Capitulo dois: enfim a paz

Chocado Severus sento na única poltrona que tinha na sala, olhou seu braço novamente não queria que aquilo que fosse não passasse de uma miragem, mas era a mais pura verdade, finalmente Voldemort deixava de existir, deixava de aterrorizar o mundo com seus ideias. Na lareira Draco acabava de sair acompanhado de sua mãe, estava feliz por ter ajudado Potter em alguma coisa.

-Como foi? –perguntou Severus se levantando da poltrona um pouco assustado.

-Como você previu, Potter venceu, estamos totalmente livre dele. –respondeu Narcisa se sentando no sofá estava completamente cansada de toda aquela guerra.

-Astória? –perguntou Draco para o padrinho.

-Esta de cama, não garanto que vá sobreviver, seu filho nasceu saudável. –respondeu Severus apertando o ombro do afilhado, sabia que ele ia sofrer muito cuidando do filho sozinho se Astória chegar a falecer.

-O que exatamente ela tem? –perguntou Narcisa sem entender.

-Pra falar a verdade, ela tem varíola de dragão, sei que essa doença existe cura, mas no caso dela a doença avançou tão rápido que a cura não adiantara de nada nela, ela não tem muito tempo. –respondeu Severus cansado, estava completamente exausto depois de feito o parto dela.

-Voltará a Hogwarts como professor? –perguntou Draco um tanto mortificado com a doença da esposa.

-Eu não sei, eu já cumpri minha missão em Hogwarts. Não pretendo voltar. Não tenho amigos ali, acho que não vale a pena. –respondeu voltando a se sentar, realmente não sabia mais nada a respeito de sua vida, não sabia mais o que fazer.

Draco decidiu naquele momento que ficaria com a esposa, queria passar os últimos momentos da esposa junto dela. Severus viu Draco subir as escadas, suspirou não queria que ele sofresse muito. Logo Narcisa subiu para seu próprio quarto. Naquele momento sozinho Severus decidiu que estava na hora de retomar suas pesquisas, deixaria de lado sua vida de professor e retomaria sua vida de pesquisador, coisa que não devia ter deixado de ser, mas naquele tempos eram outros, aora que não existia mais Voldemort, poderia refazer sua vida em paz.

_\_\_/_/_

Harry estava feliz por ter finalmente eliminado seu algoz, não queria mais saber de guerra. Se juntou a Remus que estava abraçando o corpo sem vida de sua esposa, ele não conseguia entender como tinha sobrevivido a guerra e a espoa não. Harry abraçou o amigo de seu pai, não queria que ele sofresse mais.

-Esta tudo bem. –disse Harry beijando a testa do homem.

-Eu não sei Harry, não sei se conseguirei criar Teddy sem Tonks, nesse momento estou sentindo a falta do sorriso dela, do jeito atrapalhado dela. Ela mudou completamente minha vida. –disse Remus acariciando o rosto frio de Tonks.

-Bem lá no fundo existia pessoa certa pra você, tenho certeza de que a encontrará onde menos espera é só ter fé e confiar em si mesmo, confesso que também sentirei falta dela. –disse Harry arrumando os cabelos emaranhados de Tonks.

Remus sorriu e depositou a esposa na maca e se levantou, estava disposto a recomeçar a vida, mas nunca iria esquecer a mulher que lhe ensinou o valor do amor, não esqueceria as pequenas brigas que teve om ela antes de realmente se casarem, tinha sido feliz nesses momentos e faria de tudo para que Teddy fosse feliz. Contaria para ele todas as aventuras de sua mãe.

Harry sorriu e depositou um beijo na testa de Tonks, queria que ela descansasse em paz onde estivesse que ajudaria Remus a cuidar do afilhado. Ao longe a família Weasley via como Remus Lupin sofria a perda de sua esposa, eles já estavam sofrendo a perda de dois de seus filhos. Ronald Weasley e Ginevra Weasley. Hermione estava ajoelhada acariciando o rosto do amado e com a outra mão ela segurava a mão fia de seu amado contra seu ventre, coisa que não passou despercebida pelo olhar de Molly Weasley.

Minerva subiu no palanque e resolveu dar um recado para os sobreviventes.

-Boa noite amigos, estudantes e familiares, Hogwarts fechara por um ano, para que possamos reconstruí-lo e para que possamos nos reorganizar, sei que muitos de vocês perderam parentes na guerra e quer um momento para se despedir apropriadamente deles. Quero deixar claro que sinto muito pelas perdas, mas não podemos nos deixar de viver por isso, quero que vivam e faça valer a pena o sacrifício de seus entes queridos. Tenho um recado de Dumbledore para vocês estudantes que voltaram a estudar quando reabriremos.

"Ele decidiu que Remus Lupin voltaria para ficar com o cargo de DCAT ate quando ele se cansasse de realmente a dar aulas. Que Severus Snape é inocente de sua morte, pois na noite de sua morte ele já estava morto, quando chegou com Harry Potter em uma de suas missões, a poção que Dumbledore tomou naquela noite foi preparada por Tom Riddle, ou seja Voldemort, a maioria das poções que esse ser criou ao longo de sua estadia como estudante em Hogwarts sempre foi venenos, Voldemort sempre pensou na morte como um todo. Severus Snape foi um agente duplo, mas sempre atuava no lado da luz quando estava entre as trevas, eu desejo que vocês aceitem que ele é o homem mais corajoso que Hogwarts já teve. Dumbledore pede que aceite ele como professor de poções no próximo ano e isso é tudo. –declarou Minerva feliz de dado aquele recado.

