Traduzido por Sweetie
Capítulo 1 - When I'm Gone – Quando eu for embora
Bella arrumou o cobertor no topo da colina, debaixo de uma árvore e verificou seus suprimentos.
Um bilhete de suicídio selada dentro de um saco plástico com uma pedra dentro para evitar que voe. Confirmado.
Uma pistola, carregada. Confirmado.
Um telefone celular. Confirmado.
Uma sacola vazia. Confirmado.
Ela sentou-se no cobertor e encostou-se no tronco da árvore para observar o pôr do sol sobre o Puget Sound pela última vez. A beleza daquele momento sempre consolou sua alma. Ela levantou os joelhos até o queixo e os abraçou, tremendo ligeiramente no ar úmido e frio. O sol pintou as nuvens no horizonte de um vermelho ardente, com um pouco de roxo. Fechando os olhos, ela saboreou o som das ondas e os gritos das gaivotas, o cheiro da brisa do mar. Aqui foi onde ela havia sido sempre mais feliz. Parecia certo que devesse terminar aqui.
Pela última vez, ela foi até outra lista na sua cabeça, certificando-se de não ter deixado nada sem ser feito. Ela limpou seu apartamento para que seus pais não tivessem que fazê-lo. Ela falou para eles que iria se mudar para um lugar melhor quando o semestre acabasse o que, ela supôs ser tecnicamente verdade. Com essa desculpa ela conseguiu dar seus pertences para a caridade em vez de guardá-los em um depósito, deixando alguns pertences para seus pais guardarem. Seu gato havia sido dado para a Sra. Cope no final do corredor, ela sabia que ele teria uma boa casa lá.
Todos os seus aparelhos foram desligados e suas contas pagas. Sair da universidade tinha sido o último passo, livrando-se das últimas despesas. Ela não queria sobrecarregar seus pais com contas depois que ela fosse embora, ela já os havia feito passarem por muito. Tinha até alguns dólares deixados em sua conta bancária para pagar sua cremação direta sem serviços especificados no seu testamento. Ela não queria fazer seus pais passarem pela dor e as despesas de um funeral que ninguém a além deles iria comparecer.
Já era tempo. O sol havia deslizado no horizonte, a última fita brilhante de laranja desapareceu atrás das ondas. Bella pegou a mochila e a arma. Algo chamou sua atenção e ela olhou de volta para a linha das árvores. O ar parecia brilhar como uma miragem no alto verão e então uma porta apareceu. O queixo de Bella caiu. Sua mente saltou para "O Show de Truman" e, por um instante bizarro, ela se perguntou se o mundo em volta dela tinha sido um cenário o tempo todo.
Uma mulher saiu da porta, os olhos varrendo em torno do local até que pousaram em Bella. – Ah, bom - disse ela. – Nós chegamos a tempo - Ela levantou a mão, segurando algo parecido com um pequeno controle remoto. Ela apontou para Bella e o mundo ficou preto.
Bella se esforçou para abrir os olhos. Ela sentiu como se suas pálpebras estivessem coladas e sua boca estava seca como papel. Sua cabeça doía um pouco, como se ela tivesse bebido muito na noite anterior, mas ela não conseguia se lembrar. Ela se sentou e olhou ao redor em total perplexidade. Aquele não era seu quarto. Paredes pintadas de branco, piso marrom coberto pelo que parecia ser linóleo e uma cama muito estreita com lençóis brancos.
A parede se abriu, embora Bella não pudesse ver o contorno da porta. Uma mulher entrou e de repente Bella lembrou-se de estar no parque e ver esta mulher abrir uma porta no ar. Bella sentiu uma negação impotente que aflige quase todo mundo que vê o impossível, querendo mais do que tudo uma explicação que colocasse tudo em seu mundo novamente no lugar certo.
- Olá Bella – disse a mulher, seu tom alegre e amigável, mas o tom soou falso, como uma aeromoça forçada a fingir um sorriso tantas vezes que nenhum sorriso parecia genuíno. Ela usava uma túnica cinza prateada que se dividia abaixo da cintura para revelar sua calça escura. Seu cabelo era quase da mesma cor dos de Bella, um rico mogno marrom, os olhos quase da mesma cor. Ela parecia familiar, mas Bella não conseguia identificar da onde. – Eu sou Lauren. Não fique em pânico, está bem? Você está a salvo e ninguém irá machucá-la.
- Onde eu estou? – Bella perguntou.
Lauren se sentou aos pés da cama de Bella e Bella se afastou, abraçando os joelhos com força. A reação de Bella não afetou o sorriso de Lauren. – Essa sempre é a parte difícil. Bella, eu fui enviada para trazê-la para sua nova casa em outro planeta.
Bella esperou – Qual é a piada?
- Não é uma piada. Você é o par perfeito para o Imperador dos Nove Planetas Federativos e você será a Imperatriz.
Bella a encarou – Sim, está bem. Ha ha. Deixe-me sair daqui, eu quero sair daqui.
