Capitulo I
A minha história

Bem, chamo-me Jacob Black, mas todo o mundo me chama de Jake. Sou um rapaz vulgar de 16 anos que perdeu a mãe ainda muito cedo, tinha 6 anos quando ela morreu. Ainda me lembro quando tinha 10 anos e o meu pai disse pela primeira vez como é que ela tinha morrido: "Ela foi atacada por um animal mitico, não houve nada que a pudesse salvar", (digo enquanto imito a sua voz, expressão e gestos). Animal mitico? Tretas, isso lá existe agora. Se me quer enganar que dissesse que ela era acoolica ou drogada (digo isto com ironia, claro), ou até que se mandou de um monte só para não aturar o mau feitio do meu pai... agora animal mistico?!

Bem então desde os 6 anos que vivo sozinho com o meu pai, Billy Black, descendente de um lider da tribo. Vivemos numa casa feita de madeira, humilde, na pequena reserva índia de La Push, perto de Forks, no Estado de Washington.

Somos designados com Quileute e o meu pai é um dos anciães, sim ele em relação a esta tribo é muito importante. Mas tambem nos Quileutes existem lendas, mitos, coisas que quando oiço eles a falarem fico a desconfiar se eles estão bons da cabeça, até já pensei em chamar algum medico para observar o meu pai. A ultima dele é que existiam lobisomens nesta tribo, para guarda-la, protege-la, quando os vampiros chegavam a Forks, dá para acreditar? Nem imaginam a minha cara a olhar para o meu pai quando ele me falou isso. Acho que rebolei no chão durante meia hora só a rir. O meu pai deve andar a ficar chéché (pirado da cabeçinha, cuitadinho é da idade).
Bem tenho duas irmãs mais velhas, mas nenhuma mora aqui connosco, a Rebecca, casou-se com um surfista e foram morar para o Hawaí... Sim, leram bem... PARA O HAWAI!! Que inveja desgraçada, e eu que ature os desvaneios do meu pai. E a Rachel, que ganhou uma bolsa de estudos para um colégio interno em Washington.

O meu passatempo preferido é montar carros com os meus amigos Quil e Embry, agora com um novo membro no grupo o Seth.

O meu sonho é conseguir montar um Volkswagen Rabbitt 1986.

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Espero que gostem da fic, e que se divirtam do mesmo jeito que eu e a Daniela nos divertimos a escreve-la.
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