Advertências:
As mesmas que a do capítulo anterior.
Essa fanfic contém lemon (Sexo entre dois homens).
Esse capítulo é do gênero dark-fic (Com cenas depressivas e angustiantes).
Não é necessário a leitura desse capítulo para compreender os próximos.

Deitado no chão, olhando através da varanda da sala, era possível ver os dias passando lentamente. Eram tão belas as estações. No verão o chão ficava quente e seus olhos fechavam-se com facilidade, adormecendo enquanto o calor entrava junto com os fortes raios de sol e o som da cigarra tornava-se sua música tema. No outono uma macia manta era depositada em seu ombro, encolhia-se para aquecer seus pés na mesma e apoiava a cabeça em uma pequena almofada, vendo as folhas cairem uma a uma, o céu ganhar uma mistura agradável de tons vermelhos e acinzentados e a brisa de vento gelado invadir o local.

O abriu os olhos diante de uma rajada fria de vento, encolhendo-se mais e apertando a manta com as pontas de seus dedos. Quantas páginas do calendário seriam removidas para que o inverno fosse finalmente recebido a aquela varanda? Espreguiçou-se um pouco, sentando-se e deslizando sua mão pelo chão, sentindo a temperatura gelada do mesmo. Voltou o olhar para o tapete persa que encontrava-se em baixo de si, que impedia que seu corpo entrasse em contato direto com o piso de pedra.

- Eu amo você.. - Falou com uma voz gentil, empurrando a almofada que usava de apoio para a própria cabeça e levando os lábios direto ao tapete. Não amava em especial o tapete e nem a decoração da sala, mas amava pensar que o responsável por tal presente trazia-lhe conforto mesmo nessas horas.

Sorriu fraco, o tapete nunca iria responder aos seus sentimentos, a pessoa que o presentou nunca entenderia o que guardava dentro de seu coração nesse momento. Levantou-se, apoiando-se nos próprios joelhos devido a fraqueza de seu corpo e levando os pés ao chão gelado, arrepiando-se ao senti-lo, mas seguiu confiante até a varanda.

Tocou as mãos na barra de ferro que impedia que saisse andando e se jogasse, voltando o olhar para baixo e vendo umas poucas pessoas passarem. Esticou a mão rumo a um grandioso carvalho que crescia em frente ao prédio, ciente que nunca alcançaria as folhas dele daquela forma, mas gostando da sensação de poder observá-lo em todo seu esplendor, mesmo estando no terceiro andar.

Perdeu a noção de tempo, sentindo sua mão ficar cansada de tanto tentar alcançar as folhas laranjas que caiam com o balançar do vento, virou o corpo para o interior da sala, caminhando para ela e sorrindo fraco ao ver o relógio. Cinco da tarde, faltavam duas horas para seu marido retornar para casa, abaixou-se, recolhendo a manta e a almofada, colocando-a no sofá novamente e dobrando a manta cuidadosamente, pousando-a no encosto de mão de uma poltrona.

- Preciso fazer um jantar. - Disse em um tom vazio, sabia disso e não havia ninguém no local para ouvi-lo, mas gostava de repetir isso todos os dias, como se isso fosse fazê-lo ganhar determinação para suportar dia após dia a mesma rotina.

Foi para a cozinha, abrindo a geladeira e retirando os itens que utilizaria. Começou a preparar a refeição que seria servida em pouco tempo, ligando o forno e sentindo o ambiente ficar quente, depois organizou a mesa da cozinha, colocando dois pratos, um em frente ao outro na mesa. Parou por um breve momento seus afazeres, devaneando, deslizando seu dedo indicador pelas beiradas pintadas do prato de porcelana.

Não era de mal gosto? Um prato de porcelana cara com pequenas formas delicadamente pintadas a mão prato por prato, formando quadrados, linhas, triangulos, tudo na cor azul em cima da porcelana branca. Quanto custaram pratos como aquele? Eram dignos de uma cozinha como aquela? Tecnologia razoável, organização impecável e um faqueiro digno de pessoas importantes, tudo feito para a dona de casa americana perfeita.

