Cap. II- Tudo vai acabar bem?

O alarme tocou, assustando todos da Mansão, afinal, já era madrugada, todos estavam dormindo. Saori e seus cavaleiros desceram para ver o que estava acontecendo. Kamus ficou paralisado ao ver Kanon na porta com Hyoga em seus braços:

- O que fez com ele, seu idiota!

- Eu não fiz nada!

- É só essa desculpa que você sabe dar, Kanon de Gêmeos?

- Não quero discutir com você agora, Kamus! Não está vendo que Hyoga não está bem? – Kanon colocou Hyoga nos braços de seu Mestre.

- O que aconteceu?

- Nós estávamos andando por aí abraçados, já que eu não estava afim de beber hoje. De repente ele começou a ter calafrios, verifiquei se estava tudo bem, mas notei que ele estava com febre. Carreguei ele até aqui para que você tomasse conta dele. Não sei o que está acontecendo, mas estou ficando preocupado.

Kamus observou os sintomas de Hyoga, e eles pareciam bem familiares. Kamus pensou por um momento e se lembrou que Hyoga já tinha passado por isso antes:

- Eu já sei! Ele está com Bronquite Crônica, ele já teve isso antes. Por mais que eu odeie admitir, você fez bem em traze-lo até aqui, Kanon.

- Vamos Kamus, vamos levá-lo para o quarto. – Disse Saori.

Saori, Kamus e Milo subiram para o quarto com Hyoga. Os outros cavaleiros ficaram esperando na sala. Kanon não conseguia ficar parado, estava muito nervoso. Ele andava de um lado para o outro:

- Kanon, eu sei que você está nervoso, mas será que dá para parar de ficar andando de um lado para o outro! Você está me deixando tonto! – Disse Shun.

- Desculpa, é que eu estou muito preocupado.

- Nós entendemos, mas não precisa ficar assim. Vai ficar tudo bem! – Disse Shiryu.

- AAAAHHHH... O que está acontecendo aqui? – Disse Ikki que não estava sabendo de nada, afinal, ele estava dormindo.

- Como você não conseguiu acordar com o alarme? – Perguntou Seiya.

- É que eu tenho o sono pesado. Mas, afinal, o que está acontecendo aqui? Por que todos estão acordados? E o que esse idiota faz aqui? – Disse Ikki apontando para Kanon.

- Calma, uma pergunta de cada vez! Nós vamos contar tudo. – Disse Shun.

Ikki, na verdade, tinha ouvido o alarme, mas ficou com preguiça de se levantar, pois sabia que se acontecesse alguma coisa, os amigos resolveriam mesmo sem sua presença. Mas ao ouvir o que realmente tinha acontecido, seu coração parou por um momento. Não sabia que poderia ser tão sério. Ele, agora estava mais preocupado que Kanon, mas não demonstrava. Preferiu continuar com sua habitual frieza. O que será que aquele Pato tinha na cabeça? Por que ele tinha que insistir em sair, mesmo sabendo que estava doente? Ikki não estava gostando disso, parecia que Hyoga queria sofrer! Parecia que ele... Não! Não podia ser verdade! Ikki não queria acreditar nisso! Será que ele queria se matar? Será que ele queria morrer? Isso deixou Ikki ainda mais atordoado! Por que seu Patinho tinha que agir assim?

Depois que eles terminaram de contar tudo, Ikki ficou com mais raiva de Kanon. Ele só podia ser cego! Como ele não percebeu que Hyoga estava doente! Ikki não demonstrava nenhum sentimento, mas não perdeu a chance de atacar:

- Ora, finalmente! Kanon de Gêmeos fez alguma coisa que presta!

- Escuta aqui Fênix! Eu não estou com paciência para ouvir suas piadinhas! Por isso, se você não fechar essa sua matraca, eu terei prazer em fechar para você! – Kanon lançou um olhar mortal para Ikki, que calou-se na hora.

