E aí, beleza?
Aqui está a segunda parte da fanfic para o desafio, além desse meu, não se esqueçam do desafio da Nêssa Hiwatari, lá no grupo do facebook tem as regras. Não sabe que grupo? Procura lá, Beyworld: Fanfics e Cia. Além de conhecer muita gente bacana, vocês estarão por dentro dos desafios futuros e fanfics postadas por tanta gente bonita.
Outro Jaba é o NewGamePlus, o melhor site de games do mundo, sim eu escrevo lá também!
Mas é isso, espero que aproveitem, como eu disse já, é comédia-trash, não procure sentido. Mais uma coisa... PARTICIPEM DA CAMPANHA, REVIEW! Uma review que tu mande, ajuda a animar o fic-writer, não vai cair os dedinhos de mandar, não precisa ser algo elaborado, só mostre que tu curtiu a fanfic e quer que o fic-writer continue escrevendo! Vamos lá galera!
Peço desculpas se caso a fanfic estiver uma merda, mas é a vida! Vamo que vamo!
Ornitorrinco PT2.
No dia seguinte, Tyson acorda, esfrega os olhos e olha em volta. Acha Ray e Kenny que dormiram lá, a Hilary e Max tinham ido para casa, mas não viu o Kai.
- Droga, onde ele está. – se levanta e vai para o dojo, mas ao passar pela varanda ele vê o vovô sentado em uma cadeira, tomando banho de sol. – Vovô, o que está fazendo?
- Eu? To relaxando. – dizia sossegado. Tyson estranha, porque normalmente de manhã o velho sempre estava fazendo alguma tarefa ou o café da manhã.
- Senhor Granger, eu já terminei, precisa de mais alguma coisa? – Era Kai que estava usando um quimono de kendo do vovô, mas o que mais chamou a atenção foi a vassoura na mão do garoto.
- Eu gostaria de um chá, mas acredito que você deve estar cansado. – o senhor se levanta preguiçosamente.
- Não, tudo bem, eu faço. – ia pra cozinha, mas olha para Tyson. – E você vai querer?
- Er... não sei... – Tyson fica desconsertado.
- Pode ir Kai, depois ele decide. – diz o vovô, antes que o neto estragasse seu "esquema". Kai apenas assente positivamente e sai. – Hahahaha. – começa a rir.
- O que é isso? – Tyson grita surpreso.
- Poxa não dava para o Kai ficar o resto da vida usando uma fantasia de ornitorrinco.
- Não, você ter transformado o Kai num escravo.
- Nada, ele veio de manhã me perguntando: Quem eu sou? Qual é minha origem? – vovô se levanta. – Eu disse pra ele: Você é um garoto bondoso, amigo, gosta muito de ajudar nas tarefas daqui do dojo. Foi só eu terminar de falar que ele já limpou todas as espadas e limpou o chão da academia.
- O senhor não presta! – o garoto fica assustado com aquilo, nunca tinha sequer passado pela sua cabeça no que o seu avô seria capaz.
- Sem falar que só agora pela manhã, mais de 15 meninas se matricularam pra fazer artes-marciais. Tudo por causa dele. Ele chama a atenção das meninas e eu ganho mais dinheiro.
- Essa sua explicação é mais nojenta que seus atos.
- Deixa que ele tá bem. – vai para dentro do recinto.
- E aí, Tyson, tudo bem? – Ray estava se espreguiçando.
- Depois do choque de quando eu descobri que o vovô tem um escravo russo, está tudo bem.
- Vamos fazer assim, levamos o Kai para algum lugar que o faça lembrar-se da gente.
- Cara, perfeito, vamos tomar café e saímos.
- GALERA! – grita o Kenny. – Sei de algo que pode trazer a memória do Kai de volta.
- Como? – perguntam Ray e Tyson.
- Com a Dranzer, com certeza ele vai lembrar da fera bit.
- Bem, mas como vamos pegar a fera bit? – diz Tyson.
- Acredito que... – o nerd ia começar a falar, mas ouve um barulho, era Kai que derrubava uma xícara.
- Desculpe. – ia recolher a xícara, mas Tyson o impede.
- Não precisa, deixa isso aí, vamos resolver esse seu problema logo. – eles vão até o restaurante da família de Kenny.
- Então, como eu estava dizendo. – o nerd retoma o assunto. – Eu acredito que a fera bit dele deve estar com o Max, então eu acho que se pegássemos a Dranzer...
- Kenny! – grita a mãe do menino.
- O que foi mãe?
- Você pode fazer uma entrega para mim? – fala num tom manso, mas ao perceber o silêncio do filho, ela grita. – Agora!
- Droga! – brada frustrado, mas ele olha para o Tyson e para o Ray. – Gente, não me julguem. – se vira para o Kai. – Kai! Então, eu tenho uma coisa pra dizer, você tinha um emprego.
- Emprego? – o russo estranha.
- Sim, você era o entregador do restaurante. – Ray e Tyson ficam chocados, Kai olha para o nerd.
- Tá brincando comigo? Eu era pobre? Ganho salário mínimo? – os meninos tentam não rir.
- Vale-refeição e cesta básica. – Tyson não se aguentava, estava quase rindo na cara do amigo desmemoriado.
- Eu atirei pedra na cruz. – desanimado sai do quarto e vai fazer a entrega para a mãe do nerd. Ia saindo do restaurante, frustrado e nervoso. – Eles vão me pagar. – diz irritado. O que ele não notou foi a Hilary, que o observava de longe. Mais tarde no dojo, estavam todos reunidos. Com exceção de Max, que ainda não tinha chegado.
- Cadê ele? – pergunta Tyson ansioso.
- Ele disse que estava chegando. – Ray olha para a porta.
- Cheguei! – grita Max ansioso.
- Conseguiu? – todos olham para o loiro.
- Sim, logo o dinheiro estará na nossa conta.
- Como assim dinheiro? – Kai pergunta.
- Ah, é uma fera bit, eu acabei vendendo ela em um leilão e... – antes de terminar de falar, Ray tapa a boca do loiro e o puxa.
- Não fale pra ele que estamos vendendo a Dranzer! – Ray repreende Max.
- Mas ele nem lembra quem é a Dranzer. – o loiro se justifica.
- Mas o Kenny disse que essa Dranzer poderia me ajudar na memória.
- Não! – grita Tyson. – Não é Dranzer, ele quis dizer "chance". – sorri.
- Eu perdi minha memória, mas não a inteligência, essa história está mal contada. – Kai olha estranho para todos.
- Não se preocupe Kai, não faríamos nada que fosse te prejudicar. – Hilary tenta acalmar o jovem.
- Temos que comemorar! – Tyson fala animado.
- Eu vou pedir pizza! – Max pega o telefone.
- Eu vou pegar um refrigerante. - diz Ray.
- Espera que eu te ajudo. – Hilary segue Ray, Kenny também acaba saindo. Kai estava sozinho na sala, ele olha com nojo para onde os amigos foram.
- Para onde eu voltei. – diz para si mesmo irritado. – Gente desgraçada, se eu soubesse que teria tanto trabalho... – respira. – Perda de memória, são uns idiotas! – fica bravo e chuta a porta. – Essa história de venderem a Dranzer, isso não vai ficar assim. – bufa irritado. Depois da comemoração da possível venda da Dranzer, os meninos estavam reunidos na sala.
- Kai, você está lembrando de alguma coisa? – Ray pergunta preocupado.
- Não. – diz sério.
- O que vamos fazer? – Ray fica desanimado.
- Bem, vamos fazer uma reunião entre os Bladebreakers. – diz Kenny. – Kai, porque você não vai descansar um pouco?
- Por quê? Eu sou um Bladebreaker também certo? – o russo fica estranhando aquilo.
- Só queremos ter uma conversinha rápida, já falamos com você.
- Tudo bem. – Kai sai do local, mas fica perto o suficiente para ouvir o que os amigos estavam falando.
- Então, eu acho que o vovô tem razão. – Tyson olha para os amigos. – Teremos que internar o Kai.
- Mas você conhece algum lugar bom? – questiona Hilary.
- Não, mas podemos procurar.
- Gente, eu conheço um lugar. – Ray fala. – Mas dizem boatos que eles usam terapia de choque, então não sei se é bom!
- Temos que ver o que é melhor para o nosso amigo. – Max fica preocupado.
- Quem vota para que internemos o Kai nessa instituição que o Ray disse? – pergunta Kenny, todos levantam a mão. – Então está decidido, hoje levaremos o Kai para a clínica... – antes que tivesse terminado. Kai volta.
- LEMBREI! – todos olharam pra ele. – Eu lembrei! – todos sorriem. – Você é o... – olhava para o Tyson com a feição de que estava se lembrando. – Você é o Max.
- Não. – diz Tyson com um largo sorriso no rosto.
- O Ray.
- Não.
- Hilary.
- Não! – diz nervoso.
- Kai, você voltou! – Kai abraça o menino de boné. Tyson retribui o abraço. – Não, você é o Tyson...
- Sim, sou eu mesmo!
- Tyson Granger, dono do Dragoon. – enquanto Kai "se lembrava", Tyson abre um sorriso ainda maior, fica feliz ao ver o amigo se lembrando. – Sai daqui, já enjoou. – empurra o Tyson e vai para a Hilary.
- Você é a Hilary Duff.
- Não...
- Hilary Clinton... – Kai olha para a jovem. – Não, Hilary Tachibana!
- Isso, você se lembrou! – abraça o russo.
- Ray, Max e Kenny. – todos se abraçam felizes, mas não demora muito e Kai já se afasta.
- Chega dessa palhaçada, eu me lembro de tudo agora. – Kai pega uma das espadas de bambu. – Que história é essa de vender a Dranzer?
- Ah sim, aquilo, bem vamos explicar... – Tyson ia começar a falar, mas se assusta com a feição do Kai.
- Vocês vão explicar, mas vão explicar com menos dentes na boca! – persegue todos com a espada nas mãos, quem não corresse iria apanhar. Depois de algumas horas correndo, eles se reúnem na sala do Tyson e começam a conversar.
- Tá, agora conta aí Kai. Você não perdeu a memória. O que aconteceu? – Ray pergunta.
- Eu confesso, não perdi a memória, eu voltei porque eu não achava a Dranzer e descobri que o Max a tinha achado no Aeroporto daqui. Eu queria minha beyblade de volta.
- Tá, mas agora a pergunta que não quer calar... – Ray suspira.
- O QUE É QUE VOCÊ ESTAVA FAZENDO NA AUSTRÁLIA VESTIDO DE ORNITORRINCO? – todos falam em uníssono.
- Vou explicar. Uns tempos atrás eu estava caminhando tranquilamente, até que encontrei o Brooklyn. – só de falar no nome do garoto, Kai fazia uma feição de nojo. – Ele queria se vingar do que aconteceu, aquela conversa fiada de sempre.
- Tá mas o que isso tem haver? – Tyson fica curioso.
- Posso terminar? – olha irritado para o menino de boné. – Então, mas o infeliz não estava sozinho, tinham mais ou menos uns 30 capangas, sem mentira. Armado até os dentes. Eu fugi, fui até o aeroporto, minha ideia era pegar o avião, ir pra Coreia comprar uma arma e voltar.
- Mas pelo jeito pegou o voo errado e foi pra Austrália? – pergunta Hilary.
- Quer continuar? Se quiser eu paro de falar. – novamente fica irritado.
- Ok, desculpe, continue.
- Então, eles me seguiram até o aeroporto. Acabei derrubando a Dranzer, quando eu consegui despistá-los, eu vi um caixote grande que estava cheio de ornitorrincos. Cheio de adrenalina e sem saída, eu me vesti de ornitorrinco e me juntei aos bichos e acabei indo parar na Austrália. De longe eu vi o Max que gritava no barco de viagens, eu entrei na frente do barco, fingi um golpe na cabeça. Depois eu descobri que ele tinha achado a Dranzer e ficado com ela. Max me recolheu e me trouxe de volta. – os amigos sorriram. Tyson se levanta.
- É no final você sentiu nossa falta e você sabe que pode contar com a gente. Afinal, amigos são pra essas coisas. – tenta cumprimentar Tyson.
- Cale-se. – dizia com o mesmo desprezo de sempre.
- ELE VOLTOU! – pulou em cima do amigo russo assim como todos os outros. Kai se afasta e se recompõe.
- Agora quero saber, que história é essa de vender a Dranzer? – pronto para bater em quem quer que fosse.
- Ah, só inventamos aquilo para você se entregar. – dizia Hilary. – Quando eu vi você saindo do restaurante eu comecei a suspeitar se tinha realmente perdido a memória.
- Mas também não faríamos nada disso, a Dranzer é sua. – Max se aproxima e dá a beyblade ao Kai. – Bem vindo de volta.
- É bom estar de volta e é bom ter minha beyblade. – Kai dá um leve sorriso de canto de boca. – Mas vocês não deveriam ter me enganado. – prepara a espada para espanto de todos.
- Kai, você mentiu pra nós dizendo que tinha perdido a memória, agora está reclamando da nossa mentirinha? – Tyson pergunta revoltado.
- É que tem uma diferença... – Kai se aproxima dos amigos. – Eu posso fazer isso, vocês não! – dá uma espadada em Kenny, que cai no chão. – Quem é o próximo?
- CORREEEEE!
Fim!
E acabou! Não esperem um sentido, não esperem alguma explicação, isso é apenas uma comédia tosca que eu tava morrendo de vontade de fazer!
Mas é isso, espero que tenham gostado, beijos a todos e até mais!
Ps: Desculpem-me pelos erros!