Harry abraçou Remus, gostava das aulas dele, apoiaria a decisão dele, mesmo que ele já não quisesse mais trabalhar como professor. Remus sorriu, com aquilo já dava para assumir a responsabilidade do filho, não permitiria que a infância do filho fosse prejudicada. Hermione resolveu que já estava na hora de deixar que o amado partisse, confirmou as suspeitas de Molly a respeito de sua gravidez.

Naquela noite Harry ficou o tempo todo com Remus e Hermione. E então decidiu que queria viajar conhecer um pouco Londres, agora que podia, queria conhecer os lugares que sempre quis. Expos seu desejo para os dois que estavam com ele naquele momento.

-Não poderei te acompanhar Harry. Preciso me cuidar, eu queria ter contado a Rony que ele ia ser pai, mas achei que ele conseguiria sobreviver a guerra. Estou gravida do Rony há quatro meses. –disse Hermione chorando, sentia a dor lhe atacando naquele momento.

Remus abraçou a garota, sabia por experiência o que ela ia passar naquele momento. Harry chorou um pouco, Hermione tinha um pedacinho de Rony dentro dela, amaria aquela criança acima de tudo.

-Estou feliz, mas tão feliz que tenho vontade de gritar para o mundo. Eu ajudarei você a cria-lo Mione. –disse Harry abraçando a amiga com cuidado e carinho. A considerava como uma irmã que nunca teve.

-Mas eu não quero que desista da viagem por minha causa, quero que você se divirta por mim, você mais do que ninguém merece um pouco de paz, merece conhecer tudo o que sempre quis, eu estarei na casa dos meus pais me cuidando. Você também devia ir Remus espairecer um pouco da morte de Tonks, pense em Teddy depois de tudo você já sofreu demais. –disse Hermione acariciando o rosto marcado de Remus e o rosto de Harry.

-Não desistirei da viagem, mas quero que me prometa que vai se cuidar. –pediu Harry beijando o rosto molhado de Hermione

-Também não desistirei, quero que o meu filho tenha tudo o que eu não pude na minha infância, quero que ele seja feliz. –disse Remus feliz.

_\_\

No ministério da magia começava uma eleição para eleger um novo Ministro já que Rufus Scrimgeor tinha perecido por Yalex que também foi eliminado por aurores. Logo no Salão de entrada do Ministério uma grande foto do novo Ministro surgia. Arthur Weasley. Todos sabiam que o homem tinha acabado de perder seus dois filhos menores, decidiram que ele seria o melhor Ministro que o mundo bruxo já teve.

Arthur Weasley pesnava no bem da comunidade acima de tudo e se preocupava ate com os muggles que tinha parentes bruxos, se preocupava com todos em geral.

Arthur recebeu a notificação em Hogwarts quando ajudava a esposa a consolar os filhos mais velhos. E naquele momento ele aceitou mais aquela missão, faria com que todos os bruxos das trevas pagassem caro por ter destruído parte de sua família.

_/_/

Duas semanas depois do enterro de Ronald e Ginevra Weasley. Harry terminava de arrumar sua mala e encolheu e colocou no bolso da jaqueta que usava e logo foi de encontro com Remus que estava dando de mamar ao pequeno Teddy. Logo a mamadeira do menino foi esvaziada com voracidade. Harry sorriu, tinha aprendido muito nessas duas semanas com o afilhado e Remus.

-Estou pronto para a viagem. –disse Harry.

-Certo, vamos esquecer um pouco essa guerra. –respondeu Remus se levantando com cuidado, não queria assustar Teddy que já pegava no sono.

-\-\

A primeira parada da viagem foi no Brasil, Harry tinha curiosidade mórbida por conhecer a capoeira e o samba, mas bem lá no fundo não achou o samba grande coisa, mas adorou a capoeira. Remus sorriu ao ver Harry rindo feliz. Conheceram as ruas do país passaram por Salvador, Recife, Floripa até parar no Rio de Janeiro para vero Cristo Retentor, salvador do mundo. Tiraram muitas fotos magicas, Harry também aproveitou roupas de bebe para Hermione como lembrancinhas. Também passaram por museus de artes, historias de guerras. Visitaram o museu principal de São Paulo, museu de artes magicas.

Harry olhava tudo fascinado, naquele momento agia como um pré adolescente, estava completamente curioso com tudo que estava conhecendo no Brasil. Remus ria completamente feliz, sabia que Harry também estava feliz se divertindo ao conhecer aquele país.

São Paulo foi a ultima parada no país, ali conheceram a escola magica do país a Academia de Bruxaria e Feitiçaria também já era uma faculdade. Remus adorou conhecer a academia, o diretor da escola, ficou feliz em abrir as portas para os heróis da guerra das trevas na grande Grã Bretanha. Alef Murdoc era um grande conhecido de Albus Dumbledore.

Harry quis ir na biblioteca queria fazer umas pesquisas, Remus também queria fazer essas pesquisas, queria ficar informado de certas culturas do Brasil. Pediu pergaminhos emprestado e tinteiro, fez varias anotações. Teddy que ate o momento era um bebe de não mais de seis meses olhava tudo sem entender desde o colo do pai, mas sorria feliz.