Kanon estava fora de si, isso mostrava o quanto ele havia se apegado a Hyoga. Kamus chegou bem nesse momento, juntamente com Saori e Milo:

- Vocês não podem ficar juntos nem um minuto que já saem discutindo! Ninguém merece! – Disse Saori.

- Como ele está, Kamus? – Perguntou Kanon.

- Ele dormiu, mas não melhorou muito. Já dei remédio para ele, mas se continuar assim, terei que levá-lo ao hospital.

- Pessoal, eu quero aproveitar que estão todos aqui para contar algumas coisas que tem acontecido com Hyoga ultimamente. – Disse Saori.

- Você sabe o que ele tem? – Perguntou Shun.

- Não, mas tem coisas que vocês precisam saber. Talvez vocês possam ajudá-lo.

- Só há uma pessoa aqui nessa casa que pode ajudá-lo! E parece que se dependermos dela, o Hyoga vai é morrer. – Disse Kanon.

- Do que está falando, Kanon?

- Nada senhorita, perdoe-me por interromper.

- Bom, primeiro que Hyoga já tentou se matar duas vezes essa semana.

Todos ficaram surpresos, mas Ikki teve calafrios. Então seus pensamentos estavam corretos, Hyoga estava mesmo pensando em morrer. Ikki nem queria pensar como se sentiria se soubesse que seu Patinho morreu. Foi tirado de seu transe:

- Só duas vezes? Tem certeza disso, senhorita? – Disse Kanon.

- O que quer dizer com isso?

- Ora, você não viu nada! Se você viu Hyoga tentando cortar o pescoço ou até mesmo os punhos, você está muito enganada se acha que ele estava tentando se matar!

- O que esperava que eu fosse pensar vendo tal cena?

- Tudo bem, não a culpo, qualquer um teria pensado o mesmo se não conhecesse as verdadeiras intenções dele.

- O que ele estava tentando fazer então? – Perguntou Shiryu.

- Ele só queria se machucar. A intenção de Hyoga é sofrer muito antes de morrer. Ele quer morrer aos poucos e sofrendo o máximo possível! Dói falar isso, mas é verdade

- Como sabe disso, Kanon?

- Ele me contou. Eu sei tudo que ele planeja fazer! Sei porque ele está sofrendo, sei porque ele não contou nada a ninguém, sei quem é o "culpado" disso, sei tudo! Mas eu preferia não ter que saber, é realmente assustador o que aquele garoto pensa. Ele está péssimo!

- Se você sabe tudo, pode começar a falar! – Disse Kamus.

- Não posso.

- Kanon, eu ordeno que fale agora! Precisamos saber, não entende? – Disse Saori.

- Eu não posso! Ele me fez prometer que não contaria para ninguém. Não vou quebrar minha palavra.

- Isso não é hora para orgulho, Kanon. – Disse Shiryu.

- Não é uma questão de orgulho, Dragão. Se Hyoga só contou para mim, quer dizer que ele confia em mim. Não vou quebrar a confiança que ele depositou em minha pessoa.

- Kanon, você precisa falar! – Disse Kamus.

- Eu só posso falar para uma pessoa.

- Quem?

- Hyoga me fez prometer que se fosse para contar para alguém, esse alguém seria você, Kamus.

- Ótimo, então pode começar a falar!

- Aqui não, precisamos de um lugar mais reservado. É uma conversa particular.

- Tudo bem, vamos ao meu quarto.

- O QUE! – Milo interveio.

- Agora não é hora para ciúmes, Milo.

- Não se preocupe, Milo. Você me conhece, jamais faria mal ao Kamus. Qual é, cara, nós somos amigos! – Disse Kanon.

- Por que tem que ser no seu quarto? – Perguntou Milo.

- Porque lá eu sei que vocês não vão ficar espionando! Milo, agora não é hora para ter um ataque de ciúmes. Não vai acontecer nada, eu prometo!

- Tudo bem, só vou permitir porque o Hyoga tá muito mal.

- Valeu Milo. – Disse Kanon.

- Não fique com essa cara, mon ange. Eu prometo te recompensar! – Disse Kamus com um sorriso malicioso.

