Olá! Aqui estou eu com mais um capítulo de FC! Antes de tudo, obrigada por todos os reviews!
Pessoal que favoritou e colocou nos alertas, obrigada também, ok? Mas seria legal se vocês comentassem só para dizerem o que estão achando!
Respostas aos reviews:
Infinity21: Finalmente alguém que goste também! É difícil achar meninas que gostem de Velozes!Ah, não sou uma grande fã de 2 cavalos também, mas quebra o galho, haha. *Vin Diesel²*
Clara Casali: Obrigada, Clara! Fico feliz que esteja gostando!
Vanessa E. Potter: Ai, sua linda! Nhaaac! Seu review me alegrou! Que bom que gostou, sério! UHUL! Mais fãs de Velozes, yeaaaaaaaah!
M. Alice Lovegood: Sério? Obrigada, fico extremamente agradecida! MAIS FÃS DE VELOZES, HEEEEEEELL YEAH! Fãs de Velozes e Furiosos, eu amo todos vocês!
O capítulo novo está aí, espero que goste!
Capítulo 1 – Rua Fox, 22.
Marlene estalou o pescoço, e tirou a chave da ignição. Desceu do carro, e entrou no tal número 22. Era um galpão vazio.
Escorou-se numa parede. Ainda sentia-se um pouco lenta, afinal era uma manhã de segunda feira.
Ouviu o barulho ensurdecedor do ronco de um carro. Reconheceria aquele ronco em qualquer lugar. Era o ronco de um Viper ACR. Marlene sorriu ao ver o carro entrar no galpão, e uma ruiva sair do ACR.
-Bom dia. – Marlene disse, séria. A ruiva acenou com a cabeça, mas Lene estava ocupada demais observando o carro. – Belo carro.
-Ah, valeu. – Lily disse, sorrindo. – Serviço especial?
-Yeah. – Marlene respondeu, e as duas entraram no galpão.
-Belo carro, também. Um GTR lindo, por sinal. R34? – Marlene assentiu. – Mas pela sua cara, aposto que comprou só pelo design. Debaixo do capô deve ter um milhão de peças de fora. – Lily era ótima em perceber pequenos detalhes.
-Você está corretíssima...?
-Lily. Lily Evans. E você?
-Marlene. Mckinnon.
Ouviram mais um ronco de motor, dessa vez mais alto. De dentro do carro saiu um belo loiro. Alto, e tinha cara de quem tinha dormido mal. Ele saiu de dentro do carro, e sorriu galanteador para elas.
-Opa, opa... Temos senhoritas aqui. E duas. É meu aniversário? – Ele debochou, e recebeu uma olhada ácida de Marlene. – Ok, ok. Meu nome é Remus.
-Marlene.
-Lily. – Lily olhou desconfiada para Remus. – Espera... Seu nome é Remus? Como o fundador de Roma?
-Parece que alguém prestou atenção na aula. - Ele riu nasalmente. - Sim, como o do fundador de Roma.
Lily então se lembrou de onde conhecia o loiro.
-Você fechou as ruas ontem... Eu corri. Fiquei sabendo que o Cobra quase matou você. - Lily murmurou admirada, e ele sorriu metido.
Esperaram mais alguns minutos, até que um Camaro verde fazendo um barulho maravilhoso - para eles - estacionou na frente do galpão.
Uma moça loira, alta e muito esbelta saiu de dentro do carro. Ela caminhou até eles.
-E aí? - Ela cumprimentou, tirando os óculos. – Dorcas Meadowes.
-Lily. Lily Evans. E essa é a Marlene... De que?
-Marlene Mckinnon. – Marlene respondeu, ainda desconfiada da loira. Remus não conseguiu responder, estava vidrado na garota parada a sua frente.
Nunca vira uma mulher tão gostosa e tão bonita na sua frente.
-Loiro? Tá olhando o que? – Ela perguntou, confusa. Remus balançou a cabeça.
-Oi?
Dorcas revirou os olhos e se virou para as novas conhecidas. Sorriu e perguntou:
-Alguma de vocês sabe por que estamos aqui?
