Bom, a Krika pode não ter comentado na fanfic, mas na minha outra fanfic ela elogiou e falou que estava curiosa por está fanfic também! Então, agradeço à ela!

Disclaimer: Saint Seiya e seus personagens não me pertencem, porém, originais que venham aparecer na fanfic sim, então, tirem suas patinhas deles! ò.ó

Sangue e Vingança

Capítulo 1:

Preocupante

Entraram correndo no hospital de Atenas. Era de manhã, estavam preparados para ir ao Coliseu treinarem, como todas as manhãs, quando receberam a notícia de Shaka por cosmo. O virginiano vinha passando por Câncer em direção a Gêmeos, quando encontrou o cavaleiro de câncer caído no meio da casa de Câncer. Estava seriamente ferido e em cima duma poça de sangue. Ainda estava vivo quando foi encontrado, mas os batimentos cardíacos estavam fracos. Fora levado às pressas para o hospital e estava passando por exames.

Shaka: Saga, Kanon, Dohko... Que bom que chegaram!

Saga: Alguma idéia de o que aconteceu com ele? – pergunto ao cavaleiro de Virgem.

Shaka: Não foi um acidente... Alguém muito forte o pegou de surpresa.

Kanon: Peraí: Com alguém passou pelas três primeiras casas sem ninguém perceber e ainda pegou o MdM de surpresa?! – perguntou com certa irritação na voz.

Shaka: Ou foi uma pessoa que o MdM conhece ou...

Dohko: Está insinuando que foi alguém do Santuário? – perguntou surpreso.

Shaka: Pior, um cavaleiro de Ouro! – falou com a voz inalterada, pensando se era possível.

Saga ficou atento. Lembrava-se de que quando acordou, com o despertador, sentiu um forte cheiro de sangue em suas mãos. Não sabia por que, nem como. Quando Shaka falou que fora alguém do Santuário e possivelmente um cavaleiro de Ouro que atacara MdM, ficou atento. Será que fora ele que fizera isso? Afinal, Mu, Aldebaran, Kanon e ele mesmo não perceberam alguém estranho no santuário. E também não se lembrava de ter sonhado, e lembrava vagamente de ver as escadas para Câncer iluminadas pela luz da lua.

Kanon: E onde o MdM tá?! A gente vai poder vê-lo?!

Shaka: Não sei, você tem que perguntar para a doutora Acácia, ela é quem está cuidando dele...

A doutora vinha andando pelo corredor, com duas pranchetas na mão. Tinha olhos verdes e cabelos curtos loiros presos num rabo de cavalo. Parecia um pouco irritada e se dirigiu a duas mulheres sentadas numas cadeiras no corredor. Uma tinha longos cabelos castanho escuro, olhos no mesmo tom, usava óculos retangulares e um tanto charmoso em contraste com o vestido curto. A outra tinha cabelos longos amarelos néon, franja dividida em duas, com alguns fios caindo nos olhos azul céu, em contraste com o conjunto de moletom azul claro a deixava bem diferente. Pareciam bem jovens.

Mulher 1: Como ela está, doutora? – falou baixo, levantando-se junto com a outra.

Dra. Acácia: Ela está bem, os cortes não foram profundos e ela não perdeu muito sangue... Vocês têm idéia do que ou quem escreveu aquilo na barriga dela com uma adaga?

Kanon estava prestando atenção em Shaka, Saga e Dhoko, mas, por acidente, interceptou a conversa da Dra com as duas mulheres. Assustou-se ao ouvir que alguém havia cortado palavras na barriga de uma pessoa com uma adaga. Era algo inimaginável... Bom, para pessoas comuns... No ramo de protetor de deuses, não é tão difícil ver coisas bizarras como golpes... Por alguma razão, passou a prestar um pouco mais de atenção no que a Dra falava.

Mulher 2: E a Giovanna vai poder ir pra casa quando?

Dra. Acácia: Hoje mesmo, não precisam se preocupar... Ela é forte! Agora, com licença, preciso dar notícias sobre um paciente do hospital aos amigos!

Mulher 1: Ah, em que quarto ela está?! – perguntou.

Dra. Acácia: 110, é nesse corredor mesmo! – falou, indo em direção ao grupo que estava de pé. Parou na frente de Shaka.

Shaka: E então, Doutora? Como o MdM está?

Dra. Acácia: Nada bem, ele perdeu muito sangue e o ferimento foi profundo e muito violento... Não foi feito por uma pessoa normal... – falou olhando-o de forma a mostrar o que queria dizer, assustando-o.

