A excitação
Harry acordou todo molhado na manhã seguinte, os sonhos que teve com os professores, onde os mesmos o possuíam, Snape o traçava por trás enquanto saboreava o grande membro de Lupin, o fizeram esfregar-se inconscientemente nas cobertas. Seu membro estava todo melado.
Tomou um banho gelado e desceu para o salão principal. Sentou-se ao lado de Hermione e Rony que pareciam estar realmente com fome comparando-se o tamanho de seus pratos.
- Nossa, quanta fome. O que aconteceu com você Hermione? Esperava isso de Rony, mas de você!
- O corpo... – Tentou dizer Hermione com ovos e bacon na boca – necessita repor as energias perdidas com exercícios constantes.
- Não creio que virar páginas de livros gaste tanta energia assim. A não ser que seja outro tipo de exercício.
Imediatamente Hermione ficou com as bochechas vermelhas e baixou a cabeça, coincidentemente Rony também ficou vermelho e desviou o olhar.
- Ah ta! Entendi quais eram os exercícios que vocês fizeram.
- Harry!
- Que foi? Como se ninguém mais fizesse isso.
Harry pegou ovos e bacon e colocou em seu prato levando uma garfada a boca. Distraidamente olhou para a mesa dos professores. Todos os professores conversavam entre si, menos Snape que, por incrível que pareça, estava olhando para ele. Harry não ficou simplesmente vermelho, ele ficou mais que vermelho, parecia o próprio fogo em seu rosto.
Snape o estava comendo com os olhos, parecia despi-lo com o olhar. Era lascivo, esfomeado, desejoso. Harry sentiu-se incomodado com os olhares que o homem lhe dava sem nem ao menos se incomodar se os outros estavam vendo. Sentiu um arrepio na espinha que desceu até o meio de suas pernas. Deixou o restante do café e saiu antes que acontecesse algo desagradável na frente de todos.
Harry saiu tão rápido que não viu quando Snape virou-se para falar com Lupin que abriu um sorriso malicioso e saiu do salão.
Harry estava no banheiro se segurando para não se melecar todo novamente. Quando foi tirar água do joelho Lupin entrou assustando-o.
- Desculpe Harry – Disse o professor abaixando o zíper e parando no mictório ao lado – Senti vontade e não podia esperar.
Harry respondeu que sim com a cabeça baixa , terminou suas necessidades e foi laavar as mãos, seu rosto vermelho de vergonha. Pegou um pouco de sabão e começou a ensaboar as mãos quando as de Lupin seguraram as suas.
- Nunca aprendeu a lavar as mãos Harry? Não se preocupe eu ensino, afinal de contas é para isso que sou "seu" professor, para ensinar a você como se faz "certinho".
Lupin sussurrava em seu ouvido com o corpo colado ao seu. As grandes mãos esfregavam as suas em movimentos constantes de vai e vem.
- Primeiro você acaricia, deixando-o bem molhado, depois você faz movimentos devagar, aumentando com o tempo, ate que esteja no ponto certo.
Lupin estava com o corpo tão colado ao de Harry que era possível sentir as ondas de tesão que emanavam de seu pequeno corpo estudantil.
- Que foi Harry? – Disse subindo a mão pelo braço e parando no peito de Harry, em cima do mamilo esquerdo dando um leve apertada, fazendo Harry fechar os olhos – Está doendo em algum lugar? Eu poderia ajudar. Sei fazer uma massagem que deixará todo seu corpo relaxado. Todas as partes.
A mão de Lupin desceu pela cintura de Harry parando no meio de suas pernas. Harry, que mantinha os olhos fechados, quase soltou um gemido ao sentir a mão do lupano em seu membro já rijo.
- Aposto que você iria gostar e muito da minha massagem.
Deu uma leve apertada no membro do menino e seu uma mordida no lóbulo da orelha antes de sair do banheiro.
Harry ficou parado pensando no que Lupin queria com ele, matá-lo de tesão? Fazê-lo enlouquecer com os olhares e toques?
Demorou vários minutos para Harry conseguir se recompor e sair do banheiro para ir a sua aula de poções.
Seu corpo tremia a cada passo. Aqueles dois queriam deixá-lo louco. Seu membro ainda latejava de desejo, precisava usar a capa para tentar esconder sua excitação.
Ao chegar à sala, sentou-se rapidamente em seu lugar ao lado de Neville que também tremia, porém por motivos diferentes. Enquanto Neville tremia por medo do professor, Harry tremia pelo tesão acumulado causado pelos olhares que Snape lançava para ele sem que ninguém mais percebesse.
Harry sentia-se nu perante as ônix que o encaravam. Abaixou a cabeça e respirou fundo tentando controlar as batidas do seu coração.
O professor explicou a poção a ser feita e começou a andar pela sala parando perto de Harry fazendo-o se arrepiar. A aula correu calma, Snape ficava em sua mesa encarando Harry que desviava os olhos corando de leve.
A poção estava quase pronta quando Snape sussurrou em seu ouvido e o fez derrubar as ervas em quantidades exageradas.
