Capítulo 2
Sakura já ouvira falar sobre Katsu Kuroki, era um dos homens mais ricos de Tóquio, mas de onde vinha sua fortuna, era um mistério. Ele aparecera há alguns anos em Tóquio, não se sabe vindo de onde, construíra sua fortaleza, onde apenas alguns poucos privilegiados entravam, e os que não tinham essa sorte apenas conjeturavam sobre o seu interior. Era jovem, trinta anos, cabelos negros e olhos cinzentos, considerado bonito, mas Sakura não concordava com isso, já vira algumas fotos dele, sua expressão era de extrema dureza, e seus olhos como aço, deixavam transparecer sua arrogância e sede de poder, talvez sob alguma influência de seu nome, pois Katsu, significa Vencer. Algumas mulheres até poderiam cair por seu charme e aparente riqueza, mas nem se comparava a Syaoran. Mas que droga, por que é que ele tinha que entrar em seus pensamentos?
Sakura chegou à agência para reportar sua descoberta ao irmão.
"Tem certeza?" – ele pergunta atônito depois de ouvir a irmã.
"Foi o que Taiju disse. Você tem que concordar comigo que o cara é muito sinistro Touya, ninguém sabe de onde ele veio, o que faz, vive andando com belas mulheres para cima e para baixo, mas de sua vida privada, ninguém sabe nada. Vai que a sua riqueza é do tráfico de escravas? Você sabe que isso ainda existe. Ou ele faz fitas pornôs? Eu acabo com ele com minhas próprias mãos." – Sakura a cada pensamento se exaltava ainda mais.
"Sakura, não viaja, nem sabemos se sua informação está certa. Além do mais ele é um filantropo, vive aparecendo nas colunas sociais em festas para arrecadação de fundos à instituições." – Touya tentava colocar bom senso na cabeça esquentada da irmã.
"Quer disfarce melhor? O bom samaritano. Vamos lá, Touya, deixe-me entrar na mansão. Eu entro, olho tudo e saio rapidinho."
"De jeito nenhum. Aquilo deve ser o lugar mais bem guardado da cidade. Temos que nos infiltrar mais discretamente."
Yukito entra na sala interrompendo a discussão dos irmãos.
"A Srta. Kérria andou comparando informações das crianças desaparecidas e fez uma descoberta interessante."
Touya e Sakura calaram-se para ouvir o amigo.
"As crianças que desapareceram são de diferentes orfanatos, mas todas vão ao mesmo hospital para exames de rotina."
"Podem ter sido escolhidas não aleatoriamente, e sim com algum propósito."
"Ora essa e você disse que eu estava viajando, está na cara que o tal Kuroki anda traficando jovens escravas."
"Não se esqueça que há garotos entre as crianças desaparecidas."
"Escravos para as minas de ouro, vi isso em um filme."
Touya encarou a irmã, balançando a cabeça. Pelo jeito a falta de Syaoran estava deixando-a com um parafuso a menos.
"E... "– falou Yukito dando uma pausa no que iria dizer. – "...Kuroki é o principal benfeitor do hospital."
"Aha!" – gritou Sakura encarando o irmão.
"Muito bem. Você pode estar com a razão Sakura, mas não entrará na casa dele de jeito nenhum."
"Touya..."
Yukito dá uma discreta tossida e mostra o jornal aos dois.
"Haverá uma festa para arrecadação de fundos para a nova ala infantil do Hospital. O mesmo Hospital de que estamos falando. Todos os ricos e poderosos estarão lá."
"Mas como entraremos?" – pergunta Sakura.
"Isso é fácil. Inoue tem contatos."
"E como vamos nos aproximar de Kuroki?" – ela pergunta.
Touya e Yukito olham para Sakura, ela não entende nada.
"O quê?"
Ela seria a isca.
A elegante mulher que desceu as escadarias para o salão onde estava acontecendo o Coquetel, chamou atenção logo no primeiro degrau.
Alta, com um vestido longo, branco, revelando uma inocência proposital, de um ombro só de onde saía um panô drapeado, uma alça fina do lado direito permitia o equilíbrio do vestido, uma fenda lateral esquerda deixava ver suas longas pernas, sandálias de tiras em um tom prateado combinando com a pequena bolsa no mesmo tom, pequenos brincos de brilhantes em forma de estrela, eram seu único acessório. Seus cabelos longos estavam presos no alto da cabeça, e uma maquiagem leve, completavam o conjunto de simplicidade, mas de extrema elegância.
