Alguém como você
Só pode ser um pesadelo!
Acordei no dia seguinte com uma música desconhecida tocando em meu criado mudo. Coisa estranha, já que eu não me lembrava de ter nenhum rádio ou aparelho de música no criado mudo do meu quarto – só um abajur. Na verdade eu não uso qualquer tipo de despertador aos sábados, apesar de, por hábito, acordar mais ou menos às sete horas da manhã.
Atordoada e sonolenta demais para abrir os olhos, rolei preguiçosamente pela minha cama e caí de barriga no chão. E, tenho que dizer, aquilo doeu um bocado.
Só que a minha cama é, graças à generosidade de meu querido papai, uma belíssima e pomposa cama de casal. Posso rolar por ela à vontade. Raramente isso me causa um tombo – exceto quando eu acabo me empolgando demais ao me espreguiçar.
Além do mais, o chão onde eu havia batido era de assoalho. Mas o chão do meu quarto não é de assoalho. É coberto por um felpudo carpete cor-de-rosa.
Confusa, apoiei os braços no colchão daquela cama de solteiro coberta por lençóis índigos e me coloquei de pé. Eu tinha bastante certeza de que não havia colocado uma gota sequer de álcool na boca na noite anterior, de modo que não havia ficado bêbada, feito sexo com um estranho e por acaso passado a noite na casa dele. Para falar a verdade, eu me lembrava perfeitamente bem de Neji empurrando Uchiha Sasuke e a mim para dentro de seu carro, depois de todo aquele incidente medonho da cartomante na festa da Ino, dizendo que a gente estava mesmo precisando de uma boa noite de sono – acho que ele não acreditou muito na história de que aquela cartomante havia rogado praga na gente, no fim das contas - e depois de ter ido dormir tranquilamente em meu quarto, com minha cama de casal e meus lençóis brancos com florzinhas em azul-bebê.
Então, me diz, o que é que eu estava fazendo naquela manhã em uma cama de solteiro com lençóis da cor índigo?
Olhei para baixo novamente, como que para me certificar de que não havia mesmo nenhum carpete por ali. E, tenho que dizer, isso fez com que eu levasse um susto fenomenal.
Porque foi aí eu notei que o chão parecia bem mais distante do que de costume. E que meus pés pareciam realmente enormes lá em baixo. E que eu estava nua da cintura para cima. E que meus seios haviam desaparecido completamente. E que havia um volume estranho em minha... cueca?
Epa. Espera aí um minuto!
Respirando com dificuldade, ergui a cabeça para olhar ao redor. Aquele certamente não era o meu quarto. Aquelas paredes azuis não eram minhas. Aquela bancada toda organizadinha com certeza não era minha. Aquela cesta de basquete pendurada atrás da porta não era minha. Aquele guarda-roupa pequeno e com portas pintadas de branco também não era meu. E aquele espelho pendurado na parede com a cara de Uchiha Sasuke olhando apavorado para mim definitivamente não era meu.
Calminha aí. O que a cara de Uchiha Sasuke estava fazendo no espelho me encarando de volta com uma expressão que eu tinha bastante certeza que deveria estar estampada no MEU rosto?
Oh. Meu. Deus.
- AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH!
Tombei para trás, derrubando no chão, com aquelas mãos gigantescas que não me pertenciam, o rádio relógio e o desconhecido abajur de papel de arroz que estavam no criado mudo. O que diabos significava aquilo? Levantei novamente as manoplas para tocar o meu rosto e, no espelho, Uchiha Sasuke imitou o meu gesto. Tentei me movimentar o mais depressa possível, mas o sujeito me espelhava com precisão. Oh meu Deus.
Aquilo só podia ser um sonho. Não, não um sonho; um pesadelo. Um pesadelo daqueles bem estranhos.
"Só que", pensei, sentido a palma da minha mão (ou da mão de Uchiha Sasuke, eu não saberia dizer ao certo) começar a suar por causa do pânico, "quando a gente está sonhando, não sabe que está. Tudo faz sentido, por mais estranho que seja".
E, cara, aquilo não estava fazendo sentido nenhum.
