Drabbles Yamanaka Ino Capítulo I
A Naruto Fanfic, Ino, Drama/General. Todos os direitos reservados a Masashi Kishimoto
"Pai, você foi o meu herói"
(Pai – Fábio Jr.)
Desde pequena, eu sempre quis ser ninja, por influência do meu pai, Yamanaka Inoshi. Meu pai foi uma figura importante na minha vida. Meu exemplo, de onde eu tirava forças. Sempre que eu precisei, a imagem alegre e carinhosa do meu pai vinha-me à mente. Okay, não somente a dele, de outras pessoas também, mas a dele, com certeza, era marcante. Sempre achei legal vê-lo passeando pela sala, com os pés sujos de barro e com aquela armadura grande e pesada, antes do jantar, o que resultava em vários berros da parte da mamãe. Bem, a idéia de que eu fosse ninja também resultava nisso. Ela tinha medo que eu me machucasse, sempre fui muito protegida por minha mãe; porém, pela insistência do meu pai, eu consegui formar-me como gennin. Minha mãe conseguiu aceitar isso e sempre se orgulhou de minhas conquistas, e meu pai, bem, após um tempo, na época em que eu tinha 17 anos e ansiava me tornar jounnin, ele desistiu da carreira como ninja e ajudou minha mãe com a floricultura. Lembro que foi nessa época em que comecei a arrepender-me por ceder ao meu maior defeito: o egoísmo.
Um dos outros motivos para que papai abandonasse a carreira ninja foi uma doença que ele escondeu por um tempo considerável de mim e da minha mãe. Nessa época, eu tinha 17 anos e já era chunnin. Não andava mais com meu time, o velho time 10, formado por Nara Shikamaru, Yamanaka Ino, Akimichi Chouji e Saturobi Asuma. As múltiplas e diferentes personalidades formavam um grupo animado e unido, só Kami-sama sabe as confusões em que nos metíamos. Porém, nossa amizade acabou morrendo junto com a morte do nosso sensei, Asuma, e nossas ambições, medos e desejos se revelaram, formando cúpulas ao redor de nós, que impediam-nos de voltar a ser quem éramos. O velho time 10.
Estava numa missão de reconhecimento em Suna, quando recebi uma mensagem da minha mãe, mas não cheguei nem a abri-la. A missão estava correndo tão bem, que, por egoísmo, eu não quis abrir a carta. Eu sabia que ela trazia-me uma notícia ruim. Às vezes, quando você tem oportunidade, você consegue fugir das coisas ruins. Mas não por muito tempo.
A missão então foi um sucesso, porém, quando eu voltei para casa, soube que tinha perdido o enterro do meu pai, e que minha mãe tinha sido internada, com a morte dele. Lembro que na ocasião, sentei na frente do túmulo dele e passei o dia inteiro ali, tentando não chorar mais. Meu pai sempre esteve comigo nos meus momentos difíceis, o único que ficou ali do meu lado e nunca caiu, em memória a mim. E quando ele mais quis, eu não soube retribuir isso.
Tentei não me importar com isso, enquanto, no meu interior, estava destruída. Mas eu levantei e pensei que seria isso que ele quisesse. E que ele, um dia, haveria de me perdoar. Ganhei uma promoção e, logo depois, eu virei Jounnin. Segui em frente. Minha mãe morreu seis meses depois, devido a fragilidade a qual foi exposta, com a morte do meu pai. Ela realmente sofreu, e quando morreu, eu pude ver em seus olhos uma pontada de raiva. Eu sabia que minha mãe morreu sem me perdoar por não ter estado com meu pai.
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N/a: Enfim, aqui está a atualização. Espero que não se incomodem pelos capítulos serem pequenos assim... #até parece que vai se importar# Obrigada a quem enviou comentários, não estou com saco para respondê-los agora,mas na próxima, sem falta! Eu acho... #sussurra#
Bianca Bion.
