Enfim, capítulo 2! Esse deu trabalho!

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Por favor, perdoem as minhas cenas de luta podres... Não sei descrever coisas rápidas.

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No capítulo anterior:

Um detetive pede a ajuda de Cain na investigação de um assassinato, porém as circunstâncias misteriosas se provam um obstáculo na resolução do crime. Por fim, o jovem conde concluiu que a causa da morte não veneno, logo ele não pode ajudar em nada.

Enquanto Cain volta para casa, preocupado com a segurança de sua família, um vulto de capa chega à cidade. Perguntas ficam no ar:

Quem é o assassino? Seria ele um serial killer? Quem será o visitante misterioso? E que significado teria a Cidade do Recomeço?

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Disclamer: Conde Cain não me pertence. Eu só pego emprestado da Yuki-san nos dias de folga.

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Identidade

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No dia seguinte...

Um homem muito alto desfilava pela rua fazendo graça para uma linda garotinha de vestido rosa que se irritava cada vez mais com o comportamento do rapaz. Atrás deles caminhava um segundo homem, mais baixo e 'delicado' que o outro, usava roupas negras e estava visivelmente perdido em pensamentos.

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– Cain, devia olhar andar olhando para frente. Vai dar de cara com alguma coisa daqui a pouco. – Oscar avisou se voltando para o conde.

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– O que? – Cain levantou a cabeça sem ter entendido nada. Mas não houve tempo de uma resposta, quando deu por si já estava caído no chão com a testa machucada. "Ah... Isso..."

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– Eu avisei... – Oscar alfinetou apontando para a placa do Café onde Cain tinha batido.

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– Mas que coisa... – Cain se levantou limpando a poeira das roupas. – Essa placa está baixa...

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– Oh! Me desculpe, senhor! – um garoto gritou, usava uniforme, deveria ser um empregado do Café. – Eu deixei esse letreiro aí para arrumar depois e me esqueci! Poderia ter se machucado de uma forma bem pior! O senhor está bem?! – perguntou desesperado, despejando palavras sobre Cain.

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– Está tudo bem. Eu deveria olhar para onde estou indo... – Cain sorriu, tranqüilizando o rapaz.

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Duas mulheres que observavam a cena soltaram risinhos envergonhados e começaram a cochichar apontando o conde. Percebendo isso, Cain se apressou a alcançar rápido Oscar e se posicionar em um ângulo onde estivesse escondido. Aquela era uma situação bem embaraçosa.

Porém, parecia que Oscar não se importava com embaraços. Agora, ele fazia caretas e poses estranhas para Maryweather no meio da rua.

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– Buu! – ele exclamou apertando as bochechas e botando a língua para fora [Alguém entendeu que careta é essa?].

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– Oscar! Pare com isso! – Mary ralhou. Mas, Cain notou, ela parecia querer rir.

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Desde que Oscar viera morar na mansão, Mary estava sempre feliz. Ela tinha ganhado um companheiro com quem se divertia. Mesmo assim, a garota sempre fazia um charme e gostava de fingir que se irritava com as palhaçadas do gigante.

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– Pare! Pare com isso! – ele gritou agitando os braços – Eu vou fugir de você! – e saiu correndo desaparecendo na multidão.

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– Mary! – Cain chamou a irmã, mas ela já tinha se metido no meio das pessoas. "Isso não vai acabar bem!".

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A garotinha saiu empurrando pessoas e passando por baixo de braços. Nem sabia ao certo onde estava indo, só seguia em frente. Ouviu um homem gritando 'Cuidado!', mas não deu ouvidos continuou correndo. "O Oscar é TÃÃÃÃÃO bobo!".

Mary saiu do meio da aglomeração de pedestres que faziam suas compras pela cidade e parou no meio da rua. Ouviu alguém gritar algo como 'Saía da frente!' e depois 'Cuidado! Tem uma garota ali!', só então ela notou a carruagem que vinha disparada em sua direção [Piegas, né?]. Ela não gritou, não pensou nisso, mas a cena lhe fez lembrar de algo do passado. "Que coisa, não?", pensou com um risinho interno.

Era estranho, ela não se sentia com medo, era como se soubesse que nada lhe aconteceria.

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– Maryweather! – Cain gritou do meio da multidão. Ele sabia instintivamente que a criança no meio da rua era sua irmãzinha.

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Foram segundos e no momento em que ele a viu parada no meio da pista, o carro com seus cavalos já estava a meio segundo de atingi-la, quando um borrão preto passou no meio da pista.

