Uiii, outro fic. Vou dizer-vos a verdade, fofuras, já tenho isto no meu computador mesmo antes de ter começado a escrever "Lacrimosa", mas nunca tinha decidido colocá-lo online.

Bem… vamos lá com isto:

Naruto não é meu.

Pares:

Princinpal: SasuHina.

Secundários:

ItaDei

NaruSaku

ItaSasu amor fraternal.

Ainda não pensei em mais nenhum.

Avisos: Mortes, sangue, tortura, hentai e Yaoi (Nada de explicito a não ser beijos)

Hinata está absolutamente OOC, ficam avisados…. E o Sasuke também, pelos vistos.

Sumário: Não há sumários, Evil não tem jeito para essas coisas.

Negrito: Pensamentos da Hinata no presente.

Normal: História a decorrer.

Itálico: Memórias de Sasuke.

Percebido? Sim? Não? Então leiam, meus amores e depois digam lá o que pensam.


Capitulo 2

Evolução

Às vezes pergunto-me se não serei vampira. É claro que não bebo sangue, nem tenho quaisquer desejos em fazer tal coisa. Isso seria, sem qualquer dúvida, uma nojice. Mas o sol, a luz do dia… desde que saí do Hospital, á três anos, que não gosto do dia. Com a luz solarenga as pessoas poderão ver com clareza o meu rosto. Odeio o olhar fixo na minha cicatriz. Não gosto quando aquelas criancinhas ingénuas apontam inocentemente para a minha cara, para o meu olho.

A noite… acho que sempre adorei a noite. Tão escura, misteriosa. Sasuke sempre me fez lembrar a noite. Mais uma razão para eu gostar da sua presença.

Mas que importa? Ele já não está comigo. Ele não sabe o que eu sou, o que eu faço.

Ele não sabe que aquele nome que tantas pessoas pronunciam é outra forma de me chamar.

Scar.

Não fui eu que me dei esse nome. A inspiração? Poderá ter sido das inúmeras cicatrizes que o meu corpo possuía, principalmente aquela no meu rosto. Ou então foi inspirado por o vilão do filme "O Rei Leão", talvez aquele Anime, Full Metal Qualquer Coisa tenha ajudado.

Mas todos os Heróis têm outro nome, não é? O nome que o povo utiliza. Peter Parker era o Homem Aranha, Bruce não se quantos era o Batman. Clark Kent era o Super-homem. Não sei qual era o verdadeiro nome da Mulher Maravilha, mas tenho a certeza que ela tinha um. Scar é o meu. Mas não sou a única.

Pein-sama é tratado como Líder, tanto por nós como pelo povo. Konan é Origami. Kisame é o Shark, mas isso era quase evidente. Hidan é tratado por Jashin, algo que eu nunca percebi. Chamam a Zetzu de Green. A Sasori-kun, chamam-lhe The Puppet Man. A Tayuya é Pink Doom. Deidara-kun é Bang, ele próprio escolhera o nome. E Tobi-chan era tratado como Lollipop, graças á sua máscara laranja.

Hum… eram estranhos, os nossos segundos nomes. Eu aceitara o meu de bom grado. Mas pergunto-me constantemente se Sasuke gostava dele. Se ele soubesse quem a grande Scar, a mulher que fazia justiça com a tua Katana e os seus golpes de luta precisos, era… o que pensaria ele?


_ Waw, Scar atacou outra vez! – Gritou Naruto no seu tom irritante e estridente, colocando o jornal em cima da mesa.

Itachi, Sasuke e Sakura inclinaram-se, pestanejando, na direcção do papel, lendo o artigo atentamente. Os quatro estavam no seu café favorito, que frequentavam frequentemente. Sakura e Naruto sentavam-se num lado, Sasuke e Itachi no outro.

_ Pelos vistos o homem que a matou era procurado pelas autoridades por crimes como violação e assassínio de mais de dez mulheres. – Comentou Itachi secamente, tirando os olhos do jornal para os fixar no rapaz louro – Não tenho pena dele.

Sakura lançou um suspiro sonhador, colocando as mãos no queixo enquanto um pequeno rubor lhe aparecia no rosto.

_ De todos os membros da Akatsuki, Scar é a minha favorita… não sei por quê… simplesmente é.

_ Os membros da Akatsuki não passam de uns lunáticos que andam para aí a matar pessoas. – Fez Sasuke enquanto olhava para a sua torrada – Deveriam ser metidos na cadeia, todos eles. Além disso, como é que ela pode ser a tua favorita? As únicas pessoas que viram o rosto dela estão mortas.

Sakura fez-lhe uma careta.

_ Não necessito de ver a cara dela para ela ser a minha favorita. São as vitimas dela… são todos homens, assassinos e violadores… ela faz justiça para nós, mulheres. – Ela ergueu as costas, ficando muito direita enquanto cruzava os braços – Mais do que qualquer homem.

Os outros três reviraram os olhos ao ouviram tal coisa. Não era segredo para ninguém que Haruno Sakura, a miúda com beleza de anjo, era na verdade um demónio femininista.

