Cá vai o segundo capitulo.

Este vai ser mais longo.

Para quem não percebeu no primeiro capitulo a loirinha que a Temari falou é a Ino.


Flashback on

Mal ela disse isto dois rapazes chegaram num jipe todo-o-terreno. Elas pensaram logo que podiam ser os voluntários que Tsunade falara.

Os dois rapazes saíram do jipe, um deles praticamente dormia em pé e andava com as mãos nos bolsos e o outro andava com os braços caídos ao lado do corpo e com um ar superior. (dou um chiclete a quem adivinhar quem são.)

TenTen: Vocês são os voluntários da sede de Tóquio?

Rapaz com ar superior: Sim. Eu sou o Neji e este bicho preguiça aqui é o Shikamaru.

Temari: Eu chamo-me Temari e esta aqui é a TenTen.

Flashback off

Neji: A Tsunade avisou-nos que vocês viriam. Então também foram obrigadas?

TenTen quase saltou para o pescoço de Neji se Temari não a segurasse.

Temari: TenTen tem calma. Não, nós não fomos obrigadas. Viemos porque quisemos.

Neji: Porque é que reagiste assim? Eu fui obrigado a estar aqui. Assim como o bicho preguiça. – murro na cabeça de Shikamaru. – Acorda preguiçoso.

Shikamaru: Sim é verdade fomos obrigados.

TenTen: Deixem-me adivinhar vocês são os típicos meninos ricos que não querem fazer nada, os vossos pais para se livrarem de vocês mandaram-vos para aqui.

Os dois acenaram com a cabeça num sinal afirmativo. As duas estavam pasmas com aquilo, aqueles seres ali á sua frente eram egoístas e estavam ali porque foram obrigados.

Shikamaru: Nós vamos ficar aqui ou vamos andando para o acampamento? Eu quero dormir.

Depois dele ter dito isto os quatro entraram no todo-o-terreno e seguiram para o acampamento. No caminho via-se que a cidade estava muito mal, havia pedras por todo o lado, edifícios destruídos e pessoas a correr de um lado para o outro.

Temari: Pára!

Neji parou e Temari saltou do jipe seguida por TenTen. Neji estava pasmo e Shikamaru que tinha acordado estava com cara de estúpido. As duas raparigas correram para o sitio onde estava um menino sentado no chão e a chorar e ao lado dele estava outro menino mas este ultimo estava inconsciente deitado no chão.

TenTen: Querido, estás bem? Como te chamas?

Menino que chorava: Chamo-me Konohamaru. Por favor ajudem o meu primo.

TenTen agarrou no menino ao colo e este aconchegou-se no ombro dela continuando a chorar. Temari tentava acordar o outro menino que estava estendido no chão.

Temari: Querido vá lá acorda. – dava palmadinhas na cara do menino. – Como é que o teu primo se chama?

Konohamaru: Chama-se Takeshi. Ele está bem?

TenTen: Deixa a minha amiga ajudá-lo.

Temari: TenTen, vai á minha mala lá dentro tem o estetoscópio e a lanterna dos olhos. Depressa!

TenTen: Konohamaru, tu vais ficar aqui com a minha amiga eu já volto está bem?

Konohamaru: Não, fica aqui. Não me deixes sozinho.

TenTen: Estás a ver aquele jipe ali? Vou demorar dez segundos. Não tires os olhos de cima de mim.

Konohamaru finalmente deixou-a ir, ela correu para o jipe para ir buscar o que Temari tinha pedido.

TenTen: Onde está? – enquanto mexia na mala de Temari.

Neji: Podemos ir embora?

TenTen: Tu não te atrevas a ir embora, aquele miúdo precisa de ajuda e ao contrário de ti e do teu amigo eu e a minha amiga ajudamos pessoas porque queremos.

Dito isto ela correu de volta para junto de Temari.

TenTen: Toma! Vês Konohamaru já voltei.

Konohamaru: Demoraste doze segundos eu contei-os. – sorrindo.

TenTen tirou a camisa que usava ficando com uma camisola branca, cobriu o menino e pegou-o ao colo de novo.

Temari auscultava Takeshi e observava os olhos do mesmo com a lanterna.

Temari: Ele está bem, só desidratado e inconsciente por causa do calor. Vamos levá-lo para o acampamento.

