CENSURA: NC- 17 EXTREMO!!!! CRIANÇAS...SITIO DO PICA PAU AMARELO É BEM MAIS EDUCATIVO!

AGRADECIMENTOS: THA...PELA INSPIRAÇÃO ( ISSO É TUDO CULPA DELA HEHEHE)

DREAMLAND - PARTE 2

O CASAMENTO

Casa de Campo de Chase ( 2 meses e 1/2 atrás )

- Eu proponho um brinde aos noivos...Que vocês sejam muito felizes e nada, nem ninguém consiga atrapalhar essa felicidade! Brindou Wilson, levantando a taça de champagne.

Chase e Cameron se beijaram suavemente logo após o pequeno discurso do oncologista. Ela usava um simples e bonito vestido de noiva, enquanto ele usava um belo smoking. Todas as pessoas que trabalhavam no hospital estavam presentes na festa, mas ninguém contava com uma visita surpresa.

House se aproximou de todos, no jardim da casa, onde os convidados estavam distribuídos, e todos começaram a observá-lo enquanto se aproximava.

- Que foi, parece que viram um fantasma! Exclamou ele, mal- humorado como sempre.

Gregory House estava com a barba feita, a o smoking caía-lhe impecavelmente bem, os sapatos estavam bem engraxados e seus cabelos grisalhos, muito bem penteados. Ele seguiu caminhando, até que seus olhos encontraram os de Cuddy, que usava um vestido vinho, de apenas um ombro, e estava mais bonita que o habitual.

- Uau, House, é mesmo você? Questionou ela, surpresa ao vê-lo tão bem arrumado.

- Isso não é uma festa de casamento? Suponho que as pessoas devam vir arrumadas para esse tipo de evento não é mesmo? Respondeu ele, sem tirar os olhos de cima dela.

Ao notar a presença de House, Cameron se afastou do noivo e seguiu em direção ao seu ex- chefe.

- House...obrigada por ter vindo...Agradeceu ela, sorrindo ao vê-lo.

- Eu não vim por você...vim pela comida, onde está a comida? Perguntou ele, sentando-se ao lado de Cuddy.

- Você não deveria tratar dessa forma as únicas pessoas que se importam com você, House. Avisou Cuddy, tomando as dores de Cameron, enquanto esta se afastava da mesa magoada.

- Ela deveria se importar com o novo marido dela...antes que ele morra, como o outro. Se o Chase morrer também, acho que a Cameron é nada mais nada menos que a "viúva negra". Brincou House, pegando um copo de bebida.

Cansada de ouvir os absurdos que de House, Cuddy se levantou da mesa imediatamente, mas foi impedida por ele, que segurou sua mão.

- Aonde você vai? Questionou ele, segurando-a.

- Procurar uma compania mais agradável...Respondeu ela, puxando fortemente seu braço do dele.

Enquanto House observava Cuddy se afastando, Wilson sentou-se ao lado do amigo.

- Como você consegue fazer isso House? Afastar todas as pessoas de você...um dia, você vai acabar sozinho. Avisou Wilson.

- Cale a boca, eu estou cansado de ouvir sua voz! Retrucou House, enfurecido.

- Porque você veio? Pela Cameron ou pela Cuddy? Questionou Wilson.

- Eu já disse...eu vim pela comida. Afirmou ele, pegando sua bengala e caminhando sem rumo pelo jardim.

Já havia anoitecido, enquanto a festa de casamento de Chase e Cameron continuava na casa. O jardim era imenso, e no centro dele, havia uma grande piscina, cercada por arbustos variados e flores de diferentes tipos. Sentada em uma das cadeiras próximo à piscina, com um flash de luz sobre seu corpo, encontrava-se Cuddy, sozinha e pensativa, quando House se aproximou.

- Eu te procurei por todos os cantos desse lugar. Contou ele.

- Se você não percebeu, eu estava tentando me esconder de você. Respondeu Cuddy, secamente.

- Porque? Eu consigo mexer tanto assim com você, que você precisa de esconder para resistir a minha presença? Disse ele maliciosamente.

