ObS:Essa é uma fic slash, quem nao sabe o que isso significa é que vai ter muita relaçao homem com homem, ou seja, se voce é o tipo preconceituoso cai fora aqui nao é bem vindo, mas se voce é daquele que adora Harry e Draco juntinhos sejam bem vindos, sera um prazer enorme da-lhes essa satisfaçao. Bem vindos ao mundo Drarry, onde preconceitos dispensamos e onde comentarios saudaveis e elogios sao bem mais que bem vindos...
Nota: Essa fic foi criada com o unico intuito de satisfazer a criatividade de pessoas que ama ve-los como casal,no recebo nada por isso, o faço por prazer unicamente proprio, nao quero desmerecer ninguem com minha historia apenas proporcionar um pouco de divertimento. Os personagens nao me pertença, mas o enrredo sim.E Claro minha querida Firbby é unicamente minha.
saboreem o segundo capitulo...
Comentem... ( adorei todas as reviews que recebi no capitulo passado... - pula que nem louca no quarto..kkk)
Capitulo 2 – Desacordado.
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Draco correu o mais rápido que pode o encontraria e isso era uma promessa. Pelo que entendeu o Weasley e Granger haviam escapado feridos, Harry deve tê-los obrigados a abandona-lo e pelo que parecia Harry também estava ferido se não bem mais que seus amiguinhos de ouro. Draco se viu no alto de um barranco não era tão alto, mas uma queda acidental lhe custaria algumas costelas e membros quebrados.
Olhou para baixo novamente pensou ter visto algo. Seu coração perdeu um compasso. Sem sombra de duvidas era ele, bem não ele, mas aquilo eram pernas e tinha que ser ele. Desceu o barranco com cuidado para não cair e não fazer barulho, não precisava de atenção para si nesse momento. Alcançou as pernas sem corpo e as triscou e sentiu um pano gelado cobrindo o restante. Capa da invisibilidade. Sorriu. Puxou a capa do corpo aparentemente um tanto que quieto com um nó na garganta com medo de seus piores temores acontecerem retirou a capa por completo.
_ Meu santo Merlin... Harry... O que fizeram com você? – perguntou com os olhos ardendo.
O corpo moreno era uma visão lamentável de sangue e barro misturado pelos ferimentos bizarro por sua pele. Ferimentos abertos que ainda sangrava e hematomas que lhe cobria cada pele exposta e Draco não duvidava que debaixo daquela roupa rascada e surrada encontrasse piores, pelas manchas de sangue fresco ali exposto.
Precisava leva-lo para casa e cuidar daquilo o quanto antes, colocou a mão para ver se seu coração ainda batia com frequência, um pouco lento, mas controlável. Olhou suas mãos e se assustou com o modo que tremiam. Respirou fundo, precisava se acalmar. Harry finalmente precisava dele, não era hora de se dar ao luxo de ter um ataque de nervos. Em segundos suas mãos e o resto do corpo foram ficando firme. Tinha que aparatar agora.
Vozes. Agora, sem margem para erros novamente. CRACK.
Rio. Ponte. Estavam a salvos dentro de sua propriedade e ninguém os acharia, a proteção fidelius a protegia junto com outras que Snape e Dumbledore lançaram juntos. Em Dumbledore não confiava muito, mas em seu padrinho até em alma.
_ Levilicorpus! – Draco fez o corpo de Harry flutuar, já que não pode aparatar ate dentro de casa. Com a capa em uma mão a varinha em outra e o corpo do moreno suspenso no ar, Draco entra dentro de sua casa gritando por Firbby, que aparece em um segundo com uma expressão horrorizada.
_ Firbby preciso que lave ele para mim, não tem condições de curarmos assim pode fazer isso... – disse Draco entrando em sua sala e só parou em seu quarto onde depositou Harry na cama e saiu atrás de ervas-curativas para banho.
Quando retornou Harry estava parcialmente limpo, pelo menos do barro, deitado em sua cama e percebeu que os lençóis foram trocados. Firbby. Ainda sangrava e Firbby cuidava com o que sabia, mas os ferimentos eram profundos e com certeza encontraria muitos ossos quebrados. Mas nada que ele não poderia dar um jeito, afinal das contas seu dom como sua mãe costuma dizer tem que ser útil para algo além da cobiça humana.
