Disclaimer: Anou...como dizer isso? Não, por mais que eu queira, os direitos de Inuyasha não me pertencem (e ainda dizem que querer é poder ¬¬).

-------------------------fic de Inuyasha---------------------

--------escrito por Haki-------

Itazura amai

Capitulo 2

Acordo para dois

-...-

Um silêncio se concentrou entre os dois indivíduos no apartamento. Segundos em seguida, uma brisa passou por eles. Minutos depois, uma mosquinha zumbi no cômodo.

-Ahhhh! Chega disso! Está parecendo aqueles filmes de velho oeste! ¬¬'

-Tem alguma coisa CONTRA esses filmes? – interrompe Inuyasha franzindo o cenho.

(gota )

-Afinal, o que isso tem a ver com o que estávamos falando? u.u'

-Verdade, melhor irmos ao que realmente interessa... SAIA DO MEU APARTAMENTO!

-Quê? Eu já disse que paguei por ele! Um senhor muito simpático (e tagarela u.u') me vendeu! E nem adianta tentar me contrariar, porque já está tudo acertado!

Por um breve momento parece que algo iluminou a mente de Inuyasha. (tenho quase certeza que São Nunca desceu à Terra nessa hora ¬¬).

- Feh! Já sei o que aconteceu... velhote sacana! Sabia que era golpe...

(Kami-sama O.O! Agora é certeza! Inuyasha teve um pensamento inteligente! Coitado do ser que 'afofou' a queda de São Nunca ...)

-O... que você disse?

-Além de surda é burra também? 'Tá na cara que o velhote deu o golpe em nós! Deve ter vendido a nós dois e... maldição! Vamos até o escritório dele agora!

Sem nem ter tempo de reclamar, Inuyasha saiu correndo pela porta em direção ao escritório, enquanto 'arrastava' Kagome pelo braço (vocês sabem qual a sensação de um louco correr 5 quilômetros te arrastando como se fosse um saco de batatas? Não? Acreditem, não queiram descobrir ¬¬).

Mas... ao chegar no escritório eles tem uma surpresa... (ok, devia ser racionalmente proibido acontecer tantas surpresas, ou melhor, DESGRAÇAS, com uma única pessoa em um único dia... Isso pelo menos para pessoas racionais.)

(Está explicado porque isso só acontece comigo ¬¬).

A porta enferrujada da loja estava trancada, e com um bilhete pregado nela:

"Este escritório está fechado indefinidamente. Nos mudamos para algum outro lugar e não temos data prevista de volta.

Com carinho, Toutosai."

-O-O' - expressão de Inuyasha e Kagome.

-Não... acredito... – suspirou Kagome enquanto caía sentada no chão.

-Bah! O velhote só tinha cara de idiota... fugiu com o nosso dinheiro e ainda tem a cara de pau de deixar esse aviso!

A essa altura do dia, o sol brilhava intensamente no céu, gerando um forte calor no ambiente (sabe aqueles dias que dá para fritar um ovo na calçada?).

"Ai... por que será que... parece que o mundo está girando? Estou zonza..."

-FLUPY-

Kagome sente um leve peso em sua cabeça, só então percebe que Inuyasha jogou o boné que usava em sua cabeça.

-Use isto, está muito calor...

Kagome ficou estupefata. Ainda surpresa, mantinha seu olhar parado sobre Inuyasha.

-O que foi garota! Eu sei que sou bonito, mas tente se controlar.

-O QUE! Ò.Ó''''''''

-Vamos voltar ao apartamento.

E novamente o hanyou sai correndo arrastando a garota (Entre um a dez, quais as chances disso acontecer comigo?... onze ¬¬)

Já eram quase seis horas da tarde e ainda não encontravam a solução para aquilo. O motivo? Pensem bem, para se chegar a uma solução em um problema entre duas pessoas, é preciso que cheguem a um acordo, certo?

E se as duas pessoas passam duas horas apenas berrando "saia do MEU apartamento!", "Eu vi primeiro!", "Você é idiota!", entre outras coisas mais, obviamente não se chegava a solução nenhuma.

-Escute garota, eu vou ser generoso com você e vou deixar que fique aqui alguns dias, até que arranje outro lugar para morar. Mas depois disso, VÁ EMBORA!

-E por que EU tenho que ir e VOCÊ ficar?

-Uh! E ainda pergunta! Porque eu sou mais eu, lógico u.u

- ¬¬'

-BLAAM!-

De repente a porta do apartamento se abre e vários homens de macacão azul entram carregando caixotes de mudança. Em fila eles vão descarregando tudo no lugar. Um deles, ainda vai até Kagome e pede que ela assine um papel, o que prontamente ela assina sem entender muito bem a situação (eu podia jurar que eles lembram muito aqueles duendes dos contos de fadas o.o')

Quando finalmente terminam de descarregar tudo, eles vão embora de um em um.

-Mas o que está acont------?

Inuyasha já ia exigir explicações, mas o último carregador o ignora fechando a porta em sua cara.

-Heyy! Volte aqui!

Eis então que o homenzinho abre a porta, apenas com a cabeça para dentro do apartamento:

-Perdão senhor... ia dizer alguma coisa?

-O que acha! – grita Inuyasha com uma veia pulsando violentamente em sua testa.

-... - o homem fica uns instantes olhando para Inuyasha – acho que não. – e novamente bate a porta na cara do hanyou.

-Ora seu...!

-Hahaha, gostei dele!

-Do que está rindo! Não sabe que estamos com mais um problema!

-Não, peraí! As pessoas baterem a porta na sua cara é um problema seu, não me envolva nisso.

-Calada! Ainda não notou que eles descarregaram as NOSSAS mudanças aqui!

-Ai, kami-sama...