-/-/

Em Londres duas semanas antes, Severus estava reorganizando sua mansão, não sabia o que fazer ali, mas oi direto para uma parte da casa, que só ele conhecia, ali abriu uma parte da parede, pegou uma grande caixa preta que estava ali. Dentro existia milhares de anotações que naquele momento ele achou que era melhor juntar tudo direitinho e lançar um ou dois livros.

Flashback

Severus Snape ficou completamente confuso quando voltou para sua mansão e encontrar aurores e o Ministro parado no portão de sua casa e então:

-Weasley? Aconteceu alguma coisa? –perguntou Snape estático.

-Absolutamente nada, só vim entregar a sua liberdade e Ordem Merlin Segunda Classe por ter prestados serviços na guerra a favor de Harry Potter. Também queria que você soubesse que eu sou o novo Ministro e também deixar um recado de Minerva, ela lhe espera em Agosto do ano que vem para que volte a assumir o cargo de poções. –respondeu Arthur.

-Acho que não pretendo voltar a ser professor nunca mais em minha vida, a missão que eu tinha que cumprir eu já cumpri, agora voltarei a minha antiga profissão. –disse Snape um pouco rude, não deixaria que ninguém mais manipulasse sua vida novamente.

-Terá que falar om o conselho escolar sobre isso. Era só isso que eu tinha para falar, ate mais. –disse Arthur e pediu que os aurores fossem embora.

-Eu sinto muito pelos seus filhos, eles não mereciam morrer nas mãos de Bellatrix e Dolov…

-Harry matou Dolov porque ele tinha matado Rony e a esposa de Lupin. Já Bellatrix, Molly se vingou dela pela morte de nossa única filha e neto, foi um choque eu sei, mas Giny ela realmente saia com alguém depois da separação com Harry, mas obrigado mesmo assim. –interrompeu Arthur, ele não estava afim de lembrar da dor de ter perdido seus filhos mais jovens.

Fim flashback

Severus balançou a cabeça, não estava com cabeça para aquilo, mas definitivamente não voltaria a Hogwarts. Mas sabia que teria que ir conversar com o conselho escolar a respeito de suas decisões. Tinha certeza de que acabaria aceitando a voltar.

Com a caixa em mãos Severus saiu daquele corredor, foi para seu escritório particular, arrumar aqueles montes de pergaminhos, foi enumerando as paginas e assim por diante, depois escreveu uma carta para uma editora que ele conhecia, fez uma copia de um daquele monte, o outro ainda tinha que revisar umas coisas, algumas das poções anotadas estavam confusas.

Severus fez um pacote e chamou sua coruja negra como a noite chamado Osiris e pediu que ele entregasse aquele pacote para a editora Bristol. Tinha certeza de que aquele livro seria muito vendido, além de ter varias poções curativas e testadas quando ele era um investigador inominável que participava em alguns casos raros nos hospitais bruxos.

Começou a revisar os outros papeis que tinha na caixa e descobriu algumas anotações inacabadas. Estudou um deles e percebeu que se tratava de uma poção para a maldição cruciatus. Resolveu ler ao ver no topo da folha a palavra "falha na poção" pegou um papel limpo e recomeçou novamente aquela anotação logo descobriu qual era o verdadeiro erro, nunca que os ingredientes faria contatos por serem muitos diferentes.

Decidiu preparar uma nova poção como base daquela em que tinha falha, adicionou um ingrediente totalmente diferente daquele que implicava. Foi para a bancada e de lá só saiu no horário do almoço ao sentir demasiada fome.

-\-\

A nova parada da viagem de Harry foi no E.U.A ali conheceu muitos lugares fascinantes. Teddy já tinha sete meses, sorria bastante quando via o padrinho, tinham visitado a Disney para divertir o pequeno no colo de Remus, Harry tinha novamente comprado lembrancinhas para Hermione. Remus tirava muitas fotos com o pequeno em seu colo.

Conheceram também a escola de Magia Americana. Ali Harry também fez as pesquisas, ele queria estar informado de certas magias e estilos. Um livro de poções lhe chamou a atenção "poções de cura avançada por Severus Snape", Harry tinha lido nos jornais antes da viagem que o homem foi declarado inocente depois da morte de Tom Riddle. Remus viu o livro que Harry tinha em mãos e sorriu, sempre soube que Severus era um homem capacitado, sabia que ele lançaria um livro com muitas descobertas.

-Chocado Harry? –perguntou Remus.

-Sim. Ele lançou um livro muito raro. Espero que ele não seja igual Lockhart. –respondeu Harry folheando o livro.

-Não Harry, Severus nunca gostou de fama. Esse não é seu primeiro livro publicado, ele publicou seu primeiro livro quando ele estava no sétimo ano. Algo como "criaturas magicas e suas propriedades" foi um livro que rendeu milhares de informações sobre curas. Foi de lá que ele extraiu uma informação sobre a poção que eu tomo. –respondeu Remus.

-Puxa ele é um homem muito inteligente, queria ter a paciência que ele tem, para ler tantos livros…

-É só ter fé Harry, você também é inteligente só precisa confiar em si mesmo. –disse Remus puxando Harry para um abraço com Teddy.