- Não seja idiota...a sua presença incomoda qualquer pessoa, House. O que você veio fazer aqui? Questionou ela.

Ele engoliu seco, e ficou sem saber o que responder.

- Diga a verdade a ela, ande logo House, diga! Exclamou Amber, que estava parada ao lado de House.

- Eu só queria ver o que você usaria na festa...para ilustrar melhor minhas fantasias sexuais. Respondeu ele.

Sentindo-se humilhada, Cuddy levantou o braço para dar um tapa no rosto de House, mas ele a segurou antes, prendendo seu braço no ar.

- Você quer me bater? É isso que você quer? Questionou ele, puxando o corpo dela junto ao seu.

Cuddy tentava evitar encará-lo nos olhos, sabendo que não resistiria a ele, mas a raiva que sentia crescia dentro dela.

- Me solte agora mesmo House, ou....

- Ou o que, você vai gritar Dra. Cuddy? Não tem ninguém aqui perto para te socorrer...estão todos do outro lado do jardim.

- O que você quer de mim House, porque você tem agido tão estranhamente?...Em alguns momentos você me diz coisas que qualquer mulher gostaria de ouvir...em outros, você age como um idiota e tenho vontade de ficar longe de você. Contou ela.

- E se eu for um idiota...Sussurrou ele, ao pé do ouvido de Cuddy.

- Fique longe de mim. Pediu ela, tentando se desvencilhar dele.

- Diga a ela o que ela quer ouvir...vamos lá House não me desaponte! Exclamava Amber, que dessa vez estava à frente de Cuddy.

- Pare! Saia daqui! Gritou House para a figura de Amber.

- House? O que está acontecendo? Perguntou Cuddy, ao notar que ele gritava olhando para o nada.

- Eu...eu não sei...me desculpe. Disse ele, soltando os braços de Cuddy.

- Covarde! Você é um covarde! Gritou a voz de Amber, e só House conseguia ouvi-la.

Ele tapou os ouvidos e abaixou-se perto da piscina, deixando Cuddy preocupada.

- House, você está bem? Perguntou ela, aproximando-se dele.

- A mande calar a boca! Eu quero que ela pare! Minha cabeça dói... Disse ele.

- Quem, House? Quem você quer que pare de falar? Perguntou Cuddy, sem entender o que acontecia.

- A voz...Contou ele, fitando Cuddy nos olhos.

- Não há ninguém aqui House, eu acho que você anda usando drogas demais...vamos sair daqui, eu ajudo você a se levantar. Disse Cuddy, estendendo sua mão a ele.

Entretanto, quando House elevou a mão para que Cuddy o ajudasse a se levantar, ele perdeu o equilíbrio e os dois acabaram caindo dentro da piscina.

-Oh meu deus...A água está gelada...Oh meu deus! Exclamou Cuddy, toda molhada.

House olhava para ela com desejo. Cuddy conseguia exalar sensualidade até mesmo debaixo da água.

- Me deixe esquentar você. Disse ele, aproximando seu corpo do dela e esfregando as mãos sobre seus braços e ombros nus, o que acabou deixando-a ainda mais arrepiada.

Cuddy se esquivou dos braços dele, evitando o contato.

- Vamos sair dessa piscina antes que a gente pegue um resfriado, House...Disse ela, se afastando.

Porém, mesmo com a perna dolorida, House caminhou para baixo d'agua atrás dela, e a encostou em um dos cantos da piscina, impedindo que ela se movesse.

- Você não vai a lugar algum....Avisou ele.

- O que você pensa que está fazendo? Questionou ela, assustada.

- Não era você que queria saber por que eu vim a essa droga de casamento? Eu vim aqui por você! Não suporto a idéia de ver você desacompanhada em qualquer tipo de vento social...e se algum homem se aproximar de você, tirar você para dançar...falar alguma coisa em seu ouvido e fazê-la sorrir. Explicou ele.

- Você está me dizendo que está com ciúmes? House, eu não consigo entender você! Exclamou ela.