O sorriso de Lauren não vacilou em nenhum segundo. Ele parecia mais firmemente colado em seu lugar. – Você não pode sair.
- Você não pode me trancar aqui contra a minha vontade. Isso é sequestro. – Bella deu tapinhas na lateral do seu corpo procurando seu telefone celular que normalmente ela carregava em seu bolso, mas ela não tinha bolsos. Ela não estava usando as roupas que usava no parque. Ela estava usando uma versão cor de vinho da túnica que a outra mulher usava, embora a dela estivesse coberta por bordados elaborados e pedras vermelhas e negras enquadradas em seu decote. Ela começou a inspecionar-se a sério e encontrou um bando de pedras como uma tiara de joias em seu cabelo e um novo anel em seu dedo médio direito. – O que é tudo isso? – ela exigiu.
- Algumas de suas novas joias – Lauren disse a ela.
- Olha, isso não é engraçado – Bella acusou – Eu quero minhas roupas de volta e não quero participar da sua brincadeira estúpida em um programa de televisão ou qualquer coisa que você esteja fazendo. Eu quero sair daqui. Agora – ela gritou a última palavra quando Lauren não se moveu para soltá-la.
Lauren tirou um pequeno, e gordo tablet de seu bolso e apertou na tela. Uma imagem apareceu no ar em cima dele, uma imagem de uma galáxia em espiral que girava lentamente. Bella passou sua mão por ela e olhou em volta, procurando qualquer explicação alternativa possível, mas ela sabia os episódios de Star Trek de trás para frente, a tecnologia para projetar hologramas simplesmente não existia, especialmente para sólidas e belas imagens como estas. - Esta é a Via Láctea, - disse Lauren. Ela tocou o tablet e a imagem ampliou-se para mostrar as múltiplas galáxias dentro de um universo maior. Lauren tocou em um ponto no holograma e ampliou em outra galáxia. -... E esta é a galáxia Forx, bilhões de anos-luz de distância da Terra.
- Como isso é possível? – Bella perguntou – Mesmo que nós viajássemos a velocidade da luz, demoraríamos bilhões de anos para chegarmos.
- Bem, acontece que Einstein estava certo quando disse que quando você se aproxima da velocidade da luz, sua massa torna-se infinitamente maior. Então, para mover-se entre grandes distâncias, você precisa dobrar o espaço, assim... – Lauren tocou na tela do tablet e mostrou a Bella um visual do universo dobrando-se como uma folha de papel, levando as duas amplamente espaçadas galáxias uma para o lado da outra. Isso parecia muito com aquelas coisas de outras dimensões da Teoria das Cordas que tinham tornado as aulas de astronomia de Bella tão difíceis - E o tempo, também - Lauren concluiu.
- Eu me movi ao longo do tempo, também? – a dor de cabeça de Bella estava ficando pior a cada minuto. Realmente, se essas pessoas (seja lá quem for "eles") queriam que ela acreditasse nessa história, eles deveriam ter feito os detalhes mais críveis.
- Perto de três mil anos – Lauren disse a ela.
Bella revirou os olhos. Lauren parecia um pouco irritada, mas o seu sorriso continuava no lugar. - Os zombadores são sempre piores que os chorões - disse ela. - Você vai ver que eu estou dizendo a verdade em breve. Meu trabalho é dar-lhe uma breve introdução, para tentar ajudar-lhe na transição. Eles acham que é mais fácil para as mulheres ver primeiro outro humano.
- Eu quero ver um alienígena então – Bella a desafiou.
Lauren deu de ombros - Ok, se você realmente quer. - Ela apertou um botão no teclado e alguns momentos mais tarde alguém... Não, algo entrou no quarto e Bella tentou abafar um grito. Era enorme, de quase três metros de altura e magrelo, com membros longos e de aparência delicada e carregava em uma das mãos um longo pedaço de madeira. Completamente sem pelos, a pele azul era suave como um ovo. Sem nariz ou ouvidos perturbando a forma perfeitamente oval de sua cabeça. Pequenas fendas onde seu nariz deveria estar abriam e fechavam com cada respiração. Sua boca era uma barra sem lábios. Ele ajoelhou-se diante dela, observando-a com olhos pacientes e triangulares.
Bella tentou manter a calma, para controlar sua respiração, para não recuar, para não tremer. Ela falhou miseravelmente em todos os quatro. Hollywood poderia fazer algumas coisas incríveis com maquiagem, mas esta criatura simplesmente não podia ser falsa.
- Essa é a Tanya – Lauren disse – Ela é sua guarda-costas.
A criatura era do sexo feminino? Seu peito nu era completamente plano, sem mamilos. Ela usava um par de calças com as pernas tão cheias que parecia uma saia e abaixo deles, ela tinha um par de pés como de pato e nus. Bella se obrigou a esticar a mão. – Pr-prazer em c-conhecê-la.
