Capítulo II: O teste
Essa sensação é tão boa! Sinto como se estivesse voando. Mas eu estou voando. Que legal! Por que o vento parece conversar comigo? Ele fala algo sobre me escolher, não entendo como assim? Espera a voz do vento está ficando longínqua, muito longe.
Uma luz bate em meus olhos, Opa! Eu estava dormindo, aquela história de vento falando comigo era só um sonho. Droga, que luz chata! Abro os olhos devagar, mas eles doem e eu os fecho novamente. Devo ter esquecido de fechar a cortina. Levanto-me devagar e fungo. Eu odiava ficar sonolenta. Mas é rotina de todos ficarem assim. Eu não tenho um humor muito bom quando acordo. Por isso geralmente fico no meu quarto. Ontem finalmente fiz uma invocação espiritual. É muito louco! Faz sete dias que Kouga me ensina coisas sobre isso, tenho tentado fazer uma invocação já faz um três dias, e ontem finalmente eu consegui. Droga, não to conseguindo pensar direito com essa luz. Estalo os dedos e as cortinas fecham. Agora sim, bem melhor! Bom vou estudar um pouco antes de fazer algo mais interessante. Meu sorriso é diabólico.
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Aqui estou eu, dez minutos depois de acordar. Acordei muito cedo. Então estou enchendo o saco do meu irmão que ainda dormia. Com uma mão eu coordenava o vôo do tubo de pasta de dentes, estava longe de Souta, deixei a pena um pouco perto dele.
- levertu penus – sussurro,a pena começa a voar, com movimentos do dedo indicador, ela vai levitando até o rosto de meu irmão. Enquanto isso faço sair um pouco de pasta de dentes do tubo e a pasta de menta espalha-se na mão de meu irmão. A pena roçou no rosto dele. E como instinto ele lasca a mão no rosto. O rosto dele fica branco, com certeza estaria queimando daqui a três minutos. Mais pasta de dente. Mais pena no rosto. Depois de exatos seis minutos meu irmão acorda com os olhos arregalados.
- levertu Souta – meu irmão começa a levitar de cabeça par baixo, preso pelo pé.
- MMMÃÃÃ – antes que ele terminasse de proferir a palavra eu falei:
- silençus – Souta mexia a boca incessantemente , mas nenhum som saia. Ele agitava os braços. Comecei a rir. ele me olhou com cara de raiva.
- isso é para você aprender a não ler meu diário! – falei alto, ele parou surpreso – como eu sei? Uma simples magia me revela quem foi a última pessoa que o leu. Pena que você pegou o diário errado. Aquele é simplesmente uma ilusão, o verdadeiro está bem escondido – ou invisível, pensei sorrindo internamente. Simplesmente sai e deixei ele lá. Afinal minha mãe me chamaria em exatos 3...2...1...
- Kagome! – gritou ela. Eu fiz um gesto de quem acertava e fui inocente para o quarto do meu irmão.
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Acabei de tocar a campainha de Rin, ela deve estar fazendo algo, por que está demorando muito.
- Rin! – falo batendo na porta da casa dela. Depois de alguns minutos com uma irritante Kagome, Eu, batendo na porta Rin sai com um cobertor em volta do corpo e o nariz vermelho.
- oi K-chan - fala Rin com o nariz entupido.
- ta gripada? – perguntei o óbvio.
- não! É moda agora usar blush no nariz em vez de na bochechas – além de doente é mal-humorada.
- ok, ok! Aviso para o professor que você está doente.
- obrigada! – ela sussurra isso e entra novamente, batendo a porta na minha cara. Eu fico parada por uns instantes com cara de boba.
- de nada! – falo para o nada e saio andando, eu andava rápido afinal a escola é perto, só uns vinte e quatro quarteirões. Suspiro, deveria ter aceitado a idéia de um motorista. Oh! Mas não! Sou orgulhosa demais. Vai esquece
Ando, ando e... Ando mais. Droga! Quando a pessoa está sozinha parece que o caminho fica looooooongo. Já estou vendo a cobertura azul e amarela da minha escola.
