garagem."

"É uma garagem adorável," ele disse sarcasticamente.

Ela então pegou a mão dele e o puxou na direção do quintal de trás. Ele percebeu o quão feliz ela parecia lhe mostrando a garagem e a piscina, e mesmo um complexo playground que incluía um escorrega, uma barra e várias outras coisas dessas. Ele percebeu que toda a face dela brilhava quando ela sorria.

"Uau!" Harry exclamou, "É como se você tivesse seu próprio parque!"

"Esteve aqui desde que eu era criança. Estou certa de que o Duda tem um," disse Hermione.

Harry olhou estranhamente para ela. "O Duda parece querer uma coisa dessas?"

Ela franziu, "Acho que não."

"Quero descer no escorrega," Harry declarou e começou a correr até ele.

Hermione riu, "Não está um pouco velho pra isso?" ela brincou.

"Aparentemente não," ele disse enquanto começava a subir no escorrega. "Venha, Hermione!"

"Oh," ela disse enquanto ria, "Tudo bem!"

Os dois brincaram feito criancinhas por pelo menos uma hora. Após cinco minutos, Harry tornou isso um jogo de pega-pega que se tornou muito competitivo e eles perseguiam um ao outro através das barras, descendo o escorrega e qualquer outro lugar que eles pudessem encontrar. Eventualmente, Adam e sua esposa, Marissa, que havia aparentemente voltado das compras, saíram e viram o par de adolescentes agindo feito crianças. Após olharem por um minuto, ambos riram, conseguindo as atenções de Harry e Hermione. Ambos se endireitaram imediatamente e começaram a fingir serem civilizados.

"Olá, Sra. Granger," chamou Harry, se aproximando da mulher de cabelo estufado para apertar a mão dela. "Obrigado por me receber."

Quando ele a alcançou, ela ignorou a mão dele e o pegou para abraçá-lo. "É Marissa," ela disse. "Qualquer um que traga aquele lado da Hermione é bem-vindo. Vou lhe mostrar o quarto." Hermione corou um pouco. "De qualquer forma, viemos aqui para lhes dizer que o almoço está pronto."

Após o almoço, Hermione o levou para um pequeno tour na casa, que incluiu, claro, uma pequena biblioteca. Harry tinha um palpite de que Hermione teria desistido do quarto e dormiria fora se não houvesse outro espaço disponível para a biblioteca. "Meus livros não-mágicos aparecem aqui e os meus mágicos estão escondidos. Eu mostro aonde em outra hora. Quero lhe mostrar o andar de cima." Ela o levou pela mão de novo e o arrastou escada acima. Ela apontou uma porta e disse, "Esse é o banheiro. Bata antes de abrir a porta caso alguém se esqueça de trancá-la. E este é o meu quarto!" Ela abriu a porta com orgulho e lhe mostrou o quarto mais limpo e mais organizado que ele já viu. As paredes eram brancas e o tapete era verde-pinheiro. Ele viu uma escrivaninha de madeira com um computador, e uma pequena estante de livros com cerca de vinte livros nela.

"Pra quê a estante?" perguntou Harry. "Pensei que todos os seus livros estivessem lá embaixo."

"Aqueles são os que eu estou estudando no momento." Ele resistiu o desejo de provocá-la e olhou para a cama dela perfeitamente feita, que era tamanho-família e tinha um cobertor verde-pinheiro. Perto da cama tinha uma mesa de cabeceira que tinha o que parecia ser uma fotografia trouxa de Hermione, Rony e Harry.

"Pensei que aquela fosse uma fotografia mágica," disse Harry, apontando para ela.

"E era," disse Hermione sorrindo. "Tirei uma fotografia trouxa da mágica para que eu pudesse mostrá-la aqui sem me preocupar com a pessoa errada vê-la por acidente. Todas as minhas fotos mágicas estão em um álbum no meu baú."

Harry sorriu. "Hermione, acho que você devia mostrar essa foto ao Rony e dizer a ele que tem algo errado com ela. Ele provavelmente lamentará as mortes das imagens quase tanto quanto ele lamentaria as nossas mortes."

Ela sorriu. "Isso seria tão cruel. Ele ficaria tão confuso. Deveríamos fazer isso!" O rosto dela de repente ficou sério. "Agora, Harry, sobre o quê você queria me falar."

A expressão do Harry mudou para séria. "Acho que seria melhor te mostrar uma carta que recebi do Sirius. Está empacotada com as minhas coisas,"

"Ok, eu lhe mostro o quarto de hóspedes."

Eles foram para o próximo quarto e abriram a porta para descobrir que o baú do Harry estava de fato lá, junto com a gaiola de Edwiges, que estava vazia. Harry então notou uma janela aberta e concluiu que Adam a havia deixado sair quando ele pôs a gaiola dela na escrivaninha. Harry notou que o quarto estava decorado com as mesmas cores do da Hermione. Ele percebeu que, fora a falta de um computador na escrivaninha e de uma estante, parecia exatamente com o quarto da Hermione. Ele abriu o baú e tirou as cartas. Ele deu a primeira para Hermione. Ela a leu sem expressão, até que ela chegou a um ponto em que os olhos dela se esbugalharam e ela murmurou, "Snape!" Quando ela terminou, ele leu o conteúdo da outra carta para ela uma vez que ele re-checou que os pais dela ainda estavam lá embaixo. Ela ouviu atentamente e então disse quietamente, "Você devia provavelmente queimar essa carta."

Harry abaixou a cabeça. "É, eu queimarei, mas, o que você acha?"

"Eu, eu não sei como o Professor Dumbledore pode deixar esse homem te perturbar como ele faz. O lugar dele é em Azkaban, não em Hogwarts! Harry, eu conheço você. Você vai atacar o Snape na próxima vez que você o vir, não vai?" Ela estava começando a parecer muito preocupada.

"Hermione..."

"Não que eu te culpe, Harry. Se ele fosse responsável pelas mortes dos meus pais, eu também ia querer matá-lo! Não sei como você passará em poções sem tentar matá-lo bem ali na sala de aula."

"Hermione, acalme-se. Não terei. Eu escrevi ao Dumbledore logo antes de te escrever. Ameacei contar toda a história para a imprensa se ele não despedisse o Snape. Aqui está a resposta dele."

Ele puxou outro pedaço de pergaminho e o deu à Hermione enquanto ela resmungava alguma coisa tipo, "Chantagem," sob a respiração. Após lê-la, ela suspirou e disse, "Pelo menos você não tem mais aula com ele. Deve ser fácil o bastante evitá-lo." Então ela sorriu pra ele. "Você fez um grande favor para toda a escola."

"Exceto os Sonserinas," Harry disse, fazendo os dois sorrirem. "De qualquer forma, Hermione, acha que pode pensar em algum tipo de programa de treinamento para mim?"

Hermione sorriu, "Você quer dizer 'nós', não quer?"