Cap. 1 : Um escudeiro muito corajoso

"Isso é tudo que tenho!" – dizia medroso oferecendo umas poucas moedas.

"Não tens mais nenhuma moeda de prata?" - perguntou ameaçando com uma espada, divertindo-se com a expressão de pavor do outro.

"Não, não! Juro!" – tremia, seu rosto já não tinha cor.

"Dê-me então seu bracelete, é de ouro não?"

"Sim, sim...é ouro e bri..bri..bri.."- o outro homem bateu em suas costas para que terminasse a palavra-"brilhantes. Mas eu não poderei entregar-lhe!"

"Não sei se podes ou não, isso não tem importância...Eu ordeno que me entregues, já!"

Sem outra saída ele entregou o bracelete.

"Agora, dispa-se !" –

"Como?" – pensou não ter ouvido direito, muitas vezes isso já tinha acontecido, mas nunca lhe mandaram tirar a roupa.

"Tire a roupa!"-ordenou, o outro porém, olhava sem ação.- "Já!" –gritou.

Ele se embaraçou ao tirar a capa porque tremia muito.

"Vá logo! Não tenho todo o tempo!" – gritava- "Tire a calça!"

Ele tirou de vagar, seus joelhos se encontravam diversas vezes devido a tremedeira.

"Está molhado escudeiro?!" – começou a rir vendo as roupas do homem à frente encharcadas.

"É isso acontece!"

"Esse país é mesmo uma droga, a Igreja comanda tudo enquanto o rei passa o dia inteiro comendo, a princesa faz bruxarias na frente de toda gente, o príncipe é um libertino que vive em orgias rodeado de meretrizes e o escudeiro dele um medroso que molha as calças." - o ladrão se divertia com a situação, gargalhava mostrando os dentes, ou a falta deles, era um homem asqueroso e sujo, vestido de trapos, com a barba grande e um cheiro nojento de estrume. Mesmo assim tinha um tom superior de desprezo e o nariz torcido, falava arrogantemente, pelo menos até sentir algo lhe ferindo as costas.

"Quem dizia que era libertino, senhor? Eu?"- um jovem de cabelos platinados e olhos acinzentados, dum tom muito próximo ao grafite empenhava uma espada perigosamente ao homem.

"Eu..é, é..Nunca! Jamais sairiam palavras tão torpes de minha boca, não dirigidas à Vossa Alteza."

"Então dizes que minto?"

"Não..Não...É..é, eu, eu peço perdão pela falta de reverência e educação que me referi a ti, ofereço minha cabeça como punição." –o ar arrogante de antes, se encontrava bem distante dele agora, se humilhava, pois não era tolo, não confrontaria o futuro rei, o escudeiro se mantinha de nariz empinado e ria do embaraço do ladrão.

"Tome Blaise, vista-se!" - Draco pegou as roupas do amigo das mãos do ladrão e jogou para ele que pegou imediatamente- "E o senhor, faça um bem para essa "Droga de País", SUMA!!" – gritou e o homem logo se afastou.

"Francamente Blaise, novamente?! Eu sou o príncipe e você o escudeiro, entende, você é o escudeiro! Eu fico em perigo e você salva a minha vida e não o contrário. Já é a quinta vez em duas semanas, eu não sou sua babá!"

"Perdoe-me, não acontecerá novamente, eu serei valente, destemido e temido também e não terei medo de nada e te defenderei e todos terão medo de mim e me respeitarão"..- falava com um olhar sonhador, enquanto Draco ria, já era a nonagésima vez que ele repetia esse mesmo discurso – "AAAAHHHHH!" – gritou, começou a tremer novamente, as sombrancelhas juntaram-se e a testa enrugou-se.

"O que foi agora?"

"Atrás de vo...vo...vo..." – não terminou porque desmaiou.

Draco virou para ver do que se tratava e sua irmã lhe sorriu.

"Ele se assustou de você?"

"Forma animaga, vim em forma de hipogrifo."

"Luna, você me preocupa, desse jeito acabará na fogueira."

"Não, nunca colocariam alguém da família real na fogueira, seria tentar contra Deus." – sorria meigamente, Draco revirou os olhos, como ela podia ser tão confiante? Sair por aí fazendo bruxarias ou andando como um animal não muito conhecido enquanto é sabido que quem faz isso acaba tendo uma morte nada agradável.

Luna se abaixou e deu um beijo suave na face de Blaise.

"Por que ele está sem roupa?"

"Foi assaltado..." – falou como de rotina- "De novo!" – disse dando ênfase.

"Por que isso não me surpreende?!" – ela o sacudia- "Blaise, acorde!"

Ele não acordava, então ela tirou a varinha que escondia embaixo do vestido verde escuro e murmurou um feitiço que fez com que os olhos dele se abrissem instantaneamente, mas assim que se abriram ele os fechou com força para se defender da claridade, quando sua visão nublada ficou mais nítida e ele pode ver Luna, sorriu.

"Minha linda amada!" –sentou-se- "Você nem sabe o que aconteceu, um assassino queria me matar, mas eu fui valente e o coloquei para correr, depois um monstro apareceu e eu o matei com crueldade."

Continua.

DgDgDgDgDgDgDg ; DgDgDgDgDgDgDg

N/A.: Pronto 1º cap.

Deu pra ver como o Blaise é...

Deixem reviews...Okay..

Queria pedir desculpas p. Luize, é que eu escrevi Izadora como crítica...Desculpa amor, é q eu tava falando com ela e me confundi toda..!!

Bjim...Cáá

DgDgDgDgDgDgDg ; DgDgDgDgDgDgDg

Raquel Mello Aham Quel..., quero colocar bem misteriosa...espero que goste do 1º cap. Bjim

Isa Slytherin Obrigada flor...demorei um pouquinho, mas atualizei! Amanhã eu posto o 2º cap.

Bjim...

DgDgDgDgDgDgDg ; DgDgDgDgDgDgDg

O/C.: Carolina Flores Riddle... Eu estou muito furiosa contigo, onde é q se viu confundir meu nome com o da minha irmã...!!!!!!

X ...

Sobre a fic, 1º cap. M A R A V I L H O S O ! Mesmo assim ainda estou com raivaa...!!

Ah, adorei o Blaise chamando a forma animaga da Luna de monstro...kkkkkkk

Bjo ...Luize

Ah, dxem reviews...