_ Sakura-chan, isso não faz sentido nenhum! Esta Scar é um perigo para a sociedade! Não leste o artigo? Ela cortou a pila daquele tipo aos bocadinhos… A PILA! – Naruto estremeceu – Ainda bem que não era a minha. – E levou as mãos até ao meio das pernas.

_ Teve o que mereceu! Scar é uma heroína, tal como todos os membros da Akatsuki. – Enfiou um pouco do seu gelado na boca – Se eu pudesse, entraria naquela organização.

Itachi esbugalhou os olhos antes de os estreitar. Apontou-lhe o garfo que tinha na mão.

_ Aí isso é que não, minha menina, nem pensar em andar por aí a matar pessoas.

_ Eu sempre pensei que te darias melhor com a Pink Doom do que com a Scar. – Fez Sasuke enquanto espetava a faca na sua comida, num gesto aborrecido.

Sakura pegou numa madeixa rosada do seu cabelo antes de lançar um olhar irritado ao amigo.

_ Pink Doom é demasiado violenta.

_ Oh, e a Scar não é? – Ele erguia o sobrolho negro enquanto falava – Um mulher que corta uma mão, um pé e desfaz a pila a um homem realmente não tem nada de violento. – Terminou ele com sarcasmo.

Sakura bateu com a mão na mesa, provocando um grande estrondo, que fez com que metade dos clientes do café olhasse para ela. Virou o seu olhar verde para Sasuke, que engoliu em seco ao ver a fúria nos olhos dela.

_ Pára de criticar a minha ídolo! – Rosnou a rapariga ferozmente, parecendo-se demasiado com um animal selvagem.

Os rapazes estremeceram com medo e olharam para o lado. Todos sabiam que os murros de Haruno Sakura tinham a mesma força que os de um lutador de Sumo…

_ S-Sakura-chan, acalma-te, querida. – Fez Naruto num tom hesitante, tocando-lhe no ombro com a mão.

O único que poderia acalmar a fúria da rapariga de cabelos rosa era, sem dúvida, o seu antigo alvo. Ao toque de Naruto, os olhos de Sakura suavizaram-se e ela lançou-lhe um grande e doce sorriso, capaz de derreter qualquer coração.

Sasuke e Itachi suspiraram de alívio. Já estavam habituados á natureza temperamental de Sakura. Desde pequenina que a Haruno tinha ataques de fúria. Antes de ela namorar com Naruto, apenas uma pessoa a poderia acalmar. Infelizmente para os quatro, essa pessoa já não estava no grupo.

_ Ninguém aqui está a criticar a Scar, Sakura-chan… Otouto só estava a exprimir a sua opinião. – Disse Itachi tentando não trazer a fúria de novo. Lançou um olhar de aviso ao Sasuke – Tenho a certeza que ele vai ser mais delicado daqui a diante…

Sasuke anuiu fracamente, sentindo o olhar forte de Sakura cravado nele. Nem pensar que ele queria levar com um dos punhos da Sakura. Já vira Naruto a levar com eles e o louro não tinha ficado em muito bom estado. Estremeceu com a memória.

_ Bem… como, por enquanto, não quero ficar entre opiniões de merda, vou para casa. Vemo-nos há manhã e…! – Ela apontou o dedo a Sasuke – Se críticas a Scar outra vez, estás feito ao bife.

Ele engoliu em seco, anuindo. Sakura levantou-se, colocando o dinheiro que pagaria a sua comida na mesa e pegou na sua carteirinha púrpura, caminhado pelo café.

_ Espera, Sakura-chan! – Berrou Naruto, correndo atrás dela.

Itachi e Sasuke ficaram sentados em silêncio, olhando para a mesa. Aquilo acontecia com frequência, no dia seguinte, Sakura voltaria ao normal.

_ Já sabes como ela é, não a devias atiçar. – Comentou o Uchiha mais velho enquanto colocava a conta dele, do irmão e de Naruto em cima da mesa (O louro esquecera-se de pagar).

Levantaram-se sem presa, caminhando por entre as várias mesas, atraindo os olhares das raparigas que andavam por ali. Itachi revirou os olhos ao ouvir os suspiros apaixonados e colocou a mão no ombro do irmão, guiando o rapaz para fora do café.

As ruas estavam movimentadas, como sempre. Era hora de ponta. Milhares de pessoas caminhavam apressadamente, preocupadas com as suas vidinhas insignificantes.

_ Achas que a Akatsuki é boa ou má? – Perguntou Sasuke enquanto se desviava das pessoas que passeavam.

Itachi olhou-o, admirado. Ainda estava com aquilo?

_ Sinceramente… não sei. Tou-san diz que eles são maus, e que ele os vai apanhar o mais depressa possível… mas… mesmo que a maneira que eles têm de fazer justiça seja… errada, é mais certeira e eficaz do que a da polícia.

Sasuke respirou fundo, olhando para o céu azul.

