A/N [Daddy's Little Cannibal]: Wow! É mesmo, wow, a sério? Vocês gostam. A sério? Mesmo que não seja Edward e Bella? E que o Jasper seja um viciado em drogas, vocês gostam mesmo assim? Isso é mesmo muito fixe. Eu gosto desta história. Gosto da forma como tudo anda a brincar. É definitivamente mais divertido do que eu pensava que iria ser.
Renuncia: Eu não sou dona da saga Crepúsculo
Regras do desafio:
Não há mortes de personagens
Não há abuso
Não há violação
Não há lamechice (exemplo: "a minha vida é tão horrível porque não recebi a Xbox que queria pelo Natal)
Tem de ser o mais dentro das personagens possível.
"… a de Alice e do Jasper é a mais… mística. Eles apenas ESTÃO juntos, Eles não estão completos um sem o outro – e nunca estiveram. É isso que os torna diferentes dos outros casais, eles "nunca estiveram". Eles já não eram completos antes de se conhecerem, esperando um pelo outro.
Rapariga Segue Rapaz para Casa
Eu tinha a certeza que ela era uma alucinação. Ninguém de seu bom estado de sanidade mental me seguiria para casa, mesmo que ela tenha pedido autorização, algo que a maioria das minhas alucinações não se dá ao trabalho de fazer.
Eu gostava dela. Ela lembrava-me uma fada, pequena com cabelo negro e uma voz alta e musical. A única coisa que lhe faltava era as asas. Eu pensei se seria possível eu imaginar asas nela, talvez um par grande o suficiente para que ela pudesse levar me consigo quando voasse.
"Desculpa sobre o apartamento." Não sei porque é que tive a necessidade de me desculpar. Não era como se ela fosse ficar por aqui muito tempo. Dar-lhe-ia mais algumas horas, talvez uma boa noite de sono. Antes de ela regressar para seja lá de onde for que ela veio.
"Tudo bem." Ela sorriu me.
Engoli a saliva que se formara na minha garganta e me fazia sentir engasgado. Eu gostava desta alucinação. Não queria que ela se fosse embora. Pensei se haveria uma maneira de ela voltar para mim. Talvez eu pudesse tomar uma droga que enganasse o meu cérebro e que o fizesse pensar que ela era a única alucinação que eu estava autorizado a ter. Ou talvez estivesse cheio de esperança de a puder trazer de volta.
"Tens fome?" Perguntei mais por habito do que por curiosidade. Eu tinha quase a certeza que as alucinações não comiam. "Ou com sede? Tenho quase a certeza de que tenho umas colas no frigorífico se quiseres uma."
O seu sorriso não vacilou. "Eu estou bem." Ela abanou a cabeça e começou a caminhar em direcção ao meu sofá. A sua pequena saia agitava-se com o vento enquanto ela se sentava perto do apoio dos braços. Sentou-se em cima dos seus pés e pousou o livro que trazia no metro no seu colo. Ela abriu-o e continuou a ler onde tinha parado quando se apresentou a mim.
Eu devia estar grato por ela não ordenar tanto como algumas das minhas outras alucinações eram, ou que ela tenha arranjado uma forma de se entreter a ela própria sem ser a incomodar-me, mas não estava. Queria ouvi-la falar. Queria ouvi-la rir. Queria ver o seu sorriso. Tinha um estranho fascínio por esta alucinação. Ela era tudo o que eu sempre quis numa rapariga. Eu nem queria saber se ela era ou não real. Podia fingir.
Entrei para a cozinha. Um elefante roxo estava de pé em cima da mesa. Pensei em dizer-lhe para ir embora, antes que partisse a minha mobília, mas não queria ser mal-educado. Abri o frigorífico e agarrei a primeira garrafa de cerveja que encontrei que não tivesse grilos rosa a rastejar por cima dela. Eles estavam a gritar comigo com as suas vozes altas de insecto. Não conseguia entender o que estavam a dizer, estavam a falar uma língua estrangeira. Penso que era Português [Nota: é de relembrar que o Original é em Inglês]
Abri a carica da garrafa na mesa. O elefante tinha desaparecido. Não sabia para onde ele tinha decidido ir e sinceramente não me interessava. Apenas estava agradecido que ele não tivesse partido a minha mesa. A girafa que lá estava anteriormente já a tinha danificado o suficiente.