Cheguei! Quando entrei na escola algumas garotas abriram caminho para mim. Eu resmunguei algo sobre não precisar e fiquei conversando um pouco com elas. Logo Kikyou, Ayame e Kaguya, minha ex-amiga, entram na escola, rebolando mais que tudo. Estão vindo na direção em que eu estou. Não podem me ver, visto que as calouras estão na minha frente.
- saiam do meu caminho! – resmungou Kikyou balançando a bolsa Prada. Todas se distanciaram com medo. Menos eu. Ela andou atém me ver. Vi que ela hesitou um pouco. Mas logo veio em minha direção. Com um sorriso irônico.
- já disse para sair! – ela repetiu ficando com a boca aberta depois de falar.
- Oh! Me desculpa! Você falou? – cara, eu deveria ser atriz, minha expressão era genuína. Ela pareceu ficar feliz ao me ver fraquejar. Terminando de falar, eu continuei no mesmo lugar, e ela esperando eu me distanciar.
- pensei que não tinha ouvido! Mas agora que entendeu se retire – ela exclamou, Ayame e Kaguya estavam apreensivas, sabiam que se meter comigo era problema.
- sim eu ouvi, mas não disse que iria obedecer! – Kikyou era uma das únicas pessoas que eu usava meu poder de mais popular.
- bom não faria isso se eu fosse você! – ela ameaçou.
- bom... você tem mais a perder do que eu – falei com um sorriso, ela embranqueceu. Sabia que com Kagome Higurashi ninguém se metia. Ela se achava demais só porque era namorada de Inuyasha.
- isso é uma ameaça? – ela perguntou chegando perto de mim.
- não! – acho que ela pensou que o meu não demonstrava medo, pois sorriu vencedora – eu nunca me rebaixaria ao ponto de ameaçar você, afinal ameaças não são precisas. Você se lasca sozinha. E pode ficar sabendo Kikinojo, você só agrada seu próprio público – quando terminei a escola todinha ria dela. Apontando e repetindo o apelido. Olhei para o lado de esguelha, e notei Inuyasha tentar segurar um sorriso. Kikyou olhou magoada para mim, e saiu andando rápido com as cachorrinhas atrás. Que garota Idiota! Saio andando novamente. O bom de ser popular era que todo mundo lhe respeita.
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- hoje é o dia de seu teste Kagome! – falou Kouga. Nós estávamos no passado. Naquela floresta que tanto me era familiar. Como estou nervosa. Se passar nesse teste serei uma maga completa. Poderei participar das conferências. E tudo mais. Terei o direito de usar magia quando bem entender. Kouga me olha entre orgulhoso e compadecido. Uma certa vez Kouga fora me buscar na escola. Não sei por que ele se deu ao trabalho de ir ao futuro. Minhas amigas o olharam com inveja. Só então notei o tanto que ele era bonito. Só que ele sempre me afastou e isso de certa forma me fez parar de alimentar minha atração infantil. Andamos devagar até uma pequena casa de pedra. Olhei atenta. Era ali que eram feitos os exames? A casa parecia em decadência. Ele abriu a porta para mim e eu entrei. E me assustei tenho que admitir. Dentro na verdade era um grande salão. Com várias portas que davam em outros corredores, fiquei sem entender. Com certeza aquilo era magia, pois como uma pequena casa velha teria o tamanho da catedral de notre-dame. Ainda atordoada segui Kouga por um dos corredores. Andei vários metros pelo corredor. E então entrei em uma porta cor de marfim. Dentro uma sala com vários objetos estranhos em mesas de vidro um elfo baixo olhava pela janela. Esse se virou e me olhou. Nunca tinha visto um elfo antes. Dizem que eles não saem de aua cidade ao sul de Elpard perto das cordilheiras da garganta.
- finalmente! Podemos começar o teste no caso? – ele andou até perto de mim. Olhei para Kouga e esse se retirou. Respirei profundamente e levantei o queixo.