Tanya se inclinou sobre a mão de Bella, sua testa quase tocando a parte de trás da mesma. - Saudações, Alpha Prima, - ela disse, sua voz soando como se ela surgisse de um poço profundo. Bella viu um flash de dentes pontiagudos, triangulares. - Estou honrada em atendê-la.
- Você pode ir agora, Tanya – Lauren disse – Eu irei chamá-la quando ela estiver pronta.
Tanya partiu, movendo-se graciosamente como um navio através da água.
- Agora você acredita em mim? - Lauren disse, com uma pitada de sarcasmo revestindo suas palavras.
Horrivelmente, Bella estava começando a acreditar. – Como... P-por quê? – ela estava tremendo violentamente, sentindo como se fosse desmaiar.
- Respire fundo – Lauren ordenou – Vamos lá, Bella. Respire fundo.
Bella fez o que ela mandou. Depois de alguns minutos, ela sentiu que seu batimento cardíaco estava em um ritmo mais lento, quase normal. - Por que eu? – ela disse. - De toda a galáxia, por que eu, Bella Swan? Por que o Imperador não se casa com uma mulher de seu próprio planeta?
- Porque não há mulheres em Volterra - disse Lauren. - Séculos atrás, as mulheres de sua raça começaram a desaparecer. Ninguém jamais pode encontrar uma razão para isso. Para sobreviver, eles começaram a vasculhar planetas próximos por mulheres que estavam perto o suficiente e com a genética parecida para cruzar com eles. Conforme o tempo passou, eles começaram a incluir cada vez mais planetas em sua busca. A Terra está em seu radar a apenas a algumas centenas de anos. Em algum momento, um arqueólogo desenterrou seus ossos ou algo assim e seu DNA foi inserido em um computador. Quando você surgiu como uma combinação, fui enviada de volta para você.
- E se eu já fosse casada?
Lauren sacudiu a cabeça. - Você não teria sido inserida no banco de dados se você tivesse sido casada ou se você tivesse filhos. Os Volturi não têm noção do divórcio. Uma vez que você é casado, você está sempre casado, mesmo se você viver separadamente.
A mente de Bella foi sem querer a Mike, mas o pensamento dele já não doía como antes. Se ele não tivesse rompido o noivado deles, ela nunca teria sido sequestrada. Mais uma coisa que ele havia fodido na sua vida.
- O Imperador... Ele não se parece com Tanya, não é? - Bella perguntou.
Lauren sacudiu a cabeça. - Não, ela é Dynali, eles não são geneticamente compatíveis. Aqui, eu vou te mostrar como o Imperador é. – Ela tocou no tablet e a imagem de um homem piscou no ar.
- Ele parece humano - Bella disse, aliviada. O homem da imagem girando no ar à sua frente tinha o cabelo marrom-vermelho enferrujado e pele pálida, mais pálida ainda que a dela.
Lauren assentiu, e tocou no tablet rapidamente para que a imagem desaparecesse. - Eles são muito semelhantes. Algumas pequenas diferenças.
- Isso é muito estranho - Bella sussurrou. - Eu não posso... - sua cabeça rodou novamente.
- Seu nome é Edward, - Lauren continuou, como se Bella não estivesse desmoronando em sua frente.
- Edward? O nome do rei alienígena é Edward? - Bella estava a pouca distância do riso histérico de rachar e finalmente acabar no hospício que tinha sido uma possibilidade ameaçadora por toda a sua vida. Talvez ela estivesse em um manicômio e isso tudo fosse uma fantasia bizarra.
- Bem, claro que o seu nome não é realmente Edward, mas o seu implante tradutor escolhe o equivalente mais próximo em Inglês.
- Espere, nós pulamos alguma coisa? Que chip tradutor?
- Ele não fala Inglês e você não fala Volturi. Isso é um problema quando você tem vários planetas com múltiplas culturas na mesma Federação. O chip é como um desses implantes que traduz o som em impulsos elétricos que são lidos por seu cérebro. Ele ouve o que a pessoa está dizendo e instantaneamente traduz para o seu cérebro para que você possa compreendê-los. Quando você responde, seus chips traduzem a mesma coisa para eles. Eles são algo que são instalados no nascimento nesta galáxia. Você pode chamá-lo de Edward e ele vai ouvir o seu verdadeiro nome em sua cabeça.
Bella estendeu a mão e tocou os ouvidos, em volta da cabeça e não sentiu nada incomum. Lauren interpretou seu gesto corretamente. - Sim, você teve uma cirurgia no cérebro para implantar o chip, e para corrigir algumas coisinhas. A tecnologia médica deles é tão avançada que eles podem fazer isso sem deixar cicatrizes depois.
- Que pequenas coisas? - Bella perguntou. Uma raça que poderia construir uma nave espacial que, poderia literalmente, dobrar o espaço em torno dela tinha que ser incrivelmente avançada, mas a ideia de alguém mexer em torno de seu cérebro era muito desconcertante. Sua cabeça já estava muito fodida como era.