-Bom, agora sim você vai ter que fazer o que eu disse! Porque mesmo não querendo admitir, sabe que eu paguei legalmente, e foi você quem caiu no golpe...

-...

Estranhando o silêncio da garota, só então ele percebeu as lágrimas por trás da franja dela. Sem saber o que fazer, ele começou a ficar nervoso:

-Nã-não chore!

-E o quer que eu faça? Quer que eu ria quando estou sendo despejada por você sem ter para onde ir!

Se nessa hora Kagome estivesse olhando Inuyasha, ela iria ver a mudança de expressão que ele fez. Por um momento, abandonou aquele olhar desconfiado para então olhá-la preocupado.

-Pode... ficar aqui.

-Hein? O que você disse...? – "Eu escutei direito? Não... acho que preciso limpar melhor os ouvidos ¬¬"

-FIQUE AQUI E NÃO CHORE! – brandia ele ainda um pouco corado.

-O.O O-obrigada... eu acho...

-Feh. Mas tem uma coisa.

Instintivamente ela pergunta (não sei porque, mas tenho certeza que vou me arrepender de perguntar...):

-Que coisa?

-Ok, vamos fazer um trato. Você fica, mas eu vou querer algo em troca... – antes de terminar de falar, ele visualiza as vestes de Kagome – Tire as roupas.

-Nani!

Nessa exata hora, um problema foi identificado no setor C do cérebro de Kagome: travou. Vamos reiniciar... Erro! Erro!

-BONG!-

-Por quê... fez isso sua maluca?

Kagome arfava segurando um dos caixotes da mudança após 'arremessá-lo' na cabeça do Inuyasha enquanto este se escondia atrás das outras caixas.

-Seu tarado enganador de donzelas inocentes!

-Em primeiro lugar, eu não sou tarado porcaria nenhuma. Em segundo, não tem nenhuma donzela inocente aqui (eu ainda mato ele por essa ¬¬). E em terceiro... – ele pára de falar ao ver Kagome erguer mais um caixote.

-Vamos, pode continuar! O que está esperando?

Inuyasha engole em seco, imaginando o próximo caixote que iria acertá-lo, mas continua (corajosamente):

-Em terceiro, você é uma doida varrida que não consegue nem saber quando um velhote está tentando te passar a perna!

Ao lembrar que caíra tão estupidamente naquilo, ela perde as forças aos poucos, abaixando o caixote enquanto sentava no chão.

-Mas... ele lembrava muito o meu avô...

-... – o hanyou ergueu uma sobrancelha enquanto uma gota escorria em seu rosto – seu avô era um tranbiqueiro safado de quinta categoria?

-Claro que não! Mas... era só uma impressão pelo visto.

-Huh... talvez não. Desde que eu me lembro, o velhote tinha aquele ar de avô... mesmo sendo um golpista ¬¬

-Você já o conhecia?

-... Ele era amigo do meu pai.

Depois disso, ficou um estranho silêncio no ar. O que prontamente Inuyasha quebrou automaticamente:

-Sobre a condição de você ficar aqui...

-Se disse aquilo de novo, eu quebro o seu nariz...

-Era brincadeira, sua maluca! ¬¬

-Aliás, eu tenho nome viu! Não me chame de maluca, doida varrida e mais sei lá o quê que você tem me chamado desde que me viu, me chame de KAGOME!

-Maluca é melhor ¬¬ - (acho que eu estaria fazendo um favor à humanidade matando ele ¬¬)- mas a condição é de que, já que a senhorita quer tanto ficar aqui, fique e arrume as NOSSAS mudanças no apartamento.

Kagome olhou vidrada para as caixas (aquilo só para se ter uma idéia, superava a muralha da China em tamanho!).

Lentamente ela se levanta, andando ao redor da mudança como se estivesse calculando quanto tempo levaria (o resto da minha vida no mínimo), e parou em frente à porta de um dos quartos:

-Certo, eu vou fazer isso...

Ao ouvir aquilo, Inuyasha deu um arrogante sorriso vitorioso sobre ela.

-Mas para ser mais justo, por esse trabalho todo eu mereço ficar com o quarto maior!

Rápida como um tiro, ela entrou dentro do quarto e fechou a porta correndo, apenas ouvindo os berros de protesto de Inuyasha do lado de fora do cômodo.

-Hihi... essa noite eu vou dormir feliz! – Kagome disse entre risos, depois de ver o sorriso arrogante do Inuyasha murchar com a surpresa.

E assim a noite passou calmamente, considerando que após algumas horas de protestos, Inuyasha caiu na exaustão e ambos conseguiram dormir tranqüilamente.

Continua...

--------------------------

Wooi pessoal n.n

Espero que tenham gostado do capítulo /o/

Agradeço de coração a todos que estão gostando da fic e que estão comentando! Sério mesmo, não sabem como isso me incentiva a continuar...

Bom, outra coisa é que eu estou tentando deixar o mais verossímil o possível, porque fica mais engraçada se parecer que pode acontecer com qualquer um isso nê? Já que o projeto original da fic tinha muuuita fantasia...

Só para se ter uma pequena noção, a Kagome seria uma bruxa! Mas acho que ia complicar muito, então deixei como está...

Ai, ai, ai, chega de encher vocês com as minhas bobagens nê? Então, até o próximo capitulo!

Kissus, ja ne

Haki-chan

--------------------------------

No próximo capítulo...

Se preparem! Muita surpresa ainda vai rolar! Não entendeu? Quatro palavrinhas que resumem o próximo capitulo inteiro:

#Café – beijo – banheiro – faculdade#

"Eu não sou um saco de batatas!"

"Você já teve aquela sensação de que quando tudo está ruim... vai piorar ainda mais?"

"Eu vou chamar a polícia! Perseguição no banheiro é crime!"

"Quer um beijo?"