Além do mais, tudo era muito nítido e real. Eu sentia todas as coisas ao meu redor, inclusive aquele já mencionado volume desconfortável e constrangedor entre as pernas. E fome. E um pouco de frio por estar seminua. Como é que eu podia estar sonhando se era capaz de sentir perfeitamente todas aquelas coisas?
Mas aquilo também não podia ser real. Não era possível. Esse tipo de coisa só acontecia nos filmes. Eu devia estar delirando por conta de ter dormido tão poucas horas na noite anterior.
É, estava explicado. Devia ser isso.
De modo que corri para debaixo das cobertas e fechei os olhos com força, esperando que, quando eu os abrisse novamente, estivesse outra vez em meu quarto, com nada além das minhas coisas ao redor e meu rosto me encarando de volta quando eu olhasse no espelho.
Só que isso não aconteceu. Quando abri os olhos, eu ainda estava naquele quarto masculino, com todas aquelas paredes azuis e a bancada organizada. E meus seios ainda não haviam reaparecido.
Sentei-me na cama depressa, sobressaltada, ao ouvir alguém abrindo a porta do quarto. Então quem entrou foi ninguém menos do que Uchiha Mikoto. A mãe do Sasuke.
- Sasuke, está tudo bem? – perguntou a ela, evidentemente preocupada. – Eu ouvi você gritando. O que aconteceu?
Eu fiquei ali, encarando a mulher, totalmente perplexa. Cara. Ela me chamou de Sasuke. Uchiha Mikoto havia me chamado de Sasuke! A própria mãe do sujeito estava me confundindo com ele. O que diabos estava acontecendo?
Bem, o que eu deveria dizer a ela? "Não, não está tudo bem, Sra. Mikoto, já que eu não sou o Sasuke, e sim a Hinata, e acordei hoje de manhã misteriosamente no corpo do seu filho. Foi por isso que eu gritei"? Até parece! Só se eu quisesse ir parar em um manicômio – ou casa de repouso, como meu pai disse uma vez que seria o politicamente correto de se dizer para não ofender os malucos.
Por isso, mesmo que eu tivesse pensado todas aquelas coisas, só o que eu consegui dizer foi:
- Hã, eu caí da cama.
Só que o que eu ouvi saindo da minha boca foi a voz profunda e grave de Uchiha Sasuke – embora, com todo o pânico que eu estava sentindo naquele momento, ela não estivesse assim tão profunda ou grave –, e não a minha vozinha fina de menininha, o que causou mais um sobressalto em mim. A Sra. Mikoto, porém, apenas sorriu e, sem perceber o quanto eu estava desesperada, disse:
- Será que eu vou ter de voltar a colocar grades ao redor da sua cama, como quando você era pequeno? Anda, levante-se e desça para tomar o café da manhã antes que Itachi coma todas as panquecas e não deixe nada para você.
Assenti bobamente e assisti paralisada enquanto ela saía do quarto e fechava a porta atrás de si. Minha Nossa Senhora das garotas inocentes e puras, o que diabos eu iria fazer? Como é que aquilo havia acontecido? Meu Deus!
Foi então que eu comecei a chorar.
Sério. Eu simplesmente não pude evitar. Quero dizer, você também choraria se tivesse ido dormir um dia como uma garota e acordasse na manhã seguinte como seu vizinho, ainda por cima com um pênis que parecia ter vida própria dentro de suas calças. O que mais eu poderia fazer além de chorar? É sério. Se aquilo realmente não fosse um sonho, como estava parecendo, eu iria ter de ficar no corpo de Uchiha Sasuke pelo resto da minha vida? Isso não podia acontecer. Não dá para uma pessoa simplesmente se acostumar a ser Uchiha Sasuke depois de passar dezessete anos sendo Hyuuga Hinata. Isso é totalmente impossível.
De modo que eu continuei chorando e soluçando ali por um bom tempo. E, quando me olhei novamente no espelho, só chorei ainda mais, embora a imagem de um cara como Sasuke chorando desesperadamente fosse um tanto quanto engraçada de se ver.
