Notas da Historia:
Obs. Uma fic Robsten, minha primeira e unica \o/
Obs. 100% Robsten
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Capítulo Dois
- Eu tenho que ir menina.
- Kristen.
- O que?
- Meu nome. Kristen. Mais prefiro Kris.
- Kristen eu tenho que ir. – ela fez uma pequena careta por eu não ter usado seu apelido, mas não me importei só queria sair desse pesadelo.
- Rob. Não será tão mal. A gente vai se conhecer melhor. Você tira umas férias. Vai ser divertido.
- Eu não quero te conhecer menina. – esbravejei e vi dor em seus lindos olhos, mas ela virou de costas para mim.
- Sinto. Mas já está feito. Eu vou dormir. – ela correu para cima e suspirei passando as mãos no cabelo e puxando. Inferno.
Já passava da meia-noite quando me movi no sofá. Estava difícil conciliar o sono. Desde que ela subira eu tentei todas as portas e janelas. Estava tudo trancado, e nas portas assim como nas janelas, havia uma segunda porta de grades e estava com cadeado.
Fechei os olhos aceitando que estava preso com essa menina e adormeci.
Abri os olhos me sentindo quente e confortável, me movi e um cobertor caiu de cima de mim e suspirei. Ela não era tão má assim. Mas não era normal me prender desse jeito.
Me levantei vendo que ainda era cedo e fui até a cozinha, olhei a geladeira e tinha muita comida, estávamos abastecidos por uns dias. No fundo tinha uma porta que ontem descobri ser a dispensa e também estava cheia.
Sem ter o que fazer comecei a preparar o café da manhã. Fiz café e panquecas. Estava as virando na frigideira quando ela surgiu na sala.
Fingi ignorá-la, mas era difícil já que ela usava somente uma camisa de homem, as pernas torneadas estavam de fora e engoli em seco.
- Com fome? – perguntei olhando somente para a frigideira e a ouvi se aproximar e pegar uma xícara a enchendo de café.
- Sim. – resmungou sonolenta dando um grande gole de café.
- Não é muito matinal?
- Hum... – resmungou e sorri. Terminei as panquecas e coloquei no balcão em sua frente. Arrumei tudo com pratos e copos e me servi sentando ao seu lado.
Comemos em silencio e assim que acabamos eu comecei a lavar os pratos. Ela sumiu pela escada e deitei no sofá. Ela estava demorando tanto que comecei a me preocupar e subi atrás dela.
Ouvi o barulho do chuveiro em seu quarto e entrei em silencio, comecei a andar pelo quarto quando pisei em um papel e me abaixei para ver do que se tratava.
Coisa a fazer antes do Fim
(xx)1º Pular de Bang-jump.
( )2º Aprender uma língua nova.
(xx)3º Aprender a dançar como Michael
Jackson.
(xx)4º Andar em todos os brinquedos do
Hoppi Hary
(xx)5º Fazer uma tatuagem.
(x)6º Roubar alguma coisa. Nem que seja
um batom.
(x)7º Fazer uma loucura.
( )8º Perder a virgindade.
( )9º Me apaixonar.
( )10º Me casar por amor.
Olhei atentamente para as palavras não acreditando no que lia. Pular de bungee jump? Perder a virgindade? Que coisas mais absurdas. Ri sozinho quando a porta se abriu e ela saiu enrolada em uma toalha.
- Rob? – ela ficou corada ao me ver olhando para seu corpo semi-nu e não consegui desviar os olhos.
- Eu... – ela abaixou os olhos e olhou para meu peito e depois para o papel que eu apertava com força.
- O que é isso? – olhei para o papel e sorri.
- Eu achei... – nem terminei de falar ela correu para cima de mim e tentou pegar.
- Me dá Rob... – ela pulou e levantei o papel mantendo fora do seu alcance.
- Por quê? O que tem demais? – falei rindo e ela estava nervosa.
- Vamos Rob. Nada ai te interessa.
- Oh interessa sim. Você já fez as coisas que estão marcadas?
- Sim. – murmurou se afastando e sentando na cama emburrada.
- Então você já, pulou de bungee jump? – ela corou e assentiu. – E por que tem dois x? – a olhei curioso e ela ficou em silencio. – Kris...
- OK eu não consegui ta. Eu tentei, mas fui covarde. Mas ninguém precisa saber o Michel acha que eu consegui. – ela cobriu o rosto vermelho e ri.