- Espero que essa recompensa seja boa!

Kamus dá um beijo em Milo e segue Kanon até o quarto. Kanon ficou surpreso com o quarto de Kamus. Era grande e bastante confortável. Mas, mesmo assim, ele preferiu ficar em pé perto da sacada. A noite estava bonita, mas a mesma o fazia lembrar daquele olhar triste e vazio que Hyoga havia lançado-lhe antes de conversarem. Kamus estava ficando impaciente com a demora de Kanon:

- Será que você poderia ser breve, estou ficando impaciente!

- Desculpe, é que o céu me fez lembrar de Hyoga, estava pensando em algumas coisas.

- Eu não quero ficar muito tempo conversando, tenho que cuidar de Hyoga.

- Tudo bem, vou contar como tudo aconteceu. Quero que saiba tudo que ele me contou hoje.

Flash Back

"Depois de um tempo, voltou a encará-lo e disse:

- Se eu te contar... promete que... não contará... para ninguém!

- Depende do que for, se eu achar que devo contar, não hesitarei.

- Então... promete que... se for contar... para alguém... esse será meu... Mestre Kamus!

- Prometo.

Então eu contarei... tudo... Confio em... você...

- Pode falar que eu vou te ouvir.

- Vou... tentar ser breve... eu quero morrer.

- O QUE?

- Eu não tenho mais razão para viver... minha vida não tem sentido... eu me sinto sozinho; isolado do mundo, de meus amigos e principalmente do meu verdadeiro amor...

- Quer dizer que você está apaixonado?

- É, estou... me apaixonei pela pessoa que mais me odeia...isso foi tão inesperado que eu pensei que estava ficando louco por causa de minha carência... foi aí que tentei me matar pela primeira vez... Mas não tive coragem...

- Não acredito que tentou se matar! Você não deve fazer isso!

- Eu sei... mas estava desesperado, não achei outra solução... Pensei em me declarar para ver se ele me aceitava, mas desisti...Tentei me aproximar, mas quanto mais eu me aproximava, mais ele me rejeitava..."

Kamus interrompeu para fazer uma pergunta nada discreta:

- Quem é o idiota que tá fazendo isso com ele? Por quem Hyoga está apaixonado?

- Não posso dizer, ele não quer que eu conte nada. Eu só posso dizer que é uma pessoa conhecida e que, atualmente, mora aqui na Mansão. Com isso você pode tirar suas próprias conclusões.

- Tudo bem, desculpe ter interrompido. Por favor, continue.

"- Você tem certeza absoluta que essa pessoa te odeia?

- Tenho sim... você o conhece, sabe como ele é...

- Sei, mas será que não tem outro jeito de resolver isso sem ter que partir para a morte?

- Não sei, mas eu aceito sugestões... Estou desesperado, Kanon, estou completamente angustiado... minha vida virou um verdadeiro inferno... não tenho ninguém para conversar sobre isso... não tenho onde me apoiar...

- Eu estou conversando com você, não estou?

- Sim e eu lhe agradeço por isso... não estava agüentando a pressão... precisava desabafar com alguém ou...

- Ou o que?

- Já teria me atirado ao frio e eterno abraço da morte... mas eu não quero fazer isso antes de sofrer muito! Eu quero sofrer antes de me encontrar com a minha mãe...

- Mas por que?

- É o preço que tenho que pagar por ser tão fraco... eu, cavaleiro de Athena, sofrendo por causa de um amor não correspondido... se eu não sei lidar com isso, como poderei proteger Athena e meus amigos? Se sou tão fraco a ponto de não saber vencer uma rejeição, como poderei lutar em favor da paz?

- Hyoga, você está sendo duro consigo mesmo! As coisas não são assim.