-/-/

Hermione estava nervosa quando descobriu que estava esperando quadrigêmeos, não conseguia acreditar muito, mas estava feliz, o homem que amava lhe tinha deixado quatro crianças para amar e cuidar. Antes de morte dele, eles tinham conversado e planejava os planos para os futuros filhos. Hermione ria feliz naquele momento sozinha em seu quarto na casa de seus pais. Fazia acompanhamento medico no modo muggle, pois sua mãe queria acompanhar tudinho.

-\-

Hogwarts a cada dia crescia mais na ala leste, onde tinha sofrido mais dano. Minerva estava feliz por a reforma do castelo ir perfeitamente bem ela não via a hora da reforma acabar o que era prevista para o fim de maio. Também estava feliz por os professores aceitarem a voltar para seus antigo postos, o que lhe tinha chocado um pouco foi Snape, ela achava que ele não ia querer voltar para o colégio, ledo engano.

Severus ajudou um pouco na reforma, viu Hagrid transportando um berço e estranhou:

-É para o filho de Remus sei bem que ele já vai completar um ano de idade em abril. –disse Minerva ao ver o olhar dele.

-Certo, ele vai permanecer conosco? –perguntou com desdém.

-Sim, Remus é o único parente vivo do menino, ele herdou a metamorfomagia da mãe, não precisa se preocupar, ele não é nenhum lobinho para que você precise preparar a poção do pai dele. –respondeu.

-É uma criança, eu não daria esse sofrimento a uma criança como o pequeno Lupin. –disse Severus.

-\-\-\

Draco Malfoy não conseguia acreditar que Astória estava sendo sepultada naquele dia, sabia que o padrinho tinha razão, mas não conseguia acreditar de qualquer forma era inconcebível aquela monstruosidade que tinha acometido Astória. Seu filho Scorpius tinha sentido a magia de sua mãe morrendo.

Scorpius tinha quatro meses de vida, Narcisa tinha contado a Draco que o neto tinha um primo, Teddy Lupin, pois era filho da prima de Draco. O loiro sorriu, sabia que o primo de seu filho era uma criança normal, queria que o filho conhecesse aquele menino e confiasse nele.

-\-\\\\\\\

Hermione Granger acabava de completar oito meses de gestação. Fazia quatro meses desde que Harry tinha saído de viagem com Remus. Estava feliz de qualquer forma. Ela estava em Hogwarts apreciando os bons momentos que passou com os amigos e em especial Ron Weasley.

Draco Malfoy estava conversando com o padrinho perto da entrada do Salão Principal, carregava seu filho no colo. Hermione não sabia o que dizer ao respeito ao ver como o loiro se comportava com o filho no colo diante de Snape, ficou mais assustada quando viu Snape carregando o bebe de Draco.

Hermione decidiu deixar os dois em paz, não valia a pena perder tempo com eles sendo que eram dois Slytherin sem coração. Snape percebeu o olhar triste de Hermione.

-Porque não vai pedir perdão para Hermione? –perguntou Snape como se não quisesse nada.

-Porquê? –respondeu assustado com aquela pergunta repentina.

-Porque seu pai era um idiota, a maioria das pessoas aqui em Hogwarts provieram dos muggles. Acredite! –respondeu indo em direção de Hermione Granger.

Draco seguiu o padrinho sem acreditar no que ele dizia. Hermione acabava de se sentar na relva do lago, queria apreciar a brisa sentada na beira do lago. Draco por impulso ajudou Hermione ao perceber que ela ia cair sentada, de longe dava para perceber que ela estava gravida.

-Você esta bem? –perguntou ajudando ela a se sentar na grama.

-Estou. – respondeu chocada ainda.

-Olha, não sei o que eu faço aqui, mas acho que devo um pedido de desculpas pela forma que eu te tratei desde que te conheci e eu sinto muito por Ronald Weasley. –disse se sentando ao lado dela.

-Draco tem razão no que diz, esta gravida do Weasley? –perguntou Snape ficando de pé.

-Sim, quadrigêmeos. –respondeu acariciando a banca.

Snape e Malfoy arregalaram os olhos, nunca que imaginaria quatro filhos ao mesmo tempo, mas estava feliz por Hermione, pois Weasley fazia fala na vida dela. Por curiosidade Draco tocou na barriga da morena sem permissão dela, ali Hermione sentiu as patadas rudes de seus filhos.

Draco riu, ele nunca que imaginaria os filhos do furão agindo daquela maneira com ele. Snape depositou Scorpius no colo de Draco e foi ver o que Minerva queria com ele, Draco segurou o filho com cuidado, ainda não tinha se acostumado a segurar o filho no colo.

-Seu filho? –perguntou Hermione com curiosidade.

-Sim. Astória me deu esse presente, mas agora ela esta lá em cima. –respondeu magoado ainda não conseguia superar a morte da esposa.

-Sinto muito. –disse Hermione com cuidado.

-Tudo bem. –respondeu olhando ao pequeno em seu colo.

-Posso? –perguntou se referindo ao filho dele.

-Claro, ainda não me acostumei a pegar ele no colo. –disse, deixando que Hermione pegasse Scorpius no colo.

-/-/

Uma semana depois, Harry e Remus estavam partindo para o Canadá. Teddy acabava de completar nove meses e estava aprendendo a andar. Naquela noite quando chegou no país, Remus pediu um quarto isolado para que pudesse sofrer a sua transformação em paz. Teddy ficou com o padrinho naquele momento, Remus não queria o filho perto dele naquele momento, tinha medo de machucar o filho, mas ele sabia que o lobo interno não faria isso com seu filhote, mas não estava preparado para isso.

