CAPÍTULO 2
A escolha de Hermione
Rony deixou-se cair na cama que Hermione dormiu na noite anterior. Ainda tinha o perfume dela. Ele respirou fundo. Lembranças invadindo sua memória.
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i Flashback
- Aonde você está indo?
- Venha, Ron! Aquela sala comunal está impossível!
- Então, aonde estamos indo? – perguntou Rony.
- Sala Precisa! Espere aí – disse ao ruivo enquanto pensava em um lugar calmo para estudar. – Venha! – disse puxando o namorado pela mão.
- Nossa, Mione! Em que pensou?
- Em um lugar confortável para estudar!
A sala tinha uma mesa repleta de comida, uma mesa com duas cadeiras para estudo, livros e mais livros espalhados em intermináveis estantes e uma cama.
- Uma cama? – indagou Rony surpreso ao ver a bela cama de casal.
- É que adoro ler deitada! – disse dando um selinho nele. – Poderemos estudar em paz. – E também tem comida. Sei que adora comer!
- Pois, é! Para variar você pensou em tudo!
Rony acomodou-se na cadeira com uma bandeja com frutas e doces em cima da mesa. Já Hermione preferia a cama. Ela tirou os sapatos e deitou-se de barriga para baixo. Estavam em silêncio, estudando, quando Ron começou olhar Hermione deitada. Às vezes ele lançava um olhar, mas logo voltava sua atenção para os livros. Nunca foi muito de estudar, mas queria que aquele fosse realmente seu último ano.
Porém, dessa vez ele não desviou seu olhos. Hermione estava completamente concentrada em sua leitura e não percebeu que o ruivo depositava toda a atenção nela.
Ela ainda estava de barriga para baixo apoiada sobre os cotovelos. Com muita atenção, era possível reparar no decote se formava. Apenas via-se o contorno dos seios. Para virar a página do livro, Hermione lambia delicadamente seu dedo indicador. Ron sentiu-se excitado com tudo aquilo. Hermione agia naturalmente, o que deixava o grifinório cada vez mais louco de desejo. Então ela levantou suas pernas e as cruzou no ar. Elas se movimentavam para frente e para trás fazendo com que a saia subisse alguns centímetros. Ron fez um barulho com a cadeira e Hermione olhou para o ruivo que havia acabado de se levantar.
- Alguma dúvida, Ron?
- Sim...
- E qual é? – ela perguntou.
- Posso te beijar? – ele ajoelhou-se em frente à cama. – Estou ficando maluco. – Hermione então percebeu que os olhos dele ora fitavam seus lábios, ora seu decote, ora seus olhos.
- Sabe que não há dúvidas quanto eu aceitar um beijo seu... – ela falou ajoelhando-se na cama. Ele repetiu o gesto assim que subiu e abraçou Hermione antes de beijá-la. Começou a beijar o pescoço da morena que arrepiou-se na hora. Ele sussurrou no ouvido dela:
- Eu te amo, garota. – Era a primeira vez que falava isso para ela. Hermione afastou-se o suficiente para encarar aqueles olhos azuis.
- Fala mais uma vez...
- Eu te amo.
- Eu também te amo, Ron.
Eles voltaram a se beijar com paixão e desejo. Há muito Hermione olhava disfarçadamente quando Ron chegava do treino e tirava sua camisa antes de ir para o dormitório masculino.
Aos poucos Ron foi deitando levando, delicadamente, Hermione com ele. As mãos passavam por todo o corpo macio da morena. Ele chegou à barriga dela. Nunca foram tão longe.
- Tem certeza, Mione?
- Sim...
Ele começou a desabotoar a camisa do uniforme que ela vestia.
- É sua primeira vez, Ron?
- Sim. – sua vez ficou um pouco rouca e tremida – Não vou te machucar. Nunca farei isso.
Ele terminou de abrir todos os botões e viu o peito arfando de Hermione. Os seios escondidos em um delicado sutiã branco.
- Você é linda. – Ele terminou de retirar a camisa dela e depois desfez-se da sua. Voltaram a se beijar e os lábios de Ron percorriam o corpo da garota. As mãos apertavam a coxa e ela gemia pedindo por mais. Estavam apenas vestindo calcinha e cueca.
Ron beijava os seios da morena que sentia todo seu corpo arrepiar-se. Ela sentia a pressão do membro dele sobre sua coxa e resolveu tomar a iniciativa. Virou-se ficando sobre o corpo do ruivo. Ele sorriu:
- Que vai fazer?