- São Kanon, elas são sim... Eu me sinto sozinho, desamparado... Meus amigos têm suas vidas, não precisam me dar atenção... Eu só queria que eles não se esquecessem de mim após a minha morte... Eu pretendo fazer de tudo para que minha morte seja bastante dolorosa e bem sofrida! Isso vai mostrar o quanto eu sofri durante minha vida! E ainda por cima, passei por tudo isso, sozinho... Não tem mais motivo para eu continuar vivendo... sou um peso para meus amigos e para minha deusa... Não sou digno dos amigos que tenho, não sou digno da deusa que tenho, não sou digno do Mestre que tenho, não sou digno de viver... – Os olhos de Hyoga perderam todo o brilho, estavam sombrios como as trevas. Ele estava com uma amargura muito grande.

- Hyoga, você não deve morrer! A vida é uma coisa preciosa, você precisa valorizá-la.

- Se ela é tão preciosa, por que tem que ser tão obscura? Por que eu tenho que sofrer se a vida é tão boa como vocês falam? Se eu tenho que sofrer, prefiro morrer.

- Mas, Hyoga...

- Kanon, eu nunca vou esquecer o que você está fazendo por mim... mas ninguém pode me ajudar... minha angústia e sofrimento já se tornaram irreversíveis... Sentirei muito a sua falta, Kanon, meu amigo...

Depois de dizer isso, Hyoga desmaiou. Kanon o pegou no colo e correu desesperado com ele em direção da Mansão"

Fim do Flash Back

Kamus estava boquiaberto, não imaginava, nunca, que seu pupilo, que sempre tinha um sorriso enorme e sincero no rosto, disse aquelas palavras. Não tinha pensado que ele estava sofrendo tanto assim. Era óbvio que ele passaria por isso quando se apaixonasse pela primeira vez, já que nunca passou por uma situação dessas antes. Sempre foi um menino muito sozinho e muito carente. Isso ele presenciou, afinal, era seu Mestre . Ele sempre teve muita pena de Hyoga, que nunca teve carinho e a única pessoa que ele amava morreu na sua frente. Mas com o passar do tempo começou a gostar de Hyoga. No início, achava-o muito manhoso para ser cavaleiro, mas depois percebeu que ele tinha um grande potencial. Depois disso ele passou a admirar a capacidade do garoto e, logo, já estava tendo orgulho, mas não orgulho de mestre e sim de pai. Por isso Kamus ficou tão surpreso com a revelação de Kanon. Não queria acreditar naquilo. Mas, infelizmente, era a realidade. E como mestre ele tinha que fazer alguma coisa.

Kanon, percebendo a surpresa de Kamus resolveu quebrar o silêncio:

- Kamus, você está bem? É por isso que eu disse que preferia não saber de nada, é realmente assustador os pensamentos daquele garoto.

- Kanon, se isso que você me disse é verdade, então temos um problema muito sério! Hyoga, quando decide alguma coisa, é para valer!

- Precisamos ficar de olho nele então.

Enquanto Kamus e Kanon conversavam sobre o que iriam fazer, alguém entrou no quarto de Hyoga. Ele entrou bem devagar sem que ninguém percebesse. Hyoga estava dormindo profundamente. Ele estava com dificuldade para respirar, sua respiração era pesada e bem demorada. Sua expressão era de profunda dor e sofrimento. Se aproximou mais, tinha que tocar naquela pele, tinha que sentir seu perfume, tinha que ficar perto dele. Ikki, a pessoa que entrou no quarto, tocou de leve o rosto de Hyoga, ele estava quente. Ikki ficou ainda mais triste, Hyoga sempre teve a pele gelada e agora sentia um grande calor ao tocá-lo. Hyoga, daquele jeito, parecia tão desprotegido, tão carente. Sua vontade era de abraçá-lo e dizer tudo que sentia por ele. E por que não podia fazer isso? Era muito orgulhoso para admitir que estava apaixonado. Sempre achara que amava Esmeralda e que jamais a esqueceria, mas se enganou. O que sentia por Hyoga era ainda mais forte do que sentia por Esmeralda. Não achava que isso fosse capaz de acontecer, mas aquele Ganso conseguiu conquistar seu coração. Ikki se aproximou ainda mais, debruçou-se sobre a cama e encostou seu lábios, bem de leve, na testa de Hyoga. Como ele conseguia ser tão lindo, mesmo doente? Hyoga era encantador até quando estava sofrendo. Ikki não conseguia parar de admirar Hyoga, até que esse gemeu um nome:

- I... Ikki...