Shaka: Então... Existe a possibilidade de ser um de nós? – falou baixo, enquanto ele e os outros se aproximavam mais da doutora.

Dra. Acácia: Foi um de vocês... Conheço o poder destrutivo dos Cavaleiros de Ouro, mas... Acho que o que fez isso, não estava totalmente consciente do que fazia. A forma como o golpe o atingiu foi violenta, mas torta, como se a pessoa quisesse atingir um ponto, mas por algum motivo, errou... – falou olhando para Saga disfarçadamente. Sabia tudo sobre os cavaleiros, era ela que sempre cuidava deles... Não sabia se contava algo sobre uma paciente, até que resolveu não contar. Achou que não mereciam mais preocupações do que o estado crítico de um amigo.

Dra. Acácia: Com licença, tenho mais coisas para fazer! – falou docemente se virando e tendo a conscientização dos homens de sua saída, para, em seguida, ir ao quarto de Giovanna, dar alta à jovem.

Os quatro começaram a andar para algumas cadeiras vazias mais no final do corredor longo e largo, para que pacientes em macas em situação crítica, ou familiares preocupados esperando notícias de algum infeliz que foi atropelado, vítima de tentativa de assassinato ou o pobre infeliz escolhido por uma bala perdida num tiroteio (N/A: Afe, parece Rio de Janeiro...) pudessem passar livremente e rapidamente. Quando não faltava muito, do quarto 110 saiu as duas mulheres, acompanhadas de uma mais jovem aparentando 23 anos, e junto das três, a doutora Acácia. A mais jovem tinha os cabelos amarelo ouro e curtos, a franja dividida ao meio e um pouco mais comprida que o resto do cabelo e olhos azul marinho, tinha alguns piercings nas pontas das duas sobrancelhas e nas duas orelhas. A jovem fitou Saga nos olhos por alguns segundos, este devolveu o olhar, em seguida, sentindo o suor percorrer-lhe a testa.

Levou as mãos à cabeça, apertando com força, como se quisesse fincar os dedos no crânio, tentando conter algo que queria sair, falando-lhe com uma voz malévola, incitando-lhe que, caso o obedecesse, lhe daria poder. Viu de relance uma lembrança recente, a qual muito sangue espirrava e um corpo de costas caía no chão num baque surdo. Não reconheceu o rosto, começou a correr de volta a Gêmeos, vendo apenas um borrão de chão, até parar debaixo do chuveiro, para limpar-se de todo o sangue que espirrara nele, enquanto a calça continuava limpa.

Saga: Cala a boca... – grunhiu, franzindo a testa e fechando os olhos com força, enquanto se encurvava pra frente.

Mulher: Senhor?! – perguntou preocupada, olhando-o assustada.

A última visão que teve antes de desmaiar, sussurrando uma palavra que só Kanon conseguira ouvir, foi os olhos azuis marinhos preocupados da mulher.

Kanon olhou para a mulher, que ajoelhava-se ao lado da doutora Acácia, preocupada, enquanto a doutora chamava uma maca e alguns enfermeiros e falava para o homem ser levado para a sala de exames o mais rápido possível. Enquanto os enfermeiros pegavam Saga e colocavam numa maca, Kanon reparou em manchas de sangue que aumentavam na blusa da mesma mulher que prestara socorro à Saga junto com Acácia.

Kanon: Hã... Dra Acácia, acho que mais alguém não vai sair tão cedo... – falou com voz meio débil, apontando para a blusa de Giovanna.

A dra olhou com para a direção apontada, e assustou-se.

Dra. Acácia: Preparem uma sala de cirurgia e rápido! – Falou levantando-se levando a mulher com ela.

Kanon tentava entender o que se passava. Primeiro, Saga tinha um sonho no qual via uma mulher desconhecida, e a qual matava possuído por Ares, em seguida, o deus "adormecido" falando que queria vingança. Logo depois, pouco antes de desmaiar ao cruzar com a mulher, murmurou o nome de Ares, e a blusa da mesma moça ficava manchada de sangue. Algo estava errado.

Athena recebia Dohko e Shaka. Após o repentino desmaio de Saga, decidiram ir falar o que sabiam a deusa.

Athena: Saga desmaiou? Estranho... Ele é um dos quem tem a melhor saúde... – falou pensativa. – Vou até o hospital, também preciso saber como MdM está... – disse se levantando e indo em direção aos dois cavaleiros.

Palavra da Autora: Sorry, Mascara da Morte Lovers! Mas alguém precisava ser atacado!