_ Realmente eles apanham mais criminosos que o Tou-san… - Murmurou o rapaz – Mas não gosto da maneira como eles o fazem. Quero dizer, não podem ser heróis normais? Os heróis de banda desenhada não matam os bandidos que não são os seus arqui-inimigos, apenas o prendem, porque é que eles não fazem o mesmo? Porque é que essa Scar teve de fazer aquele tipo de coisas ao pobre homem?

Itachi não respondeu logo, prendendo a respiração enquanto pensava no assunto. Passou a mão pelo seu cabelo longo, desalinhando-o um pouco. Sasuke observou-o com atenção, á espera de uma das frases sábias que o seu irmão normalmente dizia.

_ Talvez… - A voz dele era suave, enquanto ele olhava para os prédios que os rodeavam, como se esperasse que a pessoa de quem eles falavam os ouvisse – Ela tenha uma visão do mundo diferente da tua. O seu pondo de vista em questão da justiça é mais complexo.

Sasuke franziu o sobrolho, colocando as mãos nos bolsos.

_ Não é mais complexo. Ela não julga. Apenas chaga ali e mata. Para mim, nenhum deles pode ser considerado herói… são assassinos. E cobardes. Não mostram a cara, nem sequer dão o seu nome. Porque raio é que ela se chama Scar, afinal?

_ Acho que só iremos saber se lhe perguntarmos, Sasuke.


Está escuro. O negro envolve-me, não deixando entrar qualquer vestígio de luz. Poderia dizer que estou cega, se não me lembrasse tão bem do rosto nojento do homem que me prendeu neste pequeno cubículo, fechando a porta com um sorriso maléfico naqueles lábios desprezíveis.

Está frio. Eu sinto as paredes de metal daquele minúsculo cubo encostadas ao meu corpo nu e ferido. Tremo, de frio, medo, nojo. Odeio este lugar. Odeio quem me meteu aqui. Nunca em toda a minha vida pensei que iria odiar alguém… estava enganada.

O meu braço arde de dor, pois aqueles demónios tinham-mo ferido com facas e bisturis, como se eu fosse uma besta de circo.

Gritos.

Ouço gritos. Gritos de dor, agonia, horror. Tapo os meus ouvidos sensíveis, sinto lágrimas molharem o meu rosto sujo. Eles sofrem, aquele que são como eu. Sou inútil, não posso fazer nada para os ajudar. Eu quero que eles fiquem bem… quero que parem de sofrer… quero que se calem.

Mas gritam. Gritam com todos os seus pulmões. Gritam de pura agonia, enquanto os seus corpos são horrivelmente mutilados. Enquanto os seus ossos são partidos. Enquanto os seus músculos são cortados.

Eu quero que se calem…

Calem-se…

Calem-se!

CALEM-SE!


Hinata sentou-se de repente, acordando das suas memórias. O seu corpo tremia, repleto de suores frios. Inconscientemente, levou as mãos aos ouvidos, tremendo visivelmente.

Ainda os ouvia.

Três anos depois, e aqueles berros ainda ecoavam na sua mente.

Com um gemido doloroso, a Hyuga escondeu o seu rosto nas mãos, limpando o suor. Quando as removeu, olhou para o seu próprio corpo.

Cicatrizes… marcadas por toda aquela pele branca. Eram elas que a recordavam dos sofrimentos que passara. Passou um dos dedos pela única cicatriz que tinha no seu rosto, passando o olho esquerdo.

Ela era um monstro… um ser deformado. Nunca se adaptaria ao mundo, como fizera três anos antes. Ela não conseguia andar no meio da população, fingindo ser um deles. Ela não tolorava ser tocada, pois o seu coração palpitava-lhe fortemente e o pânico chegava, acompanhado pelo nojo.

Hinata deitou-se de novo, olhando para os fracos raios de sol que escapavam por entre a portada da sua janela. Dormir de dia, trabalhar á noite. Fora a renovação do contracto que fizaera com a Akatsuki quando saíra do hospital.

Mas ela não gostava de dormir. Deixar-se levar pelo sono apenas lhe traria pesadelos, memórias desprezíveis e dolorosas.

Levantou-se, tocando com os pés no chão frio. Lançou um enorme suspiro, caminhando para fora do seu simples quarto.

Atravessou aquele corredor do apartamento que partilhava com os seus dois companheiros e abriu uma porta, espreitando lá para dentro.

Deitado numa enorme cama, um homem de longos cabelos louros dormia pacificamente, abraçado á sua própria almofada. Avançou na sua direcção, com passos delicados e silenciosos. Inclinou-se, tocando-lhe na bochecha com um dedo.

_ Deidara-kun…

Ele grunhiu alguma coisa antes de entreabrir os olhos, mirando-a ensonado.

_ Posso dormir contigo?

Ouviu-o suspirar, antes de se afastar um pouco e levantar os cobertores, dando-lhe espaço. Hinata lançou-lhe um minúsculo sorriso, deitando-se ao seu lado. Sentiu-o a colocar os cobertores como se deve ser e depois o braço dele rodeou-a, antes de ouvir a respiração dele acalmar de novo indicando que tinha adormecido novamente.