Sakura demonstrava uma segurança que estava longe de sentir. Touya tinha decidido deixa-la entrar sozinha, isso a colocaria em evidência. Ela olhou ao redor, cabeça levemente erguida, discretamente a procura de Katsu Kuroki, caminhou pelos convidados, acenando levemente com a cabeça, aos vários cumprimentos que recebia. Avistou Yukito a um canto do bar, mas não lançou mais que um rápido olhar para ele, não vira Touya ainda, mas sabia que seu irmão estava por perto. Mal sabia ela a conversa que acontecia em uma sala reservada do Hotel.
"Tem certeza que quer fazer isso?" – Touya perguntava a uma pessoa a sua frente.
"Será mais fácil assim, depois eu explico tudo." – o homem respondeu.
"Da última vez que menti para Sakura, ela quase ficou sem falar comigo." – diz Touya.
"Pode deixar que eu me responsabilizo." – responde saindo da sala e indo em direção ao salão do Hotel.
"Não sei não. Isso ainda vai sobrar para mim." – resmunga Touya seguindo o outro.
Os dois entraram no salão separadamente. Nosso desconhecido localizou rapidamente a mulher que não saía de seus pensamentos, e ficou sem fala diante de tamanha perfeição. Idiota! Como pôde deixa-la sair de sua vida? Recriminava-se Syaoran. Ela estava linda, toda de branco e prateado, e se ele não se enganasse apostaria todo seu dinheiro como ela não usava nada por baixo. Realmente alguém tinha que ficar de olho naquela beldade, daqui a pouco algum maníaco pularia em cima dela. Droga, ela já estava conversando com um homem, sua vontade era ir lá e partir a cara do cretino, mas sabia da missão e não atrapalharia, aliás estava ali para ajudar.
Sakura tentava desvencilhar-se do rapaz que de todas as maneiras queria que fosse dar uma volta pelos jardins com ele, já estava impaciente por não ter visto Kuroki, quando sentiu um toque leve em seu cotovelo, virou-se delicadamente, e escondeu sua surpresa diante de quem estava a sua frente, nada mais, nada menos, que Katsu Kuroki.
"Será que posso roubar sua acompanhante por uns minutos, Shigeru?" – e afastou Sakura de seu insistente admirador que ficou sem fala.
"Muito obrigada, senhor..."
"Kuroki, Katsu Kuroki."
"Senhor Kuroki, já estava pensando em ser rude, quando o senhor me salvou de cometer uma indelicadeza." – ela falou suavemente.
"Katsu, por favor. Não há necessidade de agradecer-me, reparei que a senhorita não estava mais agüentando Shigeru, ele não é mau, só um pouco insistente." – disse todo charme. – "Qual é seu nome?"
"Hyoku Shiteru." – Sakura usava um nome falso para essa missão.
"Hyoku. Um lindo nome." – elogiou. – "Você conhece a lenda que o acompanha?"
Ela conhecia, mas resolveu dar uma de inocente.
"Já me falaram que meu nome se origina de uma lenda, mas nunca a ouvi."
"Gostaria de conhecê-la?"
"Por favor. Eu adoraria."
"Segundo a lenda existiu um pássaro muito especial no Japão chamado Hyoku. Ele nascia com apenas uma asa. Assim, a partir desse instante ele buscava sua outra metade, para unir-se a ela, completando-se para conseguir sua realização: voar. Enquanto ele não encontrasse sua metade, seria apenas meio pássaro. Essa lenda nos traz uma profunda reflexão, a de que um ser só é completo, quando é metade de alguém." – Katsu conclui a lenda. – "E então Hyoku, você já encontrou sua metade? – pergunta insinuante."
Ela deixou o olhar vagar pelo salão, demorando-se em responder deliberadamente. A primeira vez que ouvira aquela lenda fora contada por Syaoran, ele dizia que ela era sua Hyoku. Que besteira escolher esse nome, pensou com raiva quando seus olhos verdes encontram os castanhos que não saíam de seus pensamentos. Syaoran! E olhando-a sem nenhuma reserva. O primeiro instante de surpresa, logo foi substituído pela raiva. Que direito tinha ele de estar ali, e ainda por cima, lançando-lhe aquele olhar? Virou-se para Katsu que a fitava com curiosidade.
