Cap 1 –Brasil
Abri a garagem e estacionei o carro de qualquer jeito, quase batendo na Mercedes do Carlisle.
Entrei em casa e fui para meu quarto.
Peguei minhas roupas e coloquei numa mala preta.E desci, deixei a bolsa na porta junto com a de Carlisle.
-Edward, como foi lá com a Bella? –perguntou ele
-Dá para irmos logo embora da que sem conversa? –eu gritei grosseiramente
Ele cruzou os braços e abriu a a chave com a família que estava num carro velho esperando, eles iriam morar lá, até que Carlisle voltasse.
Entramos num táxi e fomos para o aeroporto.
Pela ultima vez vi a casa pequena e branca da minha amada Swan.
Chegando ao aeroporto embarcamos logo e saímos daquela cidade infeliz.
Rumo ao Brasil.¬¬
Chegando lá...
Um calor insuportável, tempo úmido, cheio de favelas e cheio de praias, muita gente diferente do meu bem que aprendi o português básico antes de vir para cá.
Carlisle pediu um táxi, que aqui não eram amarelos, eram brancos...
Fomos para um hotel, que pela aparencia era 5 estrelas, pelo menos uma banheira eu esperava nele, porque suportar esse calor infernal é difícil.
Carlisle deixou as malas num quarto e colocou as minhas perto do sofá.
-Esta insinuado que eu vou dormir no sofá pai? –perguntei
-Aham –disse ele –veja pelo lado bom, você tem uma Tv...
-Idiota. –eu disse baixinho
O serviço do hotel ouviu e ficou pasmo com as minhas palavras, mesmo que em inglês acho que ele consegue entender o que significa "Idiot".
Carlisle foi colocar as roupas no closet dele, e eu no armário do banheiro.
Me joguei no sofá e liguei a Tv, nada que prestasse, me levantei e fui ver a sala de lazer do hotel.
Tinha piscina, sala de jogos, academia, spa entre outros.
Me sentei na borda da piscina e comecei a ler o pequeno livro que estava no bolso. "Harry Potter 7" pela 3ª vez estava lendo aquele tijolo.
Uma mulher me jogou água quando pulou na meu livro.
-Can you stop? (Dá para parar?) –pedi
Ela me respondeu alguma coisa que eu não ela falou "Fuck you" no meio da frase e deu para entender que ela estava me mandando calar a boca.
Continuei minha leitura
-Você é tão enfezado assim garoto? –ela perguntou em inglês
-Sim –respondi em português
Ela me jogou água de novo
-Para! –eu gritei em inglês
-Vem se divertir, ou americanos são assim?
-Eu não queria estar aqui
-Aqui é um lugar lindo, faça mil favor!
-Aqui pode ser lindo mas tem um sol que nem vocês agüentam
-É pra isso que a piscina serve
-Aqui é um forno, nem isso serve
Ele puxou minha perna, joguei meu livro no chão seco e cai de roupa e tudo na piscina.
-Você esta louca? –gritei
-Só estou mostrando á você o que é ser feliz!
Sai da piscina e fui xingando em inglês até a quadra de tennis.
Me sentei no banquinho e voltei a ler.
Uma bola acertou minha cabeça.
Uma menina veio me pedir desculpas.
Eu não respondi, apenas voltei a ler.
Ela tacou a bola de novo em mim e me xingou.
Eu peguei a bola e taquei nela revidando.
Ela me deu língua e eu sai da quadra, fui para a borda da piscina de novo.
Meu celular tocou quando ainda estava me o atendi.
-Alô?
-Edward? –perguntou minha mãe, Esme, ela havia se separado de meu pai havia uns 3 anos.
-Oi mãe –eu prefiro com certeza ela do que o imbecil do Carlisle
-Filho, eu vi no jornal, sua casa esta sendo alugada, o que esta acontecendo?
-Ah, o papai resolveu vir para o Brasil...
-Brasil?!
-Aham, Brasil...
-Você é menor de idade, não pode sair do pais sem autorização minha!
-Mas eu sai...
-Cadê o Carlisle?!
-Esta na linda e perfeita cama dele
-Não me diga que você esta dormindo no sofá?!
Minha mãe conhecia meu pai, sabia que ele não seria capaz de dar o quarto para o filho dele.
Eu não respondi, ela já havia entendido.
-Ah, eu vou ligar para a policia. –disse ela
-A policia não pode vir até o Brasil, agora já era.
-De qualquer forma, vocês não vão ficar ai muito tempo, e quando seu pai vier ele vai ver o sol amanhecer quadrado.
-Esta bem, se eu continuar usando meu celular, é provável que ele derreta, tchau mãe –eu disse
Desliguei o celular, que estava quase em chamas.
Senti uma bola de tennis de novo na minha cabeça.
Eu a peguei e taquei com tanta força, que quebraria muitos vidros.
Escutei um choro de uma menina, era a mesma que começou a briga.
-Seu irracional! –ela gritou.o nariz dela estava sangrando, há, se f#deu!
Mas de qualquer jeto, é meio anti ético trair machucar o coração de duas meninas numa semana.
Eu me levantei, e fui ver o meu tirou a mão do nariz e me mostrou.
Fiquei feliz, - olha! Eu quase quebrei o nariz de uma garota!- embora ela estivesse sangrando muito.
-Posso ajudar? –eu disse em português, pelo menos aquelas aulas não me ensinaram a falar só "os livros estão em cima da mesa".
Mesmo que o meu sotaque fosse o mais engraçado ela não riu.
Ela assentiu, fiquei olhando para seu nariz, depois peguei o braço dela e a levei para a porta do meu ficou lá fora enquanto eu pegava a maletinha –mala –de primeiros socorros.
Eu a abri, com tanta coisa na mala, peguei um algodão e um o algodão e coloquei na ferida do nariz dela.
Ela falou alguma coisa que eu não fiz um gesto, e ela entendeu.
-Você é bem sério não? –perguntou ela em inglês
-É, tenho meus motivos...
Ela erguei a sobrancelha.
-Acho que você pode ir embora agora. –eu disse grosseiramente
Ela demorou um pouco para deduzir mas se levantou e foi embora.
Aposto que ela esta pensando Ah, garoto idiota, pensa que sabe tudo, quase quebrou meu nariz, num sabe conversar, eu vou mesmo é me vingar"
E sim, isso que eu sou, egoísta, irracional, sem coração, sério, graças á o imbecil do Carlisle.
Gente, obrigado messmo pelo apoio em um só dia, e obrigado especialmente á Jujuh Cullen que me deixou feliz mandando um Review! \o/ \o/ \o/
Valeu o resto pelo apoio, beijos