Agarrei um frasco de medicação de cima da bancada. O rótulo dizia para tomar meio comprimido duas vezes ao dia. Eu tomava um comprimido inteiro de duas em duas horas. Tinha um amigo que trabalhava numa farmácia. Ele roubava medicação para mim. Não é ético, mas não é impossível. Pus o comprimido na boca antes de engolir meia garrafa de cerveja. Eu não gostava de cerveja, mas fazia a medicação actuar mais depressa e ajudaria a Alice a ficar mais tempo.
Pus a medicação de na bancada de novo e fui para a sala.
O Elefante estava no meio da sala, em frente ao sofá. Ele estava a olhar para a Alice, cujo nariz estava enfiado no livro. Olhei para ela e depois para ele. Pensei se as alucinações se viam umas às outras. Se podiam, ficariam elas com ciúmes das minhas outras alucinações? Pensei em perguntar à Alice, mas reconsiderei e achei melhor não perguntar. Não queria fazer figura de parvo de mim mesmo se as alucinações se conseguissem ver umas às outras.
"Está um elefante na sala." Disse, mantendo os meus olhos na sua reacção.
Ela soltou o olhar do livro. As suas minúsculas sobrancelhas enrugadas e ela olhou em torno da sala, e de volta para mim. A pele da sua testa enrugou enquanto ela franzia as sobrancelhas. Pensei que as alucinações não se podiam ver umas às outras. No entanto, seria um conceito interessante se elas pudessem.
Estava a ficar com calor. Não tinha a certeza se era do álcool ou da medicação. Puxei a minha camisa por cima da minha cabeça e atirei-a para o sofá. Agarrei um maço de cigarros do meu bolso de trás. Um isqueiro vermelho estava enfiado dentro do plástico. Olha para a Alice pelo canto do meu olho. Ela estava a ler o seu livro de novo. Pensei em perguntar-lhe se ela se importava que eu fumasse, mas não era como se eu lhe fosse dar cancro do pulmão. Nem me preocupei em perguntar ao elefante.
Acendi o meu cigarro e atirei o maço para a mesa. Acertou num baralho de cartas. Olhei para a Alice e para o elefante. O elefante estava a acenar com a cabeça enquanto mudava de cores. Estava da cor de verde vómito agora, o que me fazia sentir enjoado.
"Sai daí." Disse ao elefante para me puder pôr em frente à mesa do café e olhar para Alice. O elefante caminhou para o outro lado do apartamento. O seu rabo arrastado pelo chão. Acho que ele estava zangado por eu não lhe estar a dar tanta atenção como a que dei à girafa. Mas como podia eu? A mulher perfeita estava sentada em frente a mim num sofá e eu queria passar o máximo de tempo que pudesse com ela antes que ela fosse embora.
"Queres jogar um jogo de cartas?" Segurei o baralho de cartas que estava na mesa.
Ela retirou o seu olhar do livro e assentiu. Um pequeno e muito fino sorriso apareceu na sua face. "Claro." Ela largou o seu livro a seu lado no sofá e ajoelhou-se em frente à mesa.
Ajoelhei-me do outro lado de onde ela estava e comecei a baralhar as cartas. Ela estava a olhar fixamente para os meus braços. Olhei para eles e depois de novo para ela. "A minha veia rebentou." Respondi para ela. Era obvio o que ela ia perguntar, mais valia admiti-lo. Atirei algumas cartas para ela.
"Deve ter sido doloroso." Ela agarrou nas cartas que estavam empilhadas à sua frente. O seu pequeno dedo começou a juntá-las para que estivessem numa perfeita pilha.