"Não, eu ainda não encontrei minha metade." - mentiu descaradamente, tentando não olhar para Syaoran. – "E você, Katsu? Já encontrou sua metade?" – perguntou ao seu provável suspeito, tentando disfarçar a surpresa que tinha sido ver Syaoran ali.
"Talvez tenha encontrado-a hoje." – ele respondeu, insinuante, pegando sua mão e depositando um beijo na palma.
A tontura que Sakura sentiu foi mais do que real, e não exatamente por estar subjugada pelo charme do cafajeste, a visão veio rápida, como um flash, fazendo-a cambalear, ela viu em um borrão, sangue por todo lado, a imagem foi tão rápida que pensou ter imaginado.
"Você está bem? Ficou pálida de repente." – ele perguntou notando que algo a perturbara.
"Acho que está um pouco abafado aqui." – ela tentou desesperadamente disfarçar, mas a estranha visão perturbou-a sobremaneira.
Sakura livrou a mão delicadamente, tentando aparentar uma serenidade que estava longe de sentir. Sorriu para Kuroki tranqüilizando-o. Mas Syaoran, ao ver o cretino beijar a mão de Sakura, já ia aproximar-se quando foi seguro por uma mão em seu braço.
"Calma aí, Syaoran. Aquilo é encenação, você sabe disso."
"Da parte dela. Mas e ele?" – perguntou com raiva e uma ponta de preocupação, ele vira Sakura cambalear e ficar pálida quando o impertinente beijara-lhe a palma da mão. O que acontecera?
Syaoran estava ali para ajudar, mas ver Sakura sendo assediada por aquele bandido, estava sendo demais para ele. Estivera em negociações com o governo chinês, seu caso fora avaliado, e perceberam seu potencial em ajudar, ele fora recrutado para trabalhar para o governo chinês, estava nesse momento em missão tanto para a China como para o Japão, visto que Kuroki mantinha um pé em cada país.
Ele passara os últimos dois meses em um tipo de peregrinação em busca de sua paz interior. Encontrara alguma, mas estava longe de ter matado todos seus demônios. Não se achava merecedor de Sakura, mas atendera a um pedido de ajuda de Touya, com total apoio do governo chinês, pois ele conhecia Kuroki. Nunca o encontrara de fato, cara a cara, mas sabia dele o suficiente para ajudar nessa missão em especial, e pelo jeito Touya estava muito empenhado em encontrar as crianças seqüestradas, tanto que lhe pedira ajuda, e ele sentia-se em débito. Na realidade ele não precisava ter vindo ao Japão, mas não resistira. Não era sua intenção retomar sua relação com Sakura, mas simplesmente não conseguia ficar longe dela. E agora ali estava ele, vendo Sakura jogar todo seu charme para Kuroki, e o cretino caindo na dela, e gostando pelo jeito.
"Pode me soltar, não vou fazer nada." – garantiu a Touya.
Sakura sorriu para Kuroki, não sabia como, talvez mecanicamente, ciente de que Syaoran não tirava seus olhos de cima dela. Céus o que ele estaria fazendo ali? Ela não sabia quanto tempo mais conseguiria se agüentar, fingindo estar apreciando as atenções de Kuroki, sua vontade era arrastá-lo para um canto qualquer e arrancar a força as informações que queria.
"Por que uma moça linda como você estaria sozinha?" – diz o galante cafajeste.
"Por incrível que pareça, não arrumei nenhum acompanhante interessante." – diz Sakura com um ar penalizado, procurando atrair a simpatia do galanteador.
Katsu Kuroki fica encantado, aquela doce mulher era tudo que ele esperara encontrar, linda, estonteante, doce, tinha que saber mais sobre ela, mas uma aura de mistério a envolvia, era muito sutil, de fato, mas seu sexto sentido não deixava-o se enganar. Sua curiosidade fora atiçada, e ele gostava disso, aliás, achava fascinante.
"Podemos dar um jeito nisso."