Harry entendeu, cuidou de Teddy como se fosse um filho naquele momento, ele adorava cuidar de Teddy.

Assim como nos países em que visitaram Harry também fez pesquisas na biblioteca da escola de Magia Canadense. Comprou alguns livros de títulos interessantes, comprou os dois livros que Severus Snape lançou, queria conhecer aquelas descobertas. Mas o que mais chamou a atenção dele naquele momento quando estava na livraria com Teddy foi um outro titulo "Como bloquear a mente das Trevas por Severus Snape" Harry sabia que o mestre de poções era um homem muito inteligente, aquele livro atiçava a mente de Harry por lê-lo. E então Harry entendeu, não queria mais ter a mente invadida a torto, queria proteger suas memorias.

-\\\\\\\\-/

Num lugar distante da grande Grã Bretanha, um menino de mais ou menos dez anos surgia do meio do nada, os bruxos que viram aquilo ficaram chocados e tão assustados, alguns desmaiaram ao ver o menino aparecendo do nada naquele restaurante, causando um alvoroço total, ninguém se atrevia a se mexer. O pequeno olhava a todos sem entender, não sabia como tinha chegado lá, não sabia o que tinha acontecido.

-Onde estou? –perguntou o menino para um senhor que estava sentado na mesa em que ele estava.

-Londres, Caldeirão Furado. –respondeu o senhor tremendo de medo.

-Mas papai disse que Caldeirão Furado não existia mais. –respondeu o menino olhando admirado para o lugar em questão. –Em que ano estamos? –tornou a perguntar o menino.

-Estamos em Março de 1999. –respondeu o senhor mais tranquilo ao ver que o menino não fazia nada demais, era somente um menino muito curioso.

-Merlin! Eu não posso estar longe de casa, longe dos meus pais. Não posso estar nesse ano, não posso! –respondeu o menino chorando assustado, agora mais que nunca precisava saber o que tinha acontecido para que ele viesse parar nesse ano em especifico.

-De onde você veio? –perguntou o senhor com delicadeza, não queria assustar o menino.

-Vim do futuro. Vim do ano de 2014. –respondeu.

-Qual é o seu nome? –perguntou o senhor.

-Meu nome? Russel Lane Snape-Potter. –respondeu o menino.

-Russel Lane Snape-Potter? Por um acaso seus pais são Severus Snape e Harry Potter? –perguntou o senhor muito chocado com o nome do menino em questão.

-Sim. –contestou o menino.

-Meu nome é Arthur Weasley e essa é Molly minha esposa, conheço seus pais, mas há algo errado. –disse Arthur olhando sua esposa sem entender muito bem o que estava verdadeiramente acontecendo ali naquele momento.

-Pode nos contar o que aconteceu antes de você vir parar aqui? –perguntou amavelmente Molly.

-Papai e papa estavam brigando, eles sempre brigam, mas essa briga deve ter tido algum tipo de surto de magia para que me mandassem para esse ano. –respondeu o menino de cabeça baixa e deitando nos braços apoiado no tampo da mesa.

-Descobriremos juntos o que aconteceu com você, mas agora precisamos sair daqui, já atraiu muita gente por hoje. –disse Arthur, já não estava gostando de tanta gente olhando para eles naquele momento.

-Esta bem, vovó. –respondeu Russel.

-Vovó? –perguntou um tanto feliz, mas porem chocada.

-Sim, papa disse que você é como uma mãe para ele. –respondeu o menino abraçando a Senhora Weasley quando saíram do Caldeirão Furado.

-Eu considero Harry como um filho para mim. –disse a Senhor Weasley completamente feliz com aquilo.

-/-\\\-

Dez de março de 1999.

Remus não cabia em si de alegria estava completando 39 anos, estavam em Cairo, uma cidade muito fascinante do Egito, seu filho Teddy ria no colo do padrinho. Harry sorriu também tinha feito uma surpresa para Remus, sabia que o homem ia adorar essa surpresa mais que tudo na vida.

-Incrível, primeira vez que eu vejo um amigo de meu pai feliz no dia do próprio aniversario. –disse Harry.

-Como assim pirralho? –perguntou Remus fazendo posse de bravo.

-Hahahaha, nem adiante Moony, só Snape consegue me assustar com esse "pirralho". Vamos abra seu presente e num reclame. –respondeu Harry empurrando um embrulho para o amigo.

Remus olhou Harry sem entender, mas deu de ombros e abriu o embrulho. Ali dentro da caixa tinha u vidrinho com um liquido roxo, meio rosa. Olhou para Harry sem entender, não tinha achado graça naquele presente. Pegou o vidrinho e um pergaminho que estava ali.

-O que é isso hein? –perguntou Remus sem entender.

-Apenas beba…

-Acha mesmo que eu vou beber isso sem saber o que é? –perguntou bravo.

Harry riu, aquilo enfureceu Remus mais ainda. Harry se levantou com Teddy no colo e sussurrou no ouvido do mais velho.

-É a cura para seu probleminha peludo. –disse nos sussurros e foi embora levando Teddy com ele.