Aposto que ninguém, além dos pais e do irmão dele, jamais o viu chorar.
Acho que eu provavelmente passaria o dia inteiro ali chorando se não tivesse ouvido, naquele momento, alguém gritando "Ei! Ei, psiu!" do lado de fora da janela daquele quarto. Ainda soluçando e com o rosto um pouco vermelho por causa daquele chororô todo, corri para a janela e levantei o trinco, abrindo o vidro o máximo que eu pude.
E lá estava, na sacada da casa ao lado, bem em frente à minha janela, o meu corpo, olhando para mim com uma expressão tão assustada quanto a minha. Tenho que dizer que é uma experiência realmente apavorante ver a nós mesmos do lado de fora do nosso corpo, mas enfim. Não era com isso que eu devia me preocupar no momento, e sim em descobrir quem é que estava me encarando através dos meus olhos. Embora eu tivesse uma boa ideia de quem poderia ser.
- U... Uchiha-san? – perguntei, um pouco hesitante.
- Hyuuga, é você?
x x x
Geralmente eu acordo nos sábados pela manhã com a droga do rádio relógio esgoelando uma música aleatória no meu criado mudo. Isso me mata de ódio, embora a culpa seja minha, que sempre me esqueço de desprogramá-lo para o final de semana. De modo que não estou exatamente acostumado a acordar de maneira gentil e angelical, se é que me entende.
Mas acordar com um grito estridente vindo da casa ao lado é, definitivamente, bem menos gentil do que o usual.
Sentei-me na cama de sobressalto, assustado com toda aquela barulheira logo pela manhã. Puta que o pariu, o que diabos aquele vizinho estava pensando? Que estava sozinho no mundo, por acaso?
Eu já estava jogando toda aquela coberta para o lado e preparando-me para ir até a janela para gritar umas poucas e boas para aquele filho de uma cadela quando, atordoado, me dei conta de que estava sentado em uma cama de casal – muito grande e confortável, por sinal. Só que eu durmo em uma humilde cama de solteiro. E minhas paredes são pintadas de azul, e não de rosinha como aquelas que estavam ao meu redor. E eu não tinha aquele tapete afofado cobrindo todo o chão do meu quarto. Nem aquela bagunça de livros em cima da minha bancada. Nem nada de toda aquela decoração 300% feminina, para ser mais direto.
Oh. Eu estava no quarto de uma garota.
Minha nossa! Será que eu havia bebido tanto assim na festa da lunática da Ino a ponto de não me lembrar de ter ido para a casa de uma garota para uma agitada noite de sexo? Não, definitivamente não. Eu me lembrava perfeitamente de ter pegado uma carona com o tosco do Neji e ido dormir em minha própria casa na noite anterior. Nada de garotas. Nada de sexo. Só eu e minha boa e velha cama de solteiro.
Ainda um pouco atordoado, tentado entender o que diabos estava acontecendo, deslizei a mão pelos meus cabelos.
Espera. Meus cabelos? Havia uma franjinha em minha testa. E meus cabelos não estavam desgrenhados e terminando em minha nuca, como sempre estiveram, e sim perfeitamente lisos, caindo até a metade das minhas costas. Não, de jeito nenhum. Aquilo definitivamente não era meu. Oh! Oh meu Deus!
Deslizei a mão pelo meu rosto descendo para o pescoço e o peito. O que era aquilo? Eu estava de pijama de flanela? Eu nunca uso pijama de flanela! Oh, não. E o que eram aquelas coisas que eu estava agarrando? Peitos? Dois peitos? Bom, acho que é o número normal de peitos para alguém ter, mas definitivamente não para um garoto como eu. Meu Deus, o que aqueles peitos estavam fazendo grudados no meu corpo?
Eu gosto de peitos, acredite, mas não quando eles estão em mim.
E, descendo ainda mais as minhas mãos, descobri que eu tinha uma cintura. Não estou brincando. Uma cintura. Fininha, como a de uma garota. O que aquela cintura estava fazendo ali?
Desci as mãos um pouco mais.