- Shhhh.
Hermione beijou a boca do ruivo e foi descendo os beijos por aquele maravilhoso peitoral. Ela lambia os mamilos dele e gostava de ouvi-lo gemendo e chamando seu nome. Era sua primeira vez também, mas queria fazer isso. Hermione tirou a cueca azul que ele vestia. Ela admirou um pouco aquele membro e Ron apoiou-se nos cotovelos:
- O-o q-que vo-você está p-pens-sando-o em fazer Mione? – A garota apenas olhou para ele e começou a lambê-lo. Depois enviou o pinto todo de Ron em sua boca e começou a chupá-lo. Ele apenas gemia. Há muito tempo vinha tendo sonhos sexuais com Hermione, mas tê-la ali, senti-la em seu corpo era uma sensação indescritível.
Ele a puxou para cima e beijou seus lábios. Encaixou Hermone embaixo de si e começou a penetrá-la.
- Fale alguma coisa se eu te machucar...
- Claro, Ron. Só não pare agora. – ela sentia que ele aprofundava cada vez mais a penetração. Uma rápida dor passou pelo seu corpo, mas logo foi esquecida ao ouvir os gemidos de Ron e a sensação de prazer que sentia entre suas pernas. Os movimentos de ambos estavam sincronizados. Hermione chegou ao ápice de seu prazer e gritou quando gozou. Ela mordeu levemente seu lábio inferior e esta visão deu mais ainda tesão para Ron que pouco depois gozou.
- Eu te amo – ele sussurrou no ouvido de Hermione.
- Eu também... Preciso tomar uma poção... Para evitar qualquer coisa...
- Você tem isso? – ele perguntou encarando-a.
- No banheiro das meninas tem um armário com todas estas precauções. Relações sexuais são proibidas em Hogwarts, mas eles sabem que é impossível conter os hormônios adolescentes.
- Vem cá. – ele a colocou sobre seu peito – Demoramos muito para ficar juntos e nada irá nos impedir agora.
- Concordo...
Acabaram dormindo lá mesmo. Abraçados.
Fim do flashback /i
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Ron abriu os olhos e percebeu que estas lembranças somadas ao cheiro de Hermione fizeram com que ficasse excitado. Foi para o banheiro mais próximo, entrou em baixo de um chuveiro gelado, mas nada o acalmava. Apenas Hermione. Decidiu que terminaria aquilo sozinho.
Hermione chegou em sua casa e entrou no banho. Chorou muito. A água do chuveiro lavava suas lágrimas. Nem soube quando tempo ficou lá. Assim que saiu, fez um feitiço para secar seus cabelos e caiu na cama, adormecendo logo em seguida.as Hermione. Decidiu que terminaria aquilo sozinho.
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Não sabe que horas eram, apenas ouvia uma voz a chamando. Não precisava abrir os olhos para ver quem era.
- Não, Harry. Deixe-me dormir.
- Esta dormindo desde ontem, né? Precisa comer alguma coisa. Levanta.
- Deixe-me, Harry! – Ela cobriu o rosto com o cobertor.
- A Sra. Weasley mandou um prato para você. – Harry falou balançando o ombro da amiga.
- Não tenho fome. – a garota resmungou sem se mexer
- Se não for bom bem, vai por mal.
Hermione esperou deitada a azaração, mas o quarto estava silencioso. Ficou de olhos fechados querendo esquecer o dia anterior. Não queria entender o que Rony havia dito. Mas, ela entendia. Só não queria aceitar. Ele deixou bem claro que ela não era suficiente, que precisava de outras mulheres, precisava de outras transas, outros beijos. Hermione virou-se na cama. Não queria mais chorar.
- Sua última chance, Mione. Levanta e vá comer.
- Não!
- Você que pediu... – Harry puxou as cobertas de Hermione. Ela vestia uma calça de malha e uma regata.
- O que esta fazendo, Harry? Não quero levantar! – ela ajoelhou-se na cama protestando.hou-se na cama protestando e tee teestia uma calça de malha e uma regata.
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- Isso não é mais negociável. – dizendo isso ele a puxou e a jogou sobre um de seus ombros. Deixando assim, a garota de ponta cabeça.
- Harry! Solte-me agora! O que pensa que esta fazendo?
- Soltarei você... Agora! – e jogou Hermione na banheira que estava cheia de água fria.
- Harry! – ela exclamou segundos após recuperar-se do susto e do choque daquela água com seu corpo.