"Na verdade eu adoro ajudar, mas normalmente não apareço em festas e coquetéis, procuro mandar um representante, mas não resisti a essa, crianças são meu ponto fraco. E você? Sempre vem a esses coquetéis beneficentes?"
"Ah sim. É um prazer ajudar tanto crianças como qualquer outra instituição que necessite de apoio."
Ela o encarou, tentando ler nas entrelinhas. Será que sua fonte estava certa? Taiju não a enganara? Mas ela o faria pagar caro, se estivesse perdendo tempo.
"Então, Katsu, além de ajudar pobres crianças, o que mais você faz?" – pergunta sorrindo para ele.
Ele a olha por um momento desconfiado, mas seu sorriso doce, e aparentemente franco o desarma. Sorrindo também, despista.
"Meus negócios são bastante diversificados. Mas vamos falar de você que é muito mais interessante do que eu." – desconversa habilmente, segurando a mão dela.
Muito esperto esse Katsu, pensou Sakura.
"De maneira alguma tenho uma vida interessante, vivo trancada em minha cobertura ou viajando, cuidando de meus negócios, que são variados. É uma vida solitária, Katsu." – pronuncia o nome dele lentamente, para causar mais efeito, e consegue exatamente o que quer.
Katsu sorri embevecido diante de tal perfeição, na forma daquela mulher.
Aquela troca de gentilezas e sorrisos, estava fazendo com que Syaoran ficasse fervendo de raiva. Mas que droga, ela tinha que ficar derretida para o verme, não sabe que ele é perigoso? Se não soubesse da importância da missão, já teria ido lá partir a cara do safado que estava segurando a mão de Sakura, mas esse homem era a única aposta que a agência tinha conseguido, não era ele que iria atrapalhar.
"Então Hyoku, pela sua beleza, eu diria que deve ser uma modelo, ou atriz, mas como você disse que cuida de vários negócios..." – ele deu a deixa para ela falar mais sobre si mesma.
"Obrigada pelo elogio, mas eu apenas administro os vários negócios que herdei de meu pai." – diz ela sorrindo. – "Mas passo a maior parte do tempo em viagens ao exterior, a maioria de nossas empresas ficam em outros países, mas eu sempre volto ao Japão, afinal é meu lar."
"Então, além de linda, inteligente, uma combinação perfeita." – fala o charmoso salafrário.
Nisso uma elegante mulher aproxima-se dos dois, segurando o braço de Katsu, e olhando friamente para Sakura.
"Não vai me apresentar, querido?" – diz ironicamente.
Se um olhar pudesse matar, Sakura já estaria esticada no chão, a mulher estava claramente morrendo de ciúmes da atenção que Katsu estava lhe dispensando.
"Mas é claro, que falta a minha." – ele diz. – "Hyoku Shiteru, esta é Mai Watanabe, uma...amiga." – Mai lança um olhar dardejante em direção a ele. – "Mai esta é Hyoku."
"Já tratando-se pelo primeiro nome?" – ela pergunta olhando Sakura.
"Eu não gosto de formalidades." – retruca Sakura. – "Assim criamos um clima de intimidade mais rápido." – completa sedutoramente.
Katsu dá uma risada divertida, Mai fecha mais ainda a expressão.
"Katsu, o primeiro Ministro estava procurando-o, você não acha que deve dar atenção a outras pessoas?" – falou a linda mulher, sem lançar sequer um olhar em direção a Sakura.
Ele a olha, não gostando muito da crítica.
"Vá na frente Mai, logo a seguirei." – diz sem ao menos lhe lançar um olhar, estava por demais atraído por Sakura.
Mai sai pisando duro.
"Acho que você a irritou." – falou Sakura apontando discretamente em direção a mulher.
"Mai se irrita fácil. Hyoku, posso estar sendo muito precipitado, mas quero vê-la de novo. Você me permite?"
Oras, mas não é que esse homem era um verdadeiro gentleman. Sakura olha-o durante alguns segundos, deixando-o ansioso no aguardo de sua resposta.
"Mas é claro, Katsu." – diz como se desse permissão a muitos outros homens ao longo do dia.
"Janta comigo amanhã?"
"Jantar? Eu não sei, talvez você esteja indo muito rápido. Não seria melhor um almoço?" – ela pergunta coquete.
