Título: Lágrimas da Lua
Anime: Gundam Wing
Casal: Heero Yuy e Duo Maxwell
Gênero: Yaoi, U.A., Angst, Drama, Supernatural - Spiritual, Romance, Lemon? Veremos!
Classificação: Entre 'T' e 'M' até o presente momento.
Status: Em andamento

Disclaimer: Gundam Wing, série, foi produzida pela Sunrise e Bandai, e dirigida por Hajime Yatate e Yoshiyuki Tomino (criador da linhagem). Todos os diretos são reservados aos seus produtores & criadores, eu como fã me dou o direito de usufruir os personagens ao meu bel prazer respeitando os créditos. Apenas alterando e incluindo alguns sobrenomes.

Observações: Esta fic não busca ofender nenhuma crença-religião, portanto, espero que apenas apreciem a leitura independente do que possa ser relatado aqui sobre assuntos tidos como sobrenaturais e/ou espirituais.

Sumário: Quando a dor da culpa se abate sobre uma pessoa e esta decide se entregar à tragédia, o que pode ocorrer para que sua alma, crença e desejo de viver seja resgatada? O amor pode ultrapassar todas as barreiras resgatando uma alma envolvida em culpa, dor e sofrimento? Esta história se passa, em sua maior parte, em um cenário onde a lua, o lago e acontecimentos sobrenaturais determinam todos os caminhos e junto com eles encontramos o sentimento mais puro; o amor.

Boa leitura


Lágrimas da Lua

- Capitulo 2 -


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"Jovem Heero, deseja que o jantar seja servido agora?". Nanako, um dos criados mais antigos que servia a família Yuy se aproximou perguntando.

"Não. Estou sem fome, janto depois". Respondeu enquanto fitava a lua através do vidro translúcido da janela.

"Tudo bem então. Pedirei a Karin que aguarde". Ia sair, mas parou no meio do caminho voltando seu cansado corpo em direção ao jovem, fitou-o. "Sente falta da casa em Kyoto, senhor?".

Heero soltou um longo suspiro.

Sim, sentia falta da antiga casa. Onde passou a maior parte de sua vida, de sua infância, mesmo que sem a presença de seus pais, Kaori e Yuki Yuy. A casa em Kyoto ficava bem próxima a um bosque repleto de flores, arbustos, e até mesmo algumas poucas cerejeiras. Onde costumava passar a maior parte de seu tempo, quando não estava estudando, sentado desenhando.

Por ser sempre posto em segundo lugar na vida conturbada de seus pais, Heero acabou se tornando um jovem fechado. Pouco conhecia sobre afeto e atenção. O que recebia vinha de Nanako e Karin. Um casal de meia idade que já se encontravam na família antes mesmo de ter nascido. Foi por causa de Nanako que Heero adquiriu o gosto pela arte, e o tinha em conta como se este lhe fosse um pai. O que raramente tinha em casa.

Seus olhos desviaram-se da bela imagem da lua e repousaram na face cansada do senhor de cabelos grisalhos.

"Sim, Nanako-san... Sinto falta, mas sinto mais falta de meu bosque". Deu um discreto sorriso.

"Ah... mas jovem Heero, aqui o senhor também tem um bosque e um belo lago para refletir". Sorriu de volta. "E já pude notar é tão belo de dia quanto de noite. E pelo que escutei esta manhã antes do senhor chegar... Parece que este bosque, mas para perto do lago, tem mistérios". Parou notando que agora Heero lhe fitava com certa curiosidade.

"Mistérios? Crendices populares, Nanako-san? Não acredito que até você vai se deixar levar por isto...". Olhou-o descrente e até mesmo desconfiado.

O senhor de cabelos grisalhos sorriu. Era sempre assim que Heero conseguia lhe arrancar histórias. Agora se elas eram verdadeiras ou não...

"Só estou contando o que ouvi, meu jovem... Dizem que perto do lago, durante as noites pode ser ouvido um choro e uma voz muito bonita cantando, mas ninguém até hoje conseguiu ver quem poderia estar em prantos ou cantando". Falou voltando o rosto na direção da janela, de onde se podia ver o lago.

