O Homem com a Gravata Borboleta e a Mulher Que Fora um Dalek

Fan-fic da série britânica Doctor Who

Personagens da série (1° bloco): Doctor (Doutor), Oswin Oswald

Personagens Criados (1° bloco): Jenner Bearson, Freya Arcchiman

Fic composta por cinco blocos de cinco capítulos cada. Os cinco blocos, juntos, contarão uma única história, como se fosse uma temporada da série. Todos os blocos estão cadastrados como uma mesma história.

Download dos blocos: ?wcqiqk538w6ix


Capítulo II

O Homem com a Gravata Borboleta e a Mulher que Fora um Dalek

– Tudo não passa de um acidente.

– Um acidente? – retrucou Jenny

– Sim. Nós estávamos apenas testando a possibilidade de testar a abertura de um paradoxo matando alguém famoso o suficiente para ter uma morte num ponto fixo no tempo e no espaço. Mas você estava no lado do Sr. Kennedy quando...

– Kennedy? Como assim?

– Nós voltamos no tempo, algumas horas antes de ele ser assassinado...

– Ele quem?

– …e ele escapou e foi parar na frente de sua casa. Daí a gente tentou capturá-lo, mas lá estava você e ZAP! a gente pegou você.

– Complicado. Mas isso quer dizer que John Kennedy não morreu, e desde pequeno eu aprendi que ele morre.

– Esse é o problema. Nós voltamos no tempo e sequestramos ele algumas horas antes da tal passeata que tiraria sua vida. Pretendíamos matá-lo aqui, mas ele conseguiu fugir com a ajuda de um guarda nosso. Não se preocupe, ele foi executado ontem.

– Mas por que matá-lo? O que ele fez?

– Nada. Apenas ter uma morte famosa.

– Como assim?

– Todos sabem quando e como Kennedy morreu. Isso se tornou um ponto fixo no tempo, não pode ser alterado. Por isso, se alterarmos, criaríamos um paradoxo que mudaria toda a maneira de como o universo foi escrito. Poderíamos nos tornar fadas!

– Mas isso não pode ser bom, pode acontecer algum ruim…

– Não se preocupe, se for algo ruim, nós mataríamos ele e tudo voltaria ao normal. E seríamos heróis!

– Isso é doentio.

– Hora de acordar. Vejo você em breve.

- x -

Jenny abriu os olhos. Mas um sonho manipulado por aquelas pessoas. Ele já estava de saco cheio disso.

O quarto que ele estava era completamente branco. Paredes, piso, teto, tudo branco. Havia uma cama branca e um Jenny vestindo roupas brancas num canto. E uma luz branca pendurada no teto.

Ao lado dele, sentada numa cadeira branca, usando um vestidinho preto, estava aquela mulher. A que estava conversando com ele durante seu sono.

– Como é bom poder falar com você pessoalmente, depois de tantos dias. Meu nome é Maggie. Maggie Johnson.

– Oi… ah, eu…

– Nós estávamos falando sobre matar o Kennedy, certo? Estou curiosíssima sobre o que o paradoxo irá nos mostrar.

– Ah, ele não vai mostrar nada, Maggie! – gritou o homem com a gravata borboleta que entrara atravessando a parede, seguido de uma mulher de cabelos castanhos estupidamente atraente.

– Você não vai mesmo.

E ajeitou a sua gravata borboleta.