Uma coisa passou rapidamente na cabeça das duas. Quem havia chamado aqueles quatro para ir até ali? De fato, não sabiam.
-Acho que eu sei. – Remus se intrometeu na conversa das três.
-Então diga. – Dorcas falou, mandona. Ele riu.
-Certo. Ontem, antes de correr, eu ouvi um cara dizendo que Phobos Steven estava reunindo pilotos para algum serviço. – As três continuaram com o rosto expressando confusão. Remus ficou surpreso. – Phobos Steven é um velhote foda. Ele não corre há eras, mas contrata pilotos para fazerem uns serviços para ele. – Remus escondeu uma parte da história, achou melhor ficar em silêncio.
Lily não parecia estar com medo. E não esta mesmo. Já tinha visto coisas piores. Gente mais má, pessoas mais cruéis.
Dorcas sabia que tinha gente pior que o tal de Phobos. E não havia motivos para ficar se pelando de medinho.
Marlene realmente já estava acostumada com caras como aquele. Já tinha visto coisas muito piores. Crescera num mundo onde seu pai corria como um louco, e James a ajudava com tudo. Lene havia aprendido a viver sozinha. Não que gostasse. Quando tinha 12 anos, viu seu irmão chegar sangrando e cheio de cortes em casa. Quando fizera 15 anos, percebeu que suturar os braços e o rosto de seu irmão já havia virado um hábito.
Ouviram um ronco de motor potente, um belo som – para eles, é claro. Remus esticou a cabeça para ver quem estava chegando. Não reconhecera.
Um moreno alto, de olhos acinzentados entrou dentro daquele galpão enorme. Lily franziu a testa. Não se lembrava de onde conhecia aquele homem, mas sabia que ele lhe era bem familiar.
-Olá. – Ele disse, se juntando ao grupo que estava escorado na parede. – Sou Sirius Black.
Sirius reconhecera cada um deles no momento que pisou naquele galpão com seu lindo Fastback tunado. Seu olhar foi direto para a morena levemente baixinha. Marlene era ainda mais bonita de perto. Tinha um sorriso tão puro... Como ela poderia dirigir um carro nas corridas mais perigosas da cidade?
-Marlene Mckinnon. Lily Evans. Dorcas... Meadowes. – Marlene apresentou as três, e Sirius sorriu, estendendo a mão. As três o cumprimentaram.
-Remus Lupin. – O tom de voz de Remus abaixou um tom, e ficou mais grave, para que o loiro parecesse sério. Sirius riu sem humor e apertou a mão de Remus. Ficaram se encarando, desconfiados.
Sirius começou a se perguntar onde estava James Potter.
Antes que pudesse terminar sua tese sobre o irmão de Marlene, um homem que tinha lá pelos seus 50 anos apareceu no galpão vazio.
-Ora, ora... Atenderam meu chamado na hora. Sou Phobos Steven, a maioria de vocês deve saber. – Ele sorriu, revelando dentes extremamente brancos. Dorcas fechou o punho, reprimindo a vontade de rir de toda a cordialidade do velhote. – Vejo que falta um.
Sirius soltou o ar. James chegaria, então.
-Bom. Ele deve estar chegando. Temos carne nova aqui. Um colega meu indicou você, Black. Espero que seja bom. – Sirius imaginou o quanto Carter torturara o tal amigo de Phobos para que ele indicasse o rapaz – Algum de vocês sabe por que estão aqui? – Perguntou Phobos, e os cinco ficaram em silêncio, nem ao menos se mexeram. – Imaginava. Vocês são os 6 m...
Antes que pudesse terminar seu discurso, um Dodge Challenger 74 entrou deixando Marcas de pneus enormes no galpão. Marlene soltou uma lufada de ar, e quase um gritinho de felicidade.
James.
De dentro do carro, um moreno saiu esbaforido, e se apoiou no carro. Não dera nem ao menos o trabalho de olhar para os outros competidores. Havia pedido a lista de pilotos que Phobos tinha para um de seus capangas. Fácil.
Sim, James era James. Ele sabia tudo o que acontecia até de olhos fechados. Só que havia um porém.