Voltou seus olhos para torneira prateada que cintilava, permitindo ver o seu próprio reflexo. O que um rapaz japonês como ele fazia vivendo nesse lugar? Deu um sorriso fraco, voltando para os seus afazeres, não devia perder tempo pensando em coisas assim, não importava realmente o que achava, era ali que vivia.

- Cheguei, Kiku! - Dizia todos os dias o seu marido, entrando no apartamento e indo até o seu companheiro, abraçando-o e beijando-o rápido nos lábios, sorrindo por estar finalmente em casa.

- Bem vindo, como foi o trabalho? - Perguntava Kiku, dando um sorriso doce, que nascia em seus lábios por puro hábito, não possuia nenhum interesse no dia do outro e gostava de fingir que seus dias seriam melhores caso ele não voltasse para casa. Não que fosse verdade, não era, quando o outro não voltava, sentia-se mais sozinho que o de costume.

- Como sempre, muito chato! Fico feliz por ter voltado para casa! - Falou em seu tom brincalhão, saindo da cozinha e afastando-se do outro, indo rumo ao banho. Kiku colocou os itens na mesa, sentando-se e esperando pacientemente o outro retornar, vendo-o fazê-lo vinte e cinco minutos depois, usando calça de malha e moleton para maior conforto.

- Vamos comer? - Disse Kiku, levantando-se de seu lugar até que o outro aproximasse e se sentasse também, fazendo o movimento junto com ele e começando a se servir da refeição que tinha preparado.

- Como foi o seu dia? Fez algum desenho para me mostrar? Sabe que adoro seus desenhos! - Falou o rapaz, Alfred, degustando de todos os itens apresentados na mesa antes de decidir qual comeria primeiro.

- Hoje não, adormeci na sala novamente. - Respondeu Kiku, pegando o copo de chá gelado que tinha preparado para si, bebendo um gole. Há quanto tempo tinha perdido o gosto pelo desenho? Nem sabia mais ao certo, porém desenhava porque isso agradava ao Alfred, que sorria sempre quando tinha algo novo para mostrá-lo.

- De novo? - Exclamou o outro, arregalando os olhos em um ar de surpresa, rindo baixo em seguida, imaginando que essa era a forma de Kiku ser. - Você sempre dorme em dias frios, não é? Que inveja, queria ter dormido a tarde toda também! - Disse com alegria, retornando a refeição e interrompendo-se apenas para conversar sobre banalidades.

Depois do jantar, Kiku e Alfred sempre lavavam a louça juntos, Kiku molhava os itens, passava sabão e enxaguava, enquanto Alfred mantinha-se apenas secando-os e conversando com animação. Apesar de Kiku sempre ouvir o que ele dizia com total atenção, sempre tinha o mesmo pensamento naquele horário, sempre lembrava-se que faltavam poucas horas para irem se deitar.

E dez da noite, após Alfred brincar de trocar de canais da televisão, sem assistir nenhum programa em específico e Kiku de ler algumas páginas de seu livro de poemas, o som da televisão era abaixado por Alfred, que sorria de forma tímida, com os olhos fixos no asiático. Imitando o sorriso, Kiku colocava o marcador na página e fechava seu livro, deixando-o no criado mudo e virando-se para o americano.

Alfred era quase sempre delicado, exceto por algumas vezes no início da relação, quando voltava irritado após algo ocorrer em seu trabalho, demonstrava-se em geral afetuoso. Naquela noite, ele estava gentil, levando a mão a face de Kiku, acariciando-a com suavidade. Kiku colocou a mão sobre a dele, querendo retribuir a caricia e fechando os olhos, mostrando assim conceder aprovação para que o outro se aproximasse.