- Você tinha alguns... Er... Fios cruzados, digamos assim. Seu cérebro não produzia os produtos químicos certos, razão pela qual você lutou com a depressão sua vida toda.
- E você pode corrigir isso, simples assim? - Bella ficou surpresa. Ela pensou nas inúmeras drogas que tinham sido dadas a ela, algumas das quais tiveram efeitos colaterais piores do que a doença que elas deveriam tratar, sempre em busca daquele remédio mágico, ou combinação de ambos, o que a faria como qualquer outra pessoa. E agora, ela foi supostamente curada, algo que sua mente simplesmente não estava preparada para lidar ainda. Ela não sabia como era viver a vida normalmente, e por incrível que pareça, era quase um conceito assustador. Ela sabia quem "Bella Deprimida" era. Ela nunca tinha conhecido a "Bella Normal" e não sabia como ela era.
- Eles podem corrigir um monte de coisas - disse Lauren - Incluindo as pequenas falhas em seu código genético. Você não terá mais a mesma idade de um ser humano normal. Você vai ter a mesma longevidade de um Volturi, que é de cerca de 400 anos, e você não está suscetível a coisas como o câncer.
- Por favor - Bella disse, sua mente alcançando um ponto de sobre carga, incapaz de processar a informação que já tinha sido dada. - Só me deixe ir. Eu não posso fazer isso.
- Você não pode voltar - disse Lauren. - É impossível. Você sabe todos os filmes de viagem no tempo em que os personagens têm de evitar encontrar a si mesmos? Bem, é um pouco mais complicado do que isso. Você teria que chegar exatamente no momento que você partiu, porque você não pode existir em dois fluxos de tempo distintos. Nós não temos a capacidade de ser tão precisos assim. Nossos saltos normalmente nos faz pousar dentro de dois ou três dias a contar da data alvo. Esta foi a minha segunda tentativa. Na primeira vez, cheguei logo após seu funeral.
- Funeral - Bella repetiu suavemente. Seus pais devem ter desconsiderado seus desejos, o que fazia sentido, uma vez que Lauren havia mencionado seu DNA ter sido recuperado a partir de ossos. - O que meus pais vão achar que aconteceu comigo agora?
- Eles vão pensar que seu corpo deve ter caído no mar e ter sido levado, para nunca mais ser recuperado. Isso é o que os artigos de jornal vão dizer, de qualquer maneira.
- Mas isso não faz sentido - Bella gritou. - Se eu estou aqui, não há corpo para os arqueólogos descobrirem.
- Não tem de ser a partir de ossos - disse Lauren. - Poderia ter sido qualquer coisa com o seu DNA nele que poderia ser definitivamente ligado a você. Nós encontramos uma mulher, porque sua mãe tinha salvado seu primeiro dente de bebê e ele acabou em um museu.
- O que acontece se eu me recusar a casar com o Imperador? - Bella perguntou. - Eu posso recusar, né?
Lauren deu de ombros. - Isso é com você, mas a maioria das mulheres acaba por ser incapaz de recusar no final. Homens Volturi podem ser muito charmosos e persuasivos. Assim que ele se encontrar com você, ele vai pensar que ele está apaixonado e ele vai fazer tudo o que pode para conquistá-la. Mas se você recusar ele, você vai voltar para o banco de dados para ver se você combina com qualquer outra pessoa.
- Você tem um companheiro?
Os olhos de Lauren brilharam e seu rosto enrijeceu. - Meu companheiro morreu, então eu voltei para o banco de dados. Mas provavelmente será um longo período de tempo, se algum dia, eu voltar a ser combinada com mais alguém.
- Por quê?
Ela viu a mandíbula Lauren apertar. - Eu não sou uma grande prioridade. Você, por outro lado, seria. Mas não se engane, mesmo se você se recusar com qualquer combinação que eles encontrarem, você ainda vai permanecer em Volterra para o resto de sua vida. Não há volta. Isso é impossível. Por favor, se você não acredita em nada que eu lhe digo, acredite nisso. Eu não quero que você tenha falsas esperanças. Você não pode voltar ao seu fluxo de tempo e a Terra hoje não é um lugar que você gostaria de visitar.
- Quanto tempo levaremos para chegar ao planeta do Imperador?
- Bem, na realidade. Nós já estamos lá.
Tempo para evitar outro ataque de ansiedade. Lauren estava ficando realmente irritada com ela, seu sorriso esticando mais e mais. Ela puxou uma Bella protestando em pé, e abriu a porta. Bella não queria passar por aquela porta. Aqui, pelo menos, parecia seguro. Lá fora, ela não tinha ideia do que ela iria ver. Lauren a empurrou completamente. - Vamos, Bella, eu estou cansada e eu quero ir para casa.
- Onde estão os meus sapatos? - Bella perguntou. O piso era liso e tão quente como pele, mas certamente ela não deveria andar descalço.