"OH NÃO", pensei, desesperado. Aquilo simplesmente não podia ser verdade.
Onde é que estava a porra do meu pinto?
Comecei a ofegar e olhar ao redor em desespero profundo. Verdade, aquilo só podia ser um pesadelo. Um daqueles bem terríveis mesmo, em que você vai dormir como um garoto e acorda sem o seu pênis e com um par de peitos. O que diabos estava acontecendo? O QUE DIABOS ESTAVA ACONTECENDO?
- Calma, Sasuke, respira – murmurei para mim mesmo tentando manter a calma. Só que aquela voz não era minha. Não, aquela era uma vozinha fina e delicada de uma GAROTA.
Oh não. Eu havia me transformado em uma menina!
Corri para uma porta que eu pensava que era, sei lá, do banheiro, mas que no fim das contas era de um quartinho para roupas. Havia um espelho nesse quartinho para roupas. Um espelho grande que mostrava, encarando-me de volta com uma expressão tão desesperada quanto eu achava que a minha deveria estar, ninguém menos do que Hyuuga Hinata.
Cara, aquilo fez com que eu engasgasse fenomenalmente. Sério mesmo, fiquei até sem ar por causa de toda aquela crise de tosse. No espelho, a Hyuuga estava vermelha e também tossia um pulmão para fora. Que merda era aquela, afinal de contas?
- Err... calma, Sasuke – murmurei, a voz de Hyuuga Hinata saindo da minha garganta enquanto eu falava. – Isso é um pesadelo. Um pesadelo, só isso. Um delírio, talvez. Miragem. Alucinação. Efeito de drogas alucinógenas que colocaram em sua bebida sem você saber.
Saí daquele quartinho cambaleando, começando a ficar tonto de verdade. Eu achava que sabia bem o que era desespero – tipo quando a gasolina do carro acabou uma vez e eu estava em um lugar desconhecido, ou quando me perdi em Tóquio nas férias – mas, acredite, eu estava enganado. Nada, repito, nada se compara a acordar um belo dia no corpo de outra pessoa. Quero dizer, dá para imaginar como é... não ser você?
Pois é. Então tente imaginar o que eu estava sentindo.
Comecei a olhar ao redor compulsivamente, como se a resposta para toda aquela loucura estivesse em algum lugar do quarto de Hyuuga Hinata. Cara, o que é que eu ia fazer? Eu estava simplesmente ferrado. Quero dizer, eu não fazia a menor ideia de como me comportar como uma garota – principalmente uma, bem, uma nerd como a Hyuuga. Eu simplesmente não podia começar a viver a vida dela nem nada do tipo.
Mas será que eu poderia me sentar com a família dela e explicar calmamente que na verdade eu era o Sasuke, e que eles teriam de começar a me tratar como tal? Rá. Até parece.
O engraçado é que eu comecei a andar pelo quarto na pontinha dos pés, como se alguém em outro cômodo da casa pudesse me escutar e, ao me ver, acabar me desmascarando e me escoltando para fora de casa com seguranças armados e coisas assim. Só que ninguém faria isso, porque na verdade eu me parecia exatamente com Hyuuga Hinata, e ela não é bem o tipo de garota que as pessoas têm vontade de escoltar com armas.
Ela é até bem bonitinha, para falar a verdade. E tem peitos legais.
Bati a mão com força na minha testa. "Cala a boca, idiota", pensei, "Você está completamente ferrado e ainda assim está pensando nos peitos de uma garota – que, agora, são seus peitos. Você tem mais é que descobrir uma maneira de acordar desse pesadelo!"
Só que como eu poderia? Quero dizer, eu estava no corpo da Hyuuga. Isso significava que ela estava morta? Ou eu é quem estava morto? Ou será que ela havia simplesmente... ido parar no meu corpo também?
É isso! O grito na janela! A janela do meu quarto dava exatamente para a sacada de um dos quartos dos Hyuuga. Eu não tinha bastante certeza de qual, já que as cortinas do quarto estavam sempre bem fechadas, mas a julgar pelos babados pendurados nelas, eu tinha bastante certeza que eram do quarto de uma garota. E se eu tinha escutado tão bem aquele grito, provavelmente é porque alguém no meu quarto verdadeiro havia acabado de descobrir uma coisa super assustadora.