Remus voltou o olhar para o vidrinho e depois para o pergaminho que ainda permanecia fechado, não conseguia acreditar naquela sorte, mas mesmo assim estava completamente embasbacado com o que via. Resolveu abrir o pergaminho e matar a curiosidade que sentia.

'uma vez você me disse que eu sou inteligente e que poderia fazer minhas próprias descobertas, mas olha eu descobri tantas coisas que tenho medo ate de virar um próximo lord das trevas, mas essa não é nenhuma razão e muito menos um sonho para mim, só quero o bem de todas as pessoas que confiaram em mim sem querer nada em troca, mas você Remus é um dos melhores amigos de meus pais e devo muito a você por ter me ensinado a fazer o melhor de mim, o melhor patrono. O patrono foi um presente enorme que você me deu, pois me ensinou o valor de proteger aqueles que eu amo, mas por culpa ou talvez fosse pela raiva eu não consegui proteger meu melhor amigo e irmão, mas você, não deixarei que nada te aconteça.

Fiz um longa pesquisas, extensas pesquisas eu diria, mas não estamos falando de mim não é mesmo?! Fiz pesquisas em todas as escolas magicas em que passamos durante nossas viagens, fiz muitas anotações e então descobri qual era o ingrediente mais poderoso que poderia eliminar o seu probleminha peludo de vez, mas esse só um segredo meu.

Eu quero o melhor para você assim como eu sei que meus pais e Sirius queriam o melhor para você, quero que você possa voltar a ver a lua sem ter que sofrer as dores de uma transformação dolorosa, sem ter que deixar Teddy todas as noites comigo enquanto sofre essa maldita noite. O melhor disso tudo é que agora eu quero que você comece se divertir como você era antigamente, quando você foi mordido devo imaginar que você não deve uma boa infância tendo que se esconder das outras crianças por medo de machuca-las.

Devo estar maluco por achar que você deva se divertir como uma criança que você já não é, mas se divirta com seu filho, tenho certeza de que conhecera muitas coisas novas que fara você completamente feliz, você merece isso e muito, sofrimento você já sofreu demais e não vale a pena continuar sofrendo não acha? Beba a poção e vá refazer sua vida, conhecer nos amores, conhecer mais da vida, fazer novas amizades em medo do olhar noturno, sem medo de ser rejeitado, sem medo de ser negado no amor. Tenho certeza onde que Tonks estiver ela iria querer o melhor para os amores dela, pense bem.

Harry.'

Remus ficou em choque, pegou o vidrinho e colocou no bolso e oi atrás de Harry queria falar com ele antes de tomar a poção.

Harry estava sentando numa espreguiçadeira que estava na frente do hotel onde eles estavam hospedados, Teddy estava deitado no colo de Harry dormindo, o menino parecia muito cansado. Remus se sentou ao lado de Harry.

-Obrigado pelo presente, eu nunca imaginaria que você mudaria tanto Harry, sério. Snape me dizia sempre que você era um fracasso em poções, mas vendo agora eu não acredito muito no que o professor Snape diz. Obrigado mais uma vez. –disse Remus passando a mão pelos cabelos desalinhados de Harry.

-Não foi nada, cansei de ver seu sofrimento em todas as noites de lua cheia. Não quero que você acabe perdendo a infância de seu filho por isso, eu sei que eu fiz o certo tenho certeza, confio em minhas palavras e nos meus atos. –respondeu.

-Você é muito precipitado como seu pai, se ele não fosse assim tenho certeza de que teria conseguido sair com sua mãe bem antes. –respondeu Remus pegando o vidrinho do bolso e tomando a decisão de tomar.

-Eu realmente quero que seja feliz, você tem um filho agora, devia pensar nele. –disse Harry sorrindo ao ver como Remus fazia uma careta feia por conta da poção.

-Que horrível! Mas, mas é muito parecida com a poção mata-cão! –reconheceu Remus de alguns ingredientes.

-Claro que sim, só mudei um ingrediente, mas ainda sim continua sendo um segredo só meu, quero só ver a cara de Snape quando você falar que não precisa mais da poção! –respondeu Harry rindo, no processo acabou por acordar o pequeno que estava dormindo.

-Você é um menino mau Potter! –resmungou Remus pegando o filho no colo.

-\-\-

Hermione Granger dava entrada no hospital muggle, já que sua mãe queria ver os netos, como acompanhante da morena na sala de parto foi Draco, ele já não ligava se estava ou não no mundo dos muggles, só sabia que sua amiga precisava de uma companhia na sala de parto. Os dois depois daquele encontro se tornaram muito próximo, Draco tinha ajudado a morena em vários aspectos, como deixar o quarto pronto para a chegada dos bebes, já Hermione tinha certeza de que os filhos reconhecia a magia de Draco, só esperava que não fosse nada grave ou pior que os meninos quisessem que Draco fosse o pai deles.

Draco teve a mão apertado com tanta força que tinha certeza de que nunca teria mais o movimento da mão, mas ele sabia que não era assim, e que Hermione precisava daquela força de vontade para que os filhos nascessem. Horas depois, no berçário apareciam três meninos de cabelos ruivos e uma menina moreninha. A Senhora Granger olhava os quadrigêmeos com lagrimas nos olhos junto do seu marido que estava ali do lado de fora do berçário.