Deidara… Hinata observou o rosto adormecido por algum tempo. Ele era bonito, quase adorável. Era, também, orgulhosamente homossexual.

Suspirando, ela fechou os olhos, esperando não voltar às suas memórias.


_ Sasuke-kun! – Fez a rapariga num tom chateado.

O rapaz de doze anos olhou-a com uma expressão inocente, enquanto era atingindo pelo olhar acusador. Hinata cruzou os braços, um pequeno rubor tingindo-lhe o rosto branco.

_ Pára de me apalpar o traseiro!

_ Eu não te apalpei.

Ela semicerrou os olhos e Sasuke resistiu á vontade de se rir.

_ Só estamos aqui tu e eu. Quem é que me haveria de apalpar! – Fez ela indignada, esbracejando enquanto olhava em volta. – O teu ursinho? – Apontou para o peluche que Sasuke tinha em cima da cama.

_ Bem… é um belo traseiro.

O rosto dela ganhou uma cor semelhante a um tomate maduro, e ela levou as mãos, inconscientemente, para trás das costas, como se quisesse proteger a área que fora apalpada momentos atrás. Sasuke sorriu desta vez, olhando-a com alguma arrogância.

_ P-pervertido. – Murmurou ela embaraçada, olhando para tudo menos ele.

_ Hum… és tão tímida, Hinata-chan. – Fez ele enquanto lhe tocava na bochecha vermelha com um dedo, ainda com um sorriso arrogante no seu rosto. Ela lançou-lhe um olhar semi-irado, mordendo o lábio carnudo.

Sasuke pestanejou e ficou a observar os lábios dela enquanto o seu sorriso morria lentamente. Eram tão bonitos, num adorável tom cor-de-rosa pálido. Sentiu a sua respiração acelerar, um leve ardor no seu peito e uma vontade irracional de simplesmente beijar aqueles aparentemente deliciosos lábios.

Aproximou-se dela, observando-a atentamente. Inclinou o rosto em direcção do dela, sentindo a respiração dela tremer, escapando fracamente pelos lábios que o atraiam. Ela tinha os olhos muito abertos, duas pérolas puramente brancas, brilhando com a luz que entrava pela janela.

Afastou-se de repente. Já tinha visto filmes. Quando um rapaz beijava uma rapariga sem permissão, levava uma estalada. Isso era algo que não queria.

Reparou no olhar desapontado que ela fez, mas tentou não se importar com tal coisa. Suspirou, como se estivesse cansado, e olhou para a porta.

_ Vou pedir ao Aniki para nos ajudar a fazer chá. – Disse ele calmamente enquanto se virava para a porta.

Uma mão apertou-lhe a nádega gentilmente e ele reprimiu um guincho de susto. Olhou para trás, sentindo o rubor subindo-lhe às faces, observando Hinata que o olhava corada e com um pequeno, mas matreiro, sorriso no rosto.

O sorriso trocista dela alargou-se.

_ Bem… - Murmurou na sua voz calma e doce – É um belo traseiro…


Se sou uma Heroína, devo ter um poder especial, não é? Se não me considero Humana, tenho que ser diferente.

É verdade… sou diferente, e não só por causa das minhas inúmeras cicatrizes.

O mundo está dividido… somos três espécies.

Humanos.

Evoluções.

Mutantes.

Somos nós as três espécies humanóides que este planeta contem. Os humanos são os originais, os Evoluções são… bem… uma espécie de evolução da espécie humana… os Mutantes foram Evoluções geneticamente mudados pelos humanos. Não passam de simples experiencias de laboratório.

Os Humanos tentam manter-nos apagados, em silêncio. Para eles, as Evoluções são pragas, seres nojentos, seres degradantes. Eles não nos tratam como gente, tratam-nos como se fosse-mos coisas, não pessoas. Para eles, nós temos menos valor que um insecto.

Eu sou uma Evolução. No que consiste uma Evolução? Não são apenas os poderes personificados, como a Invisibilidade, elasticidade e coisas desse género. Muitos Evoluções nem sequer tinham desses tipos de poderes.

O que nos realmente diferenciava dos humanos é a nossa capacidade física. Somos mais rápidos, mais fortes, mais resistentes. Os nossos sentidos são absolutamente mais apurados. Um Evolução adulto consegue ouvir uma mosca a cem metros de distância. Consegue decifrar todos os objectos na mais pura escuridão. Consegue distinguir mais de cem cheiros ao mesmo tempo. Corre durante horas sem se cansar. Destrói paredes só com um murro. Manda saltos com mais de seis metros e aterra no chão com uma perícia de gato.

São estes os principais aspectos de diferenciam os Evoluções dos humanos. Qualquer um da minha espécie tem estas características. Depois é que vêm os poderes individuais.