Foi bem baixo, mas alto o suficiente para Ikki escutar. O que será que ele estava sonhando? E por que será que estava sonhando com ele? Será que... não! Será mesmo que seu amor, seu Patinho, sua paixão, estava apaixonado por ele? Esse pensamento deixou Ikki um tanto satisfeito, mas logo sua satisfação acabou quando ouviu Hyoga murmurar outro nome:

- Ka... Kanon...

Ikki ficou morrendo de ódio! Por que Hyoga tinha que sair justamente com Kanon? Ele só poderia estar fazendo isso de propósito! Ele sabia que Ikki detestava aquele homem! Odiava ouvir Kanon o chamando com tanta intimidade. Quem ele pensava que era para chamar Hyoga de " meu Patinho"? Ikki, que antes já detestava Kanon, agora o odiava! Ikki sabia que não poderia competir com ele, até porque não tinha coragem de falar seus verdadeiros sentimentos com Hyoga. Ikki se sentia um inútil:

- Droga! Por que você tem que ficar com ele? Por que não pode ficar comigo? Será que você não sabe que eu só te provoco para ficar perto de você? Será que não percebeu que eu te amo?

- Por que será que eu não acredito nessas palavras! – Disse alguém na porta do quarto.

- Kanon! O que faz aqui?

- Eu que te pergunto! Já não basta vê-lo sofrer? Você tem que vir perturbá-lo até quando está doente?

- Isso não é da sua conta!

- É sim, Hyoga está comigo no momento! Não quero vê-lo sofrer ainda mais em suas mãos!

- Eu não quero faze-lo sofrer!

- É mesmo? Não foi isso que ele me disse.

- Como assim?

- Ele me contou sobre os amigos dele, disse que admirava muito você, por ser forte e por ser um bom irmão para o Andrômeda, mas ele acha que você o odeia.

- Ele acha que eu o odeio?

- Acha, por que? O que queria que ele pensasse? Você vive para irritá-lo!

- Eu não sabia que tinha ido tão longe.

- Fênix, você disse agora a pouco que ama o Hyoga. Como se sente vendo-o sofrer dessa forma? Por que não faz nada?

- Eu... eu... eu não sei...

- Sei que não sou a melhor pessoa para conversar sobre isso com você, mas o Hyoga se sente sozinho, e eu não gosto de vê-lo assim.

- Eu não posso fazer nada! Sei que ele não gosta de mim.

- Como pode ser tão cego! Será que você não consegue enxergar o que está diante de seus olhos?

- O que quer dizer com isso?

- Se você não consegue ver o óbvio, Hyoga está mesmo perdido! – Kanon virou-se para sair do quarto. – Vou lhe dar um conselho, faça alguma coisa antes que seja tarde demais.

Kanon saiu do quarto. Ikki ficou pensativo, o que será que ele quis dizer com "antes que seja tarde demais"? Ikki não ficou pensando por muito tempo, foi para seu quarto tentar dormir, mesmo sabendo que não ia conseguir.

N.A:

OIE!

Bem, aqui está o segundo cap! Desculpa se demorei, mas é q eu tava com preguiça de postar... ! Gente, a fic só tem quatro caps, por isso eu não vou demorar mais para postar, pq não vale a pena!

Lina Lunna, obrigada pelo review... tbm gosto muito de IkkixHyoga pq eles são diferentes, mas eu gosto mais ainda pq eles tem semelhanças entre si. Por exemplo, os dois são bem sozinhos e, na minha opinião, eles têm as histórias mais tristes. Acho q os dois se completam, entende? Vlw por me ajudar a postar o outro cap, obrigada. E aqui está o segundo cap, espero q goste. Ficou bem dramático pq eu gosto... ! Bjim

Bom gente, já chega de comentários, volto no próximo cap, tá?

Bjim, JÁ NE! v