Oie, povo, briigada por comentarem, ameei as reviews *----*
Beem.. vou começar respondendo ao que vocês disseram ^^
Teyas: Meniina, se você já viu o clipe, se já viu o FINAL do clipe, ai ai.. eu prometo que vai haver um final um tanto parecido... e vou tentar ser o mais romântica possível... e descobriremos se o Ed também espia a Bels pela janela.. haha. Bjs :*
Milla Masen Cullen: Meu nome no site também tinha Masen Cullen antes USHASUAH só que eu pensei em dar umas mudadas no estilo das fics e então mudei de nome e de foto também :D. Enfim, eu também AMO a Rose, eu a acho linda, perfeita e nem um pouco paty; ao contrário!, ela se mete debaixo do carro dela quando tá com raiva e eu admiro muito ela sentir coragem de sujar aquele cabelo LINDO com o hobby mecânico dela ;) A música é MESMO EdwardeBella, eu pensei neles logo de cara quando eu vi o clipe e a tradução *---* Bem, espero que goste :D Bjs :*
Maarii: Briigada, Maarii, eu jurava que a fic tinha ficado muito melosa e talz.. ou então nada romântica.. enfim, minha auto estima fica lá embaixo às vezes :( anyways, como eu comentei com a Milla, o clipe é total Bels e Ed, embora a má do clipe seja morena e a boazinha seja loura... o que é bem o contrário aqui, hehe. Tambem amo a música, e olha que eu nem gosto de sertanejo, mas o country da Taylor é perfeito *-----* Bjs :*
Cacá: OOOOWN, BRIGADA! SAHUSHAUHSAAUS. Mas, assim, a Bels conseguiu o Edward tão faciinho no livro... por que não dificultar um pouquinho as coisas aqui? Muahaha Afinal, ela merece, roubou nosso Edward :( Enfim, eu dou mais, sim, sobrinha :D Bjs :*
Raissa Cullen: Ai, eu também quero um vizinho assim!! Tão lindo, perfeito, um Adônis em pessoa, mas este não fica com nenhuma deusa, só com a... well, caham, estragando a surpresa óbvia.. vou começar a pensar a em morar com a janela da minha casa virada para a de algum vizinho.. quem sabe eu consigo meu Ed da vida ? não, pera.. vou pra Forks no intercâmbio.. já basta. Beem, espero que goste do novo que vem aqui, que fala especialmente da Rose! Bjs :*
Camila-23: Briigada, eu vou continuar siim :D Aí está meu novo capítulo, e espero que goste, Camila :D Porque eu demoro muito para postar, tem muito dever de casa e talz... e eu estou tentando dar uma de Bella, e fazer os deveres no prazo. Cara, como é difícil! Bjs :*
Ok, meus comentários foram muito grandes, eu sei, e sinto muito por isso, prometo não repetir, mas eu acabei de fazer um relatório IMENSO de Ciências e preciso relaxar escrevendo um pouco algo que não seja sobre plantas. Nem Terra primordial.. bem, sem Ciências. Aí vai, BJS :*
– Capítulo 2 –
A líder das líderes de torcida
Well, she wears short skirts
I wear t-shirts
She's cheer captain and
I'm on the bleachers
(You belong with me, Taylor Swift)
A manhã seguinte era uma manhã de terça-feira. Ainda de pijama, às sete e meia da manhã, abri as cortinas do meu quarto e encarei a manhã fria e chuvosa que eu teria que enfrentar nas próximas horas.
As janelas de Edward estavam fechadas, cobertas por gotículas de água que deslizavam pelo vidro fino até o parapeito. Sobre o parapeito estavam as flores que Alice havia dado a ele em seu aniversário, alguns meses atrás; eram petúnias roxas, lindas. Eu me surpreendi ao vê-lo na tarde de seu aniversário pendurando-as com cuidado, como se não quisesse machucar qualquer pétala fina daquelas flores enquanto as punha sobre um vaso decorado. Eu nunca havia notado o carinho que ele sentia por sua irmã mais nova – Alice é hiperativa, exagera na maioria das vezes, e Edward acaba sendo o irmão maduro que tem a obrigação de reclamar com ela. Ela o ignora, no entanto, e faz bico. Ele apenas revira aqueles belos olhos verdes-esmeraldas e dá um sorriso torto.
Eu sorri com a lembrança e notei um pequeno movimento nas cortinas dele. Por impulso, recuei e me abaixei. Não houve nenhum som por alguns segundos, então voltei a me levantar.
– Bom dia, vizinha – ele me cumprimentou, um sorriso malicioso esboçado em seu rosto maravilhosamente perfeito.
