Estúpida! Como poderias de esquecer de verificar os guardas do telhado? Corre! Mais rápido!
-Hey! Anne! Estás a ouvir-me? O que fizeste ontem á noite? estás tão...ugh! - Era Julieta, minha melhor amiga - Então? - ela pergunta outra vez com as suas pestanas arqueadas
Pensei numa boa resposta, nunca iria dizer o que faço ás noites, especialmente esta. Seria o meu segredo, meu e só meu.
-...Eu...comecei por estudar!
« Annabelle estava na sala secreta, era espaçosa, mas não tinha nenhuma janela, dentro dela um ginásio equipado com máquinas de ultima geração, no lado oposto a parede toda ocupada de armas, letais ou não, brancas ou não. Mas Annabelle não estava nenhum dos dois cantos, estava no meio onde tinha a transgressão, havia um quadro, uma dezena de fotos, todas sobre um joia, estavam lá presas, como uma teia. E no meio havia um planta de um edificio mais exactamente o museu principal de Gotham.
A rubi vermelha, não era muito cara, por volta de dez mil, mas certamente era o objeto mais caro que iria roubar.
-Repete o plano- Annabelle murmurou para si mesma, enquanto dizia fazia um rastro pela planta - Já no telhado do museu entro pela a janela, 5 para baixo, apartir da janela do centro redonda, lá em cima, e para a direita do poste de eletricidade. Com o meu chicote irei descer até está a um metro da copula de proteção, com as unhas de titaniun cortarei o vidro, tirarei o anel e voltarei para cima, fugindo.
Estava satisfeita, simples mas sotisficado, ela confirmou os horários dos guardas, teria 2 minutos para entrar dentro do museu trocar as joias e fugir sem ninguem perceber.Só faltava fazer uma coisa»
-Depois...vesti-me para uma corrida pela cidade- Continuei a minha mentira, Era verdade o que dizia, mas só meias verdades.
-Ao meio da noite? - Ela pergunta com uma voz fina irritante - Podias ter te magoaoa! Não tens medo?
-Julieta...até parece que não me conheces! Eu consigo proteger-me sozinha!
« Anna andou calmamente até á parede das armas, puxou para a frente uma navalha, mas esta não saiu do seu lugar, a parede onde a navalha estava presa deslizou para a frente e por trás apareceu dois fatos, exactamente iguais, só um seria para uma mulher mais alta que antigamente vivia nesta casa. Irei começar a chamar de Selina, faz sete anos que me abandonou pensou Anne, ela estava zangada com a sua mãe, mas não era a hora para pensar nisso, vestiu-se com o fato de Catgirl, como as pessoas denomivam ela, e agarrou a sua unica arma de hoje, o seu chicote. Como o da sua mãe, o seu fato era colado ao corpo, mas o seu, tapava os seus olhos muito parecido com o do Batman, o seu cabelo preto também ficava preso dentro do fato. Anne enrola o chicote na sua cintura, ele era elétrico assim na parte onde segurava-se tinha dois botões, para se esticar ou para enrolar, mas se não apertá-se nenhum botão ficaria como qualquer chicote. Agarrou a pequena mala preta e prendeu-a pela cintura e pelos ombros para não cair, dentro da mala tinha uma outro joía que iria trocar, tambem algumas pequenas armas de defesa, só para se precisasse»
-E claro, depois corri por Gotham, umas duas horas no máximo - Já andava para a sala de aula, daqui a um minuto irá tocar.
«Annabelle saiu do quarto e logo de seguida saiu pela janela, onde ela vivia era o ultimo andar, décimo quinto andar. Este prédio era o mais alto subindo e apontando para o céu mais de dez andares de diferença dos outros ao lado. subiu para o telhado.
Respirou fundo preparando-se para a onda de energia que veria quando corresse, ela desenrolou o seu chicote deixando-o solto, segurou-o com força e começou a correr para o outro lado do prédio, fez impulso quando saltou e começou a cair a gravidade fazendo o seu trabalho.
O vento batia na sua cara, como ela adorava este sentimento, de perigo. Já tinha caído por volta de 5 metros, lançou a ponta do chicote para um lâmpada do prédio abaixo, esta se enrolou, ainda a cair preparou-se para a força que logo apareceu, o corpo de Annebelle voltou para cima, com um pequeno movimento de pulso a ponta do chicote desenrolou-se. Continuou a fazer isto até chegar ao telhado do museu, aterrando com uma cambalhota.
Mesmo na hora. pensou Annabelle.
Sem fazer barulho andou até á cúpula, prendeu o seu chicote no poste de energia, enrolou a ponta em si mesma, abriu a janela. Apertou um botão no chicote e programou para que o chicote enrola-se em si mesmo em um minuto e meio. Foi descendo até chegar á cúpula da joía. Com a pesquisa, Anabelle sabia que não teria nada a proteger sem ser a cúpula presa no chão.
Annabelle esticou a sua mão e pela ponta dos dedos saiu garras de titanium, rodou no vidro o cortando, trocou o anel com o igualzinho que estava dentro da sua mala. Pôs o vidro no local certo e da mala pegou um pequeno aparelho, apertou o botão e da ponta saiu um raio vermelho que derreteu o vidro camuflando, dentro de segundo parecia que nada tinha cortado a cúpula.
O seu chicote começou a enrolar-se puxando-a para cima. Já em pé e preparando-se para voltar, uma luz caiu em cima de Annabelle, ela olhou espantada para o lado. Estáticos tinha dois guardas, pelo os auscultadores um avisou.
-Precisamos de backup no museu principal, roubo a decorrer, criança um metro e sessenta vestida toda de preto, pode ser perigosa.
Estúpida! Como poderias de esquecer de verificar os guardas do telhado? Corre! Mais rápido!
Já saltava pelos prédios, ouvia sirenes atrás de mim, ainda faltava uns 3 kilometros para a casa de Annabelle, ela não iria conseguir despistá-los daquela maneira, num dos prédios, em vez de continuar no ar esta saltou para o telhado e começou a correr para o outro lado, um beco sem fundo, boa.
Só tinha uma solução, saltou para o prédio á frente e entrou por uma janela aberta, virou-se logo de seguida e fechou-a e tambem aos cortinados. Tinha que sair dali.
-Olá! - Uma vozinha falou atrás dela, no mesmo momento Annabelle ficou dura como uma pedra, não tinha percebido que alguem estava ali, olhando para o chão ela percebeu que atrás dela a televisão estava ligada mas sem som, virou-se lentamente para encontrar uma criança de máximo sete anos no seu pequeno vestido lilás e com o cabelo loiro preso, os olhos castanhos claros da menininha brilhavam - Quem és tu? É s um heroí? È que estás num fato, és?
-Sim, sou uma heroína - Annabelle sorriu para a criança,isto até podia ressultar, a mentira é claro. A menina pulou de felicidade - Mas eu estou a fugir de homens maus, eles são muito fortes e meus amigos também heróis vêem ajudar-me, menina...posso utilizar a tua casa de banho?
Ela acenou rapidamente e apontou o caminho. -Não devias estar na cama? já passou das onze da noite. - Ela corou e acenou outra vez, desligou a televisão e correu para uma porta, provavelmente para o seu quarto.
Dentro da minha mala tirei uma leggins pretas e uma camisola preta, tirei o meu fato e troquei de roupa. Virei a minha mala de dentro para fora, esta ficou vermelha, dentro arrumei o meu fato e a joía. Antes de sair peguei num ténis velho que estava jogado no corredor, abri a porta da familia desconhecida e sai. Lá fora tinha carros de polícias.
-Hey! Senhorita! pare! - V