"Adoraria leva-la a um lugar especial amanhã a noite. Mas isso pode esperar. Se é um almoço que você quer, um almoço você terá. Às treze horas?"
"Você é muito gentil. Quer o meu endereço?"
"Eu encontro você." – diz beijando-a. – "Vai ficar ainda mais no coquetel?" – perguntou antes de afastar-se.
"Assim que der minha contribuição, partirei."
"Veremo-nos amanhã, então."
Sakura sentiu-se aliviada por esse homem ter se afastado, não agüentaria mais um minuto de conversação com ele, ainda mais pelos olhares dardejantes de uma certa pessoa.
Foi em direção ao arrecadador de fundos, para dar-lhe seu cheque. Sua doação deixou o pobre homem de olhos arregalados, Y 55.000,00. Com certeza aquele cheque faria com que Katsu não desconfiasse da mulher que aparecera de repente em sua vida.
Virando-se em direção a porta saiu do coquetel. Foi seguida discretamente por dois homens. Um carro a esperava em frente ao hotel. Ela entrou sentando-se na parte de trás.
"O que ele está fazendo aqui?" – perguntou de chofre a Yukito que fazia as vezes de motorista.
"Não olhe para mim." – ele disse.
"Droga. O que ele quer? Primeiro diz tudo aquilo e aí aparece do nada e fica me olhando como seu eu fosse propriedade dele. Não quer para si, mas não posso ser de ninguém? Que egoísmo. Típica atitude de Syaoran Li." – ela resmungava brava.
"Calma Sakura, Touya te explicará tudo."
"Então o Touya está metido nisso? Por que será que não estou surpresa."
Yukito sorri discretamente, adoraria ver o que a garota faria com o irmão. Touya não aprendia mesmo, vivia escondendo as coisas dela.
Continua
N.A.:
Oi gente sinto muito ter cortado antes do encontro cara a cara dos dois, mas é que ultimamente eu ando muito má....O símbolo do iene, eu não encontrei em nenhum lugar então fiz mais ou menos um parecido.... Há uma lenda sobre o pássaro Hyoko no Japão, achei linda e resolvi inserir na história.
O que vocês acharam do meu vilão? Confesso que até aqui eu ainda achava que ele era bem charmoso, apesar de mau, mas eu mudei meu pensamento drasticamente com o decorrer da história.
Patty
, valeu pelo review, que legal que vc foi a primeira. E o Chocolate é meu, não importa quem vença.....eheheheh.....Yoru
, seu pedido foi atendido, Syaoran já deu o ar de sua graça, mas acho que você n ficou contente com esse final, aposto que está aí me xingando por ter terminado antes dos dois se encontrarem...hihihihi..... mais maldades a caminho....Miaka
, está aí o Li para você, nossa, por que todo mundo quer ele?.... que pergunta cretina Rô....eheheheJenny-Ci
, que bom que mesmo sem entender você gostou da história, mas te aconselho a ler a outra parte.Sininho
, concordo com você, eu sou a única para ficar com o Chocolate...ahahah.... e eu já dei um sumiço na Shina na minha fic de Saint Seiya.....ahahahahMidori
, as coisas vão esquentar muito nessa parte dois, não fica triste, mas tenho que dizer que eles vão demorar p se acertar, o Syaoran é a pessoa mais turrona que já vi na minha vida...ahahah...Kath,
o Ryu é fofinho mesmo, tanto que estou pensando em alguns esquemas para ele... Ainda bem que você anda gostando do Touya..... ai de você se não gostasse....ahahah....Um recado, quem anda acompanhando Os Oito Guardiões, da Cherry, vai demorar umas duas semanas para ela atualizar. Então paciência aí pessoal, logo ela volta à ativa.
Gente, obrigada pelos reviews, vocês são grandes amigas, sempre presentes. Muito Obrigada, mesmo.
Passem no blogg, para votar na enquete, Quem deve ficar com o Seiya? E por favor votem em mim....hihihi...
E a partir de Segunda-feira, estaremos postando um super entrevista com a Kath Klein, ela nos conta um pouquinho de Feiticeiros e da sua vida, quem quiser acompanhar a entrevista ela será dividida ao longo da semana.
cerejeira.weblogger.terra.com.br
Conto com a presença de vocês.
Beijos
Rô