Hermione estava no quarto particular com Draco, tentava se recuperar do parto, estava completamente sem folego, pois tinha gritado tanto pela dor do parto, nunca que tinha pensado que a dor seria tão forte como tinha sido. Draco lhe estendia um copo de agua e ajudava a morena a tomar, logo os senhores Grangers entraram junto com duas enfermeiras que empurravam um carrinho duplo onde estavam dois bebes em cada carrinho. Hermione estava feliz em ver que eram três meninos e uma menina.

Assim que as enfermeiras saíram do quarto e ficando somente a família Granger e Draco. Hermione pediu a menina, já que ela sabia qual era o nome que queria colocar nela, um nome em que Rony tinha decidido quando era vivo. Ela seria a pequena Amarilys Weasley. Draco sorriu quando a pequena agitou os bracinhos no colo de sua mãe. Os três varões que estavam deitados olhavam tudo sem entender muito bem o que acontecia. Senhor Granger resolveu carregar um dos seus netos, Draco conjurou quatro correntinhas uma ele colocou no pulso da pequena Ariel, a correntinha tinha uma plaquinha com a ata de nascimento e seu nome.

-Então Mione querida já decidiu qual será os nomes de seus reis? –perguntou Draco sorrindo brincalhão.

-Malfoy não abuse, humpf. No colo do meu pai é o pequeno Ronald Jr. –respondeu e viu Draco escrever o nome na plaquinha do menino e colocar no pulso do menino.

-Ainda tem mais dois, já se decidiu? –perguntou a Senhora Granger.

-Rony queria que um de seus filhos se chamassem Hugo, quero que ele seja o que a Senhora esta segurando. –respondeu, seu rosto já se banhava em lagrimas, nunca pensou que fosse dolorido se lembrar tanto das conversas que teve com Rony antes de que ele se fosse.

Draco colocou a pulseira no pulso do menino e se dirigiu para Hermione, estava com pena dela, mas agora tinha completamente se apaixonado por ela, ainda que ela não merecia sofrer daquela maneira, esperaria o que fosse para poder enfim se declarar para ela, queria enfim protege-la de tudo o que acontecesse no futuro.

-Ainda temos um menino sem nome. –disse Draco acariciando o rosto de Hermione limpando suas lagrimas no processo.

-Elege você, quando Rony e eu conversamos só tínhamos decidido os nomes das meninas…

-Ronald nesse momento deve estar se revirando no tumulo, mas já que você quer assim o que acha de Will? –perguntou ainda acariciando o rosto de Hermione.

-William? –respondeu Hermione.

-Sim William. –respondeu Draco confirmando aquele nome.

-Acho digno. –disse por fim Hermione.

Draco sorriu e beijou o rosto de Hermione e fez um feitiço na ultima plaquinha, e colocou no pulso do pequeno Will, pegou ele com cuidado no colo, ainda não sabia lidar com crianças pequenas, mas queria surpreender Hermione se queria ficar com ela no futuro. Hermione sorriu ao ver o loiro segurando seu pequeno William.

-\-

Dia dezessete de Abril um pequeno travesso completava um aninho e começava a fazer festa para o padrinho, mas Harry conseguia controlar o menino, Remus naquele momento encarrava a lua cheia daquele dia, ele não conseguia acreditar que estava completamente livre de toda a maldição do lobo, estava feliz por finalmente ser um homem livre. Teddy também tinha percebido isso.

-Papa! –gritou o menino correndo para os braços do pai.

Remus atracou com o menino em seus braços, mesmo sendo pequeno Teddy já estava começando a ter a mania de sair correndo que nem doidinho, mas o menino sabia que não podia fazer isso que era perigoso que ia acabar se machucando, mas o menino fazia mesmo assim, deixando Remus completamente feliz. Harry ria das caretas que Remus fazia quando Teddy aprontava.

-Logo, logo voltaremos para Londres. –disse um pensativo Harry.

-Ainda com a mania de fazer Snape ficar doidinho por você? –perguntou Remus se sentando ao lado de Harry.

Eles estavam na Austrália e lá já estava nevando o tempo tinha mudado completamente, mas eles seguiram viajem mesmo assim, Teddy precisava experimentar essa parte da vida, a neve. Naquela noite os dois se encerram no quarto, pois tinha esfriado muito, e ali de frente pra lareira se esquentavam, Teddy pegou no sono logo que seu pai se sentou ao lado de Harry.

-Como assim fazer Snape ficar doidinho por mim? –perguntou chocado.

-Você esta cada dia ficando melhor em poções, parece que quer dar a volta por cima dele. A poção que você me fez por exemplo vai contar pra ele qual era o ingrediente que estava errado? –perguntou Remus.

-Não. Acho que essa receita vai seguir comigo ate o tumulo. Essa descoberta é só minha e de mais ninguém. –respondeu Harry um tanto bravo.

-E o que vai a respeito quando ele te perguntar? –perguntou.

-Se ele me perguntar? Não sei, acho que vou mandar ele ir estudar mais. –respondeu Harry.

-Mesmo sendo o seu professor? –perguntou Remus chocado.

-Mesmo ele sendo meu professor, ele me disse para estudar mais também não percebe, estou dando o valor nos meus estudos também. –respondeu e foi se deitar, já estava cansado daquelas perguntas, mas adorava contesta-las com Remus.

-Esse mundo esta perdido! –disse Remus imitando Harry.

-\\\\\\\\\\\\\\\\\\-

Londres, mansão Snape.