Pegou-o ao colo e dirigiu-se para o jipe seguida de TenTen. Os dois rapazes ainda olhavam com cara de estúpidos. Aquelas raparigas ajudavam pessoas com paixão, a maneira como elas nem hesitaram em ajudar aquelas crianças era da maneira que uma mãe ajudava os seus filhos.

Temari: Vão demorar muito? Este menino precisa de ajuda.

Deram a partida de novo. No caminho Konohamaru estava encostado no ombro de TenTen e sorria. Ela notou isso e sorriu-lhe também.

TenTen: Porque estás a sorrir?

Konohamaru: Tu tens o mesmo cheiro que a minha mãe. Cheiras a chocolate.

TenTen: O que aconteceu aos teus pais?

Konohamaru: Os meus pais e os meus tios morreram na guerra. Agora somos só eu e o meu primo. Ele vai ficar bem não vai?

Temari: Vai, só precisa de descansar. Dá-lhe dois dias e vocês os dois vão andar ai a correr e a fazer partidas.

Quando chegaram ao acampamento Temari perguntou onde podiam levar os meninos para descansarem, responderam que havia uma tenda médica alguns metros á frente. Agradeceram e levaram os meninos.

Algumas horas depois.

Temari e TenTen já tinham falado com o responsável do acampamento, já tinham recebido tarefas e uma tenda para dormirem. TenTen decidiu ir para a tenda descansar enquanto Temari decidiu ir dar uma volta.

Aquele acampamento não era só para voluntários era também para pessoas que estavam feridas e precisavam de alojamento até a cidade estar de pé novamente. Era de noite mas podia se ver crianças a brincarem e pessoas fora das tendas a conversarem.

Shikamaru: Não devias andar sozinha a estas horas. O acampamento é grande podes-te perder.

Temari: Ai! Que susto.

Shikamaru: Desculpa. O que tu e a TenTen fizeram hoje foi incrível.

Temari: Fizemos o nosso trabalho. Podemos caminhar em vês de ficarmos aqui quietos?

Shikamaru apenas se desencostou do poste e começou a andar.

Shikamaru: Posso te perguntar uma coisa?

Temari: Claro.

Shikamaru: Ao contrário de mim e do Neji vocês vieram porque quiseram. Porquê?

Temari: Bem, o meu pai era médico e um dia foi mandado para um campo de batalha eu tinha cinco anos, o meu irmão tinha três anos e a minha mãe estava grávida com o meu outro irmão. A ultima vez que eu o vi foi na noite em que ele foi embora, nunca mais voltou.

Shikamaru: Não percebi.

Temari: Ele sempre me disse: "Ajuda e serás ajudada." Depois eu decidi que queria ser médica como ele, ajudar pessoas. Então conheci a cabeça de panda e ficamos amigas.

Temari percebeu que tinha começado a chorar, sempre que falava no pai chorava.

Temari: Desculpa, é sempre doloroso falar no meu pai.

Shikamaru nada disse apenas a abraçou, sentia um desejo enorme de consolar aquela rapariga. Temari apenas se deixou abraçar e envolveu os seus braços na cintura do rapaz.

Alguns segundos depois ela levantou a cabeça e olhou nos olhos dele, aproximou o rosto do dele e pressionou os lábios nos dele. Ao inicio ele assustou-se mas depois aceitou o beijo pedindo por mais. As mão dela foram em direcção aos cabelos dele desfazendo o rabo de cavalo. Ele por sua vez levou as mãos á cintura dela deixando-as lá ficar.

Continua…


Acabei. O que acharam?

Eu: No próximo capitulo vou concentrar-me um pouco no Neji e na TenTen, mas também vai ter este casal mais acima.

A Temari entra novamente no meu quarto aos gritos.

Eu: Isto está a tornar-se um hábito.

Temari: Posso saber porque é que eu beijei o bicho preguiça?

Eu: Porque eu mando nesta m****, e eu já te avisei o que acontecia se abusasses muito.

Temari: Eu porto-me bem, só não me faças dormir com ele.

Eu: Olha que eu não tinha pensado nisso. Vou apontar para não me esquecer.

Temari: Eu e a minha boca grande. Vou para a borga com as meninas e os rapazes queres vir?

Eu: Da ultima vez que fui para borga cheguei ao meio-dia do dia seguinte, mas eu vou á mesma.

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