Sou sortuda. Tenho mais que um poder individual. O que eu mais uso é a minha capacidade de "ver" a alma das pessoas com os meus olhos brancos. Decifro tudo, quando uso tal força. O meu outro poder é mais complexo, mais difícil de utilizar. Ver o mundo através do meu Byakugan.

É difícil utilizar este "Byakugan", também conhecido pelo olho Albino. Pein-sama disse-me que ao longo da história, apenas poucos Evoluções conseguiam controlar o seu Byakugan na perfeição. Por enquanto não consigo totalmente, mas estou confiante que um dia serei mestre na matéria.

No que consiste este poder?

Bem… "Ver" a alma é o mais fácil. Mas o resto…

Segundo as escrituras, o olho Byakugan permite-nos ver através das paredes, decifrar mentiras, decifrar mensagens que estejam noutra língua que não a nossa. Se olhar-mos para os olhos de outra pessoa com o nosso Byakugan activado, poderemos ligarmo-nos á sua mente, acabando por lhe ler os pensamentos ou mesmo manipulá-los. Dizem que ainda existem muitos mistérios em volta deste poder, que ainda muitas maravilhas hão-de ser descobertas a cerca deste olho albino.

Byakugan é um poder mental, mesmo que digam que seja um poder ocular. Não é verdade. Apenas é liberto pela retina, mas o seu conteúdo, o seu núcleo, está na mente. Espero um dia ser a maior utilizadora do Byakugan de todo o Universo, e que os futuros Evoluções que nasçam com este poder reconheçam o meu nome.

Scar.


_ Tou-san… o que é um Evolução? – Perguntou Sasuke enquanto olhava para o seu pai com curiosidade.

A reacção de Fugaku foi interessante. O homem ficou tenso, como se tivesse congelado de repente e tirou os olhos do jornal que via, olhando desconfiado para o seu filho.

_ Onde ouvis-te isso, rapaz?

A voz dele era tão fria que Sasuke tremeu. O rapaz de doze anos olhou para os pés, não querendo denunciar que ouvira tal palavra sair dos bonitos lábios de Hinata.

_ F-foi na escola…

Fugaku bufou impacientemente, colocando o jornal de lado enquanto grunhia algo como: Os miúdos de hoje em dia… - Sasuke pestanejou, ainda curioso.

_ Evoluções são lendas ridículas, rapaz. Mitos que falam de pessoas com poderes e capacidades fantásticas. – Disse ele secamente, no seu tom desapaixonado.

_ Oh… mas então… os membros da Akatsuki não são Evoluções?

A cara do seu pai ficou subitamente vermelha com raiva. Os punhos fecharam-se, e um rugido escapou. Sasuke engoliu em seco, tremendo dos pés á cabeça.

_ Foi aquela miúda Hyuga, não foi? É ela quem te anda a dizer estas coisas, não É!

Sasuke abanou a cabeça freneticamente, tentando negar tudo. O seu pai sempre odiou a amizade que ele possuía com Hinata. Sempre a desprezou, como se ela fosse um monte da mais nojenta bosta.

_ O-ouvi uns rapazes dizerem isso lá na escola, Tou-san!

Fugaku pareceu relaxar um pouco, olhando-o de forma analítica.

_ Hum… Os membros da Akatsuki não passam de uns bandidos que serão apanhados não tarda… vai para a cama rapaz, amanhã tens aulas e já é tarde. – Disse ele enquanto pegava de novo no jornal. Sasuke franziu o sobrolho, insatisfeito com a pouca informação. Mas não havia mais nada que pudesse fazer, o seu pai era a criatura mais teimosa do universo.


_ Puppet Man, para Scar. O alvo está há vista.

Hinata semicerrou os olhos, fixando-os numa figura monstruosa que se mexia alguns metros há frente. Levou a mão ao botão que o seu comunicador tinha para responder há voz que tinha falado.

_ Entendido, Puppet Man. Scar para Bang, o alvo está há vista.

Os seus olhos não saíram da figura que continuava lá a frente. Ouvia o som de algo a rasgar-se e depois o barulho de carne a ser mastigada.

_ O.k, Scar. Bang para Puppet Man. Alvo á vista, un.

Ela procurou-os. Viu Sasori sentado no talhado de um prédio não muito longe do local onde ela se situava. Deidara estava escondido por entre as folhas de uma árvore, agachado em cima de um dos grossos ramos.

_ Scar para Puppet Man. Qual é a situação? – Perguntou ela enquanto colocava o olhar de novo em cima da enorme e estranha figura, que continuava a mover-se subtilmente. Do seu ângulo, não dava para visionar como se deve ser.

_ Puppet Man, para Scar. Mutante. Macho, por de volta dos trinta e cinco, quarenta anos. – Hinata franziu o sobrolho ao ouvir tal informação – Está a alimentar-se de um corpo de uma rapariga.

Ela prendeu a respiração, sentindo a raiva e o ultraje invadi-la. Levantou o rosto, tentando ter uma melhor visão do seu alvo.