"Sei... Não acredito nisto". Resmungou fitando também o lago que refletia a lua.

"O jovem pode dar uma volta pelo lago e ver se tem algum... fundo de verdade na história. Já que não está com fome e os mestres só vão voltar mais tarde...". Adorava instigar a curiosidade de Heero. Que além de um promissor artista também sabia ser um bom 'detetive' quando se empenhava.

"Hunf... pode ser". Olhou de soslaio enquanto cruzava os braços à frente do tórax.

O velho senhor se retirou do cômodo com um sorriso nos lábios. Tinha um carinho muito grande pelo solitário rapaz como se fosse parte de sua família. Uma família deteriorada pelos infortúnios da vida. Ao perder filho, nora e neto em um acidente de carro, Heero se tornara o centro de sua comedida atenção. Não só sua, mas de Karin também.

Poucos minutos depois da conversa com Nanako, Heero se direcionava aos fundos da grande casa. Sua curiosidade em explorar o ambiente que se fazia novo era grande. Somado à pequena instigação que Nanako lhe fizera. Não custaria nada andar um pouco. E assim ali estava ele.

Por ser em um local afastado do centro comercial, a casa possuía dimensões no estilo de um dôjo de médio porte, com um pequeno jardim e um diminuto lago na entrada. Era uma belíssima imagem. Mas o verdadeiro lago, o natural, estava localizado aos fundos da residência; e este era compartilhado pelas poucas casas que rodeavam o lago.

Os olhos de Heero vasculharam rapidamente toda aquela nova extensão de natureza. Seus pais bem que poderiam ter se apossado de uma residência ou um apartamento mais próximo da empresa, mas contrariando a praticidade e até mesmo por estarem acostumados a residirem perto de locais calmos – chamados refúgios – Kaori e Yuki preferiram aquele local, e Heero agradecia por isto. Seria incômodo viver com a correria do centro comercial, já bastava ter que se direcionar ao mesmo para completar seus estudos.

Sentindo seu corpo relaxar pelo gostoso aroma que o cercava, típico de locais arborizados repletos de flores, plantas e com o frescor que as águas calmas do lago emanavam, Heero debruçou-se levemente sobre o baixo cercado de arbustos que delimitavam o fim do terreno da residência.

Era tão calmo, tão tranqüilo e ao mesmo tempo tão melancólico. Um local perfeito, não como seu bosque em Kyoto onde já sabia de olhos vendados toda a sua extensão, todas as plantas que ali se encontravam... Este era um novo lugar a se explorar, a se retratar e se capturar. Fosse como fosse, de dia ou de noite o faria.

Estava tão absorvido pela beleza do lugar quando escutou ao longe uma pequena risada de criança. Mesmo custando, trouxe seus pensamentos de volta quando mais uma vez escutou a risada cristalina. Aos seus ouvidos era aquele tipo de risada espontânea, gostosa, que fazia qualquer pessoa sorrir ou rir juntamente. Contagiante seria a palavra certa. E sorrir não lhe era um hábito.

Elevando o corpo, buscou pelos arredores das casas vizinhas algum indicio de ali poderia ter ou um menino ou uma menina a brincar tão gostosamente praquelas risadas estarem sendo reverberadas pelo local, mas nada encontrou momentaneamente.

Era estranho. Sentia-se atraído pelo riso e estava mais do que curioso. Já se passava de um horário normal para que uma criança estivesse ali, num lugar com pouca iluminação, brincando. Deixando-se levar pela curiosidade, Heero se precipitou pelo pequeno portão de madeira fixado entre os arbustos, já se pondo do lado de fora da propriedade. Vasculhou o lugar com olhos atentos buscando a direção exata de onde vinha o som da risada.

Estranhamente viu um pedaço de roupa de cor azul sumir dentre os arbustos ao seu lado direito. Sim, era uma criança definitivamente e pelo visto estava brincando. Algo em seu peito o fez seguir os passos, as risadas tomando por este impulso andava pé ante pé, com cuidado para não assustar e espantar a criança que alo se encontrava brincando.