- Eu não posso tirá-la para dançar porque sou um aleijado...não posso fazê-la rir porque só consigo agir como um idiota, e não consigo me aproximar de você sem dizer qualquer tipo de insulto...O que mais você não consegue entender , Cuddy? Disse ele, com sinceridade.

Naquele momento, Cuddy começou a entender o motivo da personalidade ambígua de House. Ele a queria tanto quanto ela a ele, mas não achava que seria o homem que ela merecia.

- Não precisa dizer mais nada...não diga mais nada...Disse ela, envolvendo as mãos no pescoço de House.

Seus rostos foram se aproximando lentamente, até que ambos fecharam os olhos e deixaram seus lábios se encontrarem. House soltou as mãos da beirada da piscina, deixando seus corpos afundarem na água enquanto continuavam a se beijar. Ele segurou-se na escada da piscina tentando não perder o equilíbrio. Quando House e Cuddy subiram novamente à superfície, ambos se encontravam ofegantes e envergonhados.

- House eu...não sei o que dizer. Disse Cuddy.

- Então não diga nada...Falou ele, cobrindo novamente os lábios dela com os seus.

Cuddy aproveitou o momento para se desfazer da gravata borboleta que ele estava usando, e a jogou dentro na água. Enquanto ela abria os botões da camisa branca do smoking, House encontrou forças para levantar o vestido que ela usava, retirando sua calcinha úmida e deixando que agua também a levasse. Ela envolveu os quadris de House com suas pernas, quando ele a levantou e a colocou sentada na beirada da piscina, com apenas as pernas dentro da água.

- O que você está fazendo? Perguntou ela, curiosa.

Ele apenas sorriu para ela em retribuição. House aproveitou para levantar ainda mais o vestido de Cuddy acima dos quadris, puxou-a para mais perto da beirada da piscina e encaixou seu rosto entre as coxas de Cuddy, enquanto ela brincava com as mãos em seus cabelos grisalhos.

- Céus, House...e se chegar alguém...Suspirou Cuddy, enquanto ele passava suavemente a língua na parte interna de suas coxas.

- Eu não me importo...enquanto estiver com as mãos e a boca ocupadas. Respondeu ele.

House abriu ainda mais as pernas de Cuddy, deixando-a numa posição para que ele tivesse livre acesso a ela. Primeiramente ele beijou sua virilha, e foi percorrendo cada área com os lábios até chegar exatamente onde ele queria. Cuddy sentiu uma onde de choque no momento em que notou a língua de House.

- House...pare....por favor...pare...Pediu ela, sem conseguir se controlar.

Ele, temendo que ela pudesse se esquivar, embora não acreditasse que ela fosse de fato fazer isso, pegou fortemente nos quadris dela e a arrastou mais pra perto dele de forma que só as costas de Cuddy tocavam o chão. As pernas dela repousavam sobre os ombros de House e seus quadris estavam completamente soltos no ar. Enquanto ela o mandava parar, seus quadris se moviam procurando desesperadamente pela língua de House, que a provocava . Ele sentia o peso das pernas dela se apoiando sobre seus ombros, enquanto ela tentava fazer com que ele não perdesse o contato com a parte central de seu corpo.

Ele sentia os espasmos do corpo de Cuddy pedindo para que ele continuasse, ao contrário do que suas palavras diziam. Ela apertou as pernas ao redor do pescoço dele, fazendo com que ele aprofundasse o contato. House puxou-a pela coxa, fazendo com que seus quadris ficassem ainda mais perto do rosto dele, para que conseguisse sugar cada parte da região, sem se esquecer de nenhuma área. Ela estava pronta para ele, enquanto ele sentia o gostinho do desejo que ela estava sentindo.

- House...não, eu não posso. Por favor...pare de fazer isso....Ordenou ela, tentando empurrá-lo dali.

Mas ele a segurava fortemente pelas coxas, e a sugava com tamanha voracidade que a força que Cuddy fazia para se soltar era inútil.