- Pare de se martirizar, Hermione! Continue sua vida!
- Não estou me martirizando.
- Só que eu te conheço e vai começar...
Hermione afundou-se na banheira completamente e segundos depois tirou a cabeça da água. Apoiou o queixo na beirada e encarou Harry que havia sentado no chão.
- Você sabe por quê? – ela perguntou encarando o amigo.
- Não sei... Estou muito bravo com ele. Foi uma atitude estúpida. Só que ele tem certeza...
- Eu sei... Pegue uma toalha para mim e espere-me lá fora, ok? Já estou saindo.
NA TOCA
- Gina! Chega desse assunto! Já não basta os olhares de Harry e as caretas da mamãe?
- Só uma coisa: você magoou Hermione de uma forma que nunca ela pensou que fosse capaz. Não há mais volta nessa decisão idiota de comer outras mulheres!
- Não pensei nisso!
- Ah, não? Pensou em quê? – ela o encarou e era impossível não lembrar de Molly naquele instante.
Ron calou-se. Pensou em conhecer outras mulheres. Quando Gina colocou daquela forma, pareceu que havia sido uma decisão fria e machista. Só que ele estava certo de sua decisão.
- Não devo nada a você. Nem a ninguém! – virou e foi em direção ao seu quarto.
MINISTÉRIO
Segunda-feira chegou e Hermione dirigiu-se rapidamente ao Ministério. Não estava realmente atrasada, mas gostava e chegar um pouco mais cedo. No entanto, havia atrasado uns 20 minutos. Entrou rapidamente no elevador e agradeceu por não encontrar Rony. A porta estava quase fechando uma mão impediu que se fechasse completamente.
- Consegui! – gritou Ron entrando rapidamente no elevador. Só lá dentro notou a presença de Hermione e ficou vermelho. – Olá...
- Oi, Ronald.
O elevador era ocupado por burburinho de conversa. Logo que chegou o andar de seu departamento, Hermione saiu sem dizer nada. Não havia mais lágrimas naquele momento, mas sentiu que seu coração falhou algumas batidas ao encontrar Ron e não poder beijá-lo.
As semanas e os meses passaram e Hermione via Ron somente nos corredores do Ministério. Recebia visitas quase diárias de Harry e Gina. Eles foram fundamentais para que ela superasse a separação. Não foi mais à Toca, mas se correspondia com Molly.
Estava preparando seu jantar, ouvindo uma música quando a coruja da família Weasley entrou pela janela. i Deve ser Gina /i, pensou Hermione, mas seu coração acelerou ao ver a letra de Rony.
i
Mione,
Esta distância está sendo horrível. Olhar para você e não conversarmos é difícil. Queria ser seu amigo novamente. Sinto falta das conversas que tínhamos nos tempos de Hogwarts. Quero poder te encontrar e conversar normalmente. O que acha?
Abraços,
Ron. /i
- Filho da puta! – Só isso é o que ela conseguia dizer. Pegou um pergaminho e escreveu na mesma hora:
i
Weasley,
Você deve estar gostando de me ver sofrer.
Amizade?
Se o que sentia por mim era amor adolescente sinto muito. Eu sou apaixonada por você, amo você. Só que não me quis.
Não, não podemos ser amigos.
Estou aprendendo a te esquecer. Logo, deixarei de te amar.
Estou me esforçando para te esquecer, peço que faça o mesmo.
H. Granger /i
NA TOCA
Ron viu sua coruja chegando e animou-se ao ver que Hermione havia respondido à sua carta. No entanto, sua alegria foi diminuindo à medida que lia o pergaminho.
Decidiu sair. Aparatou em frente ao Três Vassouras e entrou. Sentou no balcão e pediu um firewhisky. Virou o primeiro copo e pediu pelo segundo.
- Ron Weasley? – disse uma voz feminina. Ele virou-se.
- Pavarti? Tudo bem?
- Sim e com você?
- Tudo indo.
- Como vão todos? Gina, Harry, Hermione...
- Estão bem.
- E como vai o namoro?
- Eu e Hermione não estamos mais juntos.
- Sério? – ela insinuou-se, sentando ao lado de Rony. Pouco depois já estavam se beijando.
MINISTÉRIO
- Tem certeza da sua decisão, senhorita Granger?
- Sim. Acho que uma transferência e estudo em outro país só contribuirão.
- Tem alguma preferência?
- Onde estiverem precisando...
- Fala outra língua?
- Não, mas sou capaz de aprender rapidamente.