Eu não sabia o que dizer. Queria dizer-lhe que era, mas ao mesmo tempo não a queria assustar. O elefante ficou ciumento e foi-se embora. Agora era apenas eu e a Alice. Estava com esperança que por jogar cartas ela não ficasse aborrecida ou que se sentisse negligenciada.
"Que jogo queres jogar?" Perguntei, decidindo-me de que o silêncio já durava há tempo suficiente. Puxei outro entrave do meu cigarro e atirei o resto dele para a minha cerveja. Era falta de educação fumar em frente de alguém e não queria dar nenhuma razão para a Alice se ir embora.
"Sabes jogar à guerra?" Perguntou, atirando a primeira carta do seu baralho com a face virada para cima, era um seis de paus.
Assenti, atirando a minha primeira carta para a mesa. Quatro de copas.
Ela agarrou as duas cartas, olhando para mim. Atirou outra carta. Desta vez era um ás.
Apenas lhe dei a minha carta, sabendo que não havia maneira de conseguir vencer um ás sem ter um ás no meu baralho e mesmo assim teria de declarar guerra e achava que eu não iria ganhar.
"Obrigada." Ela sorriu-me, agarrando a carta e pondo-a no topo do seu baralho. A manga da sua camisa enrolou-se para cima e revelou uma pulseira branca.
Ela notou ao mesmo tempo que eu. Agarrei o seu pulso antes que ela pudesse puxar a manga para baixo. Os seus olhos não se tornaram espantados e as suas bochechas não ficaram quentes como as de uma pessoa normal teriam ficado se tivesse sido apanhada com um segredo embaraçoso. Em vez disso, ela puxou a manga da sua camisa para me mostrar diversos cortes e nódoas negras.
Agarrei a pulseira e virei-a para puder ler a etiqueta com o nome. "Mary Alice Brandon." Li alto. Estavam diversos números por baixo. Nenhum deles me fazia sentido.
"Eu vejo o futuro." Disse Alice.
Olhei para ela, estava a sorrir-me. Não era um sorriso de felicidade. Era um tipo de sorriso que se dá a alguém quando não se quer ser mal-educado. Ela puxou a mão para longe de mim, mas não puxou a manga para baixo. Em vez disso enrolou para cima a outra manga. Havia mais nódoas negras, mas não haviam mais cortes.
"Os meus pais mandaram me para o hospital para conseguirem encontrar uma cura para mim. Fizeram me terapia de choque diversas vezes e quando isso não parou as visões o meu pai ofereceu a ideia de uma lobotomia."
"As lobotomias não são ilegais?" Não queria interrompê-la.
"Não em todo o lado, mas na maioria dos estados são. Dizem que é muito bárbaro." Ela assentiu. As suas pequenas mãos passaram pelo seu cabelo. "O meu pai é um homem muito poderoso, enquanto tiveres muito dinheiro podes literalmente safar-te de um homicídio." Ela respirou fundo e encostou-se ao sofá atrás dela. "Mandaram-me para um hospital, um real, tu sabes, o tipo para onde as pessoas doentes vão. Os médicos mantinham as vozes baixas quando estavam à minha volta. Marcaram uma Amigdalectomia. O plano era, pelo menos pelo que eu entendi da minha visão, tirarem me as amígdalas como planeado quando as enfermeiras saíssem, um dos médicos iria fazer a lobotomia."
Eu saltei e travei um grito. A Alice estava sentada em frente a mim com um picador de gelo no canto da sua testa. Sangue deslizava pelas suas bochechas e os seus olhos não tinham pupilas. Ela virou a cabeça para o lado e enrugou as sobrancelhas para mim. A minha respiração estava a ficar áspera e pensei se era possível para mim tirar o picador de gelo para fora do seu crânio sem a magoar.
"Estás bem?" Perguntou-me.
Fechei os olhos e respirei fundo. É apenas a minha mente a jogar comigo. Tentei convencer-me a mim mesmo. A Alice não tem na realidade um picador de gelo espetado no seu crânio. Quando abrir os olhos, tudo estará de volta ao normal.
