Cap. 1
Rose's POV
Rolei na cama me virando para pegar meu celular jogado no chão que tocava aquela música infernal; era o despertador. Peguei o Blackberry com a bandeira da Inglaterra estampada - meu país de origem -, e desliguei o alarme, virei para o lado e voltei a dormir. Acho que cinco minutos depois o celular começou a tocar de novo, resmunguei e o peguei, e foi aí que eu vi a data e a hora; dia 8 de agosto, sete horas da manhã. Levantei da cama num salto correndo para o banheiro talvez desse tempo de tomar um banho rápido. O porquê da presa? Hoje era o primeiro dia de aula na faculdade, a minha faculdade e curso dos sonhos: Cinema na Columbia.
Saí do banheiro e entrei no closet para achar uma roupa decente.
– Vamos lá, você já tá em cima da hora - Resmunguei para mim mesma passando a mão pelo cabelo.
Comecei a pegar as roupas aleatoriamente pra ver se achava algo que me agradasse, mas nada parecia... Decente para o primeiro dia de aula. Achei um blazer McQueen e tentei montar o resto do look me baseando nele. Demorei mais do que o necessário com a escolha do sapato e com a maquiagem, meu cabelo molhado assim que secasse iria ficar ótimo mesmo então não me preocupei com ele.
Saí jogando minhas coisas dentro da bolsa e corri de volta para o quarto, peguei meu celular jogado no chão e saí de lá descendo as escadas correndo. Na sala de jantar minha mãe tomava o café da manhã lendo o jornal.
– Filha, bom dia - Ela sorriu para mim.
– Bom dia - Peguei uma maçã. - Tô indo, beijos - Quase corri para a garagem não dando a ela a oportunidade nem de dizer tchau.
Entrei na garagem tirando a chave do Bentley da bolsa. Entrei no carro e virei a chave na ignição, mas não houve resposta. O carro simplesmente não queria ligar.
– Merda, merda, merda! - Bati no volante e saí do carro.
Voltei para a casa correndo escada a cima em direção ao meu quarto, a chave do Porsche - meu outro bebê - ficava dentro do meu closet. Fui à gaveta que ela ficava e não a achei.
– Puta que pariu, é hoje - Quase gritei e saí do quarto indo para a sala de jantar. - Manhê! - Gritei arrastado. - Viu a chave do Porsche por aí?
– Você largou no balcão da cozinha - Ela disse sem tirar os olhos do seu The New York Times.
Corri para a cozinha e finalmente achei a bendita chave.
– Valeu mãe! - Gritei indo para a garagem novamente.
Entrei no carro preto e saí em disparada, eu estava realmente atrasada, tipo, bem atrasada. Quando cheguei ao estacionamento da faculdade ele estava completamente cheio, só tinha vaga bem longe do meu prédio, estacionei e saí correndo para a minha sala. Ontem eu tinha vindo na faculdade para pegar as matérias, horários e etc. Achei finalmente a minha sala, assim que eu abri a porta e entrei todos pararam pra me encarar; Legal.
– Hã... Aqui é a aula de Dramaturgia e Narrativa em Cinema e Audiovisual? - Me dirigi ao homem de meia idade que estava encostado numa mesa de frente para a turma.
– Sim senhorita e obrigado por se juntar a nós, sente-se - Ele sorriu. Ouvi umas risadinhas vindas da turma.
– Por nada, o prazer é meu - Sorri irônica e achei um lugar perto da janela, quase perto da parede de fundo.
Ao meu lado estava sentada uma garota de cabelos castanhos e olhos azuis, ela me deu um olhar de desgosto que meu Deus.
– Oi - Sorri para ela.
Ela apenas riu de lado, um tanto quanto irônica devo dizer, e se virou para frente novamente. Bufei, só faltava essa, a garota além de parecer um menino no jeito de se vestir ainda era mal educada. Parece que o dia ia ser longo pra mim.