- Você não precisa de nenhum - foi tudo que Lauren disse.
Bella hesitou na moldura da porta, ainda relutante em sair para o desconhecido. Lauren revirou os olhos. - Você está perfeitamente segura, eu garanto. Mulheres são praticamente sagradas na cultura deles.
Ela foi impelida para o que parecia ser um corredor com paredes de pedra e um teto tão alto que desapareceu nas sombras. Bella não podia dizer de onde a luz que iluminava estava vindo. Tanya, a mulher azul, levantou de onde estava ajoelhada ao lado da porta, passando para o lado de Bella. Sua guarda-costas. - Não tenha medo pequena Rainha - disse ela. - Eu vou te proteger.
Lauren levou-as a uma porta, que tinha um esquema que Bella podia ver, um alívio depois de ter estado em um quarto onde ela não tinha certeza de onde as saídas eram. Era desconcertante por ter o que parecia ser uma parede sólida de repente abrir, mas não ter ideia de como abri-la ela mesma. A porta era redonda, como uma porta Hobbit, mas muito alta. Se as portas e corredores e a altura de sua guarda-costas eram qualquer indicação, essas eram pessoas extremamente altas.
- Uma última coisa - disse Lauren, parando com a mão na maçaneta. - Quando você sorrir certifique-se de manter os dentes cobertos. Mostrar os dentes é considerado uma ameaça.
Bella nunca se sentiu menos propicia a sorrir em sua vida, mas ela levou as palavras em consideração. Lauren girou a maçaneta e a porta se abriu para dentro.
O quarto era pequeno, com as paredes de pedra, as mesmas do corredor e a mesma fonte de luz escondida. Os móveis eram escassos e tinha o ar de uma sala de espera. Um pequeno grupo de homens estava sentado em almofadas no chão. Todos eles levantaram. Lauren deu um forte empurrão em Bella e ela tropeçou pela porta. Lauren não seguir. Ela fechou a porta atrás de Bella, deixando-a sem mais nenhuma palavra.
Bella reconheceu o que era para ser seu novo marido, ladeado à esquerda e à direita por dois outros homens. O Imperador caminhou lentamente em direção a Bella como se tentasse evitar assustá-la e parou bem na frente dela. Ela teve que esticar o pescoço para olhar para ele. Ela tinha 1,65m, a altura média de uma mulher, mas ao lado deste homem, ela sentiu-se minúscula. O topo de sua cabeça mal chegou ao centro de peito dele.
Ele sorriu e se ajoelhou, e os outros dois homens copiaram seu movimento. – Saudações - ele disse suavemente. De perto, ela podia ver as diferenças entre a espécie dele e a sua. Seu nariz era mais plano, um pouco mais largo e os olhos cor de âmbar tinham uma pupila em forma de diamante, com nenhum branco em torno da íris visível.
Quando ele falou, ela viu flashes de presas.
Ela tremia, tentando lembrar como falar. – O-ol-Olá - ela gaguejou.
Ele estava a estudando com grande interesse, especialmente o seu longo cabelo castanho. Ele estendeu a mão para tocá-la e ela recuou ao ver sua mão. Ele tinha apenas quatro dedos, como os personagens de "Os Simpsons", e cada dedo tinha uma garra.
- Edward, pare. Você está a assustando. - Uma mulher abriu caminho através do grupo para ficar entre Bella e o Imperador. Ela era pequena, com cabelo escuro espetado em torno de sua pequena cabeça.
- Afaste-se - ela disse ao Imperador. Ele resmungou baixinho, na verdade, rosnou, mas a mulher manteve sua posição. Ela sorriu para Bella, cuidando para manter os dentes cobertos por seus lábios e estendeu a mão. - Eu sou Alice - ela disse. Bella tomou sua mão na dela, o prazer de ver cinco dedos. - Eu sei que nós vamos ser grandes amigas!
Ela apontou para o homem à esquerda, um com o cabelo amarelo. Não loiro, como um ser humano, mas um amarelo como um giz de cera, com os mesmos olhos cor de âmbar. Ele tinha muitas cicatrizes no rosto, braços e peito, visíveis em torno dos coletes abertos, que todos os homens usavam. Bella sentiu imediatamente uma afinidade para com ele como fazia com todas as criaturas feridas. - Esse é Jasper, meu companheiro - Alice anunciou. - O outro é Emmett, irmão mais novo de Edward.
Edward avançou um pouco mais e Bella viu um flash com o canto do olho. Ela olhou, e choque atingiu-a como um soco no estômago. Ele tinha uma cauda e que dançava sinuosamente por trás de sua cabeça, a ponta agraciada com o cabelo da mesma cor da cabeça dele.
O homem para o qual ela tinha sido sequestrada de seu planeta para se unir tinha uma cauda. Ter uma cauda não era uma "pequena diferença".