Abri os olhos. A cabeça dela ainda estava virada para o lado, mas o sangue e o picador de gelo tinham desaparecido. Ela ainda estava a enrugar as sobrancelhas na minha direcção. Não lhe ficava bem. Tentei pensar em algo que a fizesse sorrir, mas o choque de ver alguém com um picador de gelo na cabeça estava a impedir-me de pensar em algo agradável para falar.
"Tiveste outra alucinação, não tiveste?" Perguntou-me. Ela não parecia assustada ou zangada. Era como se me estivesse a perguntar se eu tinha tido uma boa noite de sono.
"Como é que escapas-te da lobotomia?" Evitei a sua questão.
"Vim-me embora." Ela estremeceu, agarrando a minha metade do baralho e misturou com a dela.
"Como é que vieste embora? Apenas saíste?"
Ela assentiu. "Não é assim tão difícil como pensas que é. É ainda mais fácil quando tens visões." Ela começou a baralhar as cartas nas suas pequenas mãos. "Vi-me a sair do hospital, por isso sai."
"Qual é a frequência das tuas visões?"
Ela atirou duas cartas para mim. Uma estava para cima e outra para baixo. Resmunguei com ela. Tinha ela decidido mudar o jogo que estávamos a jogar?
"Depende." Ela atirou duas cartas para a frente dela. A que estava para cima era um dez de copas. "Eu não consigo controlar as minhas visões. Elas nem sempre se tornam realidade. Toda a gente tem vontade própria. Eu apenas vejo qual é a sua decisão naquele momento. Toda a gente tem autorização de mudar de ideias, isso muda a visão." Ela olhou para a sua carta que estava voltada para baixo. "Queres uma ou ficas?"
"Que estamos a jogar?" Perguntei olhando para a minha carta de baixo. Era um sete de paus. A de cima era um três de espadas.
"Blackjack. Vinte e um. Pontão. Depende do que lhe quiseres chamar."
"Dá me uma." Disse-lhe. Eu nunca tinha sido bom a blackjack, mas jogaria com ela se era mesmo isso o que ela queria jogar. "Quanto tempo vais aqui ficar?"
Ela olhou para mim. Os seus olhos ficaram surpresos e a sua cara descaiu. "Estás a pedir-me para ficar?"
Assenti. "És a primeira alucinação que eu realmente gosto. "
Os seus lábios torceram-se e ela soltou um pequeno riso. "Ficarei o tempo que me deixares ficar por aqui. Não tenho mais nenhum sítio para onde ir." Ela atirou-me outra carta. Era uma rainha de copas.
"Eu fico." Disse-lhe, levantando a minha mão.
A rainha da carta sorriu. Virei a cabeça para o lado e encolhi as sobrancelhas. Ela estava a piscar-me o olho enquanto as suas sobrancelhas se levantavam e baixavam. Os seus lábios enrugaram-se e uma língua rosa começou a lambe-los. Olhei para a Alice, ela estava a resmungar na minha direcção.
"Ainda queres jogar?" Perguntou-me. "Pareces um pouco doente."
"Estou bem". Menti-lhe, levantando-me e dando um passo para longe da mesa. Fui contra algo, virei-me, o elefante estava de volta. Olhei para Alice. "Esqueci-me de tomar alguma medicação." Agarrei na garrafa de cerveja e entrei na cozinha. A girafa estava sentada na mesa, ela estava com a cabeça dobrada, provavelmente porque se ele se levantasse bateria com a cabeça directamente no tecto.
Eu estava habituado a alucinar, mas havia um ponto em que se tornava demais. Não gostava quando as cartas se atiravam a mim. Eu gostava da Alice e queria que ela ficasse. O elefante era um pouco irritante mas eu conseguia viver com isso. A girafa provavelmente partiria a mesa, mas eu nunca comia nela de qualquer forma. Mas as cartas não se faziam a mim.