Depois da aula eu voltei para casa um pouco irritada, aquela garota podia ter sido pelo menos um pouquinho educada. Enfim, tenho mais o que fazer do que me importar com ela. Quando parei na porta da garagem, ela abriu sozinha, olhei para o lado e vi o porteiro do prédio - que eu nunca lembrava o nome - com o controle na mão.
– Boa tarde senhorita Cullen. - O senhor moreno com alguns fios de cabelo branco me cumprimentou.
– Oi - Sorri e entrei com o carro. Estacionei na minha vaga ao lado do Bentley. Lembrei que precisava dar uma olhada nele pra saber por que ele não estava ligando.
Sim, eu vou dar uma olhada. Sempre tive fascinação por carros, meu pai era assim também, ele tinha uma digamos, cadeia de oficinas de carros. Aqui em NY tinham duas, e mais algumas por mais uns estados. Aprendi muito com ele, gastava horas o vendo consertar um carro. Suspirei pesadamente e saí do Porsche, perdi meu pai há dois anos.
Meus pais se conheceram na Inglaterra, minha mãe londrina estudante de moda, meu pai um nova yorkino passando umas férias em Londres. Carlisle decidiu estender suas férias para passar mais tempo com a Esme, dois anos depois eu nasci, morei em Londres até meus quatro anos de idade depois disso, meu avô Aro - primeiro dono das oficinas mecânicas pelo país - faleceu, deixando tudo para o meu pai e meu tio, Phill. Carlisle e Esme vieram então morar em NY, mas o romance não durou aqui, só seis anos.
Meu pai e minha mãe se separam quando eu tinha dez anos. Eu fiquei morando com a minha mãe, mas durante os finais de semana eu ficava com meu pai. Esme sempre foi ligada a moda, então quando ela e Carlisle se separaram ela se dedicou totalmente ao mundo da moda, mas sempre arrumou algum jeito de me dar atenção, ou quase isso.
Fui para o elevador, pouco tempo depois ele parou na cobertura. Subi as escadas em direção ao meu quarto. Entrei no closet e catei uma roupa qualquer que eu pudesse sujar, eu não ia sujar meu lindo vestido Rag & Bone com graxa.
Saí do closet e voltei para a garagem rodando a chave do Bentley no dedo. Abri o capô do carro e pensei por onde podia começar. Procurei por algum fio desconectado, olhei o reservatório de água, mas estava tudo no lugar. De repente algo se iluminou na minha mente. Voltei para o apartamento e peguei a chave do Porsche voltando para a garagem. Peguei uns cabos na mala do Bentley, abri o capô do Porsche e coloquei os cabos nas duas baterias. Liguei o motor do Porsche e apertei no acelerador, dando carga para a outra bateria. Saí do carro e entrei no Bentley virando a chave na ignição e vejam só, ligou! Agora eu precisava ir a uma oficina trocar essa porcaria de bateria.
Tirei os cabos os guardando na mala, desliguei e tranquei o Porsche. Entrei no Bentley e fui em direção a oficina do meu tio. Estacionei o carro do lado de fora da loja e desci, entrando no lugar. Phill circulava pelo lugar vendo se estavam todos trabalhando e até gritando com alguns funcionários que estavam fazendo alguma coisa errada; aproximei-me dele.
– O mesmo velho Phill de sempre, cuidado com o coração coroa - Disse rindo.
– Mas o que... - Ele se virou e assim que me viu abriu um sorriso. - Borboletinha, que saudade - Ele me abraçou.
– Argh tio, pelo amor de Deus, para com esse apelido idiota - Resmunguei me soltando dele.
– Mas eu sempre te chamei assim.
– Tio, aos doze anos era até bonitinho, mas agora já deu né? - Ele riu e passou um braço pelo meu ombro.
– Tudo bem. Mas o que te traz aqui?
– Preciso de uma bateria nova, a do Bentley resolveu me sacanear logo hoje - Fiz uma careta.
– Vamos lá ver isso. E me conte, como andam as coisas?