Bella tentou respirar, mas parecia que todo o oxigênio foi sugado da sala. Ela ouviu Alice gritar, sua visão encolheu para pontinhos e depois piscou como uma vela apagando.
Edward, Imperador dos Nove Planetas Federados, pegou sua pequena noiva quando ela desmaiou. Ele foi avisado que isso poderia acontecer, mas ele ainda estava um pouco magoado e profundamente preocupado. Ela estava com medo dele e repelido pelas suas características, tão diferente das dela.
Ele levou seu pequeno corpo até a área de estar, colocando-a sobre um dos travesseiros. Alice estava quase frenética, batendo nas pálidas bochechas de cera de Bella - Alice, deixe-a - ordenou. - Ela vai acordar quando ela estiver pronta.
Jasper pegou seus ombros e afastou-a gentilmente. Alice parecia quase tão preocupada quanto ele se sentia, ele tinha aprendido a ler as expressões faciais dos humanos com ela.
O desmaio de Bella lhe deu tempo para estudá-la sem fazê-la ficar nervosa. Uma de suas mãos estava perto de seu rosto e ele estudou com curiosidade. Essas minúsculas e inúteis garras! Ele estendeu a mão e cuidadosamente empurrou o lábio dela para cima para poder ver seus dentes e viu que eles eram tão lisos e sem graça como os que Alice tinha. Era uma coisa boa que Bella tinha Tanya para protegê-la, porque ela era praticamente indefesa.
Ele inalou novamente, respirando seu aroma delicioso e seu coração bateu em resposta. Não havia dúvida de que ela era aquela destinada para ele. Levaria tempo, mas ela se acostumaria com ele e suas diferenças, e viria a amá-lo como ele a amava.
As emoções tinham o apanhado desprevenido com sua intensidade. Ternura, desejo, proteção, emoções que nunca tinham feito sentido antes. Era como se o mundo estivesse sem cor e de repente seus olhos foram cercados por ela. Ele queria abraçá-la e girar em círculos alegres. Ele queria rosnar para Jasper e Emmett, seu melhor amigo e seu irmão, e ordená-los para ir para longe de sua noiva, para abraçá-la e mantê-la a salvo e somente para ele.
Ele a tinha encontrado, finalmente. Ele esperou tanto tempo, com ciúmes de outros casais e sua felicidade, o desejo de ter alguém para amar. E agora ela estava aqui e era mais do que ele poderia ter sonhado.
Ela começou a se mexer e ele sentou-se rapidamente, não querendo assustá-la por estar pairando sobre ela quando ela abrisse os olhos. Ele olhou para Emmett e desta vez ele rosnou. Emmett estava olhando para ela com a mesma expressão estupefata que ele devia estar usando. Seu primeiro pensamento foi: Oh, não. Seu segundo foi: MINHA!
Bella abriu os olhos e imediatamente quis fechá-los novamente. Não tinha sido um pesadelo ou uma alucinação. Seus olhos seguiram Alice, um pouco de normalidade. -Está tudo bem, Bella? - ela perguntou.
Bella soltou uma risada sarcástica e Edward pulou, assustado com a emissão do som estranho de sua noiva.
- Está tudo bem - Alice o acalmou. - É o som divertido, lembra? - Ele acenou com a cabeça, uma pitada de confusão em seus olhos, porque ele não podia determinar o que Bella achava que era engraçado.
Bella sentou-se, com a mão na testa. - Eu não me sinto muito bem - ela murmurou.
- Quando foi a última vez que você comeu? - Alice perguntou.
Bella não conseguia se lembrar. Alguns dias atrás, talvez? Alimentos tinham ficado desinteressantes.
- Venha - Alice disse, estendendo-lhe a mão e ajudou Bella a se levantar. - Você precisa comer alguma coisa e seu povo está esperando para ver você.
Bella apertou a mão de Alice como uma tábua de salvação. - O que eu faço? Eu não sei agir como uma rainha.
- Basta ser você mesma - Alice disse com firmeza.
Isso não foi muito útil. Apenas "ser ela mesma" levou a uma infância miserável, condenada ao ostracismo e provocada por seus colegas, e na faculdade, sua tranquilidade e sua timidez tinham a levada a ser considerada como distante.
Ela deixou Alice levá-la de volta para o corredor de pedra, Tanya e os homens seguindo atrás. Ela abriu a porta e Bella congelou, seu coração pulando em sua garganta. Havia centenas de... Seres na sala, sentados em almofadas ao redor das mesas baixas e todos se viraram ao mesmo tempo para olhar para ela. Bella queria se retirar, mas Edward e os outros dois homens estavam atrás dela, bloqueando sua rota de fuga. O lugar tinha ficado silencioso.
Sem aviso, Edward pegou Bella e segurou-a no ar. - Alpha Prima Bella - ele anunciou.
Bella arregalou os olhos e agarrou nas mãos que a seguravam no alto por sua caixa torácica. A sala irrompeu em ruído, punhos martelando em mesas e seu nome sendo gritado.