Quando se aproximou do arbusto que vira o pano sumir, constatou que ninguém ali se encontrava. Os olhos correram pelo local e um baixo suspiro lhe escapou pelos lábios. Ia desistir quando mais uma vez escutou a risada vindo mais a frente.

"Devo estar louco por ir atrás de uma criança!". Falou baixo já se pondo a caminhar mais uma vez em direção à risada.

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Era mais uma noite que se iniciava e mais uma vez o lago era preenchido por seus encantos.

"Solo... eu sei que você está ai, estou escutando você rindo". Duo se encontrava sentado na sua costumeira pedra às margens do lago. "Você não está sendo nada discreto em brincar de esconde-esconde rindo assim deste jeito". Comentou com um sorriso triste.

Não sabia o motivo da demora de Solo se juntar ao seu lado, mas não estava preocupado. Se seu irmão estava sorrindo, no mínimo estava bem e querendo brincar.

Olhou mais uma vez para a brilhante lua e soltou um suspiro. Era tão linda! Escutou a risada de Solo mais perto e uma lágrima solitária lhe correu pelo rosto alvo.

Em questões de minutos Solo apareceu ao seu lado com o rostinho risonho de quem acabara de fazer uma grande arte e depositou lhe um beijo caloroso em seu rosto seguido de um rápido abraço.

"Te amo, irmão... sempre, sempre... Cante, cante pra mim!". Sussurrou perto do ouvido de Duo e saiu correndo novamente sem desta vez deixar suas risadas ecoarem pelo lugar.

Duo colocou uma das mãos na bochecha que foi beijada e sorriu. Não era um sorriso triste. Solo era o único eu lhe alegrava e o amava e não o culpava pelos acontecimentos do passado. Atendendo o pedido do irmão que fôra feito de forma tão carinhosa, o jovem começou a cantar. Sua voz melodiosa começara a se espalhar pelos arredores do lago.

Não tão distante dali Heero caminhava seguindo os últimos rastros que a criança brincalhona e misteriosa lhe deixara. Tinha quase certeza de que se tratava de um menino. A julgar pelo uso de um kimono azul claro, e pelos cabelos ligeiramente curtos que vira quando teve um vislumbre rápido do mesmo de costas. Estava intrigado e não desistiria tão facilmente enquanto não encontrasse aquele menino, mesmo que para isto tivesse que rodar o lago todo à procura do mesmo.

Solo a esta altura estava apenas quieto. Tinha visto o jovem de cabelos curtos chegar naquela manhã e ficou boa parte do tempo observando-o. Quando pressentiu que o mesmo estava do lado de fora da casa, acabou por se aproximar mais um pouco. Observou-o por um tempo notando a forma como este olhava para o lago e toda a sua extensão. Olhos firmes, persistentes. E uma áurea cálida.

Em sua mente Solo rapidamente teve uma idéia e para isto teria que fazer o sério rapaz de olhar firme lhe notar, mas... Como? Nem todas as pessoas tinham o dom necessário. Algumas apenas pressentiam e se arrepiavam, outras apenas escutavam, outras chegavam a ver, mas não escutavam... Era raro o caso completo das três capacidades básicas: pressentir, ver e escutar.

E usando o máximo possível de sua força, Solo começou a rir e a correr perto do jovem tentando chamar sua atenção. Pode se sentir feliz ao notar que conseguira seu intento, que o rapaz estava lhe seguindo como desejava. Torcia para que tudo desse certo. Tudo mesmo.

Enquanto Duo estava cantando e deixando sua voz ser espalhada pelo local, Solo mais uma vez observou que o rapaz que ele tinha atraído estava parado tentando localiza-lo. Talvez teria que mais uma vez se aproximar chamando lhe sua atenção, e não pensando duas vezes decidiu passar correndo perto de Heero chamando desta forma sua atenção, mas logo sumindo atrás de alguns arbustos à frente.