No momento seguinte, a carruagem havia passado parando alguns metros à frente e Mary estava do outro lado da rua, tombada no chão com uma outra pessoa sobre ela [OMG! o.o] e Cain foi engolido pela onda de pedestres que observava a cena.

Mary observou seu salvador misterioso: era alto para uma mulher e baixo para um homem, usava uma capa com capuz que cobria todo o corpo e rosto e estava com a cabeça baixa, logo ela percebeu o porquê. A pessoa apertava uma mão contra o estomago, devia ter batido quando... "Mas o que aconteceu, afinal? Foi tudo muito rápido!", ela pensou chocada.

Ela nem teria piscado, quando o vulto se atirou no meio da rua para tirá-la do caminho da carruagem. Nesse meio tempo, ele deveria ter batido em alguma coisa, quem não diria até na própria carruagem?!

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– Você está bem? – perguntou a pessoa de capa, a voz distorcida pela dor da batida.

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– Sim... – Mary respondeu um pouco insegura.

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Dito isso, o salvador se levantou e sumiu no meio das pessoas. Cain apareceu em seguida com Oscar ao seu lado empurrando as pessoas que obstruíam a passagem.

Vendo a irmãzinha no chão, Cain correu até ela muito preocupado.

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– Mary! Meu Deus, você está bem?! – ele berrou mais que perguntou.

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– Sim, meu irmão. Nem um aranhão. – ela se levantou limpando as barras do vestido.

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– Você podia ter morrido! – ele gritou desesperado.

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– Falando nisso... Como está viva?! – Oscar interrompeu. Recebeu um olhar fuzilante de Cain, como quem diz: 'Cale a boca, seu inútil!'.

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– Na verdade... – Mary recomeçou – Uma pessoa se atirou na frente da carruagem e me tirou da rua.

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– ONDE?! – Cain procurou – Quem é essa pessoa?!

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– Era... Vestia capa. – ela disse assustada, percebia a preocupação do irmão – Não vi o rosto, mas já foi embora.

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– ... – Cain olhou de novo para a multidão antes de anunciar – Vamos sair daqui.

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Os três se espremeram no meio do aglomerado de pessoas que assistia a cena e desapareceram.

Enquanto caminhavam procurando um lugar mais calmo, Cain martelava sobre a identidade do salvador misterioso. Com um assassino solto pela cidade era perigoso deixar Mary próxima de qualquer pessoa suspeita. Contudo, aquela pessoa suspeita a havia salvado da morte certa... "Como alguém pode ser tão rápido?".

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Os três estavam sentados no mesmo Café de mais cedo. Como Cain e Oscar estavam falando de coisas muito chatas, Mary se levantou e foi explorar o jardim ali perto. 'Um lugar de onde eu possa ficar de olho em você!", Cain pensou observando a irmã tocar as flores.

Como o conde estava muito quieto e pensativo, Oscar tentou puxar assunto várias vezes, mas sem resposta. Desde que Cain havia voltado para casa na noite passada estava perdido em algum lugar de sua confusa cabeça e estava respondendo meio devagar, com certeza alguma coisa naquele crime o perturbava.

Tomando coragem, o cunhado respirou fundo e perguntou de uma vez:

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– Cain... – chamou, não houve resposta – Cain, tem alguma coisa que está te deixando preocupado! Você está me ignorando mais que o normal! O que foi que você fez ontem à noite!? – ele gritou mais do que falou, atraindo a atenção de várias pessoas que estavam no Café.

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– Oscar... – "Respire fundo, conte até 10..." – Eu sei que é difícil para você, mas Por Favor não grite coisas estranhas em público...

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– Cain, me diga! – no segundo seguinte Oscar acabou com quase toda a distância entre o rosto dos dois e segurou as mãos de Cain nas suas – O que você viu ontem à noite com aquele detetive? – ele falou ainda em voz alta, dessa vez todas as pessoas pararam o que estavam fazendo se viraram para encarar 'os dois'.

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– Eu disse para parar de fazer coisas estranhas! – Cain berrou depois de acertar um belo murro na cabeça de seu querido cunhadinho.

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– Bem... Você só me disse para parar de dizer coisas estranhas... – ele riu massageando o galo na cabeça, mas percebeu que o amigo não estava com humor para brincadeiras. "Como sempre..." – Agora é sério... O que foi que aconteceu ontem? Tinha alguma coisa a ver com a Delilah? – ele perguntou com cautela.

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– Não. – Cain respirou fundo antes de continuar – Tudo continua bem, a Delilah acabou...

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– Então porque você está tão preocupado? Você disse que a causa não tinha sido veneno e que não estava envolvido em nada afinal.