Quando ele a colocou em pé de novo, Bella olhou afiada para Alice. - O que é um Alpha Prima? - perguntou a ela.
Alice apontou para uma mesa vazia e eles se sentaram nas almofadas ao redor. Parecia que o Imperador comia com seus plebeus. Alice afastou-se com Bella para onde elas poderiam conversar em sussurros. - Alpha Prima é a sua classificação - Alice disse a ela. - Se você concordar em se casar com Edward, então você estará Imperatriz. Há Alfas, Betas e drones. Alfas são os mais fortes, o mais dominante.
- Eu não sou forte, nem dominante - Bella disse, confusa.
Alice sorriu. - Você vai ser. Que eu sei.
Bella não tinha ideia de como responder a uma declaração como essa, e ela foi salva de ter que responder por um homem que trouxe uma bacia de água em um suporte curto. - Alpha Prima, posso lavar suas mãos? - perguntou ele. Ele era Volturi, mas ele era muito menor que os outros, aproximando-se do tamanho de um grande macho humano.
- Sim, com certeza. - Bella estendeu as mãos na frente dela e ele mergulhou-as na tigela, tomando cuidado para não picar ela com suas garras. Elas haviam sido cortadas curtas, mas Bella imaginava que poderiam provavelmente ainda fazer algum dano.
A água tinha um leve aroma, semelhante ao de sândalo. Ele esfregou cada dedo e usou um pequeno pincel em suas unhas antes tendendo para as palmas das mãos e as costas das mãos, e quando ele estava satisfeito, ele secou-as com uma toalha de pano incrivelmente macia.
- Obrigado - disse Bella automaticamente e a sala ficou em silêncio de novo. Bella corou, certa de que devia ter cometido um gafe terrível.
Alice sussurrou em seu ouvido. - Eles estão apenas surpresos, isso é tudo. A maioria das pessoas não se incomoda de agradecer drones.
Bella não poderia imaginar não agradecer alguém que fez algo por ela, não importa qual fosse a sua classe, mas foi desconfortável para ela se destacar. O homem curvou-se profundamente. Um prato foi trazido a ele e ele o pôs em sua frente com outro arco. Quando ele se virou, Bella viu que seu rabo era curto, não chegando até a parte de trás de seus joelhos.
Ela mencionou a cauda mais curta para Alice.
- Alphas geralmente têm as mais longas caudas. É um motivo de orgulho para eles. Se perder uma luta, o vencedor muitas vezes corta a cauda como um prêmio, então a cauda mais longa, mais tempo eles estão sem perder. Elogiar a cauda de um homem é como elogiar sua virilidade.
Ela observou como os drones circulavam pela sala, entregando pratos para as pessoas que mal os notavam, assumindo de imediato, uma atitude subserviente, sempre que alguém falava com eles. - Drones são escravos ou algo assim?
Alice balançou a cabeça, e Bella ficou horrorizada. - Mas isso é errado. Não posso ter escravos à minha espera.
- Bem, não há nada que você possa fazer sobre isso esta noite - disse Alice, de forma sensata o suficiente, então fez um gesto para o prato de Bella. - Coma.
- Mas o resto da mesa não foi servido.
- Eles não vão ser até que você comece a comer. Todo mundo está esperando por você.
Bella corou de novo e considerou o prato na frente dela. Não havia nenhum tipo de utensílios. Ela olhou para Alice, que fez um movimento de beliscar com os dedos. A comida era em forma de pequenos quadrados, como pequenos Hot Pockets. Bella pegou um e colocou-o na boca. Ela mordeu e seus olhos se arregalaram de surpresa. Era delicioso, o que quer que fosse. Era carne, leve e saborosa com uma textura como a de frango e algum tipo de vegetal, com um molho cremoso. Ela não podia dizer que já tinha experimentado um sabor parecido com isso, mas era bom.
Mais drones chegaram com tigelas de água e pratos que foram colocados diante dos outros depois que suas mãos e garras haviam sido satisfatoriamente limpas. Uma bandeja que Bella presumiu ser de condimentos foi colocada no centro da mesa. Jasper colocou uma colher de uma pasta azul no lado do prato. Nos pratos dos homens, havia apenas pedaços de carne cozida, cortadas em pequenos quadrados que eram pegos delicadamente com as pontas de suas garras, Jasper ocasionalmente mergulhando na pasta azul.
- Estritamente carnívoros - Alice sussurrou - Legumes podem deixá-los realmente doentes se eles tentaram comê-los. Não podem digeri-los.
Os olhos de Edward ficavam cravados em Bella, assim como os olhos de Emmett. Foi difícil para ela comer sob análise. Ela tentou usar as pontas de suas unhas como eles fizeram. Ela ia ter que parar de roê-las e deixá-las crescerem, se ela não quisesse parecer rude.
- A sua comida está satisfatória, Bella? - Edward perguntou. Bella pulou um pouco.