- Certo... Que tal Itália?
- Itália? Sempre quis conhecer...
- Ótimo. Você pode começar seu estudo da língua e dentro de algumas semanas será transferida.
- Obrigada. Posso pedir um favor?
- Claro, senhorita.
- Gostaria que minha transferência não fosse comentada para outros departamentos.
- Como preferir.
As semanas passaram rapidamente e Hermione dedicou-se com afinco aos seus estudos. Encontrou um apartamento para alugar próximo ao Ministério italiano. Ninguém ainda sabia de sua mudança. Queria estar com tudo acertado. Sabia que seria difícil convencer Harry e Gina de sua partida. Convidou-os para um jantar na véspera de sua partida.
- Então, meus queridos, preciso contar uma novidade... Na verdade já sei há algum tempo, mas queria que tudo estivesse em ordem antes de comunicar.
- Diga, Mione! – falou Gina.
- Vou mudar para a Itália.
Silêncio. Os três olhavam-se. Hermione continuou:
- O departamento sempre envia bruxos para fora. Porém, nunca me candidatei para estas funções. Acho que esta na hora de mudanças.
- Hermione, você não fala nada de italiano. – exclamou Harry.
- Di couse comunico l'italiano. Appena un piccolo. ¹
- Quê? – disse Gina
- Tenho treinado nas últimas semanas. Falo o suficiente.
- Mione,... Você não está tomando esta decisão por outras razões? – perguntou Harry.
- Não, não venha dar indiretas que é por causa do Ronald. Sei que voltaram a se falar. E também sei que ele vem saindo com metade da comunidade bruxa feminina. Faço isso por mim. Sempre quis conhecer novos lugares, mas minhas decisões eram feitas pensando nos outros. Faço isso por mim.
- Quanto tempo, Mione? – perguntou Gina.
- Indefinido... No mínimo cinco.
- Cinco anos?? – Indagou Harry. – Sentirei sua falta... Acho que deve ir... Seria egoísmo pedir que ficasse.
- Sabem que poderemos nos encontrar sempre. Sentirei falta de todos...
- Quando parte? – perguntou Gina.
- Amanhã cedo... Queria que hoje fosse uma despedida.
- Vai como? – indagou Harry.
- Pegarei uma chave do portal amanhã cedo no meu departamento... Não precisam ir.
- Não precisamos, mas queremos. Certo, Gina?
- Claro.
Eles continuaram a noite rindo e bebendo vinho. O casal foi embora e Hermione decidiu terminar de arrumar suas coisas. Ligou o rádio e ao ouvir a musica que tocava não pôde conter as lágrimas.
Why does the sun go on shining
i Por que o sol continua brilhando? /i
Why does the sea rush to shore
i Por que o mar corre para a praia?/i
Don't
they know it's the end of the world
i Eles não sabem que
é o fim do mundo?/i
'Cause
you don't love me anymore
i Porque você não me ama
mais./i
Why
do the birds go on singing
i Por que os pássaros
continuam cantando?/i
Why do the stars glow above
i Por que as estrelas brilham no céu?/i
Don't they know
it's the end of the world
i Eles não sabem que é o fim
do mundo? /i
It ended when I lost your love
i Terminou quando perdi seu amor /i
I wake up in the
morning and I wonder
i Eu acordei de manhã e me
surpreendi/i
Why everything's the same as it was
i Por que tudo está igual a antes?/i
I can't understand, no, I can't understand
i Eu não consigo entender, não, eu não consigo entender /i
How
life goes on the way it does
i Por que a vida segue da
mesma maneira/i
Why does my heart go on beating
i Por que meu coração continua batendo? /i
Why do these eyes of mine cry
i Por que esses meus olhos choram? /i
Don't they know it's the end of the world
i Eles não sabem que é o fim do mundo? /i
It ended when you said goodbye
i Terminou quando você disse adeus /i
Why does my heart go on beating
i Por que meu coração continua batendo? /i
hr
/watch?vQgcy-V6YIuI – para quem quiser ouvir a música da década de 60...
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1 – É claro que falo italiano. Apenas um pouquinho.
Usei tradutor... Desculpem qualquer erro. Se tiver alguém que fale italiano aceito ajuda! sua mudança. Queria etsra com tudo acertado. Sabvia quecabeça da ata cabeça.
- Shhhh
i fazer?
bre sua coxa e resolveu tomar a iniciativa. Virou-se ficando sobre o corpo do ruivo. Ele sorriu:
m D
