Até que para um dia de aula ontem não foi tão ruim, mas também não foi nenhum conto de fadas, eu pensava que quando eu fosse morar em outro país eu me destaca-se mais, bem, eu me destaquei, mas não por um lado bom, aqui as pessoas tem muito preconceito com alunos de outros países, muita gente me olhava meio torto e viviam falando de mim e dos meus modo, é meio estranho, mas eu evito não pensar no assunto. Cheguei à sala e a aula de matemática já avia começado, tentei entrar na sala o mais discreto possível e sentei na minha cadeira, isolada lá atrás. Parece que eu não era a única atrasada hoje, assim que sentei o "garoto estranho" estava pedindo permissão ao professor para entrar, só tinha uma cadeira vaga, como de costume ao meu lado, na sala eu era meio sozinha, pois a Stephanie tinha que sentar na frente para dar uma de "Boa garota" afinal, ela era a representante da turma. Christofer sentou ao meu lado, tentei não olhar pra ele e me concentrar na aula, afinal, eu nunca fui muito boa em cálculos e precisava prestar muita atenção. A aula de cálculos passou voando, Quando dei fé o professor de química já avia entrado na sala, química, eu sempre fui boa em química, finalmente uma matéria que eu me dava bem. O professor passou um trabalho e pediu para fazermos em dupla, antes que eu pudesse me virar para chamar a Steph para fazer comigo ouvi uma voz atrás de mim.

- Ei – Parecia uma voz desconhecida- você vai fazer o trabalho sozinha?

Eu ia dizer que iria fazer com a Stephanie, mas quando me virei e vi que era ele, o "garoto estranho" eu desisti.

- Acho que sim – dei um sorriso meio sem graça

- Então acho que podemos fazer juntos né? Eu sempre gosto de fazer os trabalhos sozinhos, mas não gostaria que você fizesse sozinha. – ele sorriu meio timidamente.

Olhei para a Steph e ela me deu um sinal de positivo aprovando que eu poderia fazer o trabalho com ele.

- É! Acho que podemos fazer juntos – Coloquei a minha cadeira mais próxima da sua.

- Bom, eu acho que eu não sou uma boa dupla, eu não gosto muito de química.

- Eu sou ótima em Química, se quiser eu posso te ajudar – sorri para ele.

A aula passou voando, eu e o Christofer não trocamos uma palavra que não fosse sobre a matéria, quando tocou o sinal fiquei esperando a Steph recolher os trabalhos e entregar ao professor.

- E ai, me conta – Steph falava animada.

- Contar o que?

- Como foi a conversa com o garoto?

- Razoável, falamos apenas sobre química, ele não é muito de falar.

- Na verdade você deu sorte amiga, ele nunca falou com uma garota da escola antes, nem pra trabalhos, ele tinha um amigo ano passado, os dois não se desgrudavam, eu até pensava que eles eram namorados ou coisa do tipo, mas o garoto decidiu abandonar a escola e ir fazer um curso de artes em Paris.

- Nossa – Falei meio sem jeito.

- Olha que vem ai – ela falava apontando para frente

Era ele, com o violão nas costas, vindo em nossa direção

- Posso falar com você um minuto? – ele apontou pra mim.

- C-claro – gaguejei um pouco.

- Vou deixar vocês a sós – Steph falava já se retirando.

- O que você quer? Duvidas em química? – sorri.

- Também. Mas quero primeiro pedir desculpas pra você. – ele olhou pra baixo.

- Desculpas por quê?

- Você me ajudou no trabalho e eu nem me apresentei.

- Não tem problema, já me falaram sobre você, disseram que você é mais reservado.

- Também. Mas eu tenho meus motivos pra isso. – Ele olhava pra mim meio tímido – é que eu não sou muito de me enturmar, no meu antigo colégio eu tinha vários amigos e uma namorada, só que ela quebrou meu coração e meus amigos me abandonaram, deis desse dia prefiro ficar só a mal acompanhado.