Os lábios de Alfred iam contra os de Kiku, num roçar suave que logo tornava-se uma lenda massagem entre as linguas. Os sabores dos lábios de ambos, sempre distintos, exceto pela mesma pasta de dente utilizada, agradavam a Alfred, que acreditava ser aquela a forma peculiar de seu companheiro de ser.

Kiku fechava os olhos, tentando por um breve momento imaginar que a pessoa que tomava seus lábios para si e invadia o interior de sua boca era outra, alguém por quem Kiku poderia sentir o mínimo de afeição, mas o gosto forte carregado nos lábios de Alfred sempre o chamavam para realidade. Quando o fôlego desaparecia e o beijo era rompido, as mãos de Alfred corriam até a cintura de Kiku, puxando o corpo dele para perto e colocando-se em uma nova posição, sobre o menor.

O moreno, com a face em tom corado graças a falta de ar, forçava um doce sorriso nos lábios, pois sabia que se o fizesse, os cuidados do outro durante o ato seriam reforçados. Nunca queixava-se, mas a forma que o corpo do maior deitava-se sobre o seu, dificultava sua respiração e muitas vezes machucava-o.

Primeiro Alfred tirava a parte superior da própria roupa, beijando o pescoço de Kiku e tocando o obi do asiático, puxando a faixa e fazendo a yukata dele soltar-se. Não havia dificuldade para o loiro retirar as roupas íntimas do asiático, pois Kiku sempre se preparava e ao entrar no banheiro antes de se deitarem, a removia, ficando completamente despido por baixo do tecido.

Nesse momento, Kiku virava o rosto para o lado, deixando seu pescoço mais exposto para os beijos do outro, mas sempre com seus olhos abertos, submersos em um profundo vazio. Se fechasse os olhos, iria sentir os lábios do outro percorrerem sua pele com mais intensidade, então desviando apenas o olhar, tornava tudo mais fácil.

Quando sentia o americano afastar-se um pouco, abria as próprias pernas, mordendo discretamente os próprios lábios, sentindo-se inseguro. Não importava quantas vezes isso se repetisse, o medo daquele momento era sempre o mesmo. Alfred ao se aproximar já estava completamente despido, segurando as pernas de Kiku e erguendo-as, colocando-as próximo a articulação de seus braços e procurando aproximar o próprio sexo, já excitado, da entrada do japonês.

O coração de Kiku disparava nesse momento, Alfred sorria por imaginá-lo ansioso pelo toque, enquanto Kiku mantinha seus olhos perdidos em um ponto sem foco, rezando para que ele encontrasse a entrada de forma rápida e não o machucasse muito. Sentiu a ponta do sexo do maior forçasse em uma área distante da entrada, empurrando-o para frente de forma rude, devido a sensibilidade da área, sentiu dor.

Kiku, que mantinha as mãos pousadas sobre o travesseiro durante o ato, agarrou-se na fronha com suas mãos, trincando os seus dentes, tentando erguer um pouco o próprio quadril, mas devido ao peso do outro, sem muito sucesso. Se pudesse se mexer, ajudaria-o a colocar na posição certa da entrada e tudo ocorreria mais rápido, mas mesmo quando tentava, sentia as mãos do outro segurarem suas coxas de forma rude, como se estivesse repreendendo-o por não aguardar tudo de forma submissa.

O sexo de Alfred foi empurrado mais algumas vezes até localizar a área próxima a entrada, prendendo a respiração por um breve momento e invadindo forçando-se sem hesitação para dentro do corpo do outro. Kiku puxou as fronhas do travesseiro nesse momento, mordendo o interior de suas bochechas para não deixar escapar nenhum grunhido de dor.

O maior fez um pequeno som de protesto, empurrando mais as pernas do japonês para frente, como se isso ajudasse os musculos do outro relaxarem. Se Kiku pudesse, relaxaria, mas a contração dos musculos dentro de si eram involuntárias, odiava quando Alfred empurrava suas pernas, sentia dor no quadril por tê-las forçadamente esticadas desse jeito.

