Bem, ai está o cap extra!
POV Narrador
Seus olhos vermelhos de recém-criada, brilhavam com tamanha excitação. Seu primeiro dia de caça tinha que ser especial, pensava ela. Por muita insistência, Edward transformou Isabella em vampira, porém, ainda se sentia culpado por tirar sua alma.
- Calma e paciência. Não faça movimentos bruscos para não assusta-lo. – Diz ele, olhando fixamente para o animal.
[...]
2 meses depois...
Isabella estava se sentindo estranha, enjoada talvez. Como pode um vampiro ficar enjoado?
- Querida, está se sentindo bem? – Edward perguntou observando seu rosto contorcido em dúvida.
- Eu, eu estou me sentindo enjoada. - Isabella responde, tocando seu abdômen.
- Enjoada? Como? – Ele ficou confuso com tal situação.
- Não sei. Estou muito confusa. Vampiros podem ficar assim?
- Não. Isso é impossível. – Os dois ficaram muito mais confusos. Só o tempo poderia revelar o que estava acontecendo...
3 meses depois
Isabella observava sua barriga, estava estranha, mais volumosa. Seu enjoo tinha passado, mas ela ainda não entendia como sua barriga pode crescer. Ela ainda não tinha dito nada ao Edward, porém, teria que dizer mais cedo ou mais tarde.
- Amor, está acontecendo algo? – Edward apareceu na porta, olhando-a. Ela pensou e chegou em uma conclusão mais obvia.
- Eu estou grávida... – Disse sussurrando. Ele ficou pasmo, melhor dizendo, em choque.
- Impossível. Por que está falando isso?
- Edward, pense. Enjoos, estou bebendo sangue mais que o necessário e... minha barriga cresceu. Não acho que aconteça isso com vampiros normais certo?
- Mas você não é humana... – Nesse mesmo tempo, Isabella sentiu uma forte pontada em seu abdômen, que a fez curvar-se.
- Eu senti, eu senti meu bebê. – Embora a situação fosse perigosa, ela estava emocionada, e se fosse possível, de seus olhos cairiam lágrimas. – Agora acredita em mim? – Falou o olhando.
- Isabella, eu nunca vi algo assim. Não sei o que está acontecendo com você. Mas, nenhuma vampira pode ficar grávida, disso eu tenho certeza. – Ela ficou muito chateada, mais com o tempo, ele vai perceber que é verdade.
[...]
Sua barriga estava crescendo inacreditavelmente, Edward já concluiu que existe um feto em Isabella, mas ainda se sente inseguro, e quando essa criança, se pode-se chamar de criança, nascer? Como ela vai nascer? Por mais que ele tenha vivido durante muito tempo, não entendia nada sobre esse assunto. Ele só sabia que o feto estava crescendo muito rápido e que isso significava perigo...
2 semanas depois...
Isabella estava caçando, embora a barriga pesasse, ela ainda conseguia caçar com destreza. De repente, tudo não passou de minutos, seus joelhos fraquejaram e ela caiu no chão. Edward que a acompanhava, logo estava ao seu lado.
- Amor, você está bem? – Ele perguntou, os olhos dela reviraram e soltou em gemido de dor e angústia.
- Edwa-Edward eu acho que vai nascer... – Ela disse tentando manter a respiração calma. Ele não sabia o que fazer, nem imagina que ia acontecer agora. – Você tem que tentar. Ah! Tire logo o bebê. - Quando Edward levantou o vestido ficou emocionado, a cabeça da criança já estava para fora.
- Eu não sei o que fazer. - ele murmurou.
- Apenas puxe! – Isabella também não tinha a menor ideia do que fazer, apenas seguiu seus instintos. Com toda a sua coragem, Edward fez o que ela mandou, ao tirar a criança ensanguentada e ouvir seu choro, a emoção veio ainda mais forte e não foi diferente para Isabella.
- Ela é tão linda. – Falou ele. A garotinha tinha pequenos cachos cor de bronze, seus olhos cor de chocolate e sua pele branca brilhavam como a dos pais. Ele a entregou para a mãe, que a olhou com ternura e adoração.
- Carlie. Minha pequena Carlie. – Falou Isabella.
- Nossa. Nossa pequena Carlie. – Concluiu Edward.
[...]
Os meses se passaram, e em menos de 2 anos, Carlie já aparentava uma menina de 4 anos de idade.
- Mamãe, por que não posso frequentar a escola? – A pequena perguntou, observando do carro, as crianças despedindo-se de seus pais e entrando no ônibus.
- Querida, eu já expliquei. Você é diferente. – Isabella gostaria que ela frequentasse uma escola, mas ela cresce muito rápido e é mais forte que outras crianças de sua idade.
- Diferente ruim? – Perguntou novamente com cara de choro.
- Você é especial. E melhora esse rostinho, nós vamos nos encontrar com seu pai. – Edward havia ido tirar mais uma vez documentos falsos para poderem mudar de lugar. Em cada ano eles se mudam para não levantar pistas. Ele as espera dentro de um restaurante qualquer, com a menor movimentação possível.
- Papai, papai! – Carlie correu ao avista-lo, tentando em vão, manter sua velocidade estável. Por sorte, ninguém havia reparado.
- Oi filha, estava com saudade de mim? – Ela assentiu. – Oi amor. – Disse, dando um selinho em Isabella, que sorriu.
- Conseguiu? – Isabella perguntou.
- Sim, e comprei as passagens para amanhã.
- Para onde vamos? – Perguntou Carlie com curiosidade.
- Para Paris. – Edward respondeu. Os olhos de Isabella brilharam, ele sabia que ela queria conhecer Paris.
- Com licença, gostariam de fazer seus pedidos agora? – Interrompeu a garçonete que estava deslumbrada com a beleza daquela família.
- Por enquanto não. – Falou Edward, a senhora apenas balançou a cabeça. – Então, prontas para mais uma aventura?
- Sim! – Disse Carlie com muito entusiasmo, fazendo seus cachos acobreados balançarem e seus olhos castanhos arregalar de euforia.
- Claro. – Falou Isabella, sorrindo amorosamente para os dois.
E a vida, antes sombria e solitária do vampiro, agora é alegre e cheio de ternura com seus dois bens mais preciosos, Isabella e Carlie...
Fim
O q acharam? Gostaram? Comentem, quero saber a opinião de vcs! Bjss