_ No que raio é que ele foi transformado? – Murmurou ela, esquecendo-se que o seu comunicador ainda estava ligado.

_ Bang para Scar. Pelo aspecto do mutante, diria que o fundiram com genes de um canídeo… lobo, talvez. É difícil determinar, un.

Hinata apertou a mão em volta do punho da sua Katana, rugindo levemente. Os seus olhos brancos fecharam-se por momentos, num gesto de concentração.

Byakugan.

Uma veia apareceu ao lado de cada olho, enquanto ela activava o pouco poder que controlava do seu olho albino. Fixou-se no mutante. Agora via mais claramente. Era grande, musculado. Pelo cobria todo o seu corpo nu, sujo e empastado. Mãos com unhas longas e afiadas seguravam uma carcaça jovem, enquanto a boca monstruosa arrancava um braço ao cadáver.

_ Céus… criaram o perfeito lobisomem…

_ Puppet Man, para Scar. Vê-lhe a alma.

Ela anuiu, não tendo a certeza se ele a via ou não. Olhando fixamente para o homem lobo, Hinata observou o seu ser interior. Para ela, o mundo escureceu, enquanto uma chama tomava lugar aos corpos dos seres vivos. Essa chama, essa essência, era a alma.

E a alma daquela criatura era vermelha, um tom sanguinário e selvagem.

Hinata suspirou, fechando os olhos de novo. A sua mão fechou-se com mais força por cima da espada e os seus dentes cerraram-se, num gesto de raiva.

_ Scar para Puppet Man e Bang. Não há esperança… ele não tem qualquer indicio de humanidade dentro de si.

_ Puppet Man para Scar e Bang… só há uma escolha. Teremos que o eliminar.

_ Bang para Puppet Man, un. Eu trato disso.

Hinata manteve-se no sítio, tal como Sasori. Se Deidara iria tratar daquele assunto, não valia a pena intrometer-se.

Ela viu o louro saltar da árvore, aterrando num estilo felino no chão, lançando um olhar ameaçador ao Mutante que, ao notar na sua presença, rosnou, deixando de tomar atenção ao pouco que restava do cadáver da rapariga.

Deidara avançou, um brilho de desafio cintilando no seu olhar marinho. O monstro, rugindo, correu na sua direcção.

O louro saltou antes do impacto, rodopiando elegantemente no ar até aterrar atrás do homem lobo. Num gesto rápido, Deidara colocou a mão no lombo do Mutante. A palma brilhou durante uns momentos e, de repente, Deidara afastou-se para fugir a um golpe da Garra do monstro. Juntou as mãos, sorrindo abertamente.

_ Art is a Bang.

Após dizer tais palavras em Inglês, o monstro explodiu. Hinata fez um som de nojo ao ver os bocados sangrentos do Mutante espalhados pelo espaço. Com um suspiro, ela ergueu-se, caminhando na direcção do amigo. Lá em cima, Sasori saltou, caindo numa rapidez quase mortal antes de aterrar com elegância no passeio da estrada.

_ Tens que fazer sempre esta porcaria, miúdo? – Perguntou ele friamente, cruzando os braços. Observou um bocado de carne, ele suspeitava que era um pedaço de intestino, preso num dos ramos da arvore.

Deidara revirou os olhos antes de lhe fazer uma careta. Virou-se para Scar, sorrindo-lhe.

_ Deixa-o em paz, Puppet Man, apenas fez o seu trabalho. – Disse ela calmamente – Além disso, deixaremos a limpeza para a polícia. – Olhou para os bocados de Mutante que estavam espalhados por todo o lado – Como foram eles capazes de fazer algo tão cruel a um de nós?

_ Humph! Tu, de todas as pessoas, deverias saber o quão cruéis os Humanos podem ser.

_ Isto passa das marcas. Nunca vi um mutante assim… tão selvagem. A sua alma estava perdida… Se não o tivéssemos morto, tinha destruído toda a cidade. – Ela suspirou, olhando para a lua – Imagino o que ele deve ter sofrido, o pobrezinho. Bang fez-lhe um grande favor ao libertá-lo desta maldição.

Deidara não tinha dito nada, olhando para o rosto horrorizado do cadáver da rapariga. Ele respirou fundo, passando as mãos pelo cabelo.

_ Os humanos não conseguem ver que ao magoar-nos, vão acabar por se magoar a si mesmos. – Murmurou ele calmamente – Vamos embora, estou repleto de entranhas de Mutante, un.

_ Se não te tivesses armado em esperto, nada disto tinha acontecido.

_ Cala-te, Sasori!


_ Se me apalpas outra vez eu mordo-te. – Ameaçou Hinata, sentando-se na cama dele.

Sasuke lançou-lhe um sorriso arrogante, deliciando-se com o olhar irritado que ela lhe lançava. O cabelo curto, azulado, estava desalinhado graças há forma de como Itachi a cumprimentava (Fazendo festas na cabeça) e as suas bochechas estavam coradas, num adorável tom rosa.

_ Hoje vou-me conter.