- Lamentável Potter, lamentável. Eu esperava isso de Longbottom, mas o senhor se superou.
- Sabe muito bem que eu não fiz isso de propósito senhor.
- Sei? Então o senhor poderia dizer o motivo de sua distração?
Harry sabia muito bem que se ele falasse o porque de sua distração todos o chamariam de louco. Era possível ver o sorriso estampado no rosto inexpressível de Snape.
- Eu me distraí.
- Lamentável, detenção Potter.
- Mas por que? Eu não fiz nada, não pode fazer isso.
- Não me diga o que eu posso ou não fazer na minha sala de aula.
Harry bufou e se calou, todo o tesão que estava sentindo se esvaiu. Sentia ódio do professor, e sentia ódio de si mesmo por se distrair pensando nele.l
No restante da aula Harry nem ao menos olhou para o professor. Seu rosto estava constantemente vermelho, mas desta vez de raiva.
A aula terminou e todos saíram inclusive o professor, porém Harry continuou na sala arrumando lentamente seu material, respirou fundo pedindo que tudo fosse um sonho.
Saiu da sala fechando a porta e caminhou devagar pelo corredor deserto.
" Snape maldito " Pensou em voz alta antes de sentir-se ser puxado para dentro de um cômodo escuro e pequeno. A pessoa que o puxou agarrava-o e o pressionava na parede.
- Me larga!
Harry tentou se soltar mas a pessoa era mais forte e o virou pressionando-o de frente para a parede.
- Então quer dizer que eu sou maldito.
- Snape!
- Professor Snape, Potter. Nunca aprendeu a me respeitar não é seu petulante.
Snape falava baixo e arrastado bem no ouvido de Harry que não conseguia se soltar das garras do professor. Snape segurava firmemente os pulsos de Harry acima de sua cabeça e usava seu corpo inteiro para pressioná-lo contra ela.
- Sempre achei que o senhor precisava de uma lição bem dada – O professor fez questão de sussurrar a ultima palavra ao pé do ouvido de Harry dando uma mordidinha no lóbulo.
- O que quer Snape?
- Professor Snape, Potter. Realmente nunca aprendeu a me obedecer, acho que terei que castigá-lo.
Snape mordeu o pescoço de Harry fazendo-o soltar um gemido involuntário.
- O que pretende com isso " professor"?
- Castigá-lo.
- Por que?
- É falta de educação ficar espiando as pessoas senhor Potter.
- Eu não estava espionando ninguém.
- Então o que estava fazendo naquela sala enquanto eu e o Lupin – Snape deu uma pausa puxando mais os cabelos de Harry e esfregando-se nos quadris do aluno – Conversávamos?
- Vocês tem uma maneira bem interessante de conversar.
Harry respirava fundo enquanto Snape esfregava o corpo sensualmente nas suas costas pressionando quadril com quadril e enterrando o nariz em seu pescoço inspirando o desejo reprimido que saia de seus poros fazendo com que Snape sentisse uma loucura dominá-lo. Se não tivesse outros planos Snape o possuiria nesse exato momento.
- Detectei um certo interesse quanto esse tipo de conversa?
Harry já estava com as mãos dormentes pois Snape as apertava com força usando apenas uma enquanto a outra se ocupava em apalpar o peito de Harry por dentro da blusa, mas o tesão que Snape fez retornar ao seu corpo era tão grande que a dor não passava de um incomodo insignificante.
- Perdeu a língua senhor Potter? Eu ajudo a achar.
Snape virou Harry ficando de frente para ele. Harry pôde visualizar a luxuria que saia em forma de raios pelas pérolas negras.
Os corpos colados respiravam no mesmo ritmo, extremamente colado. Os dedos de Snape percorreram o braço de Harry e se entrelaçaram aos dele.
- Por que faz isso? – Perguntou Harry de olhos fechados, os lábios quase encostando nos do mestre.
- Porque, senhor Potter. – E Harry surpreendeu-se ao constatar uma voz trêmula e cortada
– Durante anos eu desejei seu pai e durante anos não o tive, pensei que jamais o desejaria
novamente ate que você apareceu.
Agora os dois apenas permaneciam agarrados. Harry com o rosto escondido na curva do pescoço de Snape e este lhe sussurrando ao pé do ouvido.
- Tão pequeno, tão petulante, o mesmo maldito jeito do pai. Quase me matava quando entrava em minha sala com esse corpinho delicioso me fazendo desejá-lo, quase enlouqueci pensando que não podia tê-lo. Mas agora...
- Agora o que? – Perguntou Harry quase gemendo.
- Agora você é todo meu
- E o que fará?
- O que quiser
- Então faz
- Não se preocupe, eu farei.
Sem mais palavras Snape saiu da sala e voltou para sua sala quase correndo amaldiçoando os arrepios que sentia ao pensar naquele moleque maldito que perturbava seu sono.
Harry saiu devagar do armário e se dirigiu ao banheiro. Tinha que relaxar os músculos para encarar a detenção que teria mais tarde, onde com certeza seria difícil segurar o desejo proeminente em sua calça.