Tipo estar em um corpo onde não deveria estar. Isso é um motivo e tanto para gritar.
Cara, eu corri para aquela sacada feito um desesperado. Se aquilo fosse mesmo um sonho, eu tinha bastante certeza de que a Hyuuga não iria estar no meu corpo. Quero dizer, meus sonhos nunca têm tanta lógica assim. Provavelmente eu sonharia que o Bob Esponja estaria no meu quarto dando uma festa para minha tia-avó ou coisa parecida. Não que eu seja fã do Bob Esponja, aliás. É só o tipo de coisa que o meu cérebro imaginaria em um sonho, sabe como é.
Abri aquelas cortinas e me debrucei sobre o muro da sacada, fazendo "psiu, psiu" feito um desesperado para ver se o indivíduo que estava em meu quarto – eu estava certo, a sacada da Hyuuga fica bem em frente à minha janela – me ouvia e vinha falar comigo. Eu já estava quase desistindo quando a janela se abriu e EU apareci, olhando para mim com o rosto vermelho e inchado de tanto chorar.
Cara, que medo que aquela cena me deu. Eu estava me vendo do lado de fora do meu corpo! Eu o meu corpo estava chorando. Chorando. Acho que nem a minha mãe já teve o privilégio de me ver naquele estado.
Com certeza era uma garota que estava no meu corpo. COM CERTEZA.
- U-Uchiha-san? – soluçou a... o ser.
- Hyuuga, é você?
Oh, era. Definitivamente era.
Capítulo curtinho para vocês! Não briguem comigo, o primeiro foi enorme!
Bem, bem, bem. Desculpem, tentarei ser mais rápida da próxima vez... tentarei. Época de provas, vocês sabem como é.
Reparei que muitas expressões que a Hinata usa, o Sasuke usa também. Acho que eu fiz isso para que os dois pensassem de uma maneira parecida... será? Nem eu me entendo quando escrevo, verdade. Rs.
Agora, quanto às reviews... OMG! Fiquei tão, mas tão feliz! Céus! Como assim? Vocês são fantásticas! Muitíssimo obrigada! Acho que nunca recebi tantas em um primeiro capítulo! Estou realizada, verdade!
Respondendo:
FranHyuuga: Rá! Desculpa o suspense, rs. É para garantir que você vai votar! Brincadeirinha :D
De qualquer modo... é. O Sasuke é arrogante mesmo. E um pouco vazio... tomara que a Hinata dê um jeito nisso! *-* Tipo, eu é que tenho que fazer ela fazer isso, né? Só depende de mim... nem sei por que eu escrevi tomara. Mas tomara! Rs.
Obrigada pela review, fofa! *-* Tomara que tenha gostado desse capítulo!
lisa: Obrigada, flor! Fico muito feliz que tenha gostado e espero que goste também dos próximos capítulos! Obrigada mesmo!
Tilim: Uaau! Você acha mesmo? Olha que se você ficar me elogiando demais eu acabo me empolgando aqui, hein? Já empolguei, na verdade, mas abafa.
Pois é, antes de escrever a fic eu pesquisei bastante no site para ver se encontrava alguma fic em que o Sasuke e a Hina trocavam de corpo porque eu não queria que ficasse parecendo plágio nem nada. Encontrei algumas em que o Sasuke trocava com a Sakura, mas SasuHina eu não achei... embora talvez eu não tenha procurado direito. Não importa, rs, o importante é que você gostou! *-*
Ah, é verdade. Pessoas ricas compram coisas absurdas. Vai entender. É como vela história do pônei, mesmo.
A propósito, eu estava lendo aquela sua fic, Lembranças de Luz... menina, o que é aquilo? Choquei! Perfeita demais! Me apaixonei perdidamente pela história. Vou acompanhar, e pode esperar reviews-bíblias da minha parte, acredite. Estou lendo os últimos capítulos, mas me aguarde!