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– Eu disse que o corpo não apresentava sinais de nenhum veneno 'que eu conhecesse'. – Cain ressaltou.

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– Mesmo assim, você não pode ajudar se não souber nada desse veneno. Está tudo bem!

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– Você não viu aquele homem! – Cain exclamou, a consternação era nítida em seu rosto – Era horrível! Os olhos... – a lembrança macabra interrompeu sua fala.

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– Pretos como carvão... – Oscar completou.

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– Se esse for mesmo um serial killer, temo por Maryweather, pelo meu tio...

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– Obrigado pela parte que me toca... – Oscar brincou.

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Cain decidiu parar o assunto por aí. Realmente não adiantava se preocupar.

Ali perto, uma pequena garota se aproveitava da distração de seus protetores para se afastar um pouquinho mais.

A garota loira se esgueirou pela lateral do Café e saiu pela calçada. "Quem o Cain pensa que é para me prender aqui?". Ela andou pela avenida, seria impressão dela ou ela sentia um calafrio na espinha?

Quando estava quase se decidindo por voltar, sentiu uma mão tapar sua boca e ela foi puxada para a escuridão de um beco [Oh... Que criatividade....... ¬¬].

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Mary, claro, não se deixaria ser apanhada tão fácil. Ela mordeu a mão de seu agressor e saiu correndo, mas um segundo homem a segurou.

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– Melhor não fugir mocinha... – o rapaz debochou – Ela pode valer um bom preso no mercado negro...

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– Será que ela ainda é virgem? – o outro disse levantando a saia dela.

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– Abusado! – Mary chutou a cara do homem com força. Mas o outro a jogou no chão e pegou uma faca.

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– Agora chega! Você poderia até acabar bem de vida se fosse vendida para algum cara rico. Mas agora eu vou matar você! – ele avançou na direção dela. Porém foi derrubado...

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No Café, Oscar e Cain ouviram gritos e perceberam que Mary já não estava perto. Cain se levantou e saiu correndo pela rua, deixando Oscar com a conta.

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Mary tirou as mãos do rosto e tentou olhar a cena. Mas sua vista estava tapada por uma pessoa... que usava capa. A garota olhou para os lados e viu que o cara com a faca estava caído no chão meio atordoado e o outro estava à frente chocado com aparição repentina do encapuzado.

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– Te encontrei de novo. – Mary olhou em volta procurando a voz quando se deu conta de que esta pertencia à pessoa a sua frente.

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Estava diferente da outra vez que tinham se visto, já que agora o vulto não tinha a voz alterada pela dor. A voz era suave e delicada, mas parecia animada.

Mas ela não pode responder, o outro homem avançou sobre encapuzado.

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A pessoa de capa nem se alterou, simplesmente bloqueou o braço do homem e o atirou para o lado, fazendo-o derrubar o companheiro que já se levantava.

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– Mas que chatos... – colocou as mãos na cintura em tom de repreensão – Tenho a impressão de que os homens da Inglaterra não devem tratar uma dama desse jeito.

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Mary observou chocada. Embora seu protetor fosse bem menor que o homem, tinha conseguido arremessá-lo longe sem esforço! Ainda sim, era alto demais para uma mulher.

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– Mary? Onde você está?! – Cain atravessou correndo a rua e entrou no beco – Mary o que-... Quem são esses homens?! – ele exclamou assim que viu os dois no chão. Mas então ele notou a pessoa encapuzada à sua frente, que ajudava Mary a se levantar.

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– Cain! Achou ela? – Oscar apareceu alguns segundos depois. Cain não respondeu, continuou olhando a pessoa misteriosa.

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– Quem é você?

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– Só um segundo... – o encapuzado pediu se virando para os homens. Eles tinham levantado e estavam prontos para a revanche. – Que teimosos! – xingou.

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O homem da faca avançou correndo, mas recebeu uma chave do encapuzado. O vulto continuou correndo e aproveitou o embalo para chutar o outro homem bem na cara.

Soltou o homem nocauteado sobre o outro que estava caído no chão e se virou para Cain.

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– Como-... – ele começou, mas então mudou a pergunta – Quem é você?

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A pessoa misteriosa tirou o capuz lentamente e encarou o conde. Não disse nada, apenas sorriu para Cain, que ficou paralisado.

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Esse capítulo ficou sem graça ao meu ver... Fora as partes do Oscar que eu amei escrever! XD

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E aí? Ficou curioso? Está com a pulga atras da orelha? Seu cachorro te odeia? Sua familia quer que você faça Medicina, mas você quer fazer Música?

Deixa um review que tudo resolve. ;x