O movimento começava, Alfred ia devagar, aproveitando-se do auto-controle para levar os lábios em direção da face de Kiku, lambendo o queixo dele. Retirava parte de seu sexo e afundava-o no interior do outro, repetindo esses movimentos lentamente, mas de forma forçada. No início o interior seco de Kiku sempre dificultava tudo.

A pele do sexo de Alfred roçava de forma intensa contra a pele do interior de Kiku, devido a sensibilidade de ambos na área, era natural que machucasse a ambos no princípio, mas o sexo de Alfred tratava logo de expelir aquele liquido quase transparente para lubrificar a área, o que garantia algum conforto para a pele do americano, mas não para a de seu companheiro. Depois de alguns movimentos mais fortes, a ardência era sentida no local e Kiku sentia-se preocupado com a situação dos lençois.

Naquele momento o interior de Kiku tinha sido esfregado de maneira tão rude que sua pele se desfazia, rasgando e deixando o sangue correr graças ao grande número de vasos sanguíneos no local. Apesar de saber que estava sendo estraçalhado por dentro, não era a parte que mais odiava, mas a parte que vinha logo depois.

Graças a lubrificação causada pelo sangue, os movimentos de Alfred se intensificavam, seus lábios ficavam entreabertos e a sua respiração quente contribuia para o aumento de temperatura do ambiente. A esfregação dentre os corpos despidos e a exaustão causada pelo ato, faziam gotas de suor escorrerem por todo o corpo do outro, tornando os braços dele escorregadios e permitirem que as pernas de Kiku deslizassem por ele, deixando o apoio tão necessário virar ineficiente e falho.

- Ahm.. Kiku.. - Chamava o nome do amante, ficando com a respiração forte e acelerada, retirando quase todo o sexo do interior do outro e aprofundando-o no outro, ouvindo o som dos quadris se chocarem em um bate e bate constante.

Kiku odiava profundamente esse som, só não era tão desagradável quando o som estranho causado pelo sexo do outro invadindo-o e seu sangue lubrificante estourar após se formarem pequenas bolhas com ar. Tentava concentrar-se em colocar a respiração em compasso diferenciado da de Alfred, pois assim, além de desviar os próprios pensamentos, poderia tentar enganar os ouvidos para ouvir apenas os suspiros do loiro.

Junto ao ódio pelo som, tinha nojo da pele quente e suada de Alfred, dedicando ao menos um minuto toda vez que o ato era praticado para voltar os olhos ao maior e vê-lo com aquela expressão de ecstase na face junto com aquela aparência sebosa que os corpos de ambos adquiriam graças ao excesso de calor e energia que era necessário durante a cópula.

Quando a força e velocidade aumentavam, a visão de Kiku traia-o, fazendo-o fechar os olhos para suportar o ritmo descontrolado e descompassado que o outro obtinha. Não era raro Alfred retirar o sexo de Kiku com tanta velocidade que ele saisse por completo, fazendo no desespero ele errar a área correta de entrada e lastimar ainda mais o corpo do outro. Eram também nesses momentos que o sexo do americano, ao sair-se e falhar ao retornar, que gotas de sangue e sémen escorriam pelas nádegas do japonês e manchavam o lençol.

Kiku soltava as mãos da fronha do lençol apenas quando sentia os momentos desacelerarem depois da euforia e tornarem-se mais curtos, Alfred parava de retirar todo o sexo, retirando apenas metade dele e afundando-se ainda mais no interior de Kiku, machucando-o ainda mais fundo para então Kiku sentir o ritmo do quadril do outro tornar-se quase nulo e a ardência de suas feridas tornaram-se intensas novamente, graças ao líquido gelatinoso e quente que o preenchia.

Ao terminar, Alfred saia de dentro de Kiku, soltando as pernas dele e levando a mão até a face do menor, segurando-a e beijando-o, muitas vezes de forma desfocada e exagerada, fazendo sáliva escorrer pelo canto dos lábios do outro. Era como se ele quisesse fazer Kiku se recordar mais uma vez do responsável por fazer aquilo.