Minha boca se entreabriu e ele riu divertido. Resolvi fechá-la imediatamente e notei que ele se inclinava em minha direção, as palmas das mãos sobre o parapeito.
– B-bom dia – eu gaguejei e mordi os lábios. Ele nunca me pegara de surpresa.
Ele balançou a cabeça, como se esperasse uma resposta mais inteligente, provavelmente, e ao mesmo tempo gostasse da minha resposta. Nunca consegui decifrar corretamente suas expressões.
As primeiras gotas de chuva começaram a cair – embora estivesse claro que já havia chovido durante a madrugada – e seu rosto foi molhado lentamente, seu cabelo começou a escorrer e colar na testa, e aquilo pareceu tão inumanamente perfeito, como se eu nunca tivesse visto uma pessoa ser molhada pela chuva antes. Mas com Edward era diferente. Ele olhava para cima e sorria, como se gostasse da sensação fria e, para mim, muito, muito incômoda. Depois virava seu olhar para mim e dava outro sorriso torto.
– Parece que vai chover o dia todo – eu comentei.
Ele deu de ombros, como se não se importasse.
– Você não gosta de chuva, não é? – ele fez uma expressão pensativa, como se analisasse a situação. – É uma pena.
Mordi os lábios novamente. Mais uma coisa que não tínhamos em comum: ele amava a chuva, eu a odiava mortalmente; odiava a neve também.
– Bem – ele se desencostou do parapeito e deu alguns passos para trás, em gesto de despedida. – Até a escola, Bella. – depois fechou as cortinas e eu fiquei lá, parada, sendo encharcada e encarando o nada. Mas... eu não me importava.
***-***-***-***-***
Eu peguei minha velha picape vermelha enferrujada e dirigi em uma velocidade de cerca de 20km/h até a escola, com os carros buzinando alucinadamente atrás de mim. Liguei os pára-brisas no máximo e engoli em seco conforme os carros atrás de mim aumentavam o barulho na rua. Estacionei cuidadosamente no começo do estacionamento e saí da picape, ajeitando o capuz da capa de chuva sobre a cabeça.
Do outro lado do estacionamento, um grande jipe marrom estacionava ao lado de um Porsche laranja berrante. Logo atrás, a BMW de Rosalie Hale aproximava-se dos dois carros e estacionava ao lado do Porsche. Do acento do motorista, com toda a sua beleza e exuberância, Rosalie Hale, a garota mais bonita da escola, saiu com sua capa de chuva cor de rosa e esperou Edward sair do acento do passageiro antes de trancar seu tão amado carro. Virou-se para o namorado e deu um meio sorriso antes de beijá-lo e caminhar junto a ele para dentro do prédio. Alice e Emmett vieram logo depois, com Jasper ao lado deles, saindo do acento do passageiro do jipe de Emmett.
– É incrível, não é? – eu ouvi uma voz familiar feminina próxima a mim. – Quando eles entram na escola, todos se viram para olhá-los, como se nunca os tivessem visto antes. E o carro da Rosalie ainda tem capô conversível...
Suspirei e virei-me para Jessica Stanley, minha melhor amiga. Ela era mais baixa do que eu, tinha uma aparência mais bronzeada e os olhos queimavam de inveja em direção aos carros dos Cullen e dos Hale.
– Não importa – dei de ombros e segui devagar para dentro da escola. Jessica veio atrás de mim, incomodada com minha lentidão cuidadosa.
– É claro que importa – Jessica disse. – Isso é muito injusto. Rosalie não tem nada demais.
Suspirei pesadamente, tentando ignorar.
– Sim, ela tem – respondi. "Edward".
Jessica revirou os olhos e abriu a porta à nossa frente, me deixando passar primeiro.
Andei imediatamente até meu armário e girei a senha da fechadura. Jessica se afastou, indo em direção ao seu, e Rosalie se aproximou, abrindo o armário ao lado do meu. Eu a olhei de soslaio; ela apenas me ignorou e passou a mão pelo cabelo, como se me passasse uma mensagem óbvia: "Não ligo a mínima para você; sou mil vezes melhor, mesmo".
Tirei os livros rapidamente e fechei o armário, me afastando. Minha primeira classe era Álgebra Avançada, a mesma classe em que eu ficava exatamente atrás de Alice Cullen.
Ela já estava lá quando eu cheguei, concentrada em um livro de Álgebra. Tentei me aproximar sem barulho, mas, como se não fosse esperado, tropecei na perna de uma cadeira no corredor e caí de joelhos ao lado da mesa de Alice. Esta se virou para mim, genuinamente preocupada, e se abaixou para me ajudar a me levantar.