Sim, Draco tinha uma habilidade, um dom de cura, sua energia vital. Sua magia pode ser transformada como um elixir da cura tanto sentimental, quanto carnal. Draco com ajuda das ervas corretas sabia operar milagres, coisas que um medibruxo, não tinha capacidade, pois seu dom aumentava e incluía as propriedades necessárias para uma cura completa. Não quer dizer que seria fácil de maneira alguma, cansaria tanto a magia de Harry, mas não tanto quanto a sua.
Firbby logo trouxe sua maleta de poções e ervas-medicinais. Draco primeiro limpou o rosto, Firbby não havia tirado os óculos, Draco o tirou com cuidado estava danificado, mas depois cuidaria disso, a vida do moreno era o mais importante agora. Passou a gases pelos arranhões de todo o rosto, mas não se demorou muito. Pegou uma toalha molhou na bacia que havia preparado na cozinha para banho, torceu o excesso e limpou cada parte do corpo de Potter.
Firbby havia deixado o apenas com uma cueca Box que nunca viu, mas sabia que não era de Potter não estava suja e a aparência era de nova. Partiu para as pernas logo em seguida se demorou um pouco ali, pois na perna direita havia um ferimento horrendo como se um feitiço tivesse passado de raspão e levado um bife da panturrilha do moreno. Se fosse feitiço mesmo ia gastar muita energia para ativar a células danificadas a produzir novas.
Pegou a poção para fazer os remendos dos ossos quebrados, quatro costela, maxilar, braço esquerdo perda quase total e pé direito e esquerdo, fraturados com toda certeza na queda, assim como o braço. Levou a poção aos lábios quase sem vida de Harry e massageou a garganta para ajuda-lo a engolir. Logo em seguida pegou mais algumas outras poções e começou o trabalho pesado. Começou de dentro para fora, órgão danificado, por órgão danificado, depois partiu para o ferimento na perna que era o segundo junto com um da barriga mais grave, mas o da perna parecia menos recente e mais tempo para acumular bactérias e fungos dando assim uma infecção.
Como pensava era causado por feitiço, o processo tinha de ser feito com calma e por etapas reativou a células, mas não podia ajuda-las a reproduzir outras mais rapidamente agora tinha mais ferimentos para curar. Levou as mãos à outra bacia com poção misturada e as lavou depositando logo em seguida no ferimento da barriga, Potter deu uma pequena contraída, pois a poção ardia pra caramba se estivesse acordado estaria gritando que nem louco. Mas a cura foi quase instantânea demoraria pelo menos dois dias para fechar totalmente.
O rosto deixou para o final, pois eram apenas arranhões, nem utilizou poção. Enquanto Draco liberava sua magia pelas mãos, olhava para cada canto que seus dedos passavam. Tão forte, olha o que essa loucura te fez... Draco ainda se lembrava da imagem ensanguentada e barrenta de Harry abaixo do morro, seu coração deu uma apertada. Não queria nem pensar o que tinha acontecido ao moreno se não tivesse o encontrado primeiro. Nem saberia como teria reagido a noticia, pois não era dos desconhecimentos de seus mentores Dumbledore e Snape que ele era loucamente apaixonado por Harry.
_ O que eu faria sem você? – Draco soltou em um sussurro quase inaudível.
Acariciou a cicatriz de Harry e pela primeira vez desejou matar alguém além de seu pai com suas próprias mãos Lord Voldemort. Saiu da poltrona que nem lembrava tê-la puxado e se permitiu sentir um pouco do calor que voltava a emanar daquele corpo, estava com sua energia quase zerada, mas compensava por ver novamente aqueles lábios agora rosados, ainda não estavam carmesins, mas logo ficaria. Draco pousou a cabeça no ombro de Harry e colocou sua mão em cima do ferimento de sua barriga e começou a irradiar sua magia para o corpo de Potter, mas não demorou muito para cair no sono também.
Firbby passou aquela noite de olho em ambos trocou o curativo do visitante desconhecido, ao qual seu senhor parecia estimar muito, fez com todo cuidado para não acordar seu menino. Trabalhara muito aquela noite e merecia dormir, pensou em acorda-lo, pois parecia uma posição desconfortante, mas o sorriso em seu rostinho denunciava o contrario. Firbby os deixou sorrindo.
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Draco acordou bem disposto. Percebeu que nada foi um sonho que seu Harry estava ali com ele em sua cama, mas que infelizmente estava completamente remendado e se remendando.