Heero que fora pego de surpresa quase soltou alto uma imprecação por susto. 'De onde aquele pestinha surgiu?'. Foi o que lhe veio à mente ao notar que o menino havia desaparecido um pouco mais à frente.

Desta vez com passos largos, mas comedidos, Heero se aproximou tentando o máximo possível não fazer barulho.

Quando já se encontrava perto dos arbustos, pode escutar uma canção. Alguém cantando de maneira doce, uma linda melodia, triste, mas de beleza profunda. Já tinha ouvido aquela canção em algum lugar... Sim! Já tinha escutado aquela canção. Fôra em uma apresentação... uma apresentação rara do teatro kabuki, que Nanako e Karin lhe levaram, em Kyoto alguns anos atrás.

Curioso em saber quem poderia estar ali cantando. Heero afastou as folhagens que lhe tapavam a visão. E para sua surpresa acabou encontrando a pessoa portadora de tão bela e doce voz.

Aos olhos atentos de Heero era visto, envolto em uma brilhante áurea, uma pessoa. Cabelos longos e soltos que balançavam no embalo de uma brisa, um kimono lilás com adornos que lembravam suas adoráveis cerejeiras, a pele exposta de uma palidez tão intensa que se aparentava a um anjo. Sim, era um anjo, só podia ser. Sem asas, com uma voz linda e triste, mas um anjo.

Sentindo necessidade de se aproximar e evitando piscar como se desta forma a visão pudesse desaparecer, Heero se aproximou. Antes não o tivesse feito.

Duo pressentiu uma aproximação e parando de cantar chamou o nome de seu irmão...

"Solo". Chamou e voltou o corpo pra trás em busca do menor que sabia que ali se encontrava, mas em vez de achar seu adorado irmão, se deparou um outro rapaz lhe olhando fixamente. Sentiu-se assustado pela intensidade daquele olhar.

Heero ao fitar aquele rosto estacou no meio do caminho. 'Belo!'. Foi o pensamento que lhe cortou a mente.

Tudo aconteceu em frações de segundos.

Heero ia dizer algo no intuito de se desculpar pela invasão e atrapalhar o momento de privacidade, mas errou ao cerrar os olhos que já ardiam por estarem ressequidos. Quando voltou a abri-los, o jovem que antes cantava e lhe fitava demonstrando estar assustado, não mais se encontrava no local.

Heero não conseguiu entender o que acabara de acontecer. Não daria tempo do rapaz – sim, pode notar que era um rapaz – ter se levantado daquela pedra próximo à margem do lago e saído dali tão rapidamente sem que ao menos pudesse ter visto seu rastro, sua fuga, quando voltou a abrir os olhos.

"Hey... desculpe-me, eu não quis te assustar, apareça...". Disse olhando para todos os lados em busca de algum sinal, mas nada encontrando.

Duo havia sumido sim, mas apenas para o rapaz que ali se encontrava. Sua essência estava ali, perto de uma das arvores próximo à sua casa. Seus olhos estavam bem abertos, quase arregalados pelo susto que levara e pela surpresa.

Solo mais uma vez deixou sua risada ressoar bem ao lado do rapaz de olhar firme, como se estivesse ali em pessoa. E Heero pela primeira vez na sua vida se encontrava assustado. Não era possível o que lhe passava em sua mente. Não poderia ser possível.

Sentia-se observado, mas não conseguia saber de onde vinham os olhares. Parecia que todo o bosque lhe espreitava. Heero buscou se controlar respirando pausadamente e quando conseguiu, se aproximou da pedra próxima à margem do lago. Seus olhos traçaram três direções: a pedra, o lago que resplandecia a lua e a própria lua no alto do formoso céu estrelado, brilhando em glória.

Sem nada a dizer, Heero começou seu caminho de volta para casa. Tinha muito que pensar, muito que fazer e a noite ainda nem havia começado realmente. Enquanto caminhava, Heero não pôde ouvir a pequena conversa que se seguia entre os dois irmãos...

"Ele... ele me viu!". Comentou, ainda estava assustado.