Eu não conseguia abrir o frasco da medicação. As minhas aos tremiam demasiado. "Que chatice!" Gritei enquanto atirava o frasco contra o lado do balcão e o tentava abrir. Não estava a funcionar. Estava prestes a atira-lo contra a parede quando as mãos da Alice se enrolaram em torno das minhas. Funguei.
"Deixa-me ver isso." Ela agarrou o frasco e abriu-o para mim. "Quanto é que precisas?" Perguntou despejando os comprimidos na sua mão.
A culpa fazia o meu estômago queimar. "Dois." Respondi, esticando a minha mão.
Ela deu-me dois comprimidos brancos. Pu-los na minha boca e engoli-os. Não foram para baixo. A minha garganta estava muito seca. Precisava de algo para os empurrar para baixo. Agarrei a garrafa de cerveja que estava no balcão.
"Não faças isso." Alice agarrou o meu pulso. "Puseste o cigarro dentro dela." Explicou. Pus a garrafa em cima do balcão de novo. Já tinha engolido beatas de cigarros antes, a maioria das alucinações apenas se ria. "Há mais no frigorífico?"
Cuspi a medicação para a minha mão. "Sim, mas tem cuidado com os grilos."
Ela acenou e virou se ao contrário.
"Porque me estás a ajudar?" Perguntei-lhe, virando-me para puder olhar para ela. Ela estava a abrir a porta do frigorífico. Os grilos rosa ainda estavam a rastejar por cima da cerveja e a gritar-me em Português.
"Parecias precisar de ajuda." Ela tirou a anilha de uma cola e deu-ma. Eu queria uma cerveja, mas calei-me. Não queria ferir os seus sentimentos.
"Obrigado." Pus os comprimidos na boca e comecei a beber a cola.
Alice saltou para cima do balcão. Estava surpreso por ela o conseguir ver, quanto mais saltar para cima dele. A sua saia verde pendurada por cima dos seus joelhos. As suas mãos no seu colo. "Acho que precisas de te deitar."
Desfiz a lata de cola vazia na minha mão e olhei para ela. Ela estava a balançar os pés para a frente e para trás. "Eu estou bem." Menti. "Só preciso de algo para acalmar os meus nervos."
"Os relaxantes musculares vão fazer isso por ti." Ela segurou o frasco nas suas mãos.
"Podes tomar um, se quiseres."
"Não." Abanou a cabeça. "Eu estou bem. Tens a certeza que não precisas de te deitar? Não pareces bem."
Assenti. "Dói-me a cabeça." Admiti. E a girafa estava a olhar me com um ar nojento. Não lhe disse sobre a última parte, mas estava definitivamente na minha mente. "Queres deitar-te comigo?"
"Não me quero meter no caminho." Resmungou.
"Não me incomodas. Alias, tenho medo de que quando acordares tu, tu tenhas ido embora."
Ela saltou do balcão. "Okay." Sorriu-me. "Eu deito-me contigo." Ela segurou-me a mão.
Sorri. Pela primeira vez em muito tempo eu não me sentia doente. O meu estômago não estava em farrapos. Não estava preocupado com os elefantes e as girafas. A minha atenção estava toda na pequena mão entrelaçada na minha. Sabia… bem.
Fim do Capitulo
A/N [Daddy's Little Cannibal]: Bem, é definitivamente mais longo. Tenho uma ideia de como quero escrever esta história. Estou tão excitada com isto. Adoro a relação deles porque, como a Stephenie diz, eles são incompletos um sem o outro, o Jasper está convencido que a Alice é uma alucinação e a Alice é apenas esta menina pequena que escapou a uma lobotomia, e agora anda com este tipo com quem teve uma visão.
Além disso, é engraçado escrever sobre alucinações. Espero que este capítulo não tenha sido muito aborrecido. É apenas o segundo, mais virá no progresso da história.
Linha favorita: "Está um elefante na sala." Tens uma linha favorita? Se tiveres, deixa um comentário a dizer-me.