- altivez! – ele falou me olhando – isso é interessante pode ser sinal de arrogância ou talvez apenas uma arma contra inimigos! Mas não sou sue inimigo. Não ache que por que vou testá-la você precisa temer a mim.
- não temo! – eu disse.
- não mostrar fraquezas também é uma arma contra inimigos! – ele disse.
- o senhor fala de arrogância, mas está sendo prepotente ao achar que devo temê-lo! – eu disse, ele vai gritar e me transformar em enfeite de capô de carro agora.
Mas ele riu.
- bom, você sabe analisar situações! – ele começou andar e fez um gesto dizendo para eu segui-lo. Ele parou em frente a um grane funil dourado e me olhou. Esse funil era como um trombone. Curvado!
- coloque o ouvido aqui e me diga o que ouve! – ah não acredito. Um exame de audição. Que original. Coloquei o ouvido no funil e tentei ouvir. Nada! Por que ele me mandaria ouvir algo que não ouço. Não Ouço? É isso! Eu tenho que ouvir. Ri para mi mesma e sussurrei uma magia para aumentar audição:
- ouvilatos surtos – hum agora sim! Consegui ouvir. É uma música. E é linda. Mas tem palavras, palavras na língua mágica. Tenho que ouvir. Zaneko... Zan É mobília e Neko é guardar. Hum... armário! Isso! Algo no armário. Não estou entendendo o refrão. Não é uma música são informações cantadas. O que é para eu fazer com o que está no armário, Droga? Espera! Puxar a alavanca no armário para não morrer. COMO É QUE É? Pulei por cima de uma mesa de vidro. Armário onde tem um armário? Opa aquilo ali é um armário, corri a ele. Abri! Alavanca. Alavanca... isso é uma alavanca? Não importa. Puxei aquele pedaço de madeira distorcida. Opa! O que é isso? Não acredito uma armadilha.olhei para o elfo. Um teste. Era isso. Como saio daqui. Uma gaiola de ferro tinha caído em cima de mim. Como posso sair daqui. Olho na grade sem toca-la poderia estar com algum feitiço. Tem pequenas letras gravadas na jaula. Está escrito: " não fale nada".
- como assim? – falo baixo. Um choque passa por todo o meu corpo. Droga um feitiço. Mas se não podia falar nada como sairia dali sem algum feitiço? Poder da mente! É isso! Kouga falou algo sobre isso. Vamos ver o que eu posso mover com o poder da mente. Olho pela sala. O elfo continua lá olhando meus movimentos. Pensa pensa. Tem um arco, uma bola coloria. Uma agulha. O que vou fazer com um arco sem uma flecha. E para que me serviria o arco afinal? Espere. Todo feitiço tem um ponto fraco. Se eu conseguir acertar o ponto fraco dessa gaiola. Olho em todos os cantos. Kouga não me ensinou como achar um ponto fraco. Eu levei um choque. Energia? Com água eu descubro o lugar onde acertar. Mas onde arranjaria água? Tem que ter água em algum canto. Hum... em cima da gaiola tem uma espécie de bacia para goteiras. Povo pobre,eu hem? Bom, talvez tenha água. Mas se tiver água não terei forças para movê-la, já sei a bolinha. Ela é leve. Posso joga-la na bacia. Mais aí vem outra coisa se não tiver água vou ter desperdiçado energia. Droga! Se tiver chovido então terá água. Mas como saber se choveu? Hum... umidade do ar? Isso! Evaporação. Como saber a se o ar está úmido? Bom, respirei fundo! Nada. Uma janela! Choveu. Tem alguns pingos descendo de um musgo. Agora a parte mais difícil. Poder da mente. Poder da mente. Levertus bolus, levertus bolus. Vai! Ela se mexeu. Continua Kagome. Continua! Oba! Consegui. Ah não. A bacia não se movimentou. De novo. Levertus bolus. Aiii! Me encharquei toda. Não importa tenho que passar no teste. Olha só. Uma luz no canto da gaiola. Achei. Agora como acertar. O arco? Mas sem flechas, só tenho uma agulha. (n/a: que eu ao sei