– Ai, você está bem, Bella? – ela perguntou juntando as sobrancelhas, surpresa. Não estava acostumada com meu pequeno azar.
– Estou, não se preocupe, Alice – respondi rapidamente, sentindo outros olhos se voltando para mim lentamente. Sentei-me com rapidez na minha cadeira e suspirei.
Alice deu de ombros e virou-se para mim, um grande sorriso no rosto de fada.
– Então... Nelly me contou que você vai participar da banda da escola no jogo da semana que vem!
– Nelly? – arqueei as sobrancelhas, boquiaberta. – Nelly Hampton? Não, não! Não... Alice, hm... eu realmente agradeço, mas eu não sou boa com música e...
– Não é boa?! – ela exclamou. – Edward me contou que você não para de ouvir música clássica!
– Edward... o quê? – agora eu estava surpresa.
– Ele que disse – ela deu de ombros. – Mas... eu estou encarregada do figurino e, considerando que você vai participar, preciso de algo muito especial para nossa querida vizinha!
– Como? Alice, não, eu não vou...
Mas ela me interrompeu de novo:
– Então... analisando sua pele pálida... seus cabelos ondulados escuros... ai, eu aposto que você fica ótima em azul! Edward gosta de azul, sabe...
Balancei a cabeça negativamente:
– O que Edward tem a ver com isso?
– Bem... – ela deu de ombros. – Se tirar o fato de que ele está na equipe de futebol americano e que é o capitão... e também que é quem vai trazer nossa vitória na semana que vem...
Eu considerei isso por um momento. Edward era o capitão do time, Emmett Cullen e Jasper Hale eram seus melhores atacantes, Rosalie Hale era a capitã das líderes de torcida e Alice Cullen era a responsável pelo figurino tanto das líderes de torcida quanto do grupo da banda do time. Perguntei-me como seria o figurino das líderes neste jogo.
– Por que a opinião dele importa? – reorganizei minha frase.
– Porque ele vai me ajudar – ele e Rosalie, é claro. A Rose tem uma boa noção de moda, e Edward é praticamente obrigado a fazer isso. – ela deu de ombros novamente, como se tudo fosse tão simples que até um macaco fantasiado de humano conseguiria entender.
Eu pestanejei por alguns instantes e então ouvi um pigarro alto na frente da sala. Virei-me para o professor e tentei prestar atenção na aula o máximo que pude – o que não foi muito fácil.
***-***-***-***-***
– Então – disse Alice, passando por cada uma das doze líderes de torcida enfileiradas, o paço mais parecendo uma marcha de soldado. – Lindsay – ela chamou uma delas, uma ruiva de sardas meio desajeitada. – Desde quando você veste 38? Todo mundo aqui veste 36!
Lindsay corou, o que não é difícil para ruivas como ela, e recuou meio passo, como se quisesse se esconder em seus pompons para sempre. Houve alguns cochichos desagradáveis pelas líderes de torcida, mas Alice pigarreou meio irritada e o silêncio retornou.
Rosalie veio à frente, como a capitã das líderes de torcida, e disse:
– Lindsay engordou um pouco nas últimas semanas, mas tenho certeza – e seus olhos brilharam de maldade naquela hora. – de que ela vai se recuperar até o jogo. Vai começar uma nova dieta, não é, Lindsay? – não esperou a resposta da ruiva para afirmar a Alice: – Pode mandar fazer um tamanho 36 – vai caber.
Alice sorriu, satisfeita, e praticamente saltitou até Rosalie.
– Obrigada, Rose – ela piscou. – Você é uma ótima capitã. – e virou-se imediatamente para mim, parada entre os poucos membros da banda. – Bella, quanto você veste?
Arregalei os olhos, pega de surpresa pela pergunta nada sutil de Alice, e engoli em seco antes de murmurar:
– Trinta e quatro.
Rosalie ficou branca, assim como todas as outras garotas da torcida, e fez uma careta invejosa, da qual eu realmente gostei.
Alice deixou seus olhinhos brilhantes brilharem sobre mim antes de saltitar até a minha frente.
– Ótimo! – ela disse quase histérica. – Eu pensei mesmo que você era bem magra – mais que a Rose! – Rosalie me lançou olhares fuziladores de puro ódio ao ouvir Alice falar aquilo, e eu me perguntei se iria acordar amanhã viva... ou com cabelo.
– Vai ser fácil, então, Bella! – Alice continuou. – Na verdade, eu acho que poderia até fazer um modelo especial...
Eu arfei.
– Como?!
Alice riu.
– Bem, não sei, mas... o uniforme do pessoal da banda é vermelho, e o seu tem que ser azul, porque... bem, seria um desperdício colocar vermelho em você, e não azul.