Meu tio trocou o que precisava no carro enquanto eu ia contando as coisas pra ele. Pedimos nosso almoço num restaurante ali perto e almoçamos no seu escritório. Passei a tarde toda na oficina com ele.
Implorei para que ele me deixasse ajudar com alguns carros e no fim ele acabou deixando. Eu não sabia muitas coisas, mas sabia o necessário. Até mesmo ajudei um novo assistente, um cara que não devia ter mais que 20 anos, cabelos loiros e olhos cinza, bem gato pra dizer a verdade, seu nome era James.
Voltei para o apartamento já estava anoitecendo. Tomei um longo banho, e depois de alguns muitos minutos tentando tirar a graxa das minhas unhas, troquei de roupa e desci para comer alguma coisa. Encontrei a Maria - empregada de anos daqui de casa - fazendo um jantar. Tentei ajudar no que podia já que cozinha não era muito a minha praia. Depois jantei ali na cozinha mesmo com ela e voltei para o meu quarto. Deitei na cama e fui ler um livro qualquer.
Era madrugada quando eu finalmente fechei o livro. Fui ao banheiro, escovei os dentes, coloquei meu pijama e deitei na cama, dessa vez para dormir. Amanhã tinha faculdade de novo.
Bella's POV
– Bom dia papai! - Entrei sorrindo na cozinha.
– Bom dia querida. Preparada para o primeiro dia? - Ele sorriu pra mim e colocou a garrafa de café em cima da bancada que ficava no meio da cozinha.
– Estou esperando esse dia a muito tempo – Sentei-me em um dos bancos e mordi uma torrada com geléia de morango.
Hoje seria meu primeiro dia na faculdade; Estava matriculada em cinema na Columbia, meu sonho desde que me mudei para NY quando ainda era uma menina.
Nasci em Los Angeles, no Valley, onde meus pais se conheceram na faculdade, mas Renée era um espírito livre demais pra conseguir estabelecer uma rotina como esposa e mãe. Então quando fiz quatro anos, meus pais se separaram e vim morar em New York com o Charlie.
Charles Swan era publicitário, trabalhava numa grande empresa aqui em NY e estava batalhando por uma promoção. Meu pai trabalhava bastante, era muito esforçado, mas sempre arrumava tempo para mim e dizia que tudo o que fazia era por mim, para me dar tudo o que eu precisasse.
Meu pai era um cara simples, e eu também, mas em todos os meus anos em escolas particulares e com pessoas fúteis do Upper East Side, aprendi uma coisa ou outra.
Eu ainda era uma menina do Valley e o fato de ter sido criada por um homem me fez parecer ainda menos com as patricinhas que circulavam pelas ruas de Nova York.
Eu gostava de comprar e me vestir bem, mas essas coisas não eram prioridades na minha vida, então na maior parte do tempo vivia de Converse no pé e com meu casaco de moletom preferido.
– Até mais tarde. - Tomei o último gole do meu suco de laranja, peguei minha mochila, dei um beijo na bochecha de Charlie e fui pro quarto escovar o dente.
– Boa sorte querida.
Depois que saí do banheiro fui direto pra porta da frente, esperar o elevador no corredor. Eu morava em um apartamento com meu pai não muito longe da faculdade. Era um apartamento modesto, nem pequeno e nem grande demais, perfeito para nós dois. A situação financeira do meu pai era boa, mas não gastamos tudo sem necessidade.
Desci até a garagem e fui em direção ao meu bebê, meu lindo Camaro vermelho. Eu amava esse carro, meu avô tinha um e me levava para passear nele quando eu ia visitá-lo em LA. Sempre quis um igual, então Charlie juntou dinheiro durante alguns anos e me deu esse de presente quando fiz dezesseis anos.
Liguei o carro e fui para Columbia. Ainda estava cedo, então achei uma vaga boa, perto do meu prédio. Eu andava em direção a sala e as meninas me olhavam de cima a baixo, mas eu não me importava já estava acostumada com essas Barbies plastificadas.