- Oh, sim, está tudo bem. Está muito saborosa, obrigada. - Bella disse.
Ela olhou para seus colegas de jantar. Parecia que a vida inteligente no universo tinha tomado um padrão semelhante em todos os lugares. Todas as criaturas eram basicamente humanoides aproximadamente com quatro membros, dois olhos, uma cabeça, mas parecia haver infinitas variações no tamanho e cor dessas características. Havia uma criatura bebendo um líquido em uma tigela com o que Bella pensou ser um canudo, mas depois percebeu que era sua língua.
Quando o jantar terminou, as mãos foram novamente lavadas e os pratos retirados pelos drones. Bella fez questão de agradecer o drone que serviu ela e o olhar encantado que ele lhe deu foi a sua recompensa.
Edward se levantou e a sala ficou em silêncio. - Eu pretendo cortejar Bella - ele disse, e olhou em volta com expectativa e pareceu satisfeito com a falta de resposta.
- Eu desafiarei - disse Emmett. Ele levantou-se.
Edward parecia chateado. Houve alguns arquejos pela sala e Alice, a seu lado, fechou os olhos com uma pequena careta. - Eu estava com medo de que isso fosse acontecer - ela sussurrou.
- O que? O que está acontecendo? - Bella sussurrou freneticamente.
- Eles vão lutar para ver quem tem o direito de cortejá-la primeiro.
- Por 'cortejar', você quer dizer namorar?
Alice assentiu. - Eu acho que ele e Edward têm partes iguais o suficiente no DNA para que você seja compatível para Emmett também.
- Eu escolho estacas - Emmett declarou.
Alice soltou a respiração que estava segurando. - Lutar com estacas em vez de mão-a-mão com garras e dentes significa que é menos provável que qualquer um deles seja gravemente ferido.
- Alice, eles lutam apenas até que um deles seja derrubado ou algo assim, certo? Não é até a morte ou alguma desse tipo? – A ansiedade de Bella estava aumentando. Ela não tinha estado ali por mais do que um par de horas e ela já estava separando a família de seu noivo ao meio.
Alice hesitou. - Eles lutam até que um deles se renda. O vencedor pode decidir o que acontece em seguida.
As mesas no final oposto da sala foram puxadas para trás para dar espaço aos combatentes, e aos dois homens foram levados longos, postes de madeira espessa.
Eles se curvaram um sobre o outro e assumiram uma posição de combate. Emmett fez o primeiro movimento e trouxe sua lança para baixo, balançando no ar na cabeça de Edward. Edward girou para fora do caminho, batendo em Emmett no lado com sua lança, em seguida, balançando-a em torno por um momento para derrubá-lo sobre os ombros de Emmett. Emmett tropeçou, mas não caiu, girando na direção de seu irmão, imediatamente tendo que saltar para o lado para evitar um golpe da estaca de Edward, apontado para seu estômago. Parecia que Emmett tinha mais força, mas Edward era mais rápido e mais ágil. Edward o manteve tonto, nunca dando a ele a chance de recuperar seu equilíbrio. Emmett balançou desesperadamente sua lança na cabeça de Edward e Edward se abaixou, girando para atacar Emmett na parte de trás dos joelhos, fazendo-o cair no chão. Edward colocou sua estaca na garganta de Emmett.
Houve uma longa pausa enquanto Emmett considerou suas opções.
- Rendimento - Emmett disse.
Edward estendeu sua lança no ar antes de curvar-se em direção ao seu irmão. Bella pensou que ele estava inclinando-se para ajudar Emmett a se colocar em pé, mas Edward atacou com suas garras e cortou a cauda de Emmett, cortando-a fora de uma vez. Ele levou a coisa ainda se contorcendo no ar através da sala e parou na frente de Bella. Ele ajoelhou-se e estendeu-a para ela, de cabeça baixa.
- Pegue-a, pegue-a - Alice insistiu. - Bella, você tem que pegá-la.
Bella desejou que ela não tivesse comido a versão alienígena de Hot Pockets. Seu estômago estava revirando. Ela estendeu a mão e fechou-a em torno da cauda cortada. Era surpreendentemente pesado, espesso e viscoso com músculo.
A sala aplaudiu.
Bella viu Emmett sendo cuidado por quem ela supôs ser um médico, apontando uma caixa no coto sangrando de Emmett.
Ela olhou para a cauda em sua mão. Ela sempre pensou que não era possível desmaiar estando sentada.
Ela estava errada.
N/Paulinha: É Bed and Breakfast acabou, mas ja começamos com uma nova e super diferente
Edward aliem, ou melhor Alienward \o/
Então explicações, vcs viram que os cap são enormeeees, então por enquanto vai ser um cap por semana, toda segunda feira.
Quando eu tiver mais cap, e senti que vcs realmente gostam e vão participar, vão ser dois cap por semana, mas por enquanto é um e toda a Segunda-feira Ok.
Beijocas e divirtam-se