Sorriu. Parecia um anjo de tão lindo. A luz do amanhecer batia bem em seu rosto coisa que incomodaria Draco, mas Harry parecia imune a ela, suas feições antes sangrentas e até assustada agora pareciam pertencer a um passado distante, pela seriedade de sua expressão. Seus cabelos desgrenhados cobria-lhe a cicatriz e parecia cutucar lhe os olhos. Draco levou uma mão até eles e finalmente, comprovou que eram tão macios, quanto uma seda. Não sabe quanto tempo ficou assim olhando-o dormir lhe fazendo cafune, mas só percebeu seu devaneio quanto Firbby bateu a porta avisando-lhe que Narcisa estava querendo lhe falar via flu.
Levantou-se o mais rápido que podia sem acordar ou incomodar Harry e saiu para a sala onde a cabeça de sua mãe flutuava na lareira acessa.
_ Bom dia, Draco. Desculpa tê-lo acordado meu filho, mas queria saber se estava bem, ouvi uns boatos por aqui de sequestro e tinha que me certificar se estava bem. – Draco sorriu e tratou de acalmar a mãe.
_ Estou bem também ouvi a respeito, mas semana passada...
_ Draco querido aqui às coisas demora a chegar, não acha melhor vir para cá me ajudar? – Draco poderia até ontem de manha considerar passar um tempo com a mãe, mas agora outra pessoa precisava dele e Draco estava disposto com essa aproximação criar algum vínculo com Harry.
_ Desculpa mãe, mas ficar sem noticias me mataria em dois dias, a senhora sabe como eu sou.
_ Sim eu sei, já tomou café?
_ Não acabei de acordar, não se preocupa, não vou dar uma de doido e comprar uma briga que não é minha. Não fui a Londres um só dia esse ano, pergunta para Firbby...
_ Eu confio em você meu filho, mas você é a coisa que mais amo na vida Draco, não posso perdê-lo, compreende isso?
E como compreendia... Pois quase perdera a coisa que mais amou na vida também.
_ Sim mãe é claro que sim.
_ Bom meu amor tenho que ir tenho probleminhas para resolver e se cuida e manda lembranças a Severo.
_ Pode deixar. Amo-te! – ela sorriu da maneira que Draco mais gosta, quando seus olhos sorriem juntos.
_ Eu também te amo filho.
Draco se levantou do chão e foi para o quarto novamente, precisava de um banho. Colocou as mãos no bolso e se deu conta das compras que havia diminuído para poder correr a procura de Harry e sorriu as voltando ao tamanho normal no meio do corredor chamou Firbby que as levou para a cozinha e logo em seguida Draco entrou em seu quarto e avistou Harry deitado da mesma maneira que o havia deixado. Foi até o guarda-roupa e tirou uma calça cinza chumbo e uma camiseta preta e uma Box da mesma cor.
Tomou banho e se higienizou, saiu completamente vestido e com os cabelos penteados para trás do qual não daria alguns minutos para cair em seu rosto. Caminhou até Harry e trocou seus curativos e ajudando com sua magia curativa. Tomou café na companhia de Firbby e enquanto levava o segundo pão a boca se lembrou...
_ Puta que lá merda. – Firbby lhe olhou feio, mas não deu atenção deu um pulo da cadeira e rumou para a frente da lareira novamente, pegou um pouco de pó de flu e lançou nas chamas dizendo:
_ Escritório de Dumbledore, Hogwarts. – Chamas ficaram verdes por uns segundos depois Draco pode visualizar o escritório de Dumbledore, chamou por ele cinco vezes, quando quase ia desistindo ouviu a porta se abrir.
_ Prof. Dumbledore! – Draco se aproximou mais e o chamou novamente no que foi atendido ele parecia bem mais distraído que o normal. Quase bateu com a mão na testa, claro que estava para eles Potter Havia desaparecido.
_ Sim menino Malfoy algum problema? – perguntou depois das cordialidades e depois é claro de lhe oferecer como se pudesse comer bala de limão.
_ Comigo não senhor, mas algo lhe preocupa parece abatido... – Dumbledore o analisou por um momento por debaixo de seus óculos meia lua e meneou a cabeça enfim.
_ Não posso esconder por muito tempo isso de você, pois não perdoaria nem a mim nem ao seu padrinho, Harry está desaparecido, desde ontem anoite. – Draco quase sorriu, mas não o fez, pois estaria tão desesperado quanto cada um deveria estar ou até mais.
_ Não Senhor eu o encontrei ferido na floresta aqui perto. – foi uma coisa momentânea na face já tão velha, que agora já não parecia mais tão abatida. Draco sorriu de lado. Praxe.
_ Como assim estar ai? Conte-me do inicio...