Severus andava de um lado a outro, tinha acabado de lançar um livro muito mais raro. Tinha certeza de que muitas pessoas iriam se proteger agora, fechar a mente para as trevas. Na livraria onde estava dando uma entrevista tinha revisto uns antigos amigos, antigas namoradas, ou seria ficantes pensava Snape. Algumas delas lhe cobraram querendo voltar com ele, mas Snape não quis e nem queria, odiava esse tipo de compromisso. Ele esperava sinceramente que Narcisa não pedisse isso também já estava farto daquilo.

Em outras ocasiões teria aceitado, mas desde a morte de Lilian que nunca mais pensou em se relacionar ou ate mesmo se casar. Francamente tenho mais o que fazer do que ficar indo atrás de alguém para me casar! Pensou Snape naquele momento sentado em sua poltrona favorita com um copo de whisky. Só queria ter um momento de paz. Esperava que aquele ano em Hogwarts seja menos cansativo ou puxado, ou não aguentaria mais.

Só faltava um mês para que o ano letivo começasse e ele já estava se preparando para se mudar diretamente para as masmorras de Hogwarts, queria poder se livrar dos seus problemas, realmente queria se livrar delas.

-\-

Wilthshire Mansão Malfoy

Draco estava arrumando sua bagagem, deixaria ela pronta mesmo faltando um mês, ele queria deixar tudo pronto, pois voltaria a Hogwarts com o padrinho, queria estar lá o quanto antes, queria terminar os estudos corretamente, o ano com os irmãos Carrows foi totalmente um desastre, ele não tinha aprendido praticamente nada, mas aquela arte de torturam outras pessoas ate foi fascinante, mas agora ele precisava mudar de vida, já não aguentava mais aquela vida que teve quando seu pai ainda vivia, alias ele nem sabia que Lucius estava vivo, nunca teve noticias de seu pai faz menos de um ano. Acho que também não queria ter noticias dele.

Narcisa tinha respeitado a decisão de seu filho, ela só queria que seu filho fosse feliz. Tinha ouvido Draco no dia anterior, tinha se inteirado que seu único filho tinha se apaixonado por Hermione Granger, mas não podia fazer nada, só desejar que o filho fosse feliz, mesmo que fosse com essa nascida-muggle, queria que o filho fosse feliz realmente, ele já tinha sofrido muito na vida. O pequeno Draco como costumava chamar Narcisa merecia um pouco de felicidade e paz em sua própria vida.

-\-

Londres Mansão Potter

Largo Grimmauld Place tinha se tornado uma casa habitável, Harry tinha feito muitas mudanças na casa. O antigo quarto de Sirius ficou para Harry e o de Regulus para o pequeno Teddy, Remus ficou com o quarto de sempre, o quarto em que sempre usava quando visitava Sirius. O quarto de Teddy era muito espaçoso, assim o menino poderia fazer o que quisesse em seu quarto sem se preocupar em se machucar nos moveis. Harry também se preparava para a volta de Hogwarts, estava ansioso para rever Hermione.

-/-

Londres Mansão Weasley

Com o pouco que o Ministro Weasley ganhava conseguiu que a casa se tornasse maior, queria todos seus filhos voltassem a morar com eles, não se importavam muito se eles tinham suas próprias vidas em outro mundo ou país, só queriam que eles permanecem juntos, pois tinham perdido muito nessa guerra.

Gui Weasley o filho mais velho tinha se casado com Fleur Delacour, estava morando numa casa que tinha construído no terreno da toca. Fleur já mostrava que estava gravida e estava completamente feliz, pois a filha nasceria em época de paz. A guerra fez muito estragos ao mundo que eles todos mereciam um momento de paz.

Carlinhos Weasley o segundo filho mais velho tinha aceitado a voltar para a casa. Tinha aceitado um emprego no ministério como chefe do departamento de trato de criaturas magicas já que ele era fanático por animais estranho assim como Hagrid.

Percy Weasley também tinha voltado para a casa com a esposa, assim como Gui ele também tinha uma casa construída no terreno da família, ele já tinha uma pequena que se chamava Molly Ariel Weasley.

Os gêmeos Fred e Jorge construíram uma grande casa, pois precisavam de espaço para construir seus produtos. A loja no Beco Diagonal era muito conhecida que eles aumentaram uma franquia a mais no país e tinha montado uma loja em Hogsmead.

O pequeno Russel vivia escondido ali, ele tinha planejado que ia fazer os pais a se conhecerem melhor e que parassem e brigar. Arthur tinha conversado com Minerva a respeito do menino ir para Hogwarts junto com os dos primeiro ano que ia começar a estudar naquele mês de setembro. Russel não se importou em usar os livros do primeiro ano de Giny, pois sabia que não poderia ficar muito tempo junto deles, só queria que seus pais deixassem de brigar feito dois leões. O menino confiava que ia conseguir fazer seus pais serem mais amável um com outro. Em maio o menino tinha finalmente completado onze anos.

Nota autor: finalmente terminei de escrever esse capitulo grande hehehehe e olha que foi hoje dia 11/08/2013 no dia dos pais!

E para quem estava preocupado comigo e vou ter que fazer cirurgia mesmo... agora só me resta esperar dar tudo certo nessa "bagaça" :p

Quero reviews ok?

Então ate a próxima acho que sera breve... (com muita inspiração pra escrever lalalalalalalala lol)