Pisquei novamente, incrédula. Uma de azul, e o resto de vermelho... eu me sentiria em uma fogueira!
– Alice – eu sorri. – Na verdade, eu pensei bem na sua proposta, com muito carinho, mas acho que não posso participar da banda. Quero dizer, eu não sei tocar realmente nem um instrumento, sou um fracasso na aula de música e...
– E então, Alice? Colocou a vizinha nas líderes de torcida?
Eu reconheci a voz de imediato, mesmo que ela estivesse vindo por trás de mim, e eu não tivesse muito tempo para me virar sem tropeçar nos meus próprios pés – porque seria isso o que aconteceria se eu me virasse com muita rapidez, e as líderes de torcida nunca iriam me perdoar, inclusive Rosalie Hale. Mas a voz era inconfundível independente do lugar de onde viesse, uma voz impossivelmente bela e macia, uma voz de veludo. Senti os pelos dos meus braços se eriçarem ao ouvir aquela voz tão próxima a mim, apenas a alguns passos de onde eu estava parada, ao lado da arquibancada da quadra da escola.
Rosalie fez outra careta enojada e enciumada, e isso provava que a pessoa que eu reconhecera era realmente quem eu pensava que era.
Edward passou por mim lentamente, tão lentamente como em clássicos do cinema em que o ator anda em câmera lenta, apenas para que os espectadores saibam admirar sua beleza em todos os pontos possíveis em mais do que apenas dois segundos.
Ele sorriu para mim, parando um pouco atrás de Alice, ao lado de Rosalie.
– Na verdade – Alice não parecia nem um pouco embaraçada em confessar isso, como eu estaria em seu lugar. – Eu a coloquei na banda da escola.
O sorriso tão perfeito de Edward desapareceu dando lugar a uma expressão confusa e meio desanimada, como desapontada.
– Por quê? – virou-se para Alice.
Rosalie lançou seu olhar fuzilador ao seu namorado, mas ele pareceu não notar e nem se importar.
Alice deu de ombros.
– Ela não iria querer.
Meus olhos se arregalaram. Agora eu teria que enfrentar Edward e sua expressão triste.
Ele se virou para mim exatamente como eu previ:
– Por que, Bella?
Engoli em seco exatamente como eu também previ.
– Bem... – umedeci os lábios. – Não sei se você sabe, Edward, mas eu não tenho exatamente uma boa coordenação motora...
Ele suspirou, virando-se para Alice.
– Ela sabe tocar algum instrumento?
Alice balançou a cabeça negativamente.
– Pelo que ela disse, ela sequer queria estar aqui... então não sei por que veio.
Bem, eu sabia que Edward estaria aqui, e esse era exatamente o motivo de eu ter ido.
– Mas ela conhece muito de música clássica – Alice completou rapidamente. – Então só iria nos beneficiar, certo?
Edward não respondeu, então Rosalie interferiu por ele:
– Ela é patética. Não sabe fazer absolutamente nada. Não sei o que vocês vêem nela. A única coisa em que ela é boa é em conseguir algo para tropeçar em uma superfície lisa e plana.
Suspirei baixinho. Ela estava certa, e isso era o pior. Rosalie Hale era muito mais bonita, encantadora, popular, talentosa, rica e, o mais importante, tinha o Edward para si. Eu não era simplesmente nada. Talvez eu não merecesse Edward como eu pensara que merecia. Talvez ele devesse continuar com Rosalie e se casar, ter filhos e viver sem achar que vai passar a vida inteira com uma aberração do meu tipo. Meu coração ardeu a esses pensamentos.
Edward se tornou impassível àqueles comentários, e os olhos de Alice correram até os de Rosalie como um míssil pronto para explodir, apenas procurando o melhor alvo.
– Pelo menos – Alice disse entre dentes. – ela é modesta.
Rosalie arqueou as sobrancelhas finas, como que pensando, "Ora, obviamente ela é modesta: não tem nada de bom sobre o que se exibir". Eu tentei ignorar aquilo.
Eu suspirei baixinho e quebrei o silêncio incômodo.
– Rosalie tem razão – eu disse. – Esqueçam, Alice, Edward, eu não tenho nada a oferecer a ninguém, então não posso entrar na banda. Só iria acabar causando um dominó de tropeções durante o jogo – virei-me para o prédio da escola e disse, por final: – Mas obrigada, Alice, por tentar.
Eu não merecia entrar na banda; Eu não merecia ser uma líder de torcida; Eu não merecia ser defendida por Alice Cullen; E principalmente: eu não merecia aquele que eu amava.