"Sim maninho, ele te viu... te ouviu...". Falou com um sorriso nos lábios.

"Isto é... impossível, Solo. Nunca puderam me ver e muito menos me ouvir...".

"Maninho... Você deveria saber que nada neste mundo é impossível, nada...". Comentou a abraçou o irmão na altura da cintura.

Os olhos de Duo acompanhavam o corpo daquele jovem, que ele não sabia o nome, que desaparecia por entre os arbustos e arvores do bosque.

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Heero ao chegar em casa, nem se preocupou em dar explicações. Simplesmente tratou de subir para seu quarto com passos apressados e semblante sério. A imagem do belo rapaz não saia de sua mente. Toda vez que fechava os olhos podia ver cada traço, podia até mesmo escutar sua voz.

Tinha tomado uma decisão no momento que resolverá retornar para casa e com esta decisão em mente, Heero se apossou de seu cavalete, uma tela crua e seus inúmeros grafites.

Posicionando o cavalete em frente a larga janela, por onde o luar invadia e iluminava perfeitamente o quarto, trazendo uma atmosfera perfeita para o que começaria a fazer, Heero apenas fechou os olhos mais uma vez e suspirou. Ao abri-los, sua mão tomou a direção da tela e estando em perfeita harmonia com o ambiente começou a esboçar a imagem que não lhe saia de sua mente.

Nanako que até então se encontrava próximo ao batente da porta, apenas sorriu e procurou evitar fazer qualquer barulho. Havia subido logo atrás do jovem. O semblante sério de Heero lhe deixou preocupado, mas ao chegar ali e observar o que acontecia, sentiu-se aliviado. Voltaria depois, agora era o momento de deixar o jovem Yuy absorvido em suas criações.

Várias horas se passaram até que Heero pudesse realmente se dar por satisfeito. O esboço em grafite estava terminado e até mesmo perfeito. A retratação só estaria completa depois, mas naquele momento, seus olhos brilhavam intensamente. Seu anjo, seu anjo sem asas, seu anjo de olhar melancólico, estava ali, esboçado em grafite, lhe olhando, fitando-o.

Andando de costas em direção a sua cama, Heero sentou-se e ficou a olhar para o cavalete, para a sua obra. Suas mãos estavam sujas, mas isto era a menor de suas preocupações. O cansaço já lhe tomava o corpo e em minutos o jovem já se acomodava na cama de maneira que pudesse ficar deitado e fitando o esboço. Rapidamente adormeceu, um diminuto sorriso lhe adornava o rosto.

Em um dos cantos do quarto, brilhantes olhos de tom violeta observavam atentamente a cena e ao se aproximar da tela, um baixo riso pode ser ouvido antes de uma pétala de cerejeira ser deixada próximo às grafites.

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Continua...


Agradeço primeiramente a Pipe por corrigir meus assassinatos ao bom e velho português, seu Manuel da padaria...rsrsrs

Agradecimentos também as meninas que me aturam no MSN quando eu questiono se 'tal' trecho está legal ou não: Blanxe e Celly M.

Agradeço também as pessoas que disponibilizaram um pouco de seu tempo para ler este texto e desfrutar da história. Aos que aqui comentaram, deixo registrados seus nomes como forma de agradecimento:

Blanxe, Ana P., Tinha-Chan, Anjo de Andrômeda, Mey Lyen, MaiMai, Ophiucus no Shaina, Polarres, e Kisumi.

A todos vocês os meus mais sinceros agradecimentos. Vocês, não fazem idéia da alegria que é receber um comentário incentivando. Os colegas escritores sabem bem do que estou falando, pois compartilhamos desta mesma alegria.

Espero que tenham gostado deste capítulo e das travessuras de um certo menininho fofo. Foi um capítulo curto? Err... sim, foi, mas como a Pipe disse... 'Na medida certa'. Assim, o clima não se estraga (sorriso).
Well...

Beijos a todos

Escritora com o saco de coments vazio, não para no pc sentada pra digitar. Alimente-me!'

Litha-chan