como ela viu essa agulha) talvez se eu diminuir o arco. Não! Assim não teria força. Ou talvez... é pode dar certo. Longs alphinets. Que legal tenho uma agulha do tamanho de um caderno. Agora é só traze-los até aqui. Arco e flecha na mão agora é só acertar. Bom ter tido aulas de arco-e-flecha. Agora é só acertar. Só acertar! Foi! E acertei! O quatro lados da gaiola caíram. E eu saí desconfiada. Espera foi muito fácil( n/a: e foi?O.O). Arrepios! Aqueles arrepios que sinto quando alguém está atrás de mim. Olho para frente e vejo uma espada fina. Mostrando tranqüilidade. Em pulo a pego e me viro encostando no pescoço da pessoa que estava atrás de mim. Um homem. Cabelos negros e curtos. Esse me olhava enviesado. Bom o que mais viria? Um dinossauro? Um doença incurável? Isso é bater de palmas? Mesmo ouvindo esse som não me viro. Nem tiro os olhos de meu agressor.
- pode solta-lo! – aquele elfo desgraçado! Que teste. – você passou! Sabe a língua mágica, sabe usa-la, tem reflexos rápidos e muita inteligência. Kouga a treinou bem.
Atordoada. Olho para ele. Passei! Passei.
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Droga! Estou cansada! Como não encontrei Kouga vim direto para casa descansar. A drenagem de minhas energias foi exaustiva. Estou feliz! E como! Agora sou uma maga completa. Poderei participar das reuniões. Especializarei-me em alguma área, como por exemplo ensinar outros magos, cuidar de animais e vegetação, ser uma guardiã do livro da morte, uma participante do conselho entre outras. Sem falar que agora tenho direitos. Agora sim. Não serei humilhada por magos completos. só que agora vem a segunda etapa. Escolher em que vou me especializar e ser informada em que posto eu serei treinada. É isso mesmo! Mais treino! Os humanos normais que descobrem sobre nossa vida acham estranho perdemos anos de nossas vidas sendo treinados. Por que ser treinado até os dezoito anos se poderíamos servir bem antes? Não podemos usar nosso poder sem ter uma base. Pois apesar de sermos diferentes não somos imunes as coisas mundanas como cobiça e arrogância. Bem, ainda tenho um mês para decidir que especialização seguirei. Então – apesar da idéia ser estranha – o melhor é relaxar!
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- olá, mestre! – falei ao se encontrar com Kouga no lugar de sempre. Essa seria a última lição que teria com Kouga e depois disso ele treinaria outro. Eu estava triste.
- Olá, Kagome! –e ele respondeu frio como sempre – essa será nossa última lição antes de deixarmos de ser mestre e aprendiz.
- sim! – sussurrei.
- vou sentir falta! – Kouga estava sendo sentimental. Aquele dia deveria se transformado em feriado.
- também sentirei! – eu respondi compadecida.
- mas, vamos começar nosso último dia de lições! – ele se levantou e começou a andar – o que você sabe de consciência? –
- que é um grilo falante! –brinque, e recebi um olhar duro..
- sem brincadeiras! –ele alertou – consciência é somente um nome dado para a segunda mente!
-segunda mente? – perguntei.
- exato – ele respondeu e sentou-se em uma pedra – a segunda mente é uma aliada que te ajuda nas horas precisas –
Estou confusa! Como é a história?
- não entendi! – exclamei.
- a segunda mente é como uma pessoa dentro de nós mesmos! Aquele tipo de pessoa que tanto almejamos ser. Geralmente ela fica somente cantando músicas ou lhe acarretando pensamentos esquisitos. Mas quando você a conhece ela pode lhe aconselhar pois ela lhe conhece melhor do que você mesmo! – ele falou calmamente.
- mestre? – chamei - desculpe a ousadia, mas lhe peço mais detalhes.