Draco contou tudo que ouviu nomes, sua preocupação, absolutamente tudo que sabia.
_ Mas como ele foi parar ai? – essa era uma duvida que até Draco tinha. Mas parece que Dumbledore se lembrou de algo que podia ser a explicação.
_ Bom Harry como ele esta?
_ Bom como eu disse ele chegou aqui deplorável, semimorto, mas fiz o que tinha que fazer e agora ele dorme por causa do sedativo do poção para dor de vê acordar ou anoite ou só amanha quando os ossos tiverem todos inteiros. – Dumbledore o olhou com um brilho de agradecimento.
_ Amanha pedirei que Severo me acompanhe até ai para conversar com Harry. – Draco olhou e assentiu. – Bom me deixe avisar Srta. Granger e o Sr. Weasley para acalma-los. Conseguir segura-los.
_ Sei devem estar preocupados, mas senhor devo ressalta, que o estado de Harry não é o dos melhores, queria pedir-lhe que o mantenha um pouco afastado ou tenta até estar recuperado, com essa nova barbaridade de Voldemort, Harry não ficara imune ou imperceptível, será cada vez mais caçado e temo pela vida dele, pois ele no final das contas só tem dezoito anos estão colocando carga que ele não pode suportar sem deixar marcas e temo por essas marcas.
_ Sei de suas preocupações e as levarei em consideração, também tenho as minhas, senhor Malfoy e temo também, mas não podemos subestimar a força de Harry, pois no final das contas as escolhas são dele.
_ Que o mundo colocou no caminho dele sem perguntar se ele queria ou não enfrentar esse demônio. – Draco respirou fundo e se despediu. – bom não vou mais tomar-lhe seu tempo Prof., mas pensa no que falei. Tenha um bom dia.
_ Agora bem melhor, não se preocupe, farei o que estiver ao meu alcance, bom deixe me ir e me informa se algo acontecer.
_ Será o primeiro.
_ Tenha um bom dia jovem Draco.
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Como Draco havia previsto Potter dormiu a noite inteira e amanha de quarta-feira também, mas a única coisa que o preocupou foi à febre que o moreno teve no decorrer da noite, quase temeu pela sua vida novamente, mas ela amenizou assim que raiou o dia e suas feições suavizaram.
Draco passara a noite em claro deu a ordem a Firbby que seu padrinho chegasse era para acorda-lo imediatamente, deitou no sofá que transfigurou para si de uma poltrona e se deitou não queria que o visse na mesma cama que Harry e não queria ir para o outro quarto com medo de deixa-lo sozinho caso a febre retorne. Adormeceu logo que se deitou.
No começo da tarde Firbby o acordou com delicadeza. Snape e Dumbledore na sala. Usou um feitiço para se arrumar e em um instante estava impecável. Apareceu na cozinha assim que Firbby terminou de lhes servir chá.
_ Boa tarde! Senhores. - Draco assentiu seriamente.
_ Boa tarde. – Dumbledore respondeu enquanto seu padrinho acenou. Típico.
_ Bom devo informar que Harry ainda permanece dormindo, essa noite a temperatura de seu corpo subiu tanto que pensei não dar conta, mas por milagre essa manha abaixou.
Draco se sentou na frente de ambos em uma poltrona e deu a palavra ao diretor.
_ Devo lhe informar que Harry tem uma ligação com Voldemort e creio que ele esteja dificultando as coisas para Harry de alguma maneira.
_ E Potter por ser tão fraco em oclumencia, servesua mente em um prato de prata para que o Lord das trevas o use como bem entender. – Draco segurou a raiva que o dominou, Harry não era fraco como severo estava insinuando.
_ Bom creio que severo esteja correto não com palavras tão dóceis, mas correto. – o diretor encarou Draco e sorriu. – mas se ele tiver algo em se apegar ele conseguira manter o foco.
_ O que quer dizer com isso professor...
_ Se o ajudar a bloquear sua mente com seus poderes...
_ Alvo esta pedindo demais a Draco, sabe que ele ainda não se aprimorou nisso, Draco pode ser a alma gêmea e olha que isso me dói muito dizer, mas ele não pode contra Voldemort.
_ Eu sei Severo, mas foi à única solução...
_ Não eu faço, mas não agora mais tarde. Não se preocupe Severo eu sei fazer, tudo com Harry é mais fácil por ser ele. – Severo respirou pesadamente.
_ Quer que eu fique para ajuda-lo?- Draco sorriu.