Depois Alfred apenas girava o corpo para o outro lado da cama, abrindo uma gaveta de seu criado mudo e puxando um lenço umidecido, limpando o próprio sexo e jogando o lenço sujo no chão. Depois entregava um a Kiku, que por ser insuficiente para limpá-lo, pressionava com seu dedo para dentro de sua entrada, evitando assim que o que tinha ali dentro escorresse na cama. Alfred, sem se levantar, colocava a própria calça e Kiku apenas deslizava parte da yukata para cobrir os ombros, aproximando-se do americano e aconchegando-se em seus braços, sendo ambos vencidos pela exaustão e adormecendo.

Os sonhos de Kiku nunca eram muito agradáveis, odiava ter de dormir ao lado de alguém que obtinha um cheiro desagradável por tanto transpirar, ainda mais esse mantendo o abdomen exposto, só não odiava isso tanto quanto sentir-se melecado pelos traços do prazer do outro, mas tinha aprendido que ir banhar-se após o ato desagradava o companheiro. Então todas as noites dormia com desconforto, agradecendo quando amanhecia e podia retirar o lenço que colocou em sua entrada e lavar os resíduos da noite anterior.

O jovem asiático, após banhar-se, envolvido por um hobbie atoalhado, deslizou as costas pelos azulejos do banheiro, sentando-se no chão e respirando fundo. Teria de fazer o café da manhã para o americano e ajudá-lo a se preparar para o trabalho, então limparia o quarto e passaria todo o dia sozinho, como sempre, até o jantar, onde tudo se repetiria.

Toda vez que despertava, sentindo o seu corpo ainda sujo, odiava a sua existência, mas seria mentiroso se falasse que toda a noite sentia-se enojado e ferido. Algumas vezes, quando o americano decidia deixar Kiku deitado de bruços, sentia prazer em fazê-lo. Podendo fingir que a pessoa que movia o seu quadril indo e vindo atrás de si era alguém diferente e pela facilidade de ser penetrado de forma menos sinuosa de quando as suas pernas estavam dobradas, às vezes ao ser atingido no fundo, sentia o corpo reagir.

Não que fosse perfeito, nunca era, antes de se submeter ao outro, tinha passado pelas mãos de outros, alguns mais delicados que graças a ingenuidade de Kiku, pareceram fazer tais toques com amor e não apenas com o desejo de usurfruir do corpo do japonês. Kiku ergueu-se, olhando-se no espelho e forçando um sorriso, não deveria pensar no passado, tinha um bom marido e vivia em uma casa confortável, isso era o suficiente.

Preparou o café da manhã, ajoelhou-se em frente a uma cadeira, calçando os sapatos de seu marido, sentiu um beijo suave dele em seus lábios, acompanhados de migalhas da torrada recém comida, viu o outro limpar as migalhas que deixou nos seus lábios com o polegar e lambê-las em uma tentativa de provocá-lo de forma erotica e viu-o saindo, fechando a porta e fazendo Kiku respirar fundo, sorrindo fraco.

Depois de alguns segundos, ouvindo os passos de Alfred se distanciarem no corredor, foi até a porta, tocando em sua maçaneta e girando-a. Riu baixo, não sabendo o porque de sempre fazer isso, não lhe causou qualquer surpresa ao saber que o ocidental havia trancado, ele fazia isso sempre. E mais uma vez, Kiku voltava as suas atividades do dia a dia, preso no mundo construido para ser perfeito que Alfred chamava carinhosamente de "sonho americano".

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Notas da autora: Escrevi esse capítulo em duas horas e meia, caso notem, há detalhes em excesso, tornando a leitura cansativa, passando exatamente a sensação que eu desejava passar (De algo continuo e monótono). Dedico esse capítulo há duas pessoas pervertidas que já jogaram comigo rpg e me fizeram ter idéias estranhas e depressivas. Deixem um review, não gasta muito tempo e me deixa extremamente feliz!