- certo! – ele me olhou e continuou: - a segunda mente é como um amigo imaginário, só que ela existe. Ela poderá lhe aconselhar em quanto você precisar! Todos os humanos tem capacidade de conhece-la, não somente os mágicos, só que se você não der o primeiro passo ela nunca tentará comunicar-se diretamente com você, apenas ficará cantando músicas e lhe dando pensamentos inusitados. Enquanto os humanos normais somente conversam com sua segunda mente –quando a descobrem- os mágicos a partir dela podem entrar no pensamento de outros seres!
- dar o primeiro passo? – perguntei curiosa, então existia uma pessoa dentro de mim e eu na verdade não sabia?
- sim! E será isso que você fará agora, na sua jornada, precisará constantemente da ajuda de sua segunda mente! – Kouga chegou perto dela e lhe fez sentar no chão com as pernas em uma posição de yoga – feche os olhos! – e assim o fiz - esqueça que eu existo, concentre-se em seu pensamento, quando você decidir que está preparada pergunte o nome de sua segunda mente. O primeiro nome que aparecer em sua mente será o dela. Ou dele. Converse com sua segunda mente. No começo parecerá que você está respondendo sua próprias perguntas, mas eu lhe digo, se fosse você que respondesse então como você brigaria com você mesma? Pois eu lhe alerto, segundas mentes são temperamentais.
E ele se calou. Sentada na grama esqueci do mundo. Arfava suavemente regularizando minha respiração. Procurava em mim mesma a concentração que precisava. E quando senti que estava pronta uma pergunta soou em meu pensamento Qual seu nome? Depois de longos segundo, um nome veio em minha mente "Asuka", funcionava realmente. Pensando em outra pergunta a proferi de onde você veio? E veio a resposta : "eu não vim de lugar algum você veio de mim", não entendi o que ela disse. Pedi detalhes e ela se recusou a dar, acho que é um pouco desconfiada. Passei muito tempo conversando com ela. Com o tempo sua barreira se dissipou e de vez em quando ria com suas respostas rápidas e meticulosas. Quando dei por encerrada a conversa abri os olhos e vi a posição do sol que já estava baixo. Tinha ficado pelo menos três horas conversando com ela. Mas, com sinceridade, ela era bem legal.
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Hello minna!
Bom eu estou muito feliz pelas quatro rEviews que recebi quetro reviews, poi quatro reviews é muito! Muito bom! Huhaah! Espero que tenham gostado desse capítulo! Eu sei que a parte do teste ta tudo em cima um do outro, mas é para dar a sensação de pânico que está aflingindo a k-chan! Bom muitas surpresas reservam o capítulo que vem! Muitas mesmo! bom deixa eu falar uma coisita, auahuah, apesar de os primeiros capítulos não mostrarem essa história vai ser uma história épica, hum pleo menos a partir do cap cinco! Uhauhahahha! Um abraço!
(ei vc viram que eu apatreci nesse cap? Éééé´!) desculpem minha segunda mente , sai daqui vai!
Bom, respondendo as reviews:
Ninfa-chan
É vc foi a primeira a dexar review! Uahuahahauhah! Vou tentar ok? Bjssssssss
Kagomu juju assis
Anda bm que começo não ta ruim... que alívio! Ufaa! Ainda bem que vc me deixou uma review! Bjsssssssssss
Jade-chan
Psiu! Fica quieta! Ninguém pode saber disso não! Uahauauahuhaua! Que bom que vc gostou! Ei me diz o que achou desse cap? (olhos de gatos de bota do filme srhek 2) hehe xau
Engel-chan
Lari! Oiiii! Que bom que vc me deixou um review! Hehhehehe! E aí como vc ta indo? Ta conseguindo fazer o primeiro cap, eu comecei mas não gostei muito! Quando agente se encontrar no msn aí agente conversa! Flx, bjsssssss
Dêem utilidade ao botãozinho roxo, huahauha! Um abraço!!!