Cheguei à sala onde seria minha primeira aula e só tinha uma meia dúzia de pessoas ali. Sentei-me numa cadeira quase no fundo da sala e fiquei ouvindo música no Ipod enquanto rabiscava algumas frases desconexas na última folha do caderno.
Os minutos foram passando e a sala foi enchendo. Reparei que ali tinham pessoas de todos os tipos, mas a maioria parecia ser de pessoas fora do estereótipo nova yorkino, o que me agradou.
Dez minutos depois da hora marcada o professor entrou em sala, um homem de meia idade com alguns fios de cabelo cinza. Ele começou a falar e a aula estava bem interessante, até que foi interrompida pela Barbie em pessoa.
Uma loira alta e bonita de olhos claros e bem vestida entrou atrasada na aula roubando toda a atenção e alguns risinhos pela resposta do professor a ela.
A Barbie se sentou ao meu lado e não pude evitar um olhar de desgosto na direção dela. Ela percebeu e me mandou um oi, mas só dei um meio sorriso e voltei minha atenção para o professor. A ouvi bufando do meu lado, segurei o riso.
A manhã passou sem demais acontecimentos. Quando deu a hora de ir embora fui para meu carro e passei no Subway mais perto, eu precisava comer alguma coisa antes de ir trabalhar.
Eu estava trabalhando em uma livraria desde que acabei o high school, eu não aguentava ficar em casa sem fazer nada, e adorava livros. Nada como juntar o útil ao agradável.
Passei a tarde toda na livraria sentada atrás do balcão lendo, o movimento foi devagar hoje, o que eu agradecia, assim menos pessoas atrapalhavam minha leitura.
Cheguei em casa às seis, e como sempre Charlie ainda não tinha chegado. Tomei um banho, coloquei uma roupa confortável, amarrei meus cabelos em um coque e fui para a cozinha fazer o jantar. Tive que aprender a me virar, senão morreria de fome com as grandes habilidades culinárias de Charlie.
Fiz um jantar simples e assim que apaguei o fogo ouvi meu pai passando pela porta da frente.
– Boa noite pai! - Disse alto.
– Olá minha querida. - Ele veio até mim e me deu um beijo na testa. - O cheiro está muito bom.
– Vá tomar um banho que vou arrumar a mesa.
Enquanto eu terminava de arrumar meu prato ele voltou.
– E aí como foi seu primeiro dia?
– Foi bom - Dei de ombros. - As aulas são boas e o pessoal parece ser legal, só tem uma garota que... Não fui muito com a cara dela. - Charlie riu.
–Você tem que parar com isso minha filha. Nem todos são iguais, aparência não é tudo.
–Eu sei - Murmurei e continuei comendo.
Perguntei sobre seu dia e o resto do jantar se passou em um silêncio confortável.
– Essa noite eu lavo, pode deixar. - Charlie me tirou da beira da pia depois do jantar.
– Vou pro meu quarto então, boa noite. - Lhe dei um beijo e saí da cozinha.
– Boa noite - O ouvi dizer.
Entrei no meu quarto e fiquei deitada terminando de ler o livro que comecei essa tarde.
O resto da semana se passou e nada aconteceu, até a sexta quando a Barbie - que descobri se chamar Rosalie - tentou falar comigo de novo, no final da aula após um debate sobre filmes indies.
– Se você quiser eu posso te emprestar alguns dvds que tenho em casa. - Ela disse ao se aproximar de mim depois que saímos da sala.
–Não obrigada, já assisti As Patricinhas de Beverly Hills. - Disse e continuei andando em direção ao estacionamento.
Imaginei a cara dela e ri sozinha enquanto entrava no Camaro. Talvez eu tenha sido um pouco rude com a loira, mas foi divertido.
O sábado chegou e depois do café passei a manhã inteira preparando um almoço elaborado para o Charlie. Ele vinha trabalhando aos sábados já tinha uns três meses, então eu sempre arrumava a casa e fazia um bom almoço.