- Então quer dizer que não aprendeu a dançar como Michael Jackson e nem foi em todos os brinquedos do hopi hari? – ela levantou o rosto e mordia o lábio inferior com força.
- Não conta pro Michel. – eu ri, na verdade gargalhei e sentei ao lado dela.
- Presumo que o que tem só um x você fez mesmo?
- Sim. Eu fiz. – falou orgulhosa.
- Como foi roubar algo?
- Horrível. Me senti culpada. Ainda me sinto mal toda vez que olho pro senhor Mac.
- Quem é o Sr. Mac?
- O dono da mercearia onde roubei o batom. – eu ri de novo e ela me deu um empurrão enfezada.
- E a tatuagem. Eu não vejo nenhuma. Ou está em um lugar onde eu não possa ver? – arquei uma sobrancelha e ela corou vermelho brilhante.
- Rob! – eu sorri.
- Imagino que a loucura tenha sido me seqüestrar? – ela assentiu. – E as coisas que estão sem x?
- Ainda não fiz.
- Bom que você tem bastante tempo para fazer.
- Como sabe?
- Você não tem só 19?
- Já vivi um terço da minha vida. Em certos países eu já sou uma idosa. Talvez preste a morrer mês que vem. – olhei incrédulo para as loucuras que saiam de sua boca linda.
- Se está tão velha devia se apressar a fazer as coisas que faltam.
- Estou trabalhando nisso.
- Está trabalhando em se apaixonar?
- Bem, talvez isso eu nunca consiga fazer. – ela deu de ombros.
- A nº. 10 também.
- Sim. Acho difícil essa. – assenti e me deitei em sua cama. Ela se levantou e sem pensar segurei seu pulso, passei a ponta dos dedos por sua pele pálida e macia e ela respirava com dificuldade.
- Kris... – sussurrei e ela me olhou com seus lindos olhos verdes.
- Hummm. – sorri e a puxei para cima de mim, seu corpo caiu sobre o meu e abracei sua cintura fina, passei o nariz por sua pele cheirosa, e ela gemeu baixinho.
Sem me conter comecei a deixar pequenos beijos em sua pele que estava quente, sorri vendo ela corada mais tão receptiva aos meus avanços.
Ela não disse que eu iria me divertir e brincar? Pois agora eu queria. Virei o corpo de modo a ficar em cima dela e comecei a beijar seu pescoço, espalhando beijos e subindo os lábios até sua garganta e bochechas, beijei o canto de sua boca e ela moveu as pequenas mãos para meu cabelo.
- Rob... – ela sussurrou rouca e sorri pressionando meus lábios nos dela.
Não foi como eu imaginava. Foi melhor, muito melhor. A boca macia e quente se moldou perfeitamente com a minha, nos movíamos em sincronia, como se sempre fizéssemos aquilo. Ansiando mais do que aquele beijo casto, movi a língua em seu lábio provando a maciez do lábio dela. Ela gemeu entreabrindo os lábios e mergulhei a língua em sua boca.
Quando nossas línguas se tocaram, meu corpo todo tremeu, era uma experiência estranha me sentir tão conectado a ela. Sua língua se moveu com a minha, provando meu gosto assim como eu provava o dela. Gememos na boca um do outro, enquanto nossas mãos tocavam tudo que podia.
Eu acariciei seus quadris a puxando mais para mim. Já me sentia duro por ela. Essa menina doida e linda. Subi as mãos para seus seios, ansioso em tocá-la. Sentia-me um adolescente cheio de hormônios. Segurei a ponta da toalha e dei um pequeno puxão.
- Rob. – ela deu um gritinho, mas a calei com um beijo e pressionei a palma em seu seio. O mamilo estava duro e o belisquei, ouvindo um doce gemido escapar de seus lábios.
- Kris? – chamei já movendo minha boca para seu seio e sugando seu mamilo duro.
- Oh... Sim...
- Onde fica sua tatuagem? – já ia começar a caçar a tatuagem na pele macia e convidativa quando ela me empurrou. – O que?
- Nada. – ela enrolou a toalha em volta do seu corpo apertando com força e arquei uma sobrancelha.
- O que houve? Não quer que eu veja a tatuagem?
- Não. Ela é feia sabe... – ela mexia no cabelo e estava corando e mordia o lábio. sorri entendendo tudo.
- Você não fez tatuagem. – falei sorrindo.
- Claro que fiz. – falou indignada, mas corou mais ainda.