Tomados pelo prazer que estavam sentindo, House e Cuddy não notaram quando uma presença se aproximava da piscina.

Cuddy gemia alto, enquanto House introduzia dois dedos dentro dela, e alternava seus movimentos, passando a língua sobre seu ponto mais sensível.

Cameron observava a cena, do outro lado da piscina, chocada com o que seus olhos viam. Ela levantou o vestido, deu meia volta e apertou o passo para sair logo dali.

- Pare House...isso já foi o suficiente! Exclamou ela, aproveitando o momento para empurrá-lo.

- Você não gostou? Perguntou ele, receoso.

- Não é isso...eu...me deixe em paz House, me deixe em paz. Pediu ela, levantando-se da beira da piscina e correndo dali.

House permaneceu paralisado dentro da piscina, sem entender a reação de Cuddy. Em um momento ele achou que ela estivesse gostando de cada carícia dele, mas acabou fugindo antes de se render totalmente. Ele esticou a mão para alcançar a calcinha dela que estava jogada na água e sorriu ao lembrar o que havia feito. Ainda estava com o sabor dela nos lábios e os gemidos dela ecoavam em seus ouvidos.

- Eu não sei como você consegue fazer isso comigo Dra. Cuddy....mas o fato é que você consegue. Afirmou ele, a si mesmo.

Cuddy correu em disparada da piscina, envergonhada por não conseguir controlar seus instintos. Ela se aproximou dos convidados, ensopada e com o rosto corado, e todos se viraram para ela.

- Cuddy o que Houve?Perguntou Wilson preocupado.

- Eu..caí na piscina...preciso me trocar...Chase você se importa se eu entrar para me trocar? Pediu ela.

- Sinta-se em casa Dra. Cuddy. Afirmou ele, educadamente.

Assim que ela entrou e subiu para o seu quarto, trancando a porta atrás de si. Cuddy ficou pensativa.

- Porque ele consegue fazer isso comigo? O que você tem para me fazer o controle dessa forma Gregory House? Disse ela, a si mesma.

Em seguida, ela se lembrou de que estava molhada, desgrenhada e sem nenhuma roupa íntima. Mas sorriu ao lembrar dos lábios de House sobre seu corpo, saboreando-a com vontade, como se ela fosse a mais deliciosa das sobremesas. Será que ela era apenas isso para ele? Uma sobremesa? Um objeto de fantasias? E porque House estava ouvindo vozes? Havia muita coisa permeando a mente de Cuddy, muitas questões a serem respondidas. Ela nem sequer teve tempo de trocar de roupa, quando ouviu batidas na porta.

- Eu sei que você está aí...Nós precisamos conversar! Exclamou House, do outro lado da porta.

- Eu não tenho nada a dizer House, vá embora! Ordenou ela.

- Por favor Cuddy...tem uma coisa que eu preciso te contar...abra essa porta! Gritou ele, batendo repetidamente na porta.

- O que foi, House, seja breve. Disse ela, abrindo a porta para ele.

Ele estava ainda mais ensopado do que ela, e como conseguia ficar mais charmoso daquela forma.

- Você esqueceu isso...na piscina. Falou ele, entregando a calcinha a ela.

- Você veio aqui para me entregar isso? Questionou ela, incrédula.

- Não....Afirmou ele, empurrando a porta para entrar no quarto.

Ele trancou a porta atrás de si, e a puxou para beijá-la novamente. Dessa vez Cuddy não teria para onde fugir.

- Eu vim para terminar o que começamos....Respondeu ele, empurrando a cabeça dela para o lado, deixando seu pescoço livre para ele.

No quarto havia um grande espelho na parede, ele a encostou no espelho enquanto beijava seu pescoço.

- House, você tem certeza disso? Perguntou ela, antes de se entregar.

Eles se olharam nos olhos, e Cuddy pôde o tamanho do desejo que ele sentia por ela.

- Vire-se...Pediu ele.

- Porque? Questionou ela.

- Vire-se de frente para o espelho...eu quero que você fique de olhos abertos e veja meu rosto enquanto faço amor com você...Disse ele.