Quando ele chegou às uma da tarde eu estava dançando no meio da sala com o som no volume máximo e a vassoura na mão. Só percebi que ele tinha chegado quando desligou o som.
– A faxina tá divertida? - Ele riu.
– Hey Charlie. - Sorri. - O almoço já tá pronto, tava só te esperando.
– Vamos comer então.
O almoço passou calmo e passei o resto do dia no quarto assistindo a Romeu e Julieta para fazer um relatório sobre a atuação na peça. Eu adorava essa história, já tinha lido o livro algumas vezes e visto a peça várias, o que tornou meu trabalho mais fácil de ser feito.
Acabei indo dormir cedo e acordando cedo no domingo. Tomei o café da manhã e resolvi ir andar um pouco no Central Park. Deixei um recado para meu pai na porta da geladeira, troquei de roupa e saí de casa.
Como o parque era em frente à minha casa fui a pé mesmo e fiquei um bom tempo andando por lá, depois passeei pelas ruas de NY e fiz algumas compras.
A segunda chegou e com ela o aniversário do Charlie. Ontem procurei algum presente para ele, mas não achei nada. Teria que comprar alguma coisa hoje antes de voltar pra casa.
Saí de casa antes do Charlie levantar, passei numa confeitaria ótima que tinha ali perto e encomendei um bolo pequeno e alguns docinhos para eu pegar antes de ir pra casa de tarde.
Fui pra faculdade prestando atenção nas lojas em volta, até que vi algo que chamou minha atenção; Uma loja de vinil, meu pai era apaixonado por vinil.
Parei o carro e entrei na loja. Comprei cinco vinis para ele, mandei embrulhar e fui pra Columbia feliz, já tinha tudo pronto pro aniversário do Charlie.
Ainda era cedo quando cheguei à faculdade e fiquei sentada na sala lendo enquanto esperava a aula começar.
O professor chegou alguns minutos depois e pediu para que sentássemos em grupo, de acordo com o tema de nosso relatório. Entrei na roda com outros três alunos que também tinham assistido Romeu e Julieta e começamos a trocar opiniões.
E como na semana passada, a Barbie chegou atrasada na aula, atrapalhando todo mundo e descobri que era do meu grupo. Ela se sentou ao meu lado.
– Desculpa o atraso. Onde vocês estavam?
– Falando sobre o príncipe de Viena - Uma ruiva que estava no nosso grupo disse.
Continuamos o debate e percebi que a loira tinha algumas coisas interessantes a falar e muitas de nossas opiniões eram parecidas, o que me deixou um pouco desconfortável. Como na sexta durante o debate sobre filmes, a gente sempre acabava concordando. Acho que eu devia dar uma chance para a loira.
O resto da manhã passou e a última aula demorou a acabar, o que me deixou atrasada para o trabalho; eu não teria tempo de comer alguma coisa.
Quando o professor finalmente nos liberou, peguei minha mochila que estava no chão ao meu lado e saí com pressa da sala. Já estava quase no fim do corredor quando alguém me chamou.
– Isabella! - Virei-me e vi que era a Barbie quem me chamava.
– Sim?
– Você esqueceu isso na sala. - Ela disse vindo na minha direção e me estendendo um embrulho.
– O presente do Charlie! Ai, obrigada muito obrigada - Peguei os vinis da mão dela. - De verdade, obrigada. Não acredito que eu fui tão burra assim.
– De nada - Ela deu de ombros e sorriu. Sorri de volta e me senti envergonhada, ela parecia ser legal apesar da minha implicância com ela.
– Desculpa.
– Pelo o que? - Ela perguntou confusa.
– Por todas as vezes que fui mal educada com você sem necessidade.
– Tudo bem. Que tal começarmos de novo? – Sorriu.
– Isabella Swan, mas pode me chamar de Bella. - Sorri e estendi minha mão.
– Rosalie Cullen, Rose - Apertou minha mão.
Acho que uma amizade podia nascer ali.
Fotos:
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