_ És tão tarado, Sasuke-kun. Nem sequer quero imaginar como vais ser quando fores mais velho. – Fez ela secamente, pegando no ursinho de peluche do amigo.

Ele soltou uma risada e sentou-se ao lado dela, sem parar de sorrir. Sem pensar, pegou na mão dela, acariciando a pele branca e suave. Não pôde reparar que Hinata ficara mais vermelha com tal gesto.

_ Achas mesmo que sou tarado? – Sussurrou ele enquanto se aproximava do rosto dela – Porque… és a única pessoa que eu alguma vez apalpei.

Sentiu-se imensamente satisfeito ao ver a rapariga de doze anos prender a respiração. Ergueu a mão, acariciando-lhe o rosto ternamente, passando os dedos por cima daquele rubor que ele tanto adorava.

_ Bem… - Murmurou ela enquanto fechava os olhos, satisfeita com as suas carícias – então és o meu tarado pessoal.

Ele sorriu-lhe, divertido, antes dos seus olhos negros se fixarem de novo nos lábios dela. Parou de respirar. Céus… ele queria beijá-la.

_ Hinata-chan…

_ Hum…? – Fez ela, abrindo os olhos novamente.

_ Não me batas.

Ela olhou-o confuso mas rapidamente entrou em choque quando sentiu os lábios dele em cima dos dela. Sasuke esperava que ela relaxasse para lhe retribuir. Hinata pareceu recuperar do choque e começou a acompanhá-lo no beijo. Lábios moviam-se numa forma hesitante, quase inocente, enquanto os rostos dos dois jovens ficavam vermelhos pela mostra do tipo de afecto que ambos escondiam dentro de si.

_ Sasuke, seu imbecil, deixas-te as… - Itachi parou de falar, paralisando na entrada do quarto. O casalinho separou-se, completamente corados. Ultrapassando o choque inicial, Itachi lançou-lhes um sorriso malicioso – Bem… usem preservativo.

Sasuke ficou completamente vermelho e Hinata parecia que ia desmaiar. Pegando numa das suas sapatilhas, Sasuke atirou-a em direcção do irmão que saiu do quarto a rir-se ás gargalhadas.

_ Idiota. – Murmurou ele com os dentes serrados.

_ S-Sasuke-kun… Porque é que… porque é que tu… bem… eu…

Sem pensar ele abraçou-a, num gesto completamente amoroso. Era apenas um abraço, um simples, mas replecto de ternura, abraço.

_ Sasuke-kun… - Murmurou ela contra o seu peito – Tens uma alma tão bonita.

_ Sasuke… - Gemeu ela ao seu ouvido, enquanto ele a penetrava lentamente – Tens uma alma tão bonita…

Com aquilo ele perdeu qualquer controlo. As suas mãos fecharam-se soubre o lençol com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. Sasuke beijou-a com paixão, amor, desejo. Tudo o que ele sentia por aquela rapariga era transmitido naquele toque de bocas.

Moveu as ancas numa forma experimental, entrando e saindo dentro do corpo dela de maneira lenta e gentil, pois magoá-la era a ultima coisa que queria. As bonitas pernas de Hinata rodearam a sua cintura, puxando-o para mais fundo.

Ele fechou os olhos e tremeu. Encostou a cabeça no ombro dela enquanto deslizava as mãos para baixo, até chegar á cintura da rapariga. Agarrou-lhe as coxas redondas e começou a mover-se mais depressa, mais profundamente. Apenas queria estar com ela… queria fossem um só. Ela era a sua casa, o lugar onde pertencia.

Os gemidos suaves e tímidos eram música para os seus ouvidos. A mais bela das melodias das sereias. Era bom saber que não a sua invasão não a magoava mais e saber que ela sentia as mesmas sensações maravilhosas que ele sentia.

Ele imaginara a sua primeira vez durante muitas noites, mas a imaginação não era tão doce como a realidade.

A rapariga moveu as ancas para cima, fazendo com que ele estivesse completamente embebido nela. Sasuke não conteve um longo e alto gemido com a sensação, rapidamente trabalhando os quadris para repetir o gesto.

Levantou o rosto até ao nível do dela para a beijar do novo mas deteve-se ao notar no olhar de adoração que a Hyuga lhe lançava. O seu coração palpitou-lhe ainda mais depressa no peito e ameaçou rebentar com tantas emoções.

Ele estava perdido. Perdido de prazer. Perdido de amor. Perdido ali, dentro dela. Nada mais importava a não ser aquela rapariga, a não ser a sua amada. Ela era o centro do universo, o centro de toda a existência.

Hinata abraçou-o fortemente, arqueando as costas enquanto gritava o seu nome, tão perdida quanto ele.

E ele não lhe ficou atrás. Com um tremor na espinha, Sasuke explodiu dentro dela, lançando o nome dela com um gemido trémulo. Por momentos ficara cego, voara, tocara nos céus, ela lançara-o numa viagem para além razão. Depois voltou para os braços dela, onde caiu, exausto e ofegante, mas tão satisfeito.