_ Não precisa, querem vê-lo. – Draco se levantou e os guiou corredor a dentro ate a ultima porta que estava aberta. Draco entrou primeiro seguido de Dumbledore e Severo atrás.
Harry estava imune a tudo que acontecia ali, mas não a mente das garras de Lord Voldemort. Sua respiração era estável, seu peito nu subia e descia compassadamente. Não conseguiu se impedir de sorrir. Aproximou-se dele sem perceber e já estava lhe tirando a franja da testa suada. E embebecido pela visão de Harry dormindo não viu dois olhares: um com olhos enigmáticos e sorridentes e outro frio como gelo, fita-lo. Quando ouviu um resmungo se deu conta que divagou mais uma vez e corou levemente por seu descuido na frente de seu padrinho e do seu professor. Os acompanhou até a porta e se despediu recusando mais um pedido de severo de ficar.
_ Ah Draco. Harry ficara aos seus cuidados até que esteja pronto para sair, isso se ele quiser e temo que não possa segurar o Sr. Weasley e Srta. Granger, mais do que pelo menos três dias.
_ Mas eles não podem vir se não estiverem acompanhados de algum de vocês dois.
_ Sim, sim... – disse Dumbledore já recomeçando a andar.
_ Boa tarde! - Draco fechou a porta e correu para o quarto.
Draco não se importava de cuidar dele, mas encarar ele assim mais uma manha, não sei se aguentaria. O que Dumbledore queria que fizesse exigia muita magia e concentração. Isso não era problema mais algo que a conversa o fez lembrar é como se apaixonou por Harry.
Lembra com amargura do modo como seu pai o castigou com crucio, quando viu os primeiros indícios de sangue vella em seu ser. Como se pudesse arrancar de cada célula de Draco sua própria genética. Animal. Mas o melhor de seu ultimo ano em Hogwarts foi quando avistou Harry no trem e seu corpo agiu como imã pedindo que cada célula de Harry se fundisse com a minha, aprendi a observa-lo e amar cada coisa que ele fazia e principalmente aprendi a compreendê-lo. Harry no final das contas não queria fazer nada que tivesse o nome daquele animal junto. Harry só queria um futuro feliz e por ser quem é faria de tudo nem que morresse atrás dessa pequena chance, pois no final se sentira feliz por ter obtido felicidade para aqueles, que ama. E como Draco desejou ser amado aquele ano.
A Guerra se estourou, foi salvo por Harry, se viu livre de Lucius por causa de Harry, e por causa dele teve um pouco de sua vida aqui nesse lugar maravilhoso, longe de tudo e de todos. Mas o que mais doía era ficar longe de Harry. No começo era uma proteção, pois se seu pai desconfiasse de quem seu vella clamou como dele, se veria obrigado a...
_ Não! O que importa é agora e agora você esta aqui comigo, vou te tirar dessa Harry nem que eu enlouqueça fazendo. – Draco se aconchegou em Harry e adormeceu, precisava desse calor para o que viria pela frente.
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Nota da autora: Gente sei que querem me esfolar viva mas nao se zanguem comio tive que fazer uma viagem para o interior e por culpa exclusiivamente dessa viagem eu demorei a postar esse segundo capitulo... SORRYYYYY...
Bom agradeço mais uma vez todos os comentarios e se postarem mais comentarios eu ainda coloco oproximo capitulo ainda essa semaninha... hummmm?
Mas para responder uma pergunta: Postarei os capitulos que tenho pronto nessa semana e na outra, mas tentarei postar todas as sextas feiras...
Se alguem tiver alguma ideia para a historia é só falar...
Se devaguei em alguma parte me avisem que tentarei arrumar...
Mas nao deixem de comentar, assim fara uma escritora muito feliz...
adoro vcsss...
ate o proximo capitulo...
" Capitulo 3- Por que me ajuda?
...
_ Acha que pode me deter? – disse Voldemort ironicamente.
_ Não seria tolo de pensar que posso, mas posso fazer isso: Protego! – Draco sabia que estavam na memoria de Harry novamente e era questão de segundos para o Lord tomar a sua. Assim que viu o espelho empurrou Harry para o lado onde estava caído e apontou a varinha e usou um feitiço para deixa-los em cacos. Ele se voltou para Harry e se ajoelhou na frente do moreno o encarando. – Harry me escuta tem que fechar sua mente agora, ele vai voltar eu só dei algo para ele se concentrar... Harry esta me ouvindo?
Potter deu um tapa em sua mão que estava em sua coxa e se levantou o fuzilando.
_ Por que tenho que acreditar em você?
..."