Suas reviews e seu carinho são muito bem vindos e aguardados, rs. Um beijo, flor! (:
Camila: É, eu adoro escrever em primeira pessoa porque acho que a gente mostra mais o que eles estão sentindo. Já escrevi em terceira algumas vezes... mas não é a mesma coisa. Ai ai! *-* SasuHina então, que é minha paixão eterna... já viu!
Muito obrigada pela review! Fiquei feliz mesmo! Espero que goste dos próximos capítulos. Beijos! (:
p.s.: tá difícil mesmo encontrar bons sasuhinas, né? Não que eu ache que me encaixo na categoria, mas alguns são realmente péssimos. Mas quando eu encontro um bom é tão perfeito! *-*
Roh Matheus: Que bom que gostou! É sempre legal saber que gostam daquilo que a gente faz, né? Muito obrigada mesmo, e até o próximo capítulo!
Izzy dL: Cara, posso contar um segredo? Eu ri alto escrevendo as coisas que o Sasuke dizia, rs. Tipo, se eu mesma não rir das piadas que escrevo, como é que eu posso esperar que os leitores gostem, né? Sei lá.
Ou talvez eu seja uma babaca, rs.
Fatão, Sasuke e Hinata são perfeitos juntos. Só falta eles descobrirem, hehe.
Muito obrigada pela review! Espero que goste dos próximos capítulos! (:
Michiko-chin: Que bom que não achou chatinha! Eu também acabei rindo, para falar a verdade, mas sei lá. Meu senso de humor às vezes é meio estranho!
Obrigada pela review, tá? Espero que tenha gostado do capítulo :)
Jhe: Obrigada pela review, espero que continue acompanhando! :D
Lidy-chan: Ah, é porque eu sou novata aqui. Quero dizer, eu já estive aqui antes, há um bom tempo, com outra conta e tudo, mas estou voltando só agora.
Você acha mesmo? Ah, obrigada! *-* Fico muito, muito feliz mesmo.
Pois é, não segui o conselho. É que essa minha amiga acha que a Hinata é muito sonsa e não seria capaz de fazer o Sasuke passar por muitas situações constrandegoras... rá. Isso é porque ela não sabe o que eu tenho em mente. Muahuahuá!
Obrigada pela review, viu? Espero que tenha gostado desse capítulo curtinho...
Hime No 01: Gostou mesmo? Obrigada! *-*
Não se preocupe, continuação a caminho! Obrigada pela review, beijos! :)
Lell Ly: Jura? Então se eu demorar, pode meter o pau, viu? Rs.
Mas prometo que sempre vou justificar minhas demoras se elas forem necessárias! :D
Ah, que bom que gostou! Fico muito feliz, de verdade. Peço desculpas pelo segundo capítulo ter sido tão curtinho, mas espero compensar no próximo! Beijos! *-*
Luciana Fernandes: Que bom que gostou! Tomara que tenha curtido o segundo capítulo também! Beijos, e obrigada pela review :)
nana-chan: Não precisa se preocupar, estou continuando depressinha, rs.
Que bom que gostou da fic, fico muito feliz. Muito obrigada pela review! Beijocas :D
gesy: Continuarei! o/
Fico feliz que tenha gostado, e prometo não demorar. Obrigada pela review! Beijos. :D
larissa: SasuHina rula. Casal mais perfeito não há, né? Ai ai.
Obrigadíssima pela review! Espero que tenho gostado do segundo capítulo!
gnes Prates: Gostou mesmo? Uau, muito obrigada. É sempre maravilhoso quando alguém nos diz que escrevemos bem. Tipo, nada pior do que ler alguma coisa cheia de erros simples de gramática, né? Uma meleca.
Prometo me esforçar para não demorar, viu? De verdade.
Muito obrigada pela review! Beijinhos! (:
É isso, pessoal! Se bobear, as respostas para as reviews ocuparam mais espaço do que a fic! Hasuahs
Ok, brincadeira. Agradeço de coração a todos que leram e espero poder postar o próximo capítulo logo. Certo?
Beijos, e até a próxima! *-*