Marlene sentiu toda sua euforia ir para o brejo quando percebeu que James não fora falar com ela.
-Oh, Potter. Você está atrasado.
-Eu sei, eu sei. Sinto muito. – Debochou ele, sorrindo seco. Phobos reprimiu a vontade de voar no pescoço de James Potter. Não podia matá-lo, pelo menos não ainda. Era um dos melhores que estava ali.
-Continuando. Vocês são os 6 melhores pilotos dessa cidade. Voldemort está organizando uma corrida. Os dez primeiros carregarão uma carga especial. E eu quero saber o que é. E vocês vão estar entre esses dez primeiros. - Phobos era um homem bem direto.
James olhou para os outros competidores pela primeira vez. Percebeu a existência de uma garota ali que o chamou sua atenção. Filhos da puta de capangas. Tinham escondido a merda do nome de sua irmã.
-Arrume mais um piloto. – James disse, sério.
-Posso saber por quê? – Perguntou Phobos, se irritando.
-Porque minha irmã tem 24 anos. E ela não vai correr nessa corrida. – Marlene se irritou e saiu de trás de Lily e Dorcas.
-Olá para você também, James. Já corri antes, querido. E você sabe. Ignore meu irmão. Eu vou correr sim, Steven. – Ela disse, séria. James trincou os dentes. Lily franziu a testa. Quem era aquele cara?
-É perigoso demais. – Marlene sentiu o sangue esquentar, e engoliu a saliva com dificuldade.
-Se é perigoso você não vai correr também. E põe a porra do meu nome nessa lista agora. – Sirius se surpreendeu. Talvez a garota não fosse tão pura e delicada assim.
-MARLENE, EU JÁ FALEI! – James berrou, fazendo Lene recuar alguns passos. – Você não vai correr nessa, e ponto final! – Marlene trincou os dentes. Aquela não era a melhor hora para brigar com James. Nunca era uma boa hora para se brigar com James, na verdade.
-James, não há nada no mundo que você diga que vai mudar minha opinião. Já falei que eu vou correr. – James sentiu seu sangue esquentar quando sua irmã deu as costas para ele e caminhou para o lado oposto do galpão, junto com os outros.
-Muito bem, muito bem. – Phobos riu, e James olhou acidamente para ele. – Vocês podem desistir, se quiserem. Podem ir. Mas eu estou disposto a pagar. Um preço bem alto.
-Quanto? – Sirius perguntou, curioso.
-700 mil para cada. – Os olhos dos competidores brilharam. – É, exatamente o que ouviram. Mas a carga tem que voltar intacta. Perfeitamente inteira. Do jeito que Voldemort deixou. Entenderam?
Todos assentiram, e James sentiu uma irritação profunda quando viu sua irmã balançar a cabeça como os outros.
-Evans, você não quer desistir? – Phobos perguntou, um pouco surpreso.
-Por que eu desistiria? – Ela olhava sem expressão para a parede.
-Depois do que aconteceu com seu pai...
-Nunca. Fale. Dele. – Lily disse entre os dentes, fazendo a maioria se assustar. – Não é da sua conta.
James franziu a testa, mas entendeu. Potter nunca admitira que falassem qualquer coisa de sua família. E pelo tom de Phobos, algo bem ruim havia acontecido com seu pai.
-Certo, certo. Então todos estão dispostos a entrar na corrida de Voldemort? – Perguntou ele, uma última vez. Todos assentiram, sérios. – Me encontrem aqui na sexta novamente, às onze da noite. Vamos treinar.
E com isso, Phobos saiu pela porta dos fundos do galpão sujo.
-Vejo vocês na sexta. – Remus entrou no carro e saiu de dentro do galpão rapidamente. Dorcas seguiu seu gesto.
-É Marlene, né? – Lily perguntou, e Lene assentiu. – Bem... bom te conhecer. Te vejo depois. – Entrou no Doger ACR e manobrou o carro.
Sirius deu um tchau tímido para Marlene, que sorriu para ele. Sirius entrou em seu carro e saiu dali, com sua cabeça pipocando.
James agarrou o braço de Marlene antes que ela pudesse sair.