- Nossa, e o que essa garota fez com você?

- Ela dormiu com meu melhor amigo.

- E você bateu nele?

- Não, pra falar a verdade eu não fiquei com raiva dele, a culpa é dela, ela que se ofereceu pra ele. – ele me olhava com um pouco de rancor

- E você a amava muito?

- Eu disse que a amava.

- Hoje em dia todas as pessoas dizem que se ama.

- Eu não sou assim, eu só digo que amo uma pessoa quando ela toma por completo todo o meu coração.

- Você é raridade então! – tentei rir para descontrair a conversa.

- A propósito, meu nome é Christofer, mas você pode me chamar de Chris. – ele sorriu – Bom, eu tenho que ir agora, mas preciso saber seu nome.

- Meu nome é Luna, mas pode me chamar de Lu – sorri.

Ele saiu com o violão nas costas, não perguntei para onde ele iria, afinal, não éramos amigos, e ele era bem na dele, então apenas fiquei olhando ele partir.

Esse garoto realmente chamou minha atenção, ele não parecer ser igual aos outros garotos, ele tem pensamentos tão maduros, deve ser por isso que anda sempre sozinho, ele pelo visto deve amar musica, pois não larga o violão.

Cheguei em casa e minha mãe novamente não estava em casa, ultimamente ela costuma sair quando ainda estou dormindo e chegar quando eu vou dormi então quase não a vejo. Subi até meu quarto e sentei na escrivaninha para estudar cálculos, que como de costume, eu estava perdida na matéria. Eram sete questões, quando cheguei na segunda minha cabeça não estava mais em funções e sim no "garoto estranho" fiquei tramando conversas pra eu poder puxar com ele na escola, eu realmente queria ser amiga dele. Já eram seis da tarde e eu ainda não tinha chegado nem na metade da atividade, fechei o livro e fui tomar banho. Estava chovendo muito nesse dia, eu sempre durmo rápido com chuva, assim que deitei, dormi e não vi que horas minha mãe chegou do trabalho.

Até que para um dia de aula ontem não foi tão ruim, mas também não foi nenhum conto de fadas, eu pensava que quando eu fosse morar em outro país eu me destaca-se mais, bem, eu me destaquei, mas não por um lado bom, aqui as pessoas tem muito preconceito com alunos de outros países, muita gente me olhava meio torto e viviam falando de mim e dos meus modo, é meio estranho, mas eu evito não pensar no assunto. Cheguei à sala e a aula de matemática já avia começado, tentei entrar na sala o mais discreto possível e sentei na minha cadeira, isolada lá atrás. Parece que eu não era a única atrasada hoje, assim que sentei o "garoto estranho" estava pedindo permissão ao professor para entrar, só tinha uma cadeira vaga, como de costume ao meu lado, na sala eu era meio sozinha, pois a Stephanie tinha que sentar na frente para dar uma de "Boa garota" afinal, ela era a representante da turma. Christofer sentou ao meu lado, tentei não olhar pra ele e me concentrar na aula, afinal, eu nunca fui muito boa em cálculos e precisava prestar muita atenção. A aula de cálculos passou voando, Quando dei fé o professor de química já avia entrado na sala, química, eu sempre fui boa em química, finalmente uma matéria que eu me dava bem. O professor passou um trabalho e pediu para fazermos em dupla, antes que eu pudesse me virar para chamar a Steph para fazer comigo ouvi uma voz atrás de mim.

- Ei – Parecia uma voz desconhecida- você vai fazer o trabalho sozinha?

Eu ia dizer que iria fazer com a Stephanie, mas quando me virei e vi que era ele, o "garoto estranho" eu desisti.

- Acho que sim – dei um sorriso meio sem graça

- Então acho que podemos fazer juntos né? Eu sempre gosto de fazer os trabalhos sozinhos, mas não gostaria que você fizesse sozinha. – ele sorriu meio timidamente.

Olhei para a Steph e ela me deu um sinal de positivo aprovando que eu poderia fazer o trabalho com ele.