E ela o fez. Esticou os braços na frente do espelho, enquanto House levantava seu vestido e retirava suas próprias roupas. Ele colocou as mãos sobre os quadris de Cuddy e iniciou seus movimentos, lentamente no começo...para não machucá-la. Cuddy fechou os olhos, numa mistura de dor e prazer, mas House a impediu.

- Abra os olhos...olhe para o espelho. Ordenou ele, fazendo-a abrir os olhos.

E quando ela olhou para o espelho, viu no rosto de House o que jamais havia visto no rosto de qualquer outro homem com quem já havia feito amor. Seus olhos azuis reluziam de desejo, sua boca estava semi-aberta enquanto ele a penetrava e gemia palavras desconexas, antes de conseguir sussurrar o nome dela.

- Cuddy....Lisa....você está me vendo? Perguntou ele, que havia fechado os olhos, se deixando levar pelo prazer.

- Sim...Respondeu ela, fascinada pelo prazer que estava proporcionando a ele.

- Então eu acho que você já viu o suficiente. Avisou ele, virando-a de frente para ele, e elevando as pernas dela na altura de seus quadris.

Em um movimento brusco, ele a penetrou, fazendo-a gemer.

- House....Deus...

Eles se beijaram novamente, antes de atingirem juntos o clímax e colapsarem no chão, escorregando lentamente à frente do espelho.

- Sua perna...Nós não devíamos ter feito isso desse Cuddy, ao vê-lo passar a mão firmemente sobre a perna.

- Está brincando? Estou me sentindo 20 anos mais novo! Brincou ele, escondendo a dor que sentia.

- O que vamos fazer agora House, tem uma festa acontecendo lá embaixo. Afirmou Cuddy.

- Você quer voltar para a festa ou ficar aqui comigo a noite toda? Perguntou ele, maliciosamente.

- Precisamos voltar, House. Eles estão esperando por nós. Eu vou me trocar... Disse Cuddy.

- E se eu te disser que não trouxe outra roupa? Indagou House.

- Você pode voltar para lá só de cuecas boxer, eu não me importo. Brincou Cuddy.

- Se a Cameron me vir de cuecas vai me fazer fugir com ela num cavalo branco, é isso que você quer? Disse ele, em tom brincalhão.

Cuddy apenas sorriu para ele, fazendo com que ele a beijasse suavemente nos lábios novamente.

- Eu estou sonhando ou isso tudo está realmente acontecendo? Questionou Cuddy.

- Eu acabo de te dar o maior orgasmo da sua vida e você ainda acha que está sonhando, o que mais você quer mulher? Perguntou House.

- Você...desse jeito...sem ofensas...Me prometa que não vai mais fugir de mim. Pediu ela, seriamente.

E ele não respondeu, apenas a abraçou fortemente, tentando fazer com que aquele momento durasse o máximo possível.

- Você é um covarde, House...é isso que você é. Diga a verdade a ela, seu covarde! Exclamava a voz de Amber no ouvido de House.

Ele apenas fechou os olhos e continuou abraçando Cuddy, tentando fazer com que a voz se dissipasse de sua mente.

TEMPO ATUAL

Enquanto ele observava a arma em suas mãos, várias imagens surgiam em sua mente. Os beijos de Cuddy, seu sorriso, seus abraços, a maneira como eles faziam amor. Mas nada daquilo importava.

- Eu já disse que você é um covarde...não tem coragem de fazer isso. Não tem coragem nem de tirar a própria vida! Dizia Amber.

- Vamos ver quem é o covarde aqui. Afirmou House, levantando a arma.

- Bem, chegou a hora...Disse ele, colocando a arma sobre a testa.

Antes que ele apertasse o gatilho, a porta do apartamento de House se abriu num forte chute.

- House, não faça isso! Gritou a pessoa, entrando no apartamento.

Alguns segundos depois, ouviu-se um tiro, que fez com que a vizinhança toda se assustasse.

FIM DA PARTE 2.