_ A tua alma ainda está mais bonita que antes, Sasuke – Murmurou ela ainda sem fôlego, passando as suas pequenas mãos pelas costas dele – Eu amo-te.


_ NÃO! Não amas. – Ele contorceu-se na cama, levando as mãos ao cabelo num gesto desesperado – Não me amas… é mentira… mentira….

Apenas o silêncio e a solidão lhe responderam. Sasuke sentiu as lágrimas escorrerem-lhe pelo rosto, o suor percorrer-lhe o corpo e o coração a partir-se no seu peito, o que ainda o admirava, pois julgava que o seu coração não se podia partir mais do que já estava.

Aquilo era ridículo. Se dormir-se, as memórias iriam invadi-lo numa guerra que ele nunca poderia vencer… e aquela ultima… a memória daquela noite, era demasiado.

Não conteve as lágrimas e os soluços, já não se importava de rebaixar a sua virilidade dessa maneira. Estava farto, completamente farto de sofrer. Farto de a desejar. Farto de a amar.

Mas não a conseguia esquecer. Já tinha tentado, mas não resultara. Já tentara dormir com outras mulheres, mas nem sequer gozo sentiu, acabando por ir vomitar para a casa de banho no fim do acto.

Ela estava a matá-lo. Inconscientemente, Hinata estava a assassiná-lo lentamente, tal como a misteriosa Scar matara outros com a sua Katana, Hinata matava-o com a falta de amor.

A porta do seu quarto foi aberta de repente e ele paralisou, não se importando com as lágrimas que ainda lhe escorriam pelo rosto.

_ Sasuke? Estás bem? Ouvi-te gritar. – Fez Itachi enquanto acendia a luz, esbugalhando os olhos ao ver o seu irmãozinho naquele estado. – Sasuke…

O rapaz cobriu-se, não querendo ver a expressão de pena que Itachi lhe lançava. Queria ficar sozinho. Sabia bem que a sua dor afectava o irmão, e não queria sentir tal culpa. Itachi não merecia tal sofrimento.

Ouviu um suspiro e a luz foi desligada novamente. Pensava que Itachi sairia, mas enganou-se, pois sentiu os cobertores serem levantados e o corpo do irmão encostar-se ao seu.

Não lutou contra os braços do irmão que o rodearam, não protestou quando a mão do mais velho o obrigou a encostar a cabeça no peito duro de Itachi. Tais gestos apenas o faziam sentir-se ainda mais deprimido e não conteve o resto das lágrimas.

Itachi suspirou novamente, deixando o choro do seu irmãozinho molhar-lhe a camisola. Afagou-lhe o cabelo, tentando acalmar o rapaz.

_ Chhhh… - Murmurou enquanto fechava os olhos – Vai tudo correr bem, Otouto, vais ver.

Por muito relaxantes que aquelas palavras fossem, Sasuke não conseguiu acreditar nelas.


Alguma vez vos disse o quanto difícil é escrever drama? Esta última parte deu cabo de mim… (Não sou uma pessoa dramática)

É claro que vocês devem estar confusos soubre a história dos Humanos, Evoluções e Mutantes, né? Eu percebo… mas vou tentando explicar melhor com os próximos capítulos, sim?

Aquela coisa do Byakugan… algumas coisas foram inventadas por mim, ok, nesta história, o Byakugan não é o Kekkei Gekkai dos Hyuga, até porque só Hinata o possui, visto que o resto da família dela são humanos… Ups… não deveria ter contado isto.

Ah, sim, na última memória de Sasuke (Vocês sabem qual… a que têm a semi-lemon) podem achar estranho aquela transição repentina, mas têm que notar em algo, ele estava a sonhar… a sequência do sonho mudou de uma memória para a outra.

Bem… ^-^ espero que estejam a apreciar a minha nova fic, que eu considero um desafio total, visto que nunca me apaixonei, nem nunca tive o meu coração partido, ou fui torturada, nem metade das coisas que aqui escrevi e vou escrever… -_-'

Além disso têm drama… eu já referi que não sou dramática, não já?

Espero que tenham gostado da Sakura, totalmente Scar fangirl… Mhwahahaha… a faceta violenta da miúda de cabelos rosa é a única coisa que gosto da sua personagem ^-^ (Como eu sou a favor de NaruSaku, cada vez que imagino uma cena de sexo entre eles, saí-me sempre uma coisa sadomasoquista onde o pobre Naruto está preso com uma corrente e Sakura está a bater-lhe com um chicote e vestida de látex… O.o… sim… é esta a expressão.)

Bem… adiante… Os nomes de "Herói" da Akatsuki foram muito interessantes… Puppet Man… lol… (O meu favorito é Lollipop ^-^)

Ah, antes que me esqueça, Madara e Tobi são pessoas diferentes nesta fic, ok? Óptimo.

Bem… como não tenho nada a acrescentar,

Bjs e um bom ano de 2010,

Evil.