- É! Acho que podemos fazer juntos – Coloquei a minha cadeira mais próxima da sua.

- Bom, eu acho que eu não sou uma boa dupla, eu não gosto muito de química.

- Eu sou ótima em Química, se quiser eu posso te ajudar – sorri para ele.

A aula passou voando, eu e o Christofer não trocamos uma palavra que não fosse sobre a matéria, quando tocou o sinal fiquei esperando a Steph recolher os trabalhos e entregar ao professor.

- E ai, me conta – Steph falava animada.

- Contar o que?

- Como foi a conversa com o garoto?

- Razoável, falamos apenas sobre química, ele não é muito de falar.

- Na verdade você deu sorte amiga, ele nunca falou com uma garota da escola antes, nem pra trabalhos, ele tinha um amigo ano passado, os dois não se desgrudavam, eu até pensava que eles eram namorados ou coisa do tipo, mas o garoto decidiu abandonar a escola e ir fazer um curso de artes em Paris.

- Nossa – Falei meio sem jeito.

- Olha que vem ai – ela falava apontando para frente

Era ele, com o violão nas costas, vindo em nossa direção

- Posso falar com você um minuto? – ele apontou pra mim.

- C-claro – gaguejei um pouco.

- Vou deixar vocês a sós – Steph falava já se retirando.

- O que você quer? Duvidas em química? – sorri.

- Também. Mas quero primeiro pedir desculpas pra você. – ele olhou pra baixo.

- Desculpas por quê?

- Você me ajudou no trabalho e eu nem me apresentei.

- Não tem problema, já me falaram sobre você, disseram que você é mais reservado.

- Também. Mas eu tenho meus motivos pra isso. – Ele olhava pra mim meio tímido – é que eu não sou muito de me enturmar, no meu antigo colégio eu tinha vários amigos e uma namorada, só que ela quebrou meu coração e meus amigos me abandonaram, deis desse dia prefiro ficar só a mal acompanhado.

- Nossa, e o que essa garota fez com você?

- Ela dormiu com meu melhor amigo.

- E você bateu nele?

- Não, pra falar a verdade eu não fiquei com raiva dele, a culpa é dela, ela que se ofereceu pra ele. – ele me olhava com um pouco de rancor

- E você a amava muito?

- Eu disse que a amava.

- Hoje em dia todas as pessoas dizem que se ama.

- Eu não sou assim, eu só digo que amo uma pessoa quando ela toma por completo todo o meu coração.

- Você é raridade então! – tentei rir para descontrair a conversa.

- A propósito, meu nome é Christofer, mas você pode me chamar de Chris. – ele sorriu – Bom, eu tenho que ir agora, mas preciso saber seu nome.

- Meu nome é Luna, mas pode me chamar de Lu – sorri.

Ele saiu com o violão nas costas, não perguntei para onde ele iria, afinal, não éramos amigos, e ele era bem na dele, então apenas fiquei olhando ele partir.

Esse garoto realmente chamou minha atenção, ele não parecer ser igual aos outros garotos, ele tem pensamentos tão maduros, deve ser por isso que anda sempre sozinho, ele pelo visto deve amar musica, pois não larga o violão.

Cheguei em casa e minha mãe novamente não estava em casa, ultimamente ela costuma sair quando ainda estou dormindo e chegar quando eu vou dormi então quase não a vejo. Subi até meu quarto e sentei na escrivaninha para estudar cálculos, que como de costume, eu estava perdida na matéria. Eram sete questões, quando cheguei na segunda minha cabeça não estava mais em funções e sim no "garoto estranho" fiquei tramando conversas pra eu poder puxar com ele na escola, eu realmente queria ser amiga dele. Já eram seis da tarde e eu ainda não tinha chegado nem na metade da atividade, fechei o livro e fui tomar banho. Estava chovendo muito nesse dia, eu sempre durmo rápido com chuva, assim que deitei, dormi e não vi que horas minha mãe chegou do trabalho.