- Prove. – ela me olhou nos olhos por alguns minutos, a encarei sem desviar o olhar esperando ela confessar. Seu lábio tremeu e ela fez um biquinho.
- OK era de henna. Eu não tive coragem. – ela tampou o rosto com as mãos e sorri a puxando para meus braços e beijei sua testa.
- Não precisa se envergonhar.
- Você deve me achar uma covarde. Não consigo fazer nada da minha própria lista. – ela choramingou e suspirei beijando sua testa.
- Não diga isso. Você me seqüestrou não foi?
- Foi um rompante. Eu estava por acaso na vizinhança. Ai eu fiz no calor do momento. Toda hora eu penso em abrir a porta e te mandar ir embora. – ela afundou o rosto no meu peito e senti minha camiseta úmida.
- Não fale assim. Aposto que é muito corajosa. – ela negou e afaguei seus cabelos. – É sim. Vai fazer grandes coisas em sua vida ainda. Ainda tem tempo... – ela não me deixou terminar e fungou.
- Esse é o problema. Eu não tenho. – ela se afastou de mim e correu para o banheiro trancando a porta.
- Kristen. – chamei batendo a porta, mas ela ficou em silencio e suspirei. – Por favor, Kristen...
- Me da um minuto Rob.
- Ok. Vou estar lá embaixo. – sai do quarto e meu pé bateu em uma mochila e um vidro de remédio quase vazio rolou para fora.
Peguei na mão verificando a embalagem e franzi o cenho. Era tarja preta. Por que ela precisava desse tipo de remédio?
Guardei de volta na mochila e desci. Passei a tarde toda sozinho. Me aconcheguei no sofá, lendo um livro que achei em uma pequena estante que havia na sala.
Lia a mesma pagina pela décima vez, quando ouvi seus passos. Ela parou no primeiro degrau da escada e sorri para ela esticando os braços. Ela correu até mim e deitou em meu peito, afundando o rosto em meu pescoço. A abracei e continuei lendo meu livro. Ficamos assim por alguns minutos, quando ela levantou o rosto e passou as pontas dos dedos por meu rosto. Sorri a olhando.
- Suas férias tão uma droga né? – eu ri.
- Na verdade é bom relaxar lendo um livro.
- Eu acho isso uma droga. – eu ri.
- E o que você quer fazer? – ela pensou.
- Nós podíamos fazer alguma coisa da minha lista. Uh, melhor, você podia fazer sua própria lista. – eu ri.
- Ok. Pegue papel e uma caneta para mim.
Ela sorriu e correu para cima, voltando com papel e caneta e sentou no sofá ao meu lado toda sorridente. Eu sorri e pensei.
- Pular de bungee jump. – escrevi na primeira linha e ela me deu um soco. Só fez cócegas.
- Hei, ta roubando as minhas idéias! – eu ri de seu olhar indignado.
- Eu achei bom. Uma aventura hein. – sorri, e escrevi a próxima, estava terminando a numero 4 e ela me deu outro soco.
- Não pode roubar as minhas idéias.
- Por que não? E não estou roubando as suas idéias.
- As números 1, 3 e 4 são iguais as minhas.
- Pense assim. Eu irei com você na próxima e fará de verdade as coisas que não conseguiu. – falei sorrindo, mas vi um traço de tristeza em seu olhar. – Kris...
- Eu estou faminta. – ela falou de repente e correu para a cozinha. Suspirei e terminei de escrever a minha lista e joguei sobre a mesa da sala e fui atrás dela.
Eu sabia o que se passava em sua mente. Eu não estaria com ela. Assim que ela abrisse a porta eu iria para minha casa e talvez nunca mais a visse. E por mais estranho que pareça eu não queria isso.
A achei de frente para a pia e a abracei por trás e beijei o topo da sua cabeça. Ela estremeceu mais e se aconchegou melhor em meu peito.
- Nós vamos fazer as coisas da sua lista juntos. – prometi em seu ouvido e ela sorriu.
A virei para mim e beijei sua boca, ela agarrou meus cabelos me puxando para um beijo urgente e gemi contra seus lábios. Nossas línguas se movendo juntas e minhas mãos corriam por seu corpo, acariciando suas curvas e desci até sua bunda.
- Rob. – ela gemeu e agarrei sua bunda a puxando para cima e suas pernas se entrelaçaram em meu quadril.
Sem nos soltar e sem deixar de beijá-la comecei a andar